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Happy Green Things

No segundo dia do ano, as pessoas ainda estão tentando se acostumar em escrever 2013 no lugar de 2012 no local das datas.

Moon: (deitada no sofá lendo um livro) Olá, Hércules.
Hércules: Bom dia, autora.
Moon: Você precisa de algo?
Hércules: O correto não seria eu fazer essa pergunta para você?
Moon: De fato. Como você é prestativo.
Hércules: Não é questão de ser prestativo, é o meu trabalho.
Moon: Entendo.
Hércules: Estou aqui para dar-lhe uma boa notícia.
Moon: E qual é, meu caro?
Hércules: O Locutor-sama recuperou a voz e está vindo para cá.
Moon: Isso é uma ótima notícia! (contente)
Hércules: Fico feliz que você fique contente. Tenho outra notícia.
Moon: Fale, meu amigo.
Hércules: As roupas de piratas estão prontas.
Moon: Legal! E o cenário?
Hércules: Estamos trabalhando em finalizá-lo.
Moon: Ótimo, muito bem…. (a conversa é interrompedia pela chegada do Locutor)
Locutor-sama: Bom dia.
Hércules: Ah! Como você está?
Locutor-sama: Evitando de falar muito.
Hércules: É melhor não abusar muito da sorte, não?
Moon: Já vi que é melhor você se recuperar aos poucos, Locutor.
Locutor-sama: Mas senhorita Moon… Preciso fazer meu trabalho!
Moon: Sei, sei. Meu bom amigo workaholic, nós temos que maneirar no seu serviço.
Locutor-sama: O que quer dizer com isso?
Moon: Você aparecerá narrando apenas certas histórias. Se for necessário um narrador, será chamado.
Locutor-sama: Mas senhorita Moon…
Moon: Nada de mas, Locutor! E se você perder a voz? Como é que eu fico?
Locutor-sama: Não vai acontecer isso.
Moon: Eu preciso de ajuda sua em outras histórias. Tá prestando atenção?
Locutor-sama: Sim.
Moon: Não irei contratar outro narrador, se não a querida guaxinim vai ficar brava.
Locutor-sama: Fico mais tranquilo em saber disso.
Hércules: Bom, acho que já é uma grande coisa não sobrecarregar o Locutor.
Moon: Sei, sei. Ok, Locutor. Tá vendo esse papel? (dá uma lista de anotações para o narrador)
Locutor-sama: É claro. Quer que eu passe para narrador observador?
Moon: Exato! Gosto de funcionários competentes. E fico contente que tenho outro personagem que trabalha da forma correta, com método. Hércules, obrigada.
Hércules: Eu sou novo no serviço, ainda não estou no direito de receber agradecimentos.
Moon: Mesmo assim. E quanto a você Locutor, conto com o seu serviço.
Locutor-sama: Irei para a minha sala. Entregarei quando puder. Com licença. (sai do escritório da Moon calmamente)
Moon: Não tenha pressa. Quanto a você, Hércules…
Hércules: Sim? (prestando atenção)
Moon: Quero que você peça ao pessoal que trabalha no figurino, para tirar os vestidos de princesa e tudo relacionado a conto de fadas, para lavar ou tomar ar, o que for necessário.
Hércules: Entendido. (sai do escritório também)
Moon: Cadê a Hello para me dizer se achou a Cola-sama? (impaciente)

– Contraregra? Contra Regra? Preferia escrever contra-regra. Detesto a nova ortografia, ela só confunde a minha cabeça.
– Não sei se já disse, mas o Hércules foi chamado assim em homenagem ao (Hercule) Poirot, o detetive de Agatha Christie.

Happy Green Things

É difícil quando você quer ser legal. Seus personagens ou pessoas acabam se aproveitando do seu bom humor.

Happy Green Things, escritório da Moon.
Moon: Estou aqui, imaginando se não estou exagerando em deixar tantos posts adiantados para o blog. Bom, não tem problema. Assim vou poder ter folga!
Hello: (abre a porta do escritório sem bater) MOON!
Moon: Quem foi que deixou o portal aberto?
Hello: Não há nada que me impeça de vir aqui.
Moon: Só dá para vir aqui com magia, senhorita ruiva.
Hello: Bem, não existe nada que seja impossível de se aprender.
Moon: Deixa eu adivinhar, você é da Sonserina?
Hello: Não. Deu Corvinal. Queria ser da Sonserina, mas vou fazer o quê? O Chapéu nunca mente.
Moon: Você devia ter roubado.
Hello: Eu? Roubar? Que absurdo.
Moon: Surpreendente, a sua honestidade.
Hello: (senta em uma das cadeiras)
Moon: Quê faz por aqui?
Hello: Você vive aparecendo na Casa Verde. Não posso vir aqui também?
Moon: Não.
Hello: Sabe que posso vir sem você me impedir, né?
Moon: Sei. Tá. Fala, o que cê quer?
Hello: Eu queria saber uma coisa…
Moon: Depende. Tô sabendo que você anda espalhando umas fofocas por aí, que não me agradam.
Hello: Eu? (expressão de pessoa inocente)
Moon: Se existe de algo que sei, é que você gosta tanto de fofocas assim como eu.
Hello: É mesmo? Você gosta de fofoca?
Moon: Ser humano gosta de fofoca. Mulher por exemplo, normalmente gosta.
Hello: Bom, então preciso te dizer a fofoca que anda muito popular atualmente.
Moon: Imagino que sei qual é.
Hello: É verdade que o Locutor-sama é um personagem baseado em um cara que existe e que você gostava?
Moon: (bate com a mão na testa) Onde é que você tá com a cabeça?
Hello: Eu?
Moon: Quem mais poderia ter sido tão criativa a ponto de inventar isso?
Hello: Toda fofoca tem seu fundo de verdade!
Moon: Isso eu discordo. Fofoca é uma distorção da verdade.
Hello: É? Essa é sua opnião?
Moon: Não. Fofoca é algo inventado por gente desocupada, que deveria se tocar em certos assuntos mas nunca nota.
Hello: Notar o quê?
Moon: Ignorância é uma bênção, não é verdade?
Hello: Ah, mas eu nem sei o que você está falando!
Moon: Pombas. Ou sou doida ou você é realmente idiota.
Hello: Credo, não precisa me dizer que sou idiota.
Moon: Distraída fica melhor?
Hello: Acho que sim. E aí, vai confirmar a fofoca?
Moon: O quê é que vou ganhar confirmando algo que está longe de ser verdade?
Hello: Ah, Moon… Como você é sem graça.
Moon: Depois dessa, o que eu planejava fazer vai ser empurrado para mais para frente ainda.
Hello: O quê?
Moon: Não é do seu interesse.
Hello: Pô, autora. Como você é difícil.
Moon: Hello, não adianta me olhar com essa cara.
Hello: Claro que adianta. Você é vencida pelo cansaço.
Moon: Quer apostar?
Hello: Não aposto dinheiro.
Moon: Não tenho nenhum tostão, e você diz que quero apostar em dinheiro?
Hello: Tá. Aposto que um dia você vai dizer que a fofoca tá certa.
Moon: Aposto que um dia irei provar que você é uma desocupada.
Hello: Não sou uma desocupada. Se essa é a sua opinião, respeito.
Moon: Você não parece respeitar muito o fato de espalhar boatos sobre a minha pessoa.
Hello: Francamente, autora. De boa, não quero arrumar confusão.
Moon: Imagine, você é uma pessoa incrível.
Hello: Isso é sarcasmo?
Moon: Descubra por si mesma.
Hello: Mas Moon…
Moon: Diga que você tem algo de útil para dizer.
Hello: Tenho!
Moon: Fale, então.
Hello: Tenha um Bom Dia! (sai do escritório da Moon)
Moon: Engraçadinha!

– Locutor-sama, quando você volta de folga, meu bom narrador?

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Kekekê Talk Show ~ the great show will be back. ~

No escritório da Moon.
Locutor-sama: Bom dia, Senhorita Moon.
Moon: Olá, Locutor. Pensei que estivesse aproveitando a sua folga.
Locutor-sama: É difícil,quando tem uma coisa que não sai da minha cabeça.
Moon: E o quê é?
Locutor-sama: Recebi um sms do Kekekê contando algo muito importante.
Moon: É mesmo? Me conte o que foi, por favor.
Locutor-sama: A sua entrevista desapareceu.
Moon: Entrevista? Que entrevista você está falando?
Locutor-sama: A entrevista que você deu para o Talk Show do Kekekê.
Moon: Sumiu? E daí?
Locutor-sama: É algo importante, Senhorita Moon.
Moon: Para quê vou me importar? Não escrevo “Kekekê Talk Show” desde 2010.
Locutor-sama: Seria simpático da sua parte, em voltar com essas histórias.
Moon: Me dê um motivo para isso.
Locutor-sama: O Kekekê ficaria muito contente.
Moon: É? Se ele ficar feliz, com isso.
Locutor-sama: Acredito que será um grande ato de bondade de sua parte.
Moon: O que eu ganho com esse ato de bondade?
Locutor-sama: A felicidade do Kekekê já não é o suficiente?
Moon: Se eu ficar dizendo que eu quero deixar o meu amigo duende feliz, a Matilde vai entender errado. Sabe como ela é… difícil de se lidar.
Locutor-sama: Mas a esposa do Kekekê anda de bom humor esses dias.
Moon: Ela deve estar tramando algo.
Locutor-sama?: Não acha exagero da sua parte estar pensando mal dela?
Moon: Normalmente sou exagerada, não faz muita diferença.
Locutor-sama: Por favor, Senhorita Moon. Estou te pedindo.
Moon: Eu já falei que preciso de um bom motivo.
Locutor-sama: Se insiste tanto em dizer que precisa de um bom motivo, eu te falarei um, senhorita. Preste bastante atenção.
Moon: Fale, meu caro Locutor. Estou ouvindo o que você está falando.
Locutor-sama: Com o Kekekê Talk Show, você tem a oportunidade de apresentar melhor seus personagens.
Moon: Gostei do seu motivo. Ótimo, me convenceu. Mande um SMS dizendo para o Kekekê que amanhã ele fará um Talk Show, e serei entrevistada por ele mais uma vez.
Locutor-sama: Farei isso. Muito obrigado, Senhorita Moon.
Moon: Não me agradeça, vá fazer o que pedi de uma vez por todas.
Locutor-sama: Estou indo. (sai do escritório da Moon)
Moon: O que eu não faço pela felicidade do Kekekê?

No apartamento do Kekekê.
Kekekê: (no telefone) Como é que isso pode ter acontecido, Tuta?
Tuta-sama: Não sei, deve ser coisa do Mopmop!
Kekekê: Assim fica difícil, até nisso ele está se metendo?
Tuta-sama: Olha Kekekê, tem gente que é muito desocupada.
Kekekê: Não acho uma boa justificativa.
Tuta-sama: Eu acho. É falta de louça para lavar!
Kekekê: Bom, desculpe incomodar você, Tuta.
Tuta-sama: Sem problemas, meu bom amigo.
Kekekê: Vou ter que desligar. Tchau!
Tuta-sama: Até mais!
Kekekê: (desliga o telefone e ouve um barulho de mensagem recebida no celular)
Mensagem: A Senhorita Moon me pediu para avisá-lo que amanhã terá finalmente a quarta edição. A autora será a convidada.
Kekekê: O Locutor gosta de falar muito até mesmo em mensagem de celular!

Green House Stories, Happy Green Things

Várias coisas para se fazer no final de ano? Espero que você não tenha deixado o serviço aumentar. É melhor fazer de uma vez por todas!

No Estúdio Happy Green Things, escritório
Locutor-sama: Hoje é um dia bastante calmo.
Moon: Calmo demais. Sabe o que me faz lembrar calmaria?
Locutor-sama: Mar, talvez?
Moon: Não. Músicas ruims, sendo tocadas no carros. Estou entranto em pânico, por antecipação. As pessoas não tem fone de ouvido, e considero isso algo muito triste.
Locutor-sama: É complicado ouvir músicas que você mão gosta.
Moon: Lógico. E quando se escuta várias vezes? É de enloquecer qualquer um.
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon.
Moon: Vou tentar. Agora me diga uma coisa, Locutor.
Locutor-sama: Pode falar. O que você quer saber?
Moon: Sabe aquela música, “Esse cara sou eu?”
Locutor-sama: O que tem essa música?
Moon: Onde é que está esse cara? No mundo imaginário onde também existem pôneis saltitantes, porcos voadores, e meias que são super heróis?
Locutor-sama: As músicas mostram coisas que talvez nunca encontraremos no mundo real. É bonito e nos faz ter esperanças em relação as pessoas que encontraremos na vida.
Moon: É mesmo? Em outras palavras, você não gostou da música. Nem eu.
Locutor-sama: Acredito que devemos respeitar o gosto das pessoas, senhorita. Entendo que você não tenha gostado, mas se não faz o seu gênero, você não deve criticar os outros por isso.
Moon: Não tô criticando ninguém, meu bom Locutor. Se as pessoas gostam da música tudo bem, o que não entendo é de onde tiraram um “personagem” tão irreal.
Locutor-sama: É um mundo politicamente correto.
Moon: E irreal. Não esqueça disso!

Na Casa Verde, escritório da Hello.
Hello: Pô. Quanta coisa para se fazer.
Rosalina: Bem, comentei com você que havia serviço aumentado.
Hello: Preguiça enorme. Posso queimar essa papelada e ir me divertir?
Rosalina: Não seja irresponsável, Hello!
Hello: É dezembro, estamos chegando no natal. Para quê trabalhar? Tenho a oportunidade de poder empurrar tudo para janeiro.
Rosalina: Seria melhor fazer isso antes do mundo acabar, quero dizer, não deixar serviço acumulando até os anos 3.000?
Hello: Que exagero, Rosalina. E o mundo não vai acabar!
Rosalina: Até isso eu sei, Hello. Será que você podia trabalhar, para variar?
Hello: Tá, tá, tá. Fica tranquila, vou trabalhar. (liga o mp3 que estava em cima da mesa)
Rosalina: Ótimo, ótimo.
Hello: Chama o Barman para mim? Precisava falar com ele.
Rosalina: Você vai passar o seu serviço para ele?
Hello: Eu? Desde quando faço isso?
Rosalina: Você normalmente faz isso.
Hello: É? Nunca reparei. Sou folgada, não acha?
Rosalina: Um pouco.
Hello: Desculpe. Agora, chame o Barman, por gentileza.
Rosalina: Está bem.
Barman: (chegou logo) Oi, diga o que você precisa. Adiantar seu serviço?
Hello: (espantada) Meu Deus! Como tenho má fama!
Barman: Desculpe. Suco de uva? Refrigerante de laranja?
Hello: Não, a Moon não está por aqui hoje para eu te pedir essas coisas.
Barman: Então o que você está precisando?
Hello: (pensa um pouco) Deixa para lá.
Barman: Ué? Esqueceu o que era?
Hello: Sim, esqueci. Desculpe te chamar à toa.
Barman: Não tem importância. Essas coisas acontecem, não é?
Hello: Obrigada pela compreensão.
Barman: Chame outra vez, caso lembrar. (sai da sala)
Hello: (suspira) Eu ia pedir para ele fazer o serviço para mim, mas de repente minha consciência me impediu de ser… folgada. Fazer o quê. Vou começar esse serviço e terminar de uma vez por todas!

– Você pede para mim suco de uva, refrigerante de laranja, limpeza no seu banheiro, cozinhar um bolo enorme de chocolate para você… Esse cara sou eu! #hahaha
– Desculpem, não resisti a piadinha boba. E lógico, estou me referindo ao Barman na frase acima. Não combina muito, ele dizer algo assim, mas tentem imaginar.

Green House Stories, Happy Green Things

Não ando muito inspirada para escrever histórias muito longas, épicas e dramáticas. Ando no humor de escrever algo prático e rápido.

No estúdio Happy Green Things
Locutor-sama: Senhorita Rika, também conhecida como Senhorita X, ou pelo menos era esse seu nome antigamente. Sabiam que a autora tirou esse nome do personagem Red X, dos Teen Titans?
Moon: Foi aí daonde eu tirei? Nem me lembrava mais.
Locutor-sama: Acredito que seja de onde você tirou, senhorita Moon.
Moon: Ah, tanto faz. Não faz muita diferença.
Locutor-sama: Quando é que o K-chan vai voltar, do seu treino para virar mordomo?
Moon: O Katsu? E eu sei lá.
Locutor-sama: A autora está querendo guardar esse grande trunfo.
Moon: Preferia guardar uma trufa, particularmente falando.
Locutor-sama: Serviço para hoje?
Moon: Procure pelo serviço. Estou ocupada.
Locutor-sama: Jogando, eu suponho?
Moon: Você supõe, eu digo que tenho vida social apenas para ficar mais chique.
Locutor-sama: Rede social todo mundo tem.
Moon: Gosta de ser engraçadinho, não é?

Na Casa Verde, sala de jogos
Fábio: Gastei meus rupees novamente, no joguinho da shooting arena em Ocarina of Time. Novamente. Não me canso de fazer isso!
Barman: Que diversão esquisita que você tem.
Fábio: Todos nós temos algo de estranho para se divertir, não acha? Ah!
Barman: O que foi?
Fábio: O Locutor-sama chegou. Oi Locutor!
Locutor-sama: Olá! Algo de novo, meus amigos?
Barman: Não que eu saiba.
Ramsés: Eu tenho uma novidade para você, Locutor-sama. (aparece repentinamente)
Locutor-sama: E qual é, Ramsés?
Ramsés: Escrevi um livro interessantíssimo sobre a verdade das verdades verdadeiramentes falsas e engraçadas que não nos damos conta no dia-a-dia.
Locutor-sama: Calma, calma. Você pode falar pausadamente e com vírgulas.
Ramsés: Ah, desculpe. Estou um pouquinho agitado.
Locutor-sama: (tira um novelo do bolso) Isto aqui vai ajudá-lo a se acalmar.
Ramsés: Um novelo… (começa a brincar de maneira bonitinha)
Fábio: Bichos de estimação são sempre algo relaxante para se assistir.
Barman: De fato, mas para quê você escreveu algo do gênero?
Ramsés: Espera… aí… Tô em uma luta dramática! (ainda brincando com o novelo)
Locutor-sama: Nunca interrompa uma luta épica de um gato com um novelo.
Barman: Está bem.
Fábio: O que acha do meu recorde?
Barman: Ótimo. Mas não quer jogar outra coisa…? Algo em dupla?
Fábio: Claro. Brawl?
Barman: Exatamente!
Fábio: Deixa eu ligar, me dê uns minutos.
Barman: Sem problemas. Ramsés?
Ramsés: Ah! Estou me sentindo mais tranquilo, agora. Muito obrigado pelo novelo, Locutor-sama. Pode pegar.
Locutor-sama: Não há de quê, meu caro Ramsés.
Ramsés: Bom, deixa eu explicar para você, o porquê de eu ter escrito isso.
Barman: Diga, Ramsés. Sou todo ouvidos.
Ramsés: Estava entediado.
Barman: Que coisa simples.
Ramsés: É bom de viver de maneira simples, não concorda?
Barman: Eu concordo. E você, Fábio?
Fábio: Eu? Bem, de maneira simples depende do ponto de vista de cada um, não acham?
Locutor-sama: Será que posso me convidar para jogar Super Smash Bros Brawl com vocês?
Fábio. Claro, sente aí. Ramsés, quer jogar conosco?
Ramsés: É claro! Só preciso pegar meu controle especial…
Locutor-sama: Este aqui? (tira do bolso um controle adequado para o gato)
Ramsés: O seu bolso é bem grande, não é?

– Um gato joga videogame? #nadaavêissoaí

Green House Stories, Happy Green Things

Personagens voltam, pois um deles está atualmente terminando seu treinamento, para virar mordomo. Dizem que é uma escola organizada pelos ursos das florestas nas montanhas. Desconfio que o local seja na Terra Mediana. O Balinha deve ter conhecido ele, por aí. Sabe como é… Ursos são amigos de anões! O Tobi não tem nada a ver com isso.

Moon: Olá! Estamos aqui, com mais uma animada história para o blog.
Locutor-sama: Você está bastante animada, senhorita Moon.
Moon: Pois é, meu caro narrador! Sabe o quê é?
Locutor-sama: Não.
Moon: O fim do ano está chegando! E com ele, bastante comida! Huhuhu!
Locutor-sama: Essa risadinha me lembrou do esquilo Filbert, de Animal Crossing.
Moon: Não entendo o porquê de nós, aqui no Brasil, termos o costume de comer tanto. Estamos no verão… não estamos?
Locutor-sama: Normalmente em dezembro é verão. A não ser que você esteja em outro local no mundo. Tudo depende do seu ponto de vista…
Moon: Interessante.
Locutor-sama: Algo mais a dizer antes que eu vá trabalhar?
Moon: Dá para me servir um suco de uva?

Locutor-sama: Depois de servir um suco de uva para a autora, cheguei aqui na Casa Verde, para ver o que há de novo.
Hello: (jogando xadrez) Bom dia, Locutor. Não há nada de novo.
Rika: (jogando também) É. Tudo muito parado.
Locutor-sama: É verdade? Que pena. Eu ouvi dizer algo de interessante.
Hello: Fofoca?
Rika: Sou toda ouvidos.
Locutor-sama: Um outro personagem antigo está para voltar.
Hello: Outro? Quem?
Rika: É! Quem é?
Locutor-sama: É alguém bem antigo. Acredito que a Senhorita Rika irá lembrar.
Rika: Eu? (pensando um pouco para ver se lembrar)
Hello: Puxa vida, isso que dá ser personagem novo…
Locutor-sama: Você não é personagem tão novo assim.
Hello: Antigamente você era o Senhor Itálico, a Rika era Senhorita X e o Coke-san era… era… Todos, não é? Acho que sim.
Locutor-sama: Senhor Itálico? Tem certeza disso?
Hello: Você não se lembra?
Locutor-sama: Bom, faz tanto tempo. Minha memória não é cem por cento perfeita.
Rika: Ah! K-chan!
Hello: K-chan? Outra mulher?
Locutor-sama: K, de Katsu. É um homem, na verdade.
Hello: Velho?
Rika: Não, ele tem mais ou menos minha idade. Nossa diferença é de alguns meses.
Hello: Ah, então ele tem dezoito. Entendi.
Locutor-sama: Quando será que ele vai aparecer? Estou curioso.
Hello: É mesmo?
Rika: Pelo que eu soube, parece que ele mudou bastante.
Locutor-sama: Mudou mesmo. Agora ele é um rapaz simpático.
Hello: K-chan. A Moon é boa para nomes… criativos.
Rika: Ah, mas esse apelido fui eu que dei. Fica mais bonitinho, não acha?
Hello: É bonitinho, de fato. Tudo que tem “-chan” fica um pouco mais bonitinho.
Random: (aparece repentinamente) Oi!
Locutor-sama: Oi, Random. “Bonecos de Palito dizendo oi”. Só veio você?
Random: Pois é. O pessoal tá atrasado.
Locutor-sama: O mundo está cheio de bonecos de palito.
Hello: Essa foi profunda!

Happy Green Things

12/12/12 Quem está aqui para ver essa data passando tem muita sorte, pois a próxima vez só vai ser nos anos 3.000! Já imaginou?

Primeiro eu tinha pensando em programar esse post para a noite, mas mudei de ideia. Imaginem que já estou me adiantando, pois na dimensão das histórias de Silly Tales já é de noite.

Locutor-sama: Hoje é um dia muito especial. As lendas dizem que seremos invadidos por batatas gigantes que soltam lasers pelos olhos, uma estranha manifestação de pudims e cupcakes bonitinhos de pelúcia, uma invasão de alienígenas ninjas. De qualquer forma, meu caro leitor. Daqui a pouco é meia-noite. Se não acontecer nada durante esses dez minutos, não espere acontecer algo de muito doido no dia 21 de dezembro. Pensamento positivo e nada de pânico. Fiquem apavorados apenas se as pessoas no lado de fora comecem a tocar música alta nos carros.
Moon: Isso sim é que é fim do mundo! Se vocês querem ouvir música, conhecem a maravilhosa tecnologia futurística muito conveniente chamada FONES DE OUVIDO.
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita Moon. Você nem sabe o que vai acontecer no dia 12/12/12. Esse post é adiantado!
Moon: Eu sei disso, meu bom Locutor. Não precisava dizer!
Locutor-sama: Eu nem ia falar, mas você acabou escrevendo a minha fala.
Moon: Tem razão. Não havia pensando nisso. De qualquer forma, não vamos pirar mais com coisas sobre o fim do mundo, certo?
Locutor-sama: Nós temos que esperar até o fim do ano.
Moon: Pombas. Cansei dessa história de fim de mundo. A Terra tá aqui até hoje, e as pessoas insistem em dizer que vai acontecer algo terrível com ela.
Locutor-sama: É difícil de convencer as pessoas.
Moon: Não estou aqui para convencer ninguém, Locutor. Estou apenas comentando. Vocês estão lendo mangá demais. Ou jogando videogame demais. Relaxem, pessoas.
Locutor-sama: Senhorita Moon, você acredita que existe a possibilidade de entrarmos em uma nova era?
Moon: Eu sei lá. (muito sincera)
Locutor-sama: As coisas podem mudar de agora em diante.
Moon: Deve ser a reforma que estão fazendo na Cidade dos Cinco Monumentos.
Locutor-sama: De fato, os jardims vão ficar muito bonitos.
Moon: Acho que é obra daquela simpática guaxinim milionária.
Locutor-sama: O que é que tem a Tuta-sama?
Moon: Ela que é a prefeita da cidade.
Locutor-sama: Que coisa, senhorita Moon. Todos sabem que ela não é…
Moon: Ora, Locutor! Ela é rica. Deve ser a verdadeira prefeita da cidade, e pronto.
Locutor-sama: Não sei bem o que dizer, senhorita.
Moon: Você pode parar de me chamar de senhorita?
Locutor-sama: Como devo chamá-la, então?
Moon: Oras, de Moon! Ou Shizuka, se preferir.
Locutor-sama: Não posso tratá-la dessa maneira, senhorita Moon.
Moon: Ai, ai… Narradores dramáticos e teimosos. (bate com a mão na testa) E o que é que vocês estão fazendo? Vão dormir, pessoas. Boa noite e sonhem com os duendes! (ou com qualquer outra coisa que vocês gostem de deixem vocês felizes)

Green House Stories, Happy Green Things

Não dá para escrever uma história grande demais. Normalmente deixo histórias assim muito confusas, então aqui vai uma mostrando dois lados diferentes. (Happy Green Things e Green House)

Happy Green Things, o estúdio em um local imaginário.
Locutor-sama: Senhorita Moon, o que você está fazendo?
Moon: Estou desenhando.
Locutor-sama: Interessante. Isso é um mapa, correto?
Moon: Sim, é do país de Silly Tales.
Locutor-sama: Muito bonito.
Moon: Como pode ver, falta dar nome para oito cidades.
Locutor-sama: Tortillas é a cidade que fica a Casa Verde 2?
Moon: É a cidade vizinha, então sim.
Locutor-sama: Posso perguntar curiosamente uma coisa?
Moon: Sim, você já está fazendo um montão de perguntas.
Locutor-sama: A Casa Verde 2 não era do lado de trás da Casa Verde, originalmente?
Moon: (surpresa) Era?
Locutor-sama: Suponho que seja melhor anotar esses detalhes, para não esquecer outra vez.
Moon: Tem razão. Sou um tanto distraída, não é?
Locutor-sama: Bem, sei que a senhorita não faz isso propositalmente.
Moon: Quer dar um nome para uma cidade?
Locutor-sama: Não gosto de sugerir. Se for me perguntar se gostei de um nome das cidades, pode me perguntar.
Moon: Tá, fala aí.
Locutor-sama: Achei interessante chamar uma cidade de Rumors. Mas porque não Rumores?
Moon: Fica mais chique.
Locutor-sama: A diferença em português é só uma letra.
Moon: Vai ficar assim. Não quero a letra “e” em rumores.
Locutor-sama: Não acha isso um preconceito bobo?
Moon: Não é preconceito, juro. É pura frescura.
Locutor-sama: Se você diz…
Moon: (pensando) Queria terminar de dar os nomes.
Locutor-sama: Não consegue pensar em mais nenhum?
Moon: Não.
Locutor-sama: Tenho certeza que os nomes vão aparecer, mais cedo ou mais tarde.
Moon: Espero que você tenha razão.

Casa Verde, no quarto do Barman.
Barman: (escrevendo na única mesa do seu quarto)
Fábio: (bate na porta) Barman!
Barman: (sem levantar) O que foi?
Fábio: (em frente da porta) Eu vou abrir, hein?
Barman: Para quê?
Fábio: (abre a porta) Pô cara, tá de mau humor?
Barman: (fecha o caderno que estava usando) Não. Só não quero falar muito hoje.
Fábio: Mas eu tenho uma notícia tão boa para contar…
Barman: É? (fala em um tom calmo)
Fábio: (senta em uma das cadeiras) Presta atenção, que não vou repetir.
Barman: Certo, fale logo. (curioso)
Fábio: Você é meu amigo, então preciso te fazer uma pergunta.
Barman: Diga, para quê tanto suspense?
Fábio: É que estou com medo do que você vai responder.
Barman: O que eu posso responder de tão terrível?
Fábio: Opiniões são coisas terríveis.
Barman: Fale de uma vez por todas!
Fábio: Sabe a Alice… (falando baixinho)
Barman: Sei. O que tem a irmã da Hello?
Fábio: Er… bem…
Barman: Gostaria de ajudá-lo, Fábio.
Fábio: Você já entendeu?
Barman: Já.
Fábio: Então… você vai me ajudar como?
Barman: Não sei.
Fábio: Bem, o que vale é a intenção de ajudar, não é?
Barman: Não sei se sou a pessoa perfeita para ajudar.
Fábio: Por quê?
Barman: (olha para o Fábio com uma cara de que não iria responder algo tão óbvio)
Fábio: Ah entendi, desculpe. A vida é difícil, não?
Barman: A vida não é difícil, são os seres humanos que a dificultam.

– Vocês já ouviram Songbird, do Oasis? Gosto muito dessa música, e o clipe é engraçado. Agora vocês me perguntam, como é que pode ser engraçado? Não é uma música romântica? Pois é. Mas sou da opinião que você sempre tem que dar um toque cômico.
– Não era essa história que ia sair hoje. Era uma “Kekekê Tales”, porém ela ficou grande demais e extremamente confusa. O rascunho está salvo, então vou ficar devendo, pois cismei que devo reescrevê-la..

Green House Stories, Happy Green Things

Narradores sempre gostam de deixar as histórias mais dramáticas, não importa se são observadores, personagens ou as duas coisas!

No Estúdio Happy Green Things.
Locutor-sama: Era uma noite escura na Cidade dos Cinco Monumentos, apenas havia apenas luzes de natal, penduradas nos prédios e colocadas de maneira bem pensada nas casas. Mas o que havia acontecido com a Cidade dos Cinco Monumentos? Por que as luzes na rua não funcionavam? Que mistério misterioso e inquietante estaria rondando?
Moon: Locutor-sama…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Não sei se você reparou, mas é de manhã.
Locutor-sama: Tem razão. Estava apenas começando a história de maneira dramática e misteriosa.
Moon: Sei. É a sua especialidade.
Locutor-sama: Você podia usar esse começo para uma história. O que acha?
Moon: É interessante, mas… Que tipo de história eu podia fazer?
Locutor-sama: Uma história de mistério!
Moon: Tá, até aí já entendi. Mas quem podia ser protagonista?
Locutor-sama: Boa pergunta.
Moon: Não vale sugerir a Hello.
Locutor-sama: Que tal o Barman, então?
Moon: Pode ser, mas estou com preguiça de pensar em alguma história de mistério.
Locutor-sama: Eu posso tentar ajudá-la, senhorita.
Moon: Ah, mas você vai fazer um roteiro complicado demais.
Locutor-sama: Prometo simplificar.
Moon: Está bem. Fala logo. Continue da onde você parou.

Cidade dos Cinco Monumentos, não muito longe da Casa Verde
Locutor-sama: Barman observou que as luzes haviam apagado uma a uma, restando apenas as luzes de natal, como já disse antes. Eu diria que ficou uma atmosfera misteriosa e natalina.
Barman: (dirigindo seu carro) Como é que você apareceu aqui do nada, Locutor?
Locutor-sama: Estou aqui para narrar.
Barman: (fala num tom muito paciente apesar de estar dirigindo) Sim, eu sei. É o seu trabalho. Queria só saber como você apareceu aqui, no banco do lado do motorista, sendo que não vi você entrando no carro?
Locutor-sama: Não acho que deveria explicar como faço as coisas, Barman. Isso tiraria toda a graça, e eu tenho uma reputação de narrador misterioso e dramático para zelar.
Barman: Ah, deixa para lá. Estamos quase chegando na Casa Verde.
Locutor-sama: Eu sei, primo.
Barman: Sei que você sabe, meu bom Locutor, só estou comentando.
Locutor-sama: Na frente da Casa Verde, alguns personagens estavam reunidos. Eu e Barman saímos do carro, para ver o que estava acontecendo.
Barman: O que houve?
Rosalina: Não sei te dizer, mas só posso te falar uma coisa.
Barman: O quê é?
Rosalina: Não acho a Hello em lugar nenhum.
Barman: Ora, ela deve estar trabalhando…
Rosalina: Trabalhando? Aquela mulher nunca trabalha!
Barman: Na maioria das vezes não, é verdade…
Rosalina: Por que você acha que so agora ela estaria trabalhando?
Barman: Bem, quando acontece alguma coisa, ela normalmente trabalha…
Alice: (Estava analisando um desenhos estranhos que encontrou com uma lanterna) A Hello ainda não apareceu?
Rosalina: Não, quantas vezes tenho que dizer?
Alice: Você já disse? Não ouvi.
Rosalina: Ela é sua irmã, não está preocupada com ela?
Alice: Ah, ela sabe se virar sozinha. Qualquer problema que ela tiver, normalmente o meu celular toca.
Rosalina: E se ela não puder te ligar pelo celular?
Zaltana: (jogando cartas com os outros dois abacaxis) Relaxa Rosalina, como a Alice disse, a Hello sabe se virar.
Malvino: Não se preocupe com ela, nós deviamos se importar em saber quando as luzes vão voltar. As de natal não são o suficiente para iluminar a cidade.
Boon: A Hello parece um ninja, ela some às vezes sem ninguém ver.
Rosalina: Já entendi, já entendi.
Olliver: (cuidando das flores)
Rosalina: Não está meio escuro para cuidar das flores?
Olliver: Lógico que está. Elas são lanternas na verdade, que vão ajudar na iluminação do jardim. Bonitas, não acha?
Rosalina: Puxa, você tem bom gosto… (olha para os lados) Barman, agora é você que sumiu?
Barman: Eu estou aqui, olhando para o céu.
Rosalina: Céu? Tem algo de especial nele?
Malvino e Boon: Um OVNI!

– O que será que vai acontecer? Esperem até amanhã para descobrir. =D

Happy Green Things

Nem sempre dá para escrever uma história com um roteiro épico, engraçado, interessante, filosófico e profundo. É melhor optar por algo mais simples, do gênero “misturando ideias aleatórias que no final resultou nisso”.

Locutor-sama: Hoje é um dia como todos os outros. Nada de muito diferente.
Moon: Você sabe qual é o sujeito da frase “É proibido estacionar?”
Locutor-sama: Tem sujeito nessa frase?
Moon: Sujeito a guincho.
Locutor-sama: (dá uma risada) Essa foi engraçada.
Moon: Essa é a primeira vez que vejo você rir.
Locutor-sama: Dou mais risada nas minhas horas vagas.
Moon: Então quer dizer que você tem uma outra face?
Locutor-sama: Sempre pensei que quem tivese outra face usasse máscara.
Moon: Isso não faz sentido, mas acho que você deve ter razão.
Locutor-sama: Não tenho outra face, já que não uso máscara.
Moon: Fica difícil imaginar você usando uma.
Locutor-sama: Acha que eu não combino?
Moon: A menos que você faça algum papel de ladrão.
Locutor-sama: Você me escolheria para fazer um papel desses?
Moon: Se me faltasse opção. Mas aí ia dar trabalho trocar o narrador.
Locutor-sama: Preciso fazer uma pergunta curiosa.
Moon: Depende. Qual é?
Locutor-sama: Será que você vai conseguir postar todos os dias em dezembro?
Moon: Você não acredita que eu consiga?
Locutor-sama: Acreditar em acredito, mas e quanto ao mundo?
Moon: Você não acha que ele vai acabar, acha?
Locutor-sama: Nunca se sabe.
Moon: Essa história do mundo acabar com hora marcada não é muito convincente. Se o mundo fosse para acabar, não ia ter uma data fixa, não concorda?
Locutor-sama: Você tem razão.
Moon: Bem, é só esperar até o dia, para ver o que vai acontecer.
Locutor-sama: E se nesse dia estaria um tempo ótimo, e todos esquecessem a possibilidade do mundo acabar?
Moon: Não sei se as pessoas fossem esquecer isso tão fácil. Só não entendo uma coisa. Estamos em um mundo tão moderno, porque ainda temos esse pensamento que parece que veio dos primeiros séculos do mundo?
Locutor-sama: Possivelmente porque as pessoas do mundo não mudam.
Moon: Será que era assim com os dinossauros?
Locutor-sama: O que tem os dinossauros?
Moon: Me pergunto se eles temiam o fim do mundo.
Locutor-sama: Não acho que seja possível.
Moon: Concordo. Eles só deviam ficar só no “GAAAR”. Ou seja lá qual for o som que eles faziam. Não estava lá para ver.
Locutor-sama: Se fosse possível ter uma máquina do tempo, você gostaria de ver os dinossauros ao vivo?
Moon: Não. Dinossauros tem que ficar no tempo deles, e eu no meu. Eles são criaturas tão estranhas. Ou melhor, eram. Será que era coisa de alienigena?
Locutor-sama: Os dinossauros?
Moon: Sim. E quando caiu o meteoro, ou sei lá, foi um ovni, na verdade!
Locutor-sama: Um OVNI?
Moon: Exatamente. É por isso que eles sumiram do nosso planeta. Eles foram levados!
Locutor-sama: Interessante teoria.
Moon: Sim, eu sei.
Locutor-sama: Existem pessoas que acreditam que certos animais tenham alguma relação com os dinossauros.
Moon: Não deve ter sobrado espaço na nave para todos eles. São muito grandes, não devia ser muito prático.

– Ouvi essa piada do sujeito a guincho outro dia. Pode ter sido sem graça, mas eu achei engraçada.
– Estou precisando escrever outra coisa além de Casa Verde e Happy Green Things. Começou a virar rotina. Bom, não tem importância.