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Happy Green Things

Sobre matemática, ou sobre como fazer as coisas completamente ao contrário do que você espera.

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Locutor-sama: Era um dia comum, aqui no escritório. A autora parece estranhamente frustrada, e alguém que está pensando em comer pão de queijo, mesmo não tendo nenhum em casa.
Moon: Que absurdo! Até parece que só penso em comida.
Locutor-sama: Mas você está comentando há dias no twitter, e na vida real sobre querer comer pão de queijo.
Moon: Uma omelete também ia muito bem. Ou um sanduíche.
Locutor-sama: Você realmente só pensa em comida, senhorita Moon.
Moon: Tem razão! Sabe o que me distrairia de comida? Estatística!
Locutor-sama: Pensei que havia dito a senhorita dizer que ia colocar o papel da sua prova na boca, mastigar e depois sair correndo?
Moon: Quer dizer então que eu não engoliria o papel que eu mastiguei? Eu poderia me engasgar!
Locutor-sama: Não é esse o ponto. O que quero dizer é quê, você pode até gostar de estatística, mas estava ficando bem sem paciência de ter que estudar isso, para fazer prova.
Moon: Bem! Eu gosto de aprender, mas estudar com prazos sempre me deixam nervosa. São as coisas da vida, sabe. Não é como se eu abominasse completamente-
Locutor-sama: Nós dois sabemos que você está fazendo uma faculdade na área de humanas, justamente para ter o menos possível de matemática!
Moon: Que absurdo! Todo mundo sabe que no final, eu queria era ser uma garota mágica, mas infelizmente, aqui é o mundo onde as coisas são movidas pelo sistema capitalista.
Locutor-sama: Eu deveria trazer uma estatueta de Karl Marx para enfeitar esse escritório?
Moon: Que absurdo! Você está insinuando o quê? Estou apenas fazendo uma reflexão crítica ao capitalismo. Isso não tem nada a ver com Marx.
Locutor-sama: Ainda bem. Nós podemos voltar a falar de coisas mais engraçadas, agora?
Moon: Bem. Nós podemos falar do Brigadeiro-
Locutor-sama: Do Brigadeiro de Doctor Who?
Moon: Sim! Será que ele também tinha que fazer arredondamento de números? Não. Ele era um homem de ação, não era sobre-
Locutor-sama: Eu gostaria de entender o porquê de quando você estar de férias, você não aproveitar esse pensamento e não pensar sobre-
EU ESTOU AQUI!!! PARA DIZER QUE-
Moon: O que foi isso?
Locutor-sama: O que foi isso? Estou ficando com medo.
Moon: Estou pensando quê, isso deve ser uma combinação sinistra de aleatoriedade com TERROR!
Locutor-sama: Mas autora, eu não quero ser personagem, e muito menos narrador de terror.
Moon: Eu também acho que você não combine muito com isso. Vamos andando…
Locutor-sama: Autora! A porta do escritório foi bloqueada por gráficos de barras!
Moon: Minha nossa! E quem poderá nos salvar?
Locutor-sama: Não se preocupe, autora. Nós sempre podemos fugir pela janela!
Moon: Mas eu não quero ter que fugir pela janela.
Locutor-sama: Mas nos estamos no andar térreo! Venha comigo, autora! *o narrador dá a mão para a autora*
Moon: Não! Eu não irei fugir! “Verás que um filho teu não foge à luta”
Locutor-sama: Pronto! Você está fazendo referência ao hino nacional. Essa história está aleatória demais, até mesmo para mim, que estou acostumado.
Moon: Ei! Seus gráficos de barras! Vão embora!
[Os gráficos de barra saem pela porta do escritório e vão embora]
Moon: Viu, como é fácil?
Locutor-sama: Ainda acho que minha ideia de fugir pela janela era mil vezes mais divertida.
Moon: Ah, narrador. Você e suas ideias…

Happy Green Things

Em um dia qualquer, eu tive pensamentos aleatórios que surpreendentemente demoraram dias para virar uma história. Eu tenho que parar de deixar ideias na fila, para usar, tenho que escrever uma vez e ponto.

Locutor-sama: Estamos no escritório da senhorita Moon nesse exato momento com notícias quentes! Eu não estou dizendo isso, só porque estou segurando uma café com leite na minha mão. E a autora está fazendo aquela cara de insatisfação. Será que ela não gosta de café com leite?
Moon: Eu não gosto muito.
Locutor-sama: Não seja fresca, autora.
Moon: Você está andando com a Rika demais, está pegando a linguagem dela.
Locutor-sama: Absurdo! Não posso variar minha linguagem um pouco e já sou acusado de imitação?
[barulhos estranhos do lado de fora do Estúdio Happy Green Things]
Moon: Você ouviu isso?
Locutor-sama: Esse barulho de obra na rua?
Moon: Tolo! Isso não é apenas barulho de obra na rua.
Locutor-sama: Como não? Está me dizendo que lá fora tem um gorila gigante?
Moon: De fato, lá fora está o gorila Comofas cuidando do jardim. MAS NÃO É UM GORILA GIGANTE, SEU NARRADOR!
Locutor-sama: Não? Eu sempre quis ver um gorila gigante.
Moon: Francamente, viu. Eu vou lá fora ver o quê é…

[a autora sai do escritório e volta minutos depois]
Moon: Não acredito no que acabei de ver, e acredito que você também não.
Locutor-sama: Eu também não acreditaria? Sabe, autora, seria muito mais simples a comunicação se você estivesse se preocupando em terminar as suas frases.
Moon: Você não está nem um pouco curioso para ver o que tem lá fora?
Locutor-sama: Se eu ir logo, a história vai acabar. E sabe lá quando a senhorita resolverá escrever novamente.
Moon: Não seja tão chato!! *pega o braço do Locutor e leva ele assim mesmo*

[Lá fora, no jardim]
Locutor-sama: Olá, Comofas!
Comofas: Você repara em mim mas não nos robôs gigantes?
Locutor-sama: Estranho. Tive um minuto de impressão e achei que eles dançavam kpop.
Moon: É música eletrônica de robô, para falar a verdade.
Locutor-sama: Mas toda música que robô dança não é eletrônica?
Moon: Não tenha uma mente tão limitada, Locutor. Eles podem dançar samba se quiserem.
Locutor-sama: O carnaval está longe, meus amigos.
Moon: Não acredito que está falando com eles! E se, de repente, eles forem malvados?
Locutor-sama: Não existe robô malvado, apena robô mal programado. Agora com licença, eu vou dançar com os robôs… SIM, EU ESTOU SENTINDO, É AQUELA FÚRIA DANÇANTE! *tira o paletó e pendura em um mancebo*
Moon: De onde veio esse mancebo?
Comofas: E eu lá sei! Só estou aqui para cuidar do jardim, não de mancebos.
Moon: Boa resposta, Comofas. Eu devia te dar um aumento.
Comofas: Mas quem paga é a Tuta-sama.
Moon: Ah, sim, é claro! Nem disso eu posso me gabar.
Comofas: Lógico que não. A não ser que queria pagar todos os seus personagens, que são muitos e cada vez mais aumentam.
Moon: Excelente argumento. Acho que também vou dançar com os robôs gigantes. E talvez tentar impedir que eles vão destruir sem querer a cidade.

Silly Tales

Dizem que nos aniversários tem que ter bolo e guaraná, mas e no carnaval? Acho melhor eu escolher groselha, é uma coisa que eu conheço melhor.

Tuta-sama: Eu, Kekekê e a Matilde estávamos juntos trabalhando em novas histórias para inspirar a nossa querida autora. E eu não estou dizendo isso porque quero agradar a Moon e pelo fato de eu estar narrando no lugar do Locutor-sama. *ri discretamente* Não é TÃO DISCRETO se a senhorita descreve, Moon.
Matilde: Oi, Tuta.
Tuta-sama: Por favor, me diga que você não está vestida de lagosta.
Matilde: Não estou vestida de LAGOSTA. É uma fantasia de dragão! Francamente, está bebendo cerveja no trabalho, de novo?
Tuta-sama: Que ABSURDO! Eu nem bebo cerveja. E pode parar com esse pensamento IGNORANTE que eu só tomo bebida alcoólica. Está vendo? Isto aqui, que está na minha patinha é um copo cheio de groselha.
Matilde: Precisa mesmo descrever a sua ação?
Tuta-sama: Claro! Quer que os leitores não entendam o que nós duas estamos fazendo? Eles podem pensar que estamos em um topo de um asteroide junto do William Shakespeare cantando Beyoncé.
Matilde: Se você não está bêbada, deve ter perdido o juízo, completamente. Ótimo, além de eu ter de procurar o da Moon vou ter que procurar o teu, também?
Tuta-sama: Ninguém te pediu nada. E de nós duas, quem é que está fantasiada de dragão?
Matilde: É uma fantasia de CARNAVAL, já ouviu falar?
Tuta-sama: Não ouvi, será? Acho que estou fantasia de Décimo Segundo Doutor por puro bom gosto, mesmo.
Matilde: Ora! Pare de me ironizar! *tira o copo de groselha das patinhas da fabulosa guaxinim*
Tuta-sama: MINHA VOD-
Kekekê: *acaba de chegar* Tuta, você sabe me dizer onde está a vigésima oitava versão de CO… AI MINHA NOSSA SENHORA DOS DUENDES, isso aí é o que estou pensando?
Tuta-sama: Se você está pensando na Matilde tomando a minha groselha, sim, você está certo.
Kekekê: *tira da mão da Matilde e sente o cheiro* Tuta, eu não nasci ontem.
Tuta-sama: O que vai fazer, contar para a chefe? ESPERE, QUEM MANDA SOU EU, então ainda trabalho. Ainda bem! Como é bom estar no topo da central do cérebro da Moon!
Kekekê: Tuta. Essa frase nem faz sentido!
Matilde: O quê foi, Hugh Jackman? O Senhor se perdeu dos outros X-Men?
Kekekê: Isso aqui é cosplay do Stone da série The Librarians. Eu queria vestir alguma coisa que não tivessem mangas.
Matilde: Entendi. Então você é Jean Valjean. Está precisando de uma parceira para cantar?
Tuta-sama: A Matilde, cantando?? Deixar ela tomar minha groselha foi um erro.
Kekekê: Matilde! Eu não sou o Hugh Jackman. E Tuta, isso aqui não é groselha nem aqui nem no país das chinchilas. Você não pode estar falando sério, nós já conversamos sobre bebida alcoólica no trabalho. E se as crianças nos visitarem, e tomarem sem querer?
Tuta-sama: Vai ser bom para a moral do Zezé e do Tadeu?
Kekekê: [olhar sério de duende]
Tuta-sama: Eu estou brincando, caramba. E francamente, eu não vejo nada de errado. É a Matilde que bebeu, não o Zezé ou o Tadeu!
Matilde: Você conhece meus filhos, Peter Capaldi?
Tuta-sama: Tá vendo? Não tem problema nenhum?
[Kekekê bate com a mão na testa. Ele sai da sala e vai para a área das ideias]
Tuta-sama: A Matilde tem que tomar groselha mais vezes. Quer dizer, não a minha groselha, é claro.

– Nenhum duende menor de idade tomou bebida alcoólica nessa historinha, e isso não ia acontecer, que fique bem claro isso!

Random Adventures

O universo está sempre caminhando para o caos, o da aleatoriedade!

Na Casa do Capitão Yay.
Capitão Yay: *Falando em frente a câmera* É um belo e tranquilo dia. Tão belo, e tremendamente desinteressante. Como um… Pavê. Não, espere um momento. Isso não é interessante o suficiente para falar em um vídeo! E não estou sendo nada coerente.
Random: *toca a campainha da casa do Capitão Yay*
Capitão Yay: Eu não acredito que esse paspalho está tocando a campainha. *desliga a câmera* Já vai! Já vai! *anda rapidamente ate a porta, e abre*
Random: *segurando uma mochila pesada, vestido com uma bermuda florida* Capitão!
Capitão Yay: Random.
Random: Vim convidá-lo para um evento divertidíssimo!
Capitão Yay: Sou todo ouvidos. Mas me diga, estou maluco, ou eu havia te dado uma chave para a minha casa?
Random: Sim, você deu.
Capitão Yay: E você não usou??
Random: Bem, eu podia muito bem colocar a minha enorme mochila no chão, e procurar a chave, lógico! Mas é tanta tralha aqui dentro que eu podia ser sugado para a dimensão paralela que carrego nela.
Capitão Yay: Sei que vou me arrepender de fazer outra pergunta, mas… Se está carregando a mochila com as suas duas mãos, como é que tocou a campainha?
Random: Eu não preciso usar minhas mãos para isso, oras. Instalei uma campainha que funciona por voz, não percebeu??
Capitão Yay: Não. Eu não costumo receber visitas, além de você.
Random: Meu amigo! *cai uma lágrima do rosto do Random* Não precisa ficar triste, esses convites para ir ao Parque Aquático vão te deixar mais animado.
Capitão Yay: *pensa um pouco* Parece mais interessante do que eu gravar vídeos para a posteridade.
Random: Vou te esperar no Automóvel Porco Voador, enquanto isso. Não esqueça de levar uma toalha!

Na garagem do Capitão Yay:

Capitão Yay: Trouxe minhas coisas! Vamos?
A.P.V: Motorista Capitão Yay, presente.
Capitão Yay: Sim, sim. Estou aqui! *coloca a mochila no porta-malas* Ei! As entradas para o parque caíram aqui dentro. *pega as duas entradas, fecha o porta-malas, e entra dentro do carro*
Random: Eita! Distração minha. Foi mal!
A.P.V: Diga o seu destino.
Random: Parque Aquático do Mundo Invertido!
Capitão Yay: De repente, isso me pareceu uma má ideia.
[O automóvel os transporta para o Parque Aquático]
Random: Vamos lá, Capitão! Temos que pegar as nossas mochila. *sai do carro*
Capitão Yay: Random!
Random: O quê? *tira a mochila do Capitão e coloca no chão, e depois tira a sua e começa a carregar nas costas*
Capitão Yay: Eu não vou entrar em um Parque Aquático que usam como fonte do logo Comic Sans!
Random: Ah, pensei que você tinha preconceito em estar no Mundo Invertido. Mas é tarde demais, bobinho.
Capitão Yay: É? *olha em volta e repara nos funcionários uniformizados* Nós já estamos aqui dentro, não é?
Random: Vai ser divertido! Vamos lá!
Capitão Yay: Está bem. Mas eu não vou participar das atrações!
(Um funcionário se aproxima, com presença intimidante, próximo aos dois)
Funcionário: Aqueles que não usarem as atrações, terão que pagar um valor adicional igual o da sua entrada.
Capitão Yay: Como é quê é?? Eu nem trouxe dinheiro para isso!
Funcionário: O senhor será obrigado então… *pausa dramática* A se divertir.
Capitão Yay: Tá bom, tá bom!
[Os dois passaram uma divertida tarde experimentando as piscinas, as hidromassagens e tudo mais, até encerrarem o dia na lanchonete.]
Random: Divertido, não??
Capitão Yay: Muito. Apesar de ter que engolir TODAS as atrações com o nome em Comic Sans.

– Não tem nada a ver com Stranger Things. Mundo Invertido foi o primeiro nome que veio na minha cabeça. Sério.

Silly Tales

Dizem que você não deve ficar em cima do muro, pois precisa tomar uma decisão. Mas e se você quiser apenas apreciar a vista? Talvez seja mais confortável ficar sentado em uma cadeira de praia…

[Um cachorro é visto subindo em cima de caixas até chegar em cima de um muro.]
Ramsés: Colombo, o que é que você está fazendo? Rumores dizem que está pretendendo tirar uma fotografia conceitual… Isso é verdade?
Colombo: Fotografia conceitual? Não, não. Isso é coisa de papagaio!
Ramsés: Eu não vou perguntar o porquê de você conhecer um papagaio que goste de fotografia conceitual.
Colombo: Não, não. Eu não conheço! Mas isso é coisa de arara.
Ramsés: Qual dos dois?
Colombo: NÃO SEI MAIS O QUE ESTOU FALANDO! *começa a uivar*
Ramsés: Minha nossa! Ele está surtado!
Colombo: Não! Estou apenas querendo entender as coisas.
Ramsés: Bem. Eu escolheria lugares melhores para tentar entender as coisas.
Colombo: Mas Ramsés! A sociedade atual gosta de coisas concretas. Que você se posicione em opiniões! Opiniões!
Ramsés: É… Digamos que é importante ter uma opinião. Para não ir com os outros, sem entender o que está acontecendo.
Colombo: E concordar para evitar conflito? A sociedade vive em conflitos! A sociedade se move em conflitos…
Ramsés: Estou com uma forte impressão que você andou lendo coisas estranhas.
Colombo: Eu não sei de mais nada, meu caro amigo. Você entendeu todo o meu drama?
Ramsés: Eu… Acho que está exagerando e com ideias desorganizadas.
Colombo: Talvez você tenha razão…! Eu posso ser libertado, agora!

[No dia seguinte, no mesmo lugar.]
Colombo: Não, não, não! Eu acho que tenho de me conformar com isso.
Ramsés: No fato em que você está em cima de um muro, novamente, falando coisas sem conexão alguma?
Colombo: Eu… Tenho opiniões.
Ramsés: Isso é bom.
Colombo: Opinião não é para ser uma coisa ruim. Não concorda?
Ramsés: Isso depende. Se eu discordar, afirmar que é uma coisa ruim ter opinião você ficar bravo?
Colombo: Não, não. Afinal de contas, as pessoas tem todo o direito de ter opinião. Os animais. Os fantasmas. Os alienígenas. Os refrigerantes!
Ramsés: Refrigerantes?
Colombo: Ou seria Geladeiras… Eu não sei! Mas tem uma coisa que consigo entender.
Ramsés: O quê?
Colombo: Eu realmente não deveria passar o tempo lendo comentários na internet…
Ramsés: Oi?
Colombo: Fiquei pensando, cá para mim, será que devo compartilhar minhas opiniões na internet? Mas vejo gente brigando se o certo é biscoito ou bolacha, brigadeiro com chocolate ou brigadeiro de chuchu…
Ramsés: Especialistas afirma que ler opiniões na internet não faz bem para a saúde mental.
Colombo: Que especialistas?
Ramsés: Os do bom senso. Não quero dizer que não devemos ter opinião, mas devemos ter, acima de tudo, bom senso!
Colombo: Como o fato de que as atitudes das pessoas podem mudar o mundo para melhor?
Ramsés: E que os gatos pretos, na verdade, não causam a falta de sorte em ninguém.
Colombo: Interessante discussão, a nossa. Espera um minuto! Hoje é sexta-feira treze!
Ramsés: Como ontem foi quinta-feira doze.
Colombo: Fascinante!

– Aviso: Essa história é para não fazer sentido. A partir do momento, em que você coloca dois animais falando já está desafiando a lógica. Para uma partida de xadrez. Sei lá.

Happy Green Things, Raccoon Tales

Palavras em inglês ficam tão populares, e a palavra traduzida fica lá, esquecida pelo público no dicionário.

Tuta-sama: Que dia! Estava servindo de diplomata para resolver uma questão entre o Reino dos Bolinhos e o Reino dos Cupcakes. Que são, a mesma coisa. Questão de tradução. Como que eles se separaram em primeiro lugar? *A guaxinim anda de um lado para o outro* FALHEI NA MINHA MISSÃO, E AGORA ESTOU PRESA EM UMA CASINHA ABANDONADA NA FLORESTA!
*Ela senta em uma cadeira de madeira*
Tuta-sama: Sério isso? Sério? Eu, uma milionária guaxinim cheia de grandes sucessos financeiros, sou metida em uma situação que eu nem sei bem como isso tudo começou!
*pega uma xícara de chá e bebe tranquilamente*
Tuta-sama: Ainda bem que o chá é gostoso. Espera aí, isso é sério? A Moon demorou tanto para escrever minha historinha e eu não tenho nem chance de entender como é que eu falhei?
*A lareira apagou, de forma misteriosa. Tuta deu um grande grito de espanto.*
Tuta-sama: Ah, agora ela está me enrolando! Muito bem!
????: E ESSE É O GRANDE MOMENTO… PARA…
Tuta-sama: Que palhaçada é essa agora??
????: O JOGO DE PERGUNTA DAS REFERÊNCIAS!!
Tuta-sama: MAS QUE-
*As luzes se acenderam. Uma macaco dançando aparece na visão da guaxinim*
Tuta-sama: -MACACO É ESSE?? Pronto. Eu tomei chá de cogumelo ou é a Moon de graça comigo?
????: Você, participante!
Tuta-sama: Eu?
????: Sim! Responda a minha pergunta. Esta régua que tenho em minhas mãos é de qual história?
Tuta-sama: Não é de nenhuma história da Moon, porque ela não termina nada… que ela considere relevante.
????: Errado! Mais duas chances, ou você não irá ganhar essa linda régua que tenho em minhas mãos.
Tuta-sama: E se eu perder, o que acontece?
????: Você não irá querer saber.
Tuta-sama: Nossa! *expressão de entediada* Se eu não acertar, essa história nunca irá terminar, e esse é o verdadeiro terror da minha perda. Deixa eu pensar…
????: Valendo! Qual história foi a primeira aparição de Hello nas historinhas do blog?
Tuta-sama: *bate com a patinha na testa* “A Nova Hóspede na Casa Verde”?
????: ELA VENCEEEEU! Tome essa linda régua.

No estúdio de Happy Green Things.
Tuta-sama: Hello! *olha para os lados* Isso aqui é uma das salas de gravação das historinhas?
Hello: Bem, eu sempre desconfiei que tinha um negócio desses por aqui…
Tuta-sama: Pode me explicar o que está acontecendo? E porquê o seu gato Ramsés está deitado no seu colo? Você é alguma vilã clichê?
Ramsés: Não se pode mais querer ficar confortável nos dias de hoje… *pula do colo da Hello*
Tuta-sama: Isso tudo foi para ganhar uma régua?
Hello: Sim! Tudo isso foi para você ganhar um especial presente dos seus adoráveis afilhados duendes!
Zezé e Tadeu: Dinda! Dinda! Você gostou?
Tuta-sama: *observa a régua e nota nos desenhos de guaxinins nela* É muito fofa… Obrigada.
Zezé: Ela gostou!
Tadeu: Surpresa surpreendente!
Tuta-sama: Agora me diga… Como foi que eu cheguei aqui?
Hello: Conveniência para a história acontecer?
Tuta-sama: Você não me carregou até aqui desacordada, carregou?
Hello: Eu nunca faria uma coisa dessas.
Ramsés: Sonambulismo.
Zezé: A Moon demorou tanto para escrever a historinha dela que seu desejo subconsciente causou ela andar até aqui para ter a sua aventura escrita!
Tuta-sama: Você escreveu essa frase para ele decorar, não foi?
Hello: Talvez eu tenha feito isso.

Pixie Tales, Silly Tales

Uma padaria é um lugar agradável, até mesmo quando os pães começam a falar com você… Se eles forem educados, é claro. E pães não falam, mas nós vamos ignorar esse detalhe por enquanto.

Matilde: Uma fada passa por muitas coisas durante a vida. E até mesmo quando eu pensei que havia passado de tudo, me encontro em uma padaria, que está trancada. Já voei por todos os lugares, procurando por um mísero buraco para passar e… Pode-se dizer eu não tive NENHUMA SORTE e estou ficando irritada.
[Dois pães em cima da mesa parecem observar a fada. E eles tem olhos! E uma boca. Estranho]
Pão de Queijo: Você está vendo? A fada continua procurando uma saída desse lugar!
Pão de Maçã: Eu estou vendo. E como ele veio parar aqui, mesmo?
Pão de Queijo: Boa pergunta.
Matilde: É ISSO QUE EU QUERIA SABER! E pães não falam. NÃO FALAM, ESTÁ ME OUVINDO, MOON?
Pão de Queijo: Com quem ela está falando?
Pão de Maçã: Eu que não vou querer saber. Pode ser coisa de outro planeta.
Matilde: Ah sim, sim. Ela deve ser de outro planeta! Só alguém de OUTRO PLANETA para trancar uma fada dentro de uma padaria.
Pão de Queijo: O que ela tem contra uma padaria?
Pão de Maçã: Talvez um trauma de infância.
Matilde: Eu preciso pensar… Mesmo que eu use magia aqui, não vai funcionar JÁ QUE ESTOU IRRITADA DEMAIS PARA… Ah, quem eu estou querendo enganar? Eu sou uma fraude como fada. Eu nem consigo sair daqui!
Pão de Queijo: Pobrezinha!
Pão de Maçã: Devemos consolar ela?
Pão de Queijo: Devemos consultá-la sobre a nossa passagem secreta, na verdade.
Matilde: Uma passagem secreta.
Pão de Queijo: Uma passagem secreta!
Pão de Maçã: Pensei que só usávamos em situação de emergência.
Pão de Queijo: Essa é uma situação de emergência. *aperta um botão em cima da mesa*
Matilde: Seus bobalhões! Deviam ter me dito logo!
Pão de Maçã: Nós deveríamos ter dito logo?
Pão de Queijo: Na verdade, não. Era capaz dela reclamar de qualquer jeito…
[Os pães entram na passagem que abriu na parede. Matilde voa das prateleiras de cima até aonde estava o buraco que haviam sido aberto.]
Matilde: EU VOU TER QUE ME ABAIXAR PARA ENTRAR AÍ?
Pão de Maçã: Pelo visto, ela não gostou.
Pão de Queijo: Ela não tem escolha.
Matilde: Eu não acredito que estou entrado em uma passagem secreta em uma padaria… E seguindo pães! Onde estou com a cabeça? Que tipo de fada entra em um buraco como esse? Sou realmente uma fraude…
Pão de Maçã: Eu não sabia que sabor fraude era tão ruim, assim.
Pão de Queijo: Vivendo e aprendendo!
Matilde: Se eu conseguisse me concentrar para pelo menos diminuir de tamanho…

[A autora lê o roteiro para a contrarregra Cola-sama]
Cola-sama: TEM tantas coisas erradas nesse roteiro que eu não consigo numerá-las!
Moon: Ora, se está tão ruim assim, porque você não escreve e pronto?
Cola-sama: Bom. Eu até tenho umas boas ideias, se você estiver com disposição de escutar…
Moon: Está bem! Eu vou escutar.
Cola-sama: Ótimo!

[A Aventura da fada Matilde com os pães recomeça!]
Matilde: Nós três estávamos a nove dias enfrentando a tempestade de farofa mais forte da história. Nossos corações estavam cansados, tão cansados, e nem a fogo da minha fúria está resolvendo alguma coisa.
Pão de Maçã: Estou… ficando muito cansado!
Pão de Queijo: Nós temos que persistir! Não há tempo de sentir o luxo do cansaço.
Matilde: Atenção! Estamos chegando perto de uma caverna, vejam!
Pão de Queijo: Não falta muito!
Pão de Maçã: Eu… Não vou conseguir! Me deixem aqui!
Pão de Queijo: Nunca! Irei carregá-lo até o fim da minha vida, se for necessário!
Pão de Maçã: Como você vai conseguir isso?
Pão de Queijo: COM O PODER DA AMIZADE!
Matilde: Eu posso fazer nós três nos teletransportarmos, mas alguém me escuta? Não! Ninguém quer que a fada ajude com sua purpurina e sua varinha. Ah, é mesmo! EU NÃO POSSO USAR A VARINHA PORQUE ELA FOI LEVADA POR ESSA TEMPESTADE DE FAROFA IDIOTA!
Pão de Queijo: Acalme-se! E toda a tranquilidade que você estava levando essa aventura?
Matilde: Amigo, você me conhece! NADA ESTRAGA O MEU CABELO! Sem falar de toda essa FAROFA QUE ESTÁ INDO NO MEU OLHO!
[Pelos poderes da conveniência de fazer a história progredir, nossos heróis alcançaram a caverna]
Matilde: Não acredito! Nós chegamos na caverna!
Pão de Queijo: Você usou mágica para nos trazer até aqui, não é? Fale a verdade!
Matilde: Mas é claro que não! *voz de sarcasmo* FADAS USAM VARINHAS IDIOTAS, PARA FAZER IDIOTICES MÁGICAS!
Pão de Maçã: “Idiota” e “Idiotice” é apropriado para falar na frente de crianças?
Pão de Queijo: Não diga isso, ela pode se animar e querer dizer coisas piores.
Matilde: Vocês são a dupla mais chata desse mundo todo! E não estava se sentindo mal, Pão de Maçã?
Pão de Maçã: Bom. Eu estava… Com preguicinha.
Pão de Queijo: *cai uma lágrima* A preguicinha pega a todos nós!
Pão de Maçã: Até quando? Até quando esse absurdo vai acontecer??
Matilde: Escutem… Refresquem minha memória, para quê estamos fazendo isso mesmo? Essa aventura louca?
[Os Pães olham um para o outro. Eles pensam por um instante, e decidem responder.]
Pães: PARA AUMENTAR A CONFIANÇA! PELA NOBREZA DE NOSSAS ALMAS E PELO TODO CONTEÚDO DA GARRAFA DE REFRIGERANTE!
Matilde: Nossa! Que incrível! Vocês inventaram isso na hora?
Pão de Queijo: Na verdade, sim. Você notou?
Pão de Maçã: A não ser que nós encontremos magicamente o portal para chegarmos a padaria dos heróis, nós não temos chance de completar a nossa missão.
Matilde: Então é por isso que tem uma placa apontando para aquele negócio hipnotizante?
[OS três chegam perto do portal. Para onde eles foram? VOLTE AO COMEÇO DA HISTÓRIA!]

Moon: Pensando bem, pães não falam, nem vivem aventuras.
Cola-sama: MAS A IDEIA ORIGINAL FOI SUA!
Moon: De fato! E é por isso que a decisão final, de onde eles iriam é minha!
Cola-sama: Ah, quer saber? Que seja! *joga os papéis para cima*

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Final! Aventura do Abismo, Número Oito, rima com biscoito! Sim, eu estou ficando sem criatividade para os títulos.

A Aventura do Abismo Parte Oito

A parte um da história!
A parte dois da história!
A parte três da história!
A parte quatro da história!
A parte cinco da história!
A parte seis da história!
A parte sete da história!

Locutor-sama: Eu não vou entregar meu microfone para você, Rika.
Rika: Como você é chato! Está bem, então. *coloca o machado no chão* Está bem, eu tenho um plano B. Sempre tenho um plano B, apesar que um biscoito ia melhor que…
Locutor-sama: Faça o que você tem que fazer logo!
Rika: Não me apresse. *toca um sininho, e ela aparece vestida como o Locutor* Caríssimos presos do LABIRINTO DO ABISMO… *fala em um microfone* É hora da revolução dos trabalhadores! Lembrem-se, façam isso pelo… pelo… KARL MARX! Sei lá, ele lembra o Papai Noel, né?
Sabrina: *fala baixinho para o Locutor* Karl Marx?
Locutor-sama: A autora estava estudando Sociologia da Educação, um dia desses…
Rika: É HORA DA REVOLUÇÃAAAAO! *guarda o microfone* Cara, eu preciso ir ao banheiro.
Sabrina: Não acho que você vai conseguir isso agora.
Rika: Locutor… *olha para ele com olhos de anime*
Locutor-sama: Não adianta olhar para mim. Tenho cara que posso fazer aparecer um banheiro, em um passe de mágica?
Rika: Era para escovar os dentes! Mas que coisa. *usa o sininho e volta para a roupa de garota mágica* Muito bem! Vocês podem vir novamente, trolls de pedra! HÁ HÁ HÁ! *pega o machado*
[Rika começa uma luta épica contra os trolls que começam a destruir as paredes do labirinto]
Locutor-sama: Não acho que isso realmente seja necessário…
Sabrina: Como vamos sair daqui?
Locutor-sama: De elevador? Talvez apareça após a Rika derrotar os trolls de pedra.
Sabrina: E as outras pessoas, também. Elas devem estar lutando contra isso nesse exato momento.
Locutor-sama: Equipadas com o quê, papel higiênico?
Sabrina: Vamos parar com as piadas de banheiro!
[Rika dá o último golpe no troll de pedra, e este vira areia.]
Rika: Nada melhor do que um trabalho bem feito! HÁ HÁ HÁ!
Locutor-sama: Essa risada está dando medo.
[Apareceram vários elevadores.]
Rika: Agora sim! Todos vamos para casa! E posso ir ao banheiro, escovar meus dentes.
Sabrina: Isso é realmente TÃO importante??
[Os três entraram em um dos elevadores, e viram que estavam lá no fundo do abismo.]
Sabrina: Qual botão clicar…
Rika: TODOS!
Locutor-sama: Rika.
Rika: Eu não posso me divertir. *cruza os braços e faz beicinho*
[O elevador sobe, após o Locutor clicar em um dos números.]
[Os três chegaram ao topo, e todas as outras pessoas também. Cada vez que saíam do elevador, ele sumia em seguida.]
Rika: Sim, o meu trabalho de detetive aqui está pronto.
Locutor-sama: Se você fez um trabalho de detetive, quer dizer que o Poirot faz trabalho de garota mágica?
Rika: Você é mesmo chato, Locutor-sama.
Sabrina: Ainda bem que as coisas acabaram bem.
Locutor-sama: Apesar de nós não sabermos exatamente o porquê de juntarem tantas pessoas para coletaram pedras.
Rika: Deve ser alguma civilização avançada que se alimentava de pedras, e aí veio escravizar a raça humana para fazer isso, pois seu planeta tinha escassez de alimentos!
Locutor-sama: Um final um tanto corrido.
Sabrina: Tenho que concordar.
Rika: EI, NÃO ME IGNOREM!

Epílogo: É uma palavra chique!
Tio Ben: Muito bem! Obrigado por terem resolvido o mistério.
Locutor-sama: Não há de quê.
Dona Aparecida: Os negócios vão voltar ao normal. *faz uma expressão de satisfeita*
Tio Ben: Até você, está contente com o desfecho?
Dona Aparecida: Eu não sou uma pessoa ingrata.
[Rika aparece com roupas normais. Sabrina está levando suas coisas.]
Locutor-sama: Vocês pegaram tudo?
Rika: Humano tolo! Trago as coisas de maneira mágica!
Sabrina: Então… Deixo essa mala aqui?
Rika: Claro que não!
[Locutor pega as malas e coloca no ônibus. Sabrina dá uma última olhada na paisagem do abismo.]
Sabrina: Não foi uma aventura ruim.
Rika: Ei… Para que você veio com o Locutor-sama?
Sabrina: Pela aventura!
Rika: Sei, sei…
Sabrina: É verdade!!

– Mas e o pingente que o Locutor encontrou lá atrás? Bem… Eu esqueci dele. Por enquanto, vamos dizer que é um item inútil de jogo de escape só para encher o bolso.

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

A Aventura do Abismo, parte sete. Ainda continua, sim. Só falta mais uma parte!

A Aventura do Abismo Parte Sete

A parte um da história!
A parte dois da história!
A parte três da história!
A parte quatro da história!
A parte cinco da história!
A parte seis da história!

Locutor-sama: Rika…? Responda! *olha para o telefone* Desligou.
Sabrina: Isso foi bem estranho. Considerando o tempo que ela está sumida, a bateria do celular dela teria acabado.
Locutor-sama: De fato. *cruza os braços* Duvido muito que ela tenha encontrado um modo de carregar o celular nesse fim de mundo.
Sabrina: Vamos explorar a caverna, novamente?
Locutor-sama: Não. Primeiro, vamos olhar melhor as proximidades.
Sabrina: Certo! *faz uma continência, como um militar*
Locutor-sama: Você está mesmo animada… Não trouxe o caderno?
Sabrina: Deixei em cima da mesa, não acredito que alguém vá pegar.
Locutor-sama: Tem medo de perder?
Sabrina: Bem, sim. Mas não tem nada de compromete-
*Sabrina cai em um buraco no chão*
[Uma placa escrito “Buraco do Coelho – Sem coelhos]
Locutor-sama: Você está achando isso muito engraçado, não é, autora?
*Locutor cai no buraco também*
[Os dois aparecem em um local estranho, que parecia um labirinto.]
Sabrina: Caramba!
Locutor-sama: Sorte que caímos em uma cama elástica.
Sabrina: Não sei consideraria isso sorte…
Locutor-sama: *toca na parede* Estranho.
Sabrina: MUITO estranho. Será que vamos encontrar a Rika por aqui?
Locutor-sama: Talvez. Imagino que a autora já esteja cansada dessa ideia toda.
Sabrina: Ela enjoa muito fácil, então.
[Um barulho de microfone sendo ligado é ouvido pelos dois]
Locutor-sama: O quê é isso, agora?
Sabrina: Espero que isso não seja um reality show, ou algo do tipo.
[Andaram um pouco e encontram uma placa escrito “LABIRINTO DO ABISMO”]
Locutor-sama: É. Ela resolveu colocar nomes dramáticos, agora.
VOZ: SEJAM BEM VINDOS AO LABIRINTO DO ABISMO.
Sabrina: Não é exatamente um lugar que eu quero ser bem vinda.
VOZ: PARA SOBREVIVEREM, VOCÊS TERÃO QUE COLETAR PEDRAS.
Locutor-sama: Pedras?
VOZ: TEMOS WI-FI LIGADO, TOMADAS PARA CARREGAR CELULAR, COMIDA E BANHEIRO.
Sabrina: Uau, me sinto muito mais tranquila, agora!
VOZ: MAS NÃO TEMOS CAMAS. SE VIREM AÍ.
[O microfone é desligado]
Locutor-sama: Maravilha.
[o celular do Locutor toca novamente]
Locutor-sama: *pega o celular* Alô?
Rika: *no telefone* Locutor-sama! Cara, você está aí? Parece que estou tentando te ligar faz dias…
Locutor-sama: Onde você está?
Rika: Em uma espécie de labirinto… Mas demorou um tempão para eu recarregar o celular. Bem, isso SEMPRE me parece uma eternidade.
Sabrina: Locutor, estou ouvindo passos. *cutuca o Locutor no ombro*
[Rika aparece, virando a esquina que os dois iam passar]
Rika: Eu já cansei de coletar pedras.. Apesar que a comida que eles servem aqui não é tão ruim. AI! *tropeça e derruba o machado, que cai bem perto do Locutor e da Sabrina*
Sabrina: Rika! Você está bem?
Locutor-sama: Esse machado podia ter machucado alguém…
[Rika levanta com a ajuda da Sabrina]
Rika: Oh! Você também está aqui! *olha para a Sabrina e depois para o Locutor* O que aconteceu, exatamente? Teve umas luzes verdes-
Locutor-sama: Nós caímos em um buraco de coelho.
Rika: Estranho! *tirado o machado do chão* Sinceramente, não sei porque concordei com esse negócio de coletar pedras… TIVE UMA IDEIA! Locutor, me passe seu microfone!
Sabrina: Isso não vai acabar bem. Desde quando o Locutor EMPRESTA o microfone para os outros?

– O Locutor vai passar o microfone? Ou não? Descubra isso no próximo capítulo!
– É meu aniversário! E que bom ter história programada!

Locutor-sama Adventures, Silly Tales

Parte seis, A Aventura do Abismo continua! (Isso não vai demorar)

A Aventura do Abismo Parte Seis

A parte um da história!
A parte dois da história!
A parte três da história!
A parte quatro da história!
A parte cinco da história!
[Na hospedaria do Tio Ben e da Dona Aparecida.]
Tio Ben: Uau! Uma entrada digna de um herói!
Locutor-sama: Cale a boca, Tio Ben.
Dona Aparecida: A garota foi derrubada por um cogumelo lutador.
Tio Ben: Tem certeza? Está fora de época.
Dona Aparecida: Eu tenho certeza. *coloca o caderno da Sabrina em cima da mesa*
Locutor-sama: *coloca Sabrina no sofá, perto da mesa na recepção*
Dona Aparecida: Ela deve se recuperar em quinze minutos, não se preocupe.
Locutor-sama: Ah, sim.
Dona Aparecida: Eu vou trazer o café da manhã. Fiquem aqui.
Tio Ben: Vamos, vamos. Já fiz o café para você.
Dona Aparecida: Ótimo. Traga as coisas para cá.
Tio Ben: No carrinho?
Dona Aparecida: Lógico.
[Tio Ben e Dona Aparecida desaparecem na cozinha, que fica no fundo do corredor]
Sabrina: Obrigada… Por me carregar. *vermelha*
Locutor-sama: Disponha. Está com febre? *fica com o rosto bem próximo para a Sabrina*
Sabrina: Nã-não! Estou bem, fora a tontura.
Locutor-sama: Ainda bem. Assim fico menos preocupado. *se afasta da Sabrina*
Sabrina: Caramba… *suspira, desanimada* Nós nunca vamos encontrar a Rika, desse jeito.
Locutor-sama: Não desanime. É cedo demais para isso.
Tio Ben: *trazendo o carrinho com o café da manhã* Teoricamente, é de manhã, portanto, é cedo! *aponta os dedos como se fossem armas*
Locutor-sama: Isso não foi engraçado. *levanta uma sobrancelha*
Dona Aparecida: Às vezes, me pergunto porque me casei com você.
Tio Ben: Ah, vá! Você riu por dentro, pelo menos!
Dona Aparecida: Não, eu não ri. *expressão muito séria*
Tio Ben: O tempo está bom hoje, não acha?
Locutor-sama: Ele mudou de assunto.
Sabrina: Pobre homem…

[Tempo depois, quando todos tomaram café.]
[Sabrina sai da hospedaria e Locutor a segue.]
Sabrina: Tem alguma coisa me incomodando…
Locutor-sama: Nós vamos encontra a Rika, não se preocupe.
Sabrina: Não é só isso. Aqui só tem a hospedaria e a área comercial, certo?
Locutor-sama: Sim.
Sabrina: Então… As pessoas moram onde? O pessoal do comércio?
Locutor-sama: Nas lojas mesmo, acho.
Sabrina: Mas Locutor, as lojas são pequenas demais para ter uma área residencial, não acha?
Locutor-sama: O dia está bonito, não acha? *olha para o céu*
Sabrina: Mudou de assunto também?? *surpresa*
Locutor-sama: *o celular dele começa a tocar*
Sabrina: Caramba, funciona nesse fim do mundo!
Locutor-sama: *atende o celular* Alô? Rika…?