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Tales of Wolfito

Por alguma estranha razão, as coisas tornam-se populares.

[A Mansão de Wolf e sua família, onde tudo estava tranquilo e sem preocupações. Tuppence, a filha tigre estava brincando, aí teve uma ideia de pesquisar, em seu quarto algo que veio a sua mente. Os pais nem imaginavam o que ela estava fazendo…]
Tuppence: Skate de dedo. De onde vieram? Para onde vão? Os dedos realmente precisam de tanta ação e aventura?
[Tuppence andava em círculo, dentro de seu quarto, como se fazer esse caminho fosse resolver a questão.]
Tuppence: Será que devo pesquisar, ou é uma boa ideia para usar e eu começar a imaginar de onde realmente veio? Ah sim! Talvez eu comece a imaginar.
[Tuppence agora está sentada em uma das poltronas do quarto.]
Tuppence: Os skate de dedo, foram criados por uma civilização pequenina que precisava-se transportar, mas não queria fazer um meio de transporte entediante. *levanta a pata para cima, com uma posição épica, ainda sentada no sofá.*
[A personagem resolve ir pesquisar, porque percebe que está indo longe demais. Ela pega o celular para pesquisar a origem, e descobre que é um tanto decepcionante.]
Tuppence: Chaveiro. Chaveiro! Era só isso, uma ideia aleatória que alguém achou que seria divertido. É decepcionante. Mas mesmo assim, queria um skate de dedo para dar para um dos meus bonequinhos!
[Ela sai do quarto, e encontra Miss Cupcake.]
Miss Cupcake: Filha, que bom que está aqui. O que foi, está parecendo que quer alguma coisa.
Tuppence: Sim, mãezinha. A senhora pode me dar um skate de dedo?
Miss Cupcake: *surpresa* Mas é claro! Eu mesma tenho alguns. Eu adorava! Deve ter sobrado algum da época quando eu era criança. Claro, podia te dar algum mais novo, mas os novos não tenho certeza de onde estão. Já volto!
[Miss Cupcake entra em um dos quartos, para procurar o que disse para a filha. Ela demorou um pouco, mas finalmente saiu do quarto. Tuppence estava ficando impaciente, quase esquecendo do que estava esperando. Miss Cupcake voltou, quando ela menos esperava.]
Miss Cupcake: Encontrei! Estava no meio de outros skates menores, onde provavelmente envolveu seu pai diminuindo skates normais, por alguma razão. Mas esse estava em uma caixa, eu demorei porque estava contando quantos tinham. Eram 33.
Tuppence: Nossa! Quantos foram miniaturizados. Mas enfim! O seu skate de dedo é muito bonito, mamãe.
Miss Cupcake: Que bom que você gostou! Pode ficar, eu sei que você toma cuidado.
Tuppence: Legal mãe, muito obrigada! Os meu bonequinhos vão ficar felizes.
Miss Cupcake: *faz uma expressão confusa* Seus bonequinhos?
Tuppence: Sim! Eles é que vão andar neles, pois é o modo mais maneiro deles se locomoverem.
Miss Cupcake: Está bem. Se está se divertindo, isso que importa.

Tales of Wolfito

Uma música, uma dança, um improviso, um encontro para tomar chá.

Mansão do Wolf, na sala de estar.
Wolf: *praticando passos de dança na sala, com som ligado*
[Miss Cupcake vem do quarto,tinha tirado um cochilo]
Miss Cupcake: Wolf! WOLF!
Wolf: Alô querida, meu treino está indo muito bem, obrigado.
Miss Cupcake: Você sabe que eu não perguntei sobre isso, não é?
Wolf: Sim. Eu sei. A soneca não foi boa?
Miss Cupcake: Não é isso. O sonho que tive é que me incomoda.
[Wolf para de dançar e desliga a música.]
Miss Cupcake: Ah! Então você vai escutar o sonho, que pretendo contar.
Wolf: Mas é lógico, minha querida ursa. Diga. Estou pronto para escutar!
[Wolf senta no sofá e Miss Cupcake na poltrona.]
Miss Cupcake: O sonho foi o seguinte… Vi que estava no País das Maravilhas.
Wolf: Ainda bem que não é no País das ervilhas.
Miss Cupcake: Eu deveria imaginar, que você iria me interromper.
Wolf: Oh! Eu sinto muito. Quero dizer, era a Alice o seu papel, no sonho?
Miss Cupcake: Já chego lá. Era a mesa de chá, do Chapeleiro Maluco!
Wolf: Ah!
Miss Cupcake: Então, então aconteceu que além dos personagens usais da “festa” havia uma convidada que pareceu estranha na cena.
Wolf: E essa convidada seria..?
Miss Cupcake: A Mona Lisa.
Wolf: A do Leonardo da Vinci?
Miss Cupcake: Não conheço outra.
Wolf: Sei. Nem eu conheço, na verdade.
Miss Cupcake: Foi muito estranho. Ela era… Igual ao quadro. E não combinava com o resto do lugar! É de tirar o sono.
Wolf: Ainda bem que foi só uma soneca, então.
Miss Cupcake: E soneca não é sono?
Wolf: Não, minha querida. É descanso!
Miss Cupcake: Você e as suas lógicas estranhas…
Wolf: Não acho uma lógica estranha.
Miss Cupcake: Claro. Isso é a sua opinião.
Wolf: É bom ter opinião, sabe.
Miss Cupcake: A questão do sono e da soneca, é só sua opinião. Não é um fato concreto!
Wolf: Ainda bem que não é um fato concreto, a minha opinião.
Miss Cupcake: Ainda bem…?
Wolf: Se a minha opinião fosse feita de concreto, seria bem difícil de se carregar.
Miss Cupcake: Ah.
Wolf: Que “ah” mais desanimado! Minha frase foi boa. Não foi?
Miss Cupcake: Está bem, está bem. Foi uma ótima frase.
Wolf: Só eu insistir um pouco que eu te convenço.
Miss Cupcake: Nem sempre. Pra mim, soneca é sono!
Wolf: Eu estava querendo dizer outra coisa.
Miss Cupcake: Ah, e que coisa seria?
Wolf: Que eu convenço você, que sou inteligente.
Miss Cupcake: Claro que você é inteligente, Wolf. Casou comigo!
Wolf: *pensa um pouco* É. É verdade.

Random Adventures

Outra vez, porque uma vez não é o suficiente. Bonecos de palito são simpáticos.

No apartamento do Capitão Yay:
Capitão Yay: Estou aqui, no meu lar, pensando em uma coisa. Inspirado por uma súbita ideia, que parece ter vindo de algo maior… Deus? Não. A autora. *pensa um pouco* Caramba! Acabei de notar, que estou parecendo o Locutor-sama. Credo!
[Capitão Yay acabou de terminar o seu café, que tinha feito na cozinha.]
Capitão Yay: RANDOM! É nossa vez, novamente de dar uma historinha pra a Moon. *pensa um pouco* Participar de uma historinha, né. Nós não vamos escrever nada.
[O personagem olha para os lados, não tem ninguém.]
Capitão Yay: Como é que posso esquecer, que estou sozinho em casa? *bate com a mão na testa* Sou um idiota…
[O boneco de palito aparece, graças a aparição de um portal mágico.]
Random: Olá, Capitão! *sai do portal, acenando* Está chorando… Aconteceu alguma coisa?
Capitão Yay: A autora pediu outa historinha.
Random: Ah! Isso é realmente emocionante. Dá vontade de chorar, mesmo.
Capitão Yay: *seca os olhos com a mão* Isso não importa, mais. De onde você veio? Como conseguiu esse portal mágico? *aponta para o portal, ainda aberto*
Random: Bem… A primeira parte não é interessante, ajudei um dentista, em outra dimensão, a abrir sua própria clínica. *desliga o portal, com a ajuda de um alarme de carro*
Capitão Yay: Como… como é que você fez isso?
Random: Acalme-se! Estou ainda na segunda pergunta. Como consegui o portal mágico? Simples… Com a ajuda das batatas fritas.
[Silêncio constrangedor, no apartamento do Capitão. Por alguns minutos, ninguém soube o que dizer.]
Capitão Yay: Isso foi bastante aleatório.
Random: Obrigado. Não tenho esse nome à toa.
Capitão Yay: Não vai me explicar, essa história direito, não é?
Random: Sim. É aleatória demais. Já não me lembro, dos detalhes exatos para poder te explicar com exatidão.
Capitão Yay: Aleatório demais…? Existem coisas aleatórias demais, até mesmo para você?
Random: Todo mundo tem limite, até mesmo paras coisas que gosto.
Capitão Yay: Ah.

Em outro momento, no escritório da autora. Lá em Happy Green Things.
Moon: Escute aqui, Random. Estou preocupada com você. Já não é mais o mesmo. Não é tão aleatório como antes. É a sua convivência com o Capitão Yay?
Random: Não. Eu só ando querendo fazer mais sentido, do que ser apenas um personagem que fala a primeira coisa que vem na cabeça.
Moon: Muito bonito, os seus pensamentos. Estou emocionada! Obrigada por compartilhar comigo. Mas falo sério! Aleatoriedade Random, aleatoriedade.
Random: Seriedade autora, seriedade!
Moon: Pombas. Você tem argumentos muito bons…

Happy Green Things

Tudo parece melhor, com os olhos da nostalgia.

No estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
Moon: Sinto falta de uma coisa extremamente específica, Locutor-sama.
Locutor-sama: E o que seria isso, senhorita Moon? *pintando um quadro*
Moon: Batatas fritas.
Locutor-sama: Batatas fritas! Não estou surpreso. Como sempre, é sobre comida.
Moon: Não é só comida, era uma verdadeira poesia. Aquelas batatas fritas eram excelentes. Você não compreende, narrador.
Locutor-sama: Talvez eu não tenha sensibilidade o bastante. Mesmo estando pintando um quadro nesse exato momento.
Moon: Sensibilidade artística é outra coisa.
Locutor-sama: E isso seria o quê, sensibilidade gastronômica?
Moon: Não sei. Será que isso é uma coisa que existe?
Locutor-sama: Tudo é possível, no céu e no planeta Terra.
Moon: Mas aqui, meu caro, não é o planeta Terra. Aqui é-
Locutor-sama: Sim, sim. Aqui não é o planeta Terra, já entendi. Não faz diferença, tudo é possível para te fazer desenvolver e escrever uma historinha, não?
Moon: Ah! Você está sendo sensível.
Locutor-sama: A palavra que você procura é compreensível.
Moon: Mas uma pessoa compreensível é uma pessoa sensível, narrador.
Locutor-sama: Nem sempre. Existem as pessoas que são falsas…
Moon: Está insinuando algo?
Locutor-sama: Não, lógico que não. Só devemos ter os olhos sempre abertos, para nos defender desse tipo de coisa.
Moon: Ah. Você sempre sabe o que dizer.
Locutor-sama: Nem sempre. Ninguém é a prova de falhas.
Moon:: Nem os planos infalíveis do Cebolinha
Locutor-sama: Exatamente.
Moon: Ainda bem que concordamos.
Locutor-sama: Tenho que manter o meu emprego, de alguma forma.
Moon: Concordando comigo?
Locutor-sama: Não. Trabalhando honestamente e lendo gibis.
Moon: Ah! Quadrinhos em geral, também.
Locutor-sama: Lógico.
Moon: E quanto a batata frita? Estou com vontade.
Locutor-sama: Autora, o restaurante fechou. Eu não tenho uma máquina do tempo!
Moon: Mas deveria.
Locutor-sama: Isso não é uma coisa que é vendida, em qualquer esquina.
Moon: A batata frita? Pois deveria.
Locutor-sama: Não. A máquina do tempo.
Moon: Bom. Ainda bem que não vende em qualquer esquina, seria complicado.
Locutor-sama: O universo provavelmente não sobreviveria.
Moon: Lógico! As pessoas faiam o que bem entenderem.
Locutor-sama: Uma coisa que elas já fazem, normalmente.
Moon: Exato. Outra coisa que é muito boa, são aquelas batatas no formato de carinhaa feliz.
Locutor-sama: Isso vai longe…
Moon: Aquilo sim, era felicidade verdadeira.
Locutor-sama: Ver aquelas batatinhas?
Moon: Digamos que sim. Eram tempos mais simples…
Locutor-sama: O passado é sempre mais simples, porque ele já passou. E só agora, as coisas fazem sentido.
Moon: Nem sempre fazem sentido. E aquelas coisas que se repetem?
Locutor-sama: A lição ainda não foi aprendia.
Moon: Ah! Talvez.

Happy Green Things

É bom ter com quem se conversar, até mesmo amigos imaginários!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: *colocando um livro na estante.* Olá, narrador. Que bom que você chegou! Já estava ficando enlouquecida, por aqui.
Locutor-sama: É mesmo, senhorita Moon? Não vejo nada que pode fazê-la sair do sério, por aqui.
[O narrador olha em direção a mesa, vê um urso de pelúcia.]
Locutor-sama: É um uso de pelúcia.
Moon: Fico feliz que pode me dizer o óbvio. Mas diga-me se há uma explicação, de onde veio esse urso?
Locutor-sama: *pensa um pouco* Você trouxe o urso para cá? Achou que seria um objeto interessante para fazer uma história, em torno dele.
Moon: Por favor, meu querido narrador. Realmente, vai me dizer o óbvio? Mas não tem importância… Eu queria ideias. Qual seria as intenções desse urso? Seus sonhos e ambições?
Locutor-sama: Construir uma casa na praia, e aprender a surfar.
Moon: Ah! Ainda bem que o narrador tem imaginação.
Locutor-sama: Lógico. Apesar que um narrador fantasioso demais, pode desviar-se dos fatos.
Moon: Como é que você conseguiria desviar-se dos fatos, de ser um urso?
Locutor-sama: Não sei. Dá para viajar na maionese. Não literalmente, isso seria impossível, e complicado demais para pensar. De qualquer modo, gostaria que me explicasse uma coisa.
Moon: Que coisa, meu caro?
Locutor-sama: Essa história de cozinha desativada, na Casa Verde.
Moon: Soou misterioso o bastante, não concorda?
Locutor-sama: Até que sim, senhorita Moon. Mas é necessário alguma explicação.
Moon: Uma explicação… Ah sim! Uma explicação para essa cozinha desativada, na Casa Verde. Tudo começou quando quiseram usar ali como laboratório…
Locutor-sama: Um laboratório?
Moon: Ali não foi uma laboratório qualquer, meu caro. Dali saiam os doces das fotos “meramente ilustrativas”.
Locutor-sama: Ah! Faz sentido. Por agora, você não vai colocar isso em um contexto de uma história, não é verdade?
Moon: Por enquanto, não. Mas voltando ao assunto importante…
Locutor-sama: Eu acho importante, o assunto da cozinha.
Moon: Que bom, não? Mas enfim: Sobre o outro assunto importante.
Locutor-sama: O urso.
Moon: Sim, meu querido. O urso! De onde ele veio, e até onde ele irá?
Locutor-sama: Até onde os seus sonhos permitirem.
Moon: Os meus sonhos ou os dele?
Locutor-sama: De ambos. Mas o urso é mais importante, não é você que está dando destaque para ele?
Moon: De certa forma, sim. Mas então… Será que faço esse urso falar?
Locutor-sama: Melhor não.
Moon:: Melhor não…?
Locutor-sama: Ninguém sabe que tipo de coisas ele viu. Pode dar um spoiler sem querer, de alguma coisa.
Moon: É verdade. Melhor tomar cuidado.

Silly Tales

Os dias que queremos que chegue virão, vai ficar tudo bem no final!

[Os personagens da história da vez são Pompom, Tuta-sama e Kekekê. Eles estão em uma floresta.]
Tuta-sama: Muito bem! O que a autora inventou dessa vez?
Kekekê: Difícil saber. ESTOU vestindo uma roupa de chefe de cozinha, no meio de uma floresta. Tá complicado tentar adivinhar o que a Moon vai inventar.
Pompom: Minha nossa! Está vestida como uma agente secreta, Tuta-sama.
Tuta-sama: *tira um espelho do bolso* É mesmo! O que será que a Moon quer dizer com isso?
Pompom: Não faço ideia. Quem sabe o que está na mente da autora?
Kekekê: Nós deveríamos saber… Trabalhamos com ela, na cabeça dela!
Pompom: É verdade. Mas mesmo assim, é um mistério os pensamentos dela.
Kekekê: Pode até ser. Do que você está vestido, Pompom??
Pompom: Eu sou um… “Invocador Pomposo bem vestido”.
Tuta-sama: Não acho que você esteja bem vestido.
Kekekê: O quê é um invocador?
Tuta-sama: É um tipo de feiticeiro.
Kekekê: Entendi. O que um grupo como o nosso irá fazer?
Tuta-sama: Não faço a menor ideia, meu amigo. A Moon deve estar apenas escrevendo as nossas falas, sem planejamento algum, como ela faz normalmente.
Pompom: Mas que absurdo! Sem planejamento algum, como é que ela vai saber onde é que vai chegar com o enredo?
Kekekê: Mas essa é a diversão dela!
Tuta-sama: Não a justifique, Kekekê. Você sabe melhor que ninguém, como faz falta um bendito de um planejamento.
Kekekê: É verdade, mas-
Pompom: Bom. É melhor nós também não sermos tão duros com ela.
Tuta-sama: Ah não, até você irá mimar a Moon?
Pompom: Não estou mimando ninguém, agente secreta T.
Kekekê: Ah! Vamos entrar nos personagens. Mas… O que é um chefe de cozinha, sem a sua cozinha? Não sou nada! Nem ninguém! *ajoelha-se, chorando*
Tuta-sama: Kekekê, acalme-se…
Pompom: Não precise se preocupar!! Eu irei fazer uma cozinha para você, com os meus poderes de invocação.
Tuta-sama: Poderá mesmo, fazer isso?
[Pompom balbucia umas palavras aleatórias. Uma cozinha aparece em volta dos três, protegida por quatro paredes e com todos os itens essenciais.]
Kekekê: Minha nossa! Ele conseguiu.
Tuta-sama: E quanto a mim? O que uma agente secreto pode fazer aqui…?
Kekekê: Ora Tuta! Você é a agente secreta que veio me proteger, de ter minhas receitas roubadas pelo restaurante rival!
Pompom: Bom. É- não sei como dizer, mas eu não consigo fazer um restaurante inteiro aparecer.
Tuta-sama: Típico. Não dá para fazer as coisas direito…
Kekekê: Bom! Foi bom enquanto a aventura durou. Vamos embora!
Tuta-sama: Está bem. O helicóptero está nos esperando, para irmos embora. Venha, Pompom!
Pompom: Mas o que vou fazer, com essa cozinha?
Tuta-sama: Deixe ele aí, a propriedade é minha mesmo. Lembrando que essa floresta, é artificial!
Pompom: Ah é.

Random Adventures

As sete horas, algo acontece. Você recebe uma boa notícia… Talvez possa pedir uma comida de fora, que goste muito!

Na casa do Random.
Random: Capitão Yay! Nós temos uma emergência. *desliga o telefone*
Capitão Yay: *jogado no sofá* Qual é a emergência?
Random: A autora nos chamou. Precisa de uma história nossa!
Capitão Yay: Que legal! Aposta que consigo fazer essa historinha, enquanto estou jogado o sofá?
Random: Aposto. Você é capaz de tudo.
Capitão Yay: Obrigado. Ainda bem que você reconhece.
Random: Mas também é um velho cansado…
Capitão Yay: Preferia ser chamado de preguiçoso. Mas é aquilo que dizem: não se pode ter tudo.
Random: Tanto faz. Vou fazer o almoço! Será sanduíches.
Capitão Yay: É cedo demais para nós almoçarmos.
Random: Sei disso. Mas hoje é a minha vez de fazer a comida, e quero estar adiantado. Não custa nada eu começar a fazer.
Capitão Yay: Quer dizer que vai fazer aqueles sanduíches caprichados??
Random: Sim! É por isso que irei começar a fazer, tão cedo.
Capitão Yay: Mas que ideia excelente a tua, meu querido Random. Isso vai me motivar a sair do sofá.
Random: É essa a ideia, meu velho cansado.
Capitão Yay: Quanto esforço para me tirar do sofá!
Random: Sempre vale a pena, meu caro…
[Random vai até a cozinha. Ele abre a geladeira para pegar os ingredientes e os deixa em cima da mesa da cozinha.]
Random: Muito bem… É melhor eu começar o trabalho. Vou colocar o avental e lavar minhas mãos.
[Random faz como falou, enquanto Capitão Yay assobiava uma musiquinha.]
Capitão Yay: Droga!! Isso era uma oportunidade para eu estar deitadão, lendo um livro. E eu não trouxe o livro que estou lendo! Ficou em cima da mesinha da sala.
[Capitão Yay força os olhos, em direção do livro.]
Capitão Yay: Que excelente ideia a minha, falar que ficaria aqui a história inteira… Bom. Paciência! Agora eu simplesmente iria desejar ter poderes de teletransporte.
Random: *da cozinha* O nome disso não seria telecinese?
Capitão Yay: É o poder de move as coisas com a mente.
Random: Então é telecinese.
Capitão Yay: O que importa é que o senhor entendeu!
Random: Beleza. E eu continuo a fazer os sanduíches.
Capitão Yay: Não pode vir aqui, pegar o livro pra mim, querido Random?
Random: Não comece com essa história de “querido”! Levante e pegue. Não crie caso e facilite sua vida.
Capitão Yay: Prefiro esperar pelos meus poderes de teletransporte.
Random: Francamente… Quanta teimosia! Que diferença faz?
Capitão Yay: Prometi que ficaria nesse sofá até a história acabar!
Random: Você não prometeu. Apostou!
Capitão Yay: No final, dá no mesmo.
Random: A história está no final. Pode levantar desse sofá, oras!
[Capitão Yay levanta do sofá. Mas ao invés de pegar o livo, vai até a cozinha.]
Random: O que está fazendo aqui…? *segurando uma faca na mão, parou de cortar o pão*
Capitão Yay: Os sanduíches já estão prontos…?
Random: Não. Vá ler o seu livro, Capitão!

Happy Green Things

O menos que eu souber, melhor. Assim é bom para me surpreender! Acho. Não dá para se ter certeza de nada, nessa vida.

No escritório da autora, em Happy Green Things, o estúdio.
Moon: Estou com muita fome, narrador. Me prometeram pizza, passam das oito horas da noite e nada!
Locutor-sama: *olha pela janela* Devo estar ficando maluco, porque posso jurar que é de manhã. Meu relógio interno está maluco, autora?
Moon: Muito engraçado. Querido, estou escrevendo isso na noite de 02 de mai.
Locutor-sama: Ah! É um simples caso de viagem no tempo.
Moon: Claro que não, bobo. Só estou me adiantando!
Locutor-sama: Atitude muito sábia. E quanto ao seu projeto de vida?
Moon: Deixei de lado, por enquanto. Quero me concentrar no blog, porque estava com saudades.
Locutor-sama: Ah! Muito fofo, da sua parte.
Moon: Espero que esteja sendo sincero.
Locutor-sama: Estou! Fique tranquila.
Moon: Ainda bem, ainda bem. Gosta de pizza, Locutor?
Locutor-sama: Lógico. Não conheço uma pessoa que não goste de pizza.
Moon: Mas sempre tem que não goste de pizza, narrador.
Locutor-sama: *horrorizado* Tem certeza?
Moon: Sim. Tem maluco para tudo.
Locutor-sama: Bem maluco mesmo. Francamente! Não gostar de pizza. Onde já se viu?
Moon: Pois é, narrador. Vou pedir pizza pra você mais tarde, tá? Aliás, para todos os funcionários do Estúdio.
Locutor-sama: Bacana. Acho ótimo, autora. Todos nós precisamos de pizza.
[Lalali bati a porta do escritório.]
Lalali: Com licença, autora. Ouvi falar sobre pizza?
Moon: Sim, sim. Pizza. De noite, é claro.
Lalali: Isso é uma excelente notícia. Pizza revigora o espírito!
Locutor-sama: Concordo.
Moon: Como vocês são exagerados…
Locutor-sama: Apenas falamos uma verdade, autora.
Lalali: É. E uma verdade como essa, deve ser dita. É obrigação!
Moon: Lalali…
Lalali: Desculpe. Me empolguei! Eu gosto muito de pizza, sabe.
Moon: Tá. Tudo bem. Não tem problema.
Locutor-sama: Vai pedir pizza para as suas ideias, também?
Moon: Não, aí já fica muito caro.
Lalali: É verdade. E as ideias são um tanto esfomeadas.
Moon: Imagino. As ideias podem ser um tanto selvagens, então o caminho para serem esfomeadas é bem curto.
Locutor-sama: Essa história está com um tom filosófico, um tanto estranho.
Moon: Bobagem! Isso é uma historinha sem pretensão filosófica alguma.
Lalali: Bem. É melhor ser realista… Nada de tom filosófico, por aqui. Ainda bem, porque as ideias filosóficas podem ser um tanto chatas e inconvenientes.
Moon: Como assim, inconvenientes…?
Lalali: Oras, ninguém quer saber de filosofar o tempo todo, autora.
Moon: É. Você tem razão. Mas o tempo todo…?
Lalali: O tempo todo.
Locutor-sama: Sou testemunha! E o que vi, não é nada bonito.

Happy Green Things

Tem dias que são mais difíceis que os outros, mas isso é porque ao acordarmos não vemos o nível de dificulade.

[Estúdio de criação das histórias da Moon, Happy Green Things. Está havendo uma espécie de campeonato de pega-pega. Está na vez da autora, para “capturar” os outros.]
Locutor-sama: *correndo* Autora! Não acho que é uma boa ideia! Você não em mais idade pra isso.
Moon: Bobagem… Eu me sinto mais viva, do que nunca! *correndo, já cansando*
Locutor-sama: Não vejo como é que isso vai dar certo… *pára para pensar*
Cola-sama: *correndo* Mas que palhaçada!
Lalali: *correndo* Veja só!! Já está cansando?
Cola-sama: Lógico… Que ideia mais tola! Tinha que ser a autora, mesmo.
[Cola-sama parou, e autora chegou bem próxima dela. Mas a Moon perseguia o Wolf!]
Wolf: Eu nem sei o que estou fazendo aqui… *correndo e chorando*
Moon: Não precisa chorar, meu caro personagem Wolf!! Vamos lá, você será o próximo…
Cola-sama: *parada, respirando* Não acho… Que seja uma boa ideia…
[A autora está super cansada. Wolf fica com pena, e deixa ser pego.]
Wolf: Minha vez! Preparem-se, pessoal! *sai correndo*
Moon: Ótimo… Agora eu já posso descansar. *se joga e fica deitada no sofá*
Locutor-sama: Estamos perdidos. O Wolf é campeão de pega-pega. *começa a correr, novamente.]
Lalali: Sério…? Eu não consigo imaginar ele, fazendo isso… *correndo*
Cola-sama: Céus! Como ele corre! *volta a correr*
Lalali: Não acho! Eu já persegui ideias fujonas, mais rápidas que ele!
Cola-sama: Não dê ideia para ele, correr mais rápido!!
Wolf: *correndo* Não se preocupem, estou pegando leve com vocês.
Locutor-sama: Quanta consideração, da sua parte. *correndo*
Lalali: Cuidado, Cola-sama! O Wolf está correndo na sua direção. *correndo*
Cola-sama: Que ótimo! Eu já estou cansada de correr, e ainda por cima vou ter que correr arás dos outros…? QUE CHATICE! *correndo*
Moon: *deitada no sofá* Boa sorte, Cola-sama. Não há Biscoito que irá te salvar dessa situação.
Cola-sama: VOCÊ ME PAGA!
Wolf: *Wolf fica parado* Quer saber de uma coisa? Cansei!
[A voz da Miss Cupcake é ouvida, ao longe. E então, o lobo treme.]
Miss Cupcake: WOLF! PRECISAM DE VOCÊ, LÁ NO LABORATÓRIO.
Wolf: Já vou, minha querida. Tchau, gente! Foi muito divertido brincar com vocês.
[Wolf vai embora. Os personagens respiram, aliviados.]
Lalali: Bom. Foi divertido enquanto durou. Nós podemos descansar agora, autora?
Moon: Mas é claro! Fiquem á vontade, meus caros.
Locutor-sama: Ainda bem. Posso cuidar dos meus afazeres, agora.
Cola-sama: Sempre tão ocupado, não?
Locutor-sama: É sempre bom se ocupar, oras.
[Locutor vai embora, Cola-sama também. Apenas Lalali, fica.]
Lalali: Fico aqui para te fazer companhia, autora.
Moon: Te agradeço, Lalali.

Happy Green Things

Uma história qualquer, que envolve comer biscoitos.

No estúdio Happy Green Things, escritório da autora.
Moon: Estou chateadíssima hoje, meu caro. Diga-me algo interessante, Locutor.
Locutor-sama: Algo interessante.
Moon: Muito engraçado. E como sempre, o narrador nos mostra o quanto é espirituoso.
Locutor-sama: Muitíssimo obrigado, senhorita Moon. É bom ter as habilidades reconhecidas.
Moon: Tu adora elogios, como sempre! Mas não vou ficar aqui, te dando biscoito, não senhor!
Locutor-sama: Não preciso de biscoitos, autora. Eu tenho os meus.
[O narrador tira da sua mochila um pacote de biscoitos.]
Moon: Não acredito! Você não tem vergonha na cara?
Locutor-sama: Não entendi o porquê. Deveria? Trouxe até pratinho, para não fazer sujeira.
Moon: Entende muito bem o que estou insinuando.
Locutor-sama: Em nenhum momento eu disse, que não iria te oferecer.
Moon: Quer dizer que posso pegar um?
Locutor-sama: Lógico, senhorita Moon. Eu até trouxe um pratinho pra você.
Moon: Quanta gentileza da sua parte! Obrigada, Locutor-sama.
[Os dois aproveitam os biscoitos.]
Locutor-sama: Continua chateada?
Moon: Não. Estou me sentindo melhor. As coisas são difíceis, mas biscoitos são excelentes!
Locutor-sama: Ótimas palavras, senhorita Moon. Tem toda a razão!
Moon: Estou estranhando suas gentilezas. Isso tem segundas intenções?
Locutor-sama: Bobagem! Quais seriam as minhas segundas intenções?
Moon: Não confio em narradores. E suas intenções seriam eu terminar aquela sua saga de histórias, que eu deixei de lado.
Locutor-sama: Ah! Sobre isso, não tem mais importância.
Moon: Tem certeza?
Locutor-sama: Absoluta certeza. Mas seria bacana se você terminasse, é claro.
Moon: Ahá!!
Locutor-sama: Compartilhar os biscoitos, não tem nada a ver com isso. Só estou sendo gentil.
Moon: Tá bom, tá bom. Vou acreditar, dessa vez.
Locutor-sama: Ah! Ótimo.
Moon: ÓTIMO!
[Entra a Cola-sama no escritório.]
Cola-sama: Autora, as coisas estão descontroladas lá no depósito…. Isso são biscoitos??
Locutor-sama: Sim. Quer um?
Moon: Você não vai compartilhar com ela, Locutor!
Locutor-sama: Seria um ato desumano se não fizesse nada. Ela viu, pode ficar com vontade.
Cola-sama: Se incomoda tanto a SENHORITA, não como nada.
Locutor-sama: Pode comer sim, eu insisto. Moon, não faça essa cara.
Moon: E o que aconteceu com o “senhorita”, narrador?
Locutor-sama: Eu não queria soar irônico.
Moon: Ah! Você não queria soar irônico. Quanta consideração da sua parte! Coma os biscoitos, Cola-sama, afinal de contas o Locutor tem muita consideração.
Cola-sama: Não quero biscoito nenhum. Pode vir até o depósito e resolver a confusão de lá?
Moon: Está bem, eu vou! *levanta da cadeira e bate com as duas na mesa*
[A autora sai. E o narrado fica sozinho, com a Cola-sama.]
Locutor-sama: Vai querer os biscoitos, agora?
Cola-sama: Lógico.