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Green House Stories, Happy Green Things

Existe algo especial na data de hoje! Além de ser dia nacional da poesia, é claro.

Introdução 1 – Casa Verde, Quarto da Hello.
Rosalina: Hello! Hello! Hello!
Hello: [cai da cama] Que foi? Incêndio??
Rosalina: Não, Hello! Hoje é 14 de março.
Hello: [levanta do chão] É mesmo? E você veio fazer questão de me lembrar do dia de hoje? Agradeço muito, Rosalina. Mas eu tenho calendário, está vendo?
Rosalina: Sim, aquele calendário que você comprou em 2013 para fazer um círculo no dia de hoje, nesse ano.
Hello: Oh, é mesmo? Lembro de ter feito algo parecido, agora que você falou. É coisa que a Moon inventou agora? Deve ser, pois só lembrei do acontecimento agora.
Rosalina: Hello. Veja o que está marcado no dia de hoje.
Hello: Mas para quê? Hoje é dia da poesia, isso já sei. Nós vamos ter alguma comemoração especial sobre isso?
Rosalina: Apenas olhe o seu calendário!
Hello: Ai, está bem. [olha para o calendário] É O ANIVERSÁRIO DO BARMAN! É O ANIVERSÁRIO DO BARMAN! [corre em círculos, e bate a cabeça na parede] Ai.
Rosalina: Você está bem, Hello? [dá a mão para ela se levantar]
Hello: Ma-mais ou menos. [de pé novamente] Não há tempo a perder! Rosalina, nós vamos fazer uma festa surpresa para ele.
Rosalina: É esse o espírito! Mas não saia correndo.
Hello: Ma-mas nós não temos tempo.
Rosalina: Temos sim! O Barman passou ontem o dia na Casa Verde 2, com a família dele, lembra? Ele ainda deve estar chegando.
Hello: Tem razão! Então nós ainda temos tempo.

Introdução 2 – Happy Green Things, no escritório da autora.
[telefone tocando]
Moon: Tem telefone nesse escritório?
Locutor-sama: Claro, senhorita Moon. [atende o telefone] Alô? Sim. Sei. Ah! É mesmo!
Moon: O que há, Locutor-sama?
Locutor-sama: É melhor ouvir você mesma. [dá o telefone para a Moon]
Moon: Alô?
Hello: [no telefone] MOOON
Moon: [afasta o telefone] NÃO GRITE NO TELEFONE!
Hello: Oh. Desculpe! E você acabou de gritar.
Moon: É que você só entende as coisas assim.
Hello: *caham* Autora, que dia hoje?
Moon: Catorze de março.
Hello: E o que mais?
Moon: Dia nacional da poe… POMBAS É O ANIVERSÁRIO DO BARMAN!
Hello: Quase que você ia se esquecendo, dona Moon! Se você não lembrasse, eu nunca ia lembrar, e o Barman nunca ia ter uma historinha para o aniversário dele.
Moon: Desculpe! Eu vou aí com o narrador. Tchau! [desliga o telefone] Locutor-sama! Para a Casa Verde!
Locutor-sama: No Locutor móvel?
Moon: Não, vamos aparatar no estilo Harry Potter.
Locutor-sama: Isso foi sarcasmo?
Moon: Não! VAMOS LOGO!

Na Casa Verde.
Barman: [chega horas depois] Caramba, ontem eu exagerei um pouco nos brigadeiros. Estou até enjoado. [no caminho até a porta da Casa Verde.]
Hello: [na janela] Ele está chegando! Se escondam!
Barman: Parece que vi alguém na janela… Será que vi coisas? [em frente da porta da Casa Verde] Bom, eu vou tentar descobrir agora. [abre a porta da Casa Verde]
Todo mundo: SURPRESA!
[Hello aparece na frente dele com uma máscara de coelho]
Barman: AAAAH!
Locutor-sama: Minha nossa. Ele ficou surpreso.
Pascoal: Na verdade, eu acho que ficou assustado.
Fábio: Eu também morreria de medo se alguém pulasse na minha frente, com uma máscara de coelho!
Hello: Oh desculpe, Barman. [tira a máscara] Eu sabia que deveria ter comprado de uma de pinguim! Pena que não tinha.
Barman: Não tem importância. Mas estou um pouco surpreso, que a autora lembrou de escrever uma história para o meu aniversário.
Locutor-sama: Eu também estou surpreso.
Fábio: Que tipo de narrador você é, que não lembra a autora de coisas importantes?
Locutor-sama: Na verdade, fui eu que a lembrei. É que a história apenas foi escrita um pouco diferente.
Fábio: Ah, bom! Bem que eu estranhei.
Pascoal: E o dia foi salvo pelo Locutor-sama!
[Locutor-sama olha feio para o Pascoal]
Hello: Sem brigas! Vamos festejar!
Sabrina: E comer brigadeiros!
Biscoito: Brigadeiros!
Sabrina: AAAH! É o Biscoito gigante.
Barman: Biscoito. Você está de regime.
Biscoito: Droga. [vai embora frustrado]
Sabrina: Puxa. Que firmeza.
Locutor-sama: É que o Barman aprendeu, para evitar que a senhorita Hello beba refrigerante de laranja demais. Apesar de ela não precisar de regime.
Hello: Chega de papo e vamos para a festa! Venha, Barman! Para o salão de festas! [pega o braço do Barman]
Barman: Ma-mas a minha mala.
Locutor-sama: Eu levo, pode deixar.

– Bom… Essa história acabou sendo extra, já que eu não ia alterar a ordem dos posts. Se não, eu ia ficar confusa! Mas não fiquem acostumados, hoje foi uma exceção por causa do aniversário do Barman. (que eu ia esquecer)

Happy Green Things

Título não é importante. O conteúdo que é necessário!

[Escritório da autora em Happy Green Things]
Moon: Locutor-sama, tem alguma coisa muito estranha com a minha boneca da Frankie Stein.
Locutor-sama: É? Parece normal, para mim.
Moon: Mas olhe a posição dela! Parece que vai começar a cantar hip hop. [aponta para a boneca]
Locutor-sama: Hm… A Frankie Stein cantando hip hop? Essa imagem nunca vai sair da minha mente.
Moon: Não precisa me agradecer.
Locutor-sama: Sabe, autora. Você não deveria dormir?
Moon: Já vou dormir. Sabe, as ideias nunca dormem cedo mesmo.
Locutor-sama: Eu sei, autora. Mas descanso é uma coisa muito importante!
C-10-11: VÁ DORMIR AUTORA!
Moon: Aah! Você sempre me assuta, C-10-11.
Locutor-sama: Um nome muito estranho para uma ideia.
Moon: Não precisa me lembrar, Locutor-sama.
Locutor-sama: Senhorita Lâmpada, eu já falei mil vezes para você não falar alto. As pessoas normalmente não gostam disso.
C-10-11: Vivo me esquecendo disso. A autora tem ouvidos sensíveis! Preciso anotar isso em algum lugar. [olha para a mesa da autora]
Moon: Nem vem! Não toque nos meus papéis!
Locutor-sama: E muito menos nos cadernos vazios da senhorita Moon.
Moon: São items preciosos de papelaria!
Locutor-sama: Não gostaria de ser um item de papelaria.
Moon: Com o meu poder de autora, poderia transformá-lo em um!
[A autora dá uma risada maligna, e a sala fica escura]
C-10-11: [piscando] Acabou a luz, pelo visto.
Locutor-sama: [abre a porta] Não, a luz do corredor está acesa. E não é a cor da luz de emergência.
C-10-11: Então a lâmpada queimou.
Locutor-sama: Deve ter sido isso.
Moon: Não! NÃO PODE SER! A lâmpada não pode ter queimado. Ela me deu tantas boas ideias… O que vou fazer?
Locutor-sama: Senhorita Moon, é só uma lâmpada.
Moon: Não é uma lâmpada comum. Ela é A lâmpada. Ela é especial!
C-10-11: Comecei a imaginar a autora andando de mãos dadas com a lâmpada.
Locutor-sama: Mais uma imagem interessante para a minha coleção mental.
C-10-11: Imagino que deve ser uma coleção variada.
Locutor-sama: Claro que sim.
Lalali: [aparece na porta] Nossa, o que aconteceu aqui? Estão conversando a luz de uma lâmpada gigante?
C-10-11: Meu nome é C-10-11.
Lalali: Ah, é apenas a sua categoria. Não é bem o seu nome…
C-10-11: Mesmo assim, vou considerar como meu nome. Para sempre!
Locutor-sama: Esse “para sempre” foi bem dramático.
Moon: Taanto faz. Quem se importa com esses detalhes?
Locutor-sama: EU me importo.
Lalali: Então… Quer entrar no clube de personagens da Moon com nomes estranhos?
C-10-11: Adoraria!
[Lalali e C-10-11 foram embora]
Locutor-sama: Esse final foi estranho. Estou surpreso!
Moon: Eu também… e olha que sou a autora.

Autora X Ideias, Happy Green Things

Autora X Ideias – Uma batalha interminável!

As ideias são muitas! E quando as coisas não funcionam, é que elas estão escondidas embaixo do armário.
Locutor-sama: Haverá um dia que as ideias da autora irão fazer sentido, até para ela mesma. [O narrador observa a sua criadora correndo, fugindo das ideias.]
Moon: AAAAAH! [As ideias estavam correndo atrás dela]
Locutor-sama: Mas esse dia não será hoje.
Moon: Seu bobão! Me ajude aqui.
Locutor-sama: Não dá, senhorita Moon. Como autora, deve enfrentar a dificuldade da superpopulação de ideias sozinha.
Moon: Sua fuinha de uma figa!
Locutor-sama: Eu tenho cara de fuinha…?
Moon: AAAH! Ideia C-10-11! [desvia de uma ideia que pareça uma lâmpada gigante]
C-10-11: USE-ME!!! [voz de monstro assustador]
Moon: AAAAH!
Locutor-sama: Esses gritos de terror fazem-me congelar a alma.
Moon: POMBAS! Espada do brigadeiro místico! ATIVAR!
Locutor-sama: A autora se transformou em uma garota mágica. Não está grandinha para isso, senhorita Moon?
Moon: Balela! Ninguém nunca está velha demais para se transformar em uma garota mágica. Além do mais [usa a espada para cortar a ideia C-10-11] eu não tenho outra opção melhor, tenho?
Locutor-sama: Acho que não, autora. A ideia C-10-11 não morreu, apenas se transferiu de lugar.
Moon: Quêe?
Locutor-sama: Você deveria saber disso.
Moon: Paralelepípedo! [olha para cima] Ela voltou! Maior e mais forte!
C-10-11: USE-ME!!
Moon: AAAAH!
Locutor-sama: Ajudaria se você parasse de gritar, e pensasse um pouco. A estratégia de cortar e cortar não é a correta.
Moon: Tem razão! Eu deveria ter duas espadas, afinal de contas: Dobro poder com duas espadas! Ideia genial!
Locutor-sama: Com todo respeito, mas apenas a senhorita e o Llloyd pensaria que essa lógica faz realmente algum sentido na questão prática de uma luta.
Moon: Se você não me ajudar, fique calado.
Locutor-sama: Eu já disse que não posso ajudá-la.
Moon: Pombas, pombas!
C-10-11: USE-ME!!
Moon: Desviar! [A autora some no ar]
C-10-11: [confusa]
Moon: [salta de algum lugar, segurando a espada com as duas mãos] DESPAREÇA!
C-10-11: [começa a acender e desligar como um lâmpada, e desaparece]
Moon: Espera aí… [cai em cima de um colchão colocado ali segundos antes, pelo Locutor-sama] Ela piscou, narrador! O que isso quis dizer?
Locutor-sama: A resposta é bastante simples, minha cara autora.
Moon: É…? E qual seria a resposta?
Locutor-sama: Eu não sou gabarito. Não posso dar a resposta.
Moon: Ha há há. Você é hilário.
Locutor-sama: Não, autora. Eu sou o Locutor-sama. Seu Hilário é amigo da Tuta-sama.
Moon: Muito engraçado.
Locutor-sama: Pense um pouco. Por que aquela ideia piscou?
Moon: Eu… não faço a menor ideia.
Locutor-sama: Para quê as lâmpadas servem?
Moon: Para iluminar?
Locutor-sama: Sim, autora.
Moon: Quer dizer que a ideia C-10-11 é iluminada?
Locutor-sama: [bate com a mão na testa] Não exatamente.
Moon: Oh!! Entendi!
C-10-11: [aparece de repente] USE-ME!
Moon: Ela quer ser usada como luz, quando eu estiver escrevendo!
C-10-11: MUITO BEM, AUTORA!
Moon: Que bom. Pensei que queria devorar… a minha alma.
C-10-11: EU NÃO FAÇO UMA COISA DESSAS.
Moon: Certo, C-10-11. Faça-me um favorzinho.
C-10-11: SIM?
Moon: Não fale gritando, por gentileza! É terrível usar capslock para escrever as suas falas.
C-10-11: OH… Sinto muito.
Locutor-sama: Como pode ver, as ideias são mais fáceis de entender como parecem.
Moon: Bom saber!
Locutor-sama: Mas isso não muda o fato de que, existem ideias que são violentas.
Moon: [com medo]
C-10-11: Eu irei protegê-la, autora!
Moon: Ah… valeu.

– Eu resolvi criar uma série de histórias novas! =O

Happy Green Things

Histórias no começo do ano são uma bagunça. Mas não é assim na vida real também?

Locutor-sama: Uma parte do elenco dos personagens está aqui, no Happy Green Things. A autora está estressada.
Moon: LEONARD! Se vai ficar narrando dramaticamente, vá fazer isso mais para lá.
Locutor-sama: *olha para os lados* Quem é Leonard?
Moon: Você sabe muito bem que é com você! Não me olhe com essa cara de… cretino.
Locutor-sama: *suspira* Vou considerar isso como elogio.
Moon: Não venha com sarcasmo para cima de mim, não!
Sabrina: Moon! Olhe, estou carregando essas caixas…
Moon: Estou vendo. O que tem nelas?
Sabrina: Só deus é quem sabe.
Moon: *levanta uma sobrancelha* Já perguntou para ele?
Sabrina: Ele? Infelizmente não tenho linha direta com deus.
Moon: Não precisa ter linha direta com ele. Deus está aqui.
Sabrina: Estou surpresa. Não sabia que você era religiosa!
Moon: Não sei se é questão de religiosidade, ou é pelo fato de que ele está ali mesmo. *aponta para atrás dela*
Sabrina: *vira de costas*
Godofredo: Minha nossa! Que pãozinho delicioso!
Urso Tobi: Que bom que gostou! Estou tendo umas aulas com meu amigo Pão de Forma Espirra em Mim.
Godofredo: Entendo.
Sabrina: Ele é deus?
Moon: Sim, ele é. Não tem o porquê de esconder isso.
Locutor-sama: Realmente. Mas do jeito que o Senhor Godofredo é, fica meio difícil de acreditar.
Moon: Principalmente quando ele diz algo sobre apenas ser “o anfitrião da festa.” *com a mão sobre a testa*
Locutor-sama: Pelo menos ele é uma divindade com senso de humor.
Sabrina: Que tipo de personagem com tanto poder você criou, hein? *confusa*
Moon: Pois é. Uma loucura! *expressão de autora maluca*
Godofredo: Ah! Moon.
Moon: Olá, Godofredo. Estou estranhando em vê-lo com frequência.
Godofredo: Confesso que estou ansioso para saber do seu progresso. Alguma dúvida?
Moon: Muitas. Pedi ajuda da Hello.
Godofredo: Fez muito bem. Ela é boa com idiomas.
Moon: Na verdade, eu queria pedir ajuda do P-san.
Godofredo: Soube que o P-san está ocupado.
Moon: É por isso que não consigo encontrá-lo.
Godofredo: Pois é. Bom, se tiver mais alguma dúvida não hesite em me chamar.
Moon: Obrigada. Mas você vai dizer alguma coisa do gênero “não tem a menor graça se deus ajudá-la.”
Godofredo: Fico feliz em que conheça minha linha de pensamento, Moon.
Moon: Engraçadinho, você.
Godofredo: *tira um relógio do bolso para olhar a hora* Preciso ir. Até!
Moon: Para quê ele veio, em primeiro lugar.
Locutor-sama: Mistério misterioso.
Sabrina: Estou estupefata em saber como um deus pode andar tão livremente.
Moon: O Godofredo é assim mesmo. Loucão.
Locutor-sama: Gostaria de notar que normalmente você categoriza grande parte dos seus personagens, nesse mesmo adjetivo.
Moon: Não é minha culpa que todos os meus personagens se parecem um pouco.
Sabrina: Mas você é autora, não é?
Moon: Isso não quer dizer que eu tenha feito de propósito.

– Nota: Essa história era para ter saído na semana passada.

Happy Green Things

Three days, e não dias das árvores.

[Sala de reuniões, no estúdio Happy Green Things.]
Moon: Daqui a três dias já é dia primeiro! 2014, como você conseguiu chegar tão rápido?
Hello: Moon, do jeito que você está falando até parece que o ano usa um automóvel! Ou uma moto. Sim, se ele usasse algo para se locomover seria moto. Motos são legais! (segurando uma bandeira escrita: “I LOVE MOTOS”)
Sabrina: Isso explica porque ela está vestida de motoqueira.
Moon: Você percebe isso só agora?
Sabrina: Antes perceber tarde do que nunca.
Hello: Ah! Adorei essa frase!
Moon: Tsk. Depois das músicas de natal, agora músicas de ano novo. E os fogos de artifício.
Locutor-sama: Autora, quantos anos você tem?
Hello: Ano que vem ela vai fazer vinte.
Moon: Não responda por mim!
Hello: Tem diferença? Me poupe, Moon!
Locutor-sama: Senhorita Moon, você é jovem. Não deveria ficar reclamando como se fosse uma senhora de noventa anos.
Moon: Eu não sou uma velha!
Sabrina: Ele não disse que você é velha.
Moon: (cruza os braços)
Barman: Trouxe o suco de limão para vocês.
Hello: Ah! Obrigada, Barman. *pega um copo* Desculpe por fazê-lo trabalhar quando ainda era para ser a sua folga.
Barman: Não é trabalho nenhum. Ia na cozinha mesmo, para comer um sanduíche.
Locutor-sama: Era de presunto?
Barman: Não, apenas de queijo.
Moon: E o meu suco de uva?
Barman: Trouxe suco de maracujá.
Moon: Mas eu quero suco de uva!
Sabrina: Do jeito que você está tensa, não adianta nada tomar suco de uva.
Moon: Mas…
Barman: Relaxe, Moon. A vida é bela!
Hello: E a vaca é amarela.
[Sabrina, Locutor e Barman olham para a Hello]
Hello: Que foi?
Moon: Probrezinha. Fazendo piadas sem graça.
Sabrina: *distraída* Era para ser uma piada?
Locutor-sama: Existem animais de várias cores.
Sabrina: Verdade.
Barman: Rimas. *com uma expressão reflexiva*
Moon: Cuidado com o Urso Tobi.
Locutor-sama: Não acredito que ele apareça mais, quando fazemos rimas.
Urso Tobi: Quem me chamou?
Moon: Por Godofredo! O Happy Green Things virou a casa da mãe Joana.
Urso Tobi: Eu só passei aqui para entregar uns pãezinhos. Tome, Sabrina.
Sabrina: Muito obrigada! *tira o dinheiro do bolso*
Urso Tobi: Você sabe que não precisa, Sabrina.
Sabrina: Claro que precisa, amigo! Agradeço mais uma vez.
Urso Tobi: *pega o dinheiro da mão dela* Está bem. Vou indo.
Sabrina: Bye-bye!
Moon: Casa da mãe Joana. *de braços cruzados*
Hello: Ah Moon! Você reclama demais.
[Ouviu-se passos no corredor. A autora se perguntou quem estaria chegando.]
Godofredo: Olá, pessoal! *entra carregando um livro pesado*
Moon: Ah. Godofredo.
Hello: *cochicha para o Barman* Quem é esse cara.
Barman: Pelo visto, se chama Godofredo.
Moon: Ei! Você encontrou ele em outra história, Hello.
Hello: Francamente Moon, você não quer que eu lembre de todos os seus personagens.
Moon: Desculpe pela grosseria da minha personagem, Godofredo.
Godofredo: Não precise se preocupar com isso.
Moon: Qual é o motivo da sua visita? *se levanta da cadeira em que estava sentada*
Godofredo: Entregar esse livro. *coloca em cima da mesa*
Moon: Minha Nossa Senhora do Suco de Uva! Tá brincando comigo?
Godofredo: Não. Sempre falo muito sério.
Moon: Será que vou conseguir aprender?
Godofredo: Tenho certeza que sim. Confio em você! *faz um sinal positivo com a mão*
Moon: Você só pode estar me trollando.
Godofredo: Não estou. Bom, eu preciso ir. Nos vemos por aí! *vai até a porta da sala, dá um tchauzinho e vai embora*
Moon: Esse Godofredo…
Hello: Moon, esse livro é para quê, hein?
Moon: Não encoste nele, fuxiqueira!
Hello: Tudo bem. Pode responder minha pergunta?
Sabrina: Acredito que seja um livro ensinando a autora uma linguagem nova.
Hello: Uma língua real ou fictícia?
Moon: Fictícia, obviamente. Para ser mais exato, é a qual vou tentar inventar.
Hello: Como você vai inventar, se já tem um livro? Já não existe, tecnicamente?
Moon: Não me faça perguntas difíceis. Fico com preguiça de responder…

Happy Green Things

Que foi? Eu gosto de duendinhos fofos.

Locutor-sama: Estamos no estúdio Happy Green Things, na sala em que a autora costuma chamar de “local do surto”.
Moon: AH-AH-AH-HA-AH-HA!
Locutor-sama: Isso está preocupante.
Moon: HA-HA-HA!
Locutor-sama: Devia chamar alguém?
Moon: Não! Ninguém poderá me salvar.
Locutor-sama: Nem o Chapolin Colorado?
Moon: Muito engraçado. Agora me deixe sozinha, surtando.
Locutor-sama: Está certo.
[O narrador saiu da sala.]
Moon: Eu não consigo fazer nada direito! Hoje é o meu primeiro dia de férias… não estou aproveitando. Isso é um absurdo! Não tem cabimento!
[Uma hora e meia de reclamações repetitivas depois]
Locutor-sama: Senhorita Moon, eu estou de volta.
Moon: O que é bom, sempre volta. O que há de novo?
Locutor-sama: Eu trouxe a voz da sua consciência. E o Tasketê!
Kekekê: Oi Moon! (no ombro esquerdo do Locutor-sama)
Tasketê: Oizinho! (no ombro direito do narrador)
Moon: Olá, fofinhos. Vieram me ajudar ou assistir ao meu surto?
Tasketê: É óbvio que a primeira opção está correta.
Kekekê: Por que eu viria aqui assistir você surtar, sem fazer nada?
Moon: Tem razão! Faço muitas perguntas idiotas.
[Locutor-sama colocou Kekekê e Tasketê em cima da mesa. Moon sentou-se no sofá, enquanto o narrador permaneceu em pé.]
Kekekê: Moon, você precisa se acalmar. As ideias estão aqui, você só precisa organizá-las.
Tasketê: Isso mesmo, minha cara! Não entre em pânico.
Kekekê: Principalmente porque se entrar em pânico, a Matilde vai aparecer.
Tasketê: E obrigá-la a pentear o cabelo!
Moon: (silêncio)
Locutor-sama: Não consigo entender o porquê de se recusar a pentear o cabelo. Você gosta de nós, senhorita Moon?
Moon: É lógico que não gosto de nós no meu cabelo!
Kekekê: Bom, isso é facilmente resolvido se você usar a escova.
Moon: Está sendo muito chato, duendinho fofo.
Tasketê: A Matilde ainda seria pior…
Moon: Matilde, Matilde! Tá, eu sei disso. Não precisa falar.
Tasketê: Desculpe, mas é sempre bom lembrar.
Locutor-sama: Os duendes conversaram por algumas horas com a senhorita Moon. No final das contas, eu não consigo compreender como tudo isso virou uma partida para Aselia, para a jornada da regeneração do mundo.
Moon: Kekekê, você pode ser o Kratos?
Kekekê: Posso! Acho ele muito legal.
Tasketê: E eu, o Genis.
Locutor-sama: Posso jogar também?
Moon: Certo… você joga com a Colette.
Locutor-sama: Tudo bem.
Moon: Não vai reclamar?
Locutor-sama: Negativo.
Moon: Beleza… alguém aí sabe onde nós encontramos aquela pedra? Para ativar o modo do Noishe?
Locutor-sama: Você deveria olhar um walkthrough.
Moon: Walkthrough é para os fracos!

Happy Green Things

Retornos devem ser épicos. Caso contrário, ser engraçado também serve!

[Escritório da Moon, no Estúdio Happy Green Things.]
Locutor-sama: Primeiro, um desejo um bom dia a todos. Fico muito contente em saber que a senhorita Moon resolveu voltar com o blog.
Moon: Silêncio! Eu tô tentando dormir!
Locutor-sama: Autora? Está falando comigo?
Moon: É com as ideias! Bobalhonas. Está bem, eu vou escrever! Depois, vão perturbar a vó de vocês.
Locutor-sama: Respeite os idosos.
Moon: Isso é modo de dizer. Ah, eu não vou explicar! O que temos de pendências, narrador? Diga devagar, pois estou com sono.
Locutor-sama: A história “Kekekê was here.”
Moon: Não tem outra?
Locutor-sama: A história baseada em pokémon.
Moon: Complicada demais.
Locutor-sama: Kekekê Talk Show.
Moon: Tô com preguicinha.
Locutor-sama: Histórias da Tuta-sama.
Moon: Tô sem tempo.
Locutor-sama: Senhorita Moon.
Moon: Narrador.
Locutor-sama: Você é uma moça um tanto complicada.
Moon: Que elegante! Mas moça me lembra leite condensado.
Locutor-sama: Suponho que o Biscoito esteja te influenciando.
Moon: Um pouco.
Locutor-sama: Já que está tudo tão complicado, é melhor eu desistir de insistir.
Moon: Rimou!
Locutor-sama: É, realmente. Mas foi sem querer.
Moon: Não tem importância. Agora, estou aqui pensando.
Locutor-sama: No que, exatamente?
Moon: A pizza de ontem não me fez muito bem…
Locutor-sama: Acontece.

[Hello invade o escritório da autora.]
Hello: MOON! MOON! MOON!
Moon: Ai, mãezinha do duendinho. Que foi? A lua tem rosto, e vai cair na cidade? Diz que não, caso positivo vou ficar com medo.
Hello: Ah, você tá aí. Que bom! Eu vim aqui diariamente, no Happy Green Things.
Moon: Para ver se eu estava aqui?
Hello: Sim. Aconteceu muitas coisas, entende?
Moon: Que… coisas?
Hello: Veio um fantasma! Muito simpático. Conversamos muita coisa sobre o sobrenatural, e jogamos buraco!
Locutor-sama: Só que ele roubava no buraco.
Hello: É mesmo! Mas foi divertido.
Moon: Fantasma.
Hello: Sim, Moon. Fantasma!
Moon: SÓ PORQUE EU NÃO TAVA AQUI??
Hello: Não grite. Estou do seu lado. *tapa os ouvidos*
Moon: Desculpe.
Hello: Não tem muita importância. Só não faça de novo, por favor.
Moon: Certo. E mais alguma coisa aconteceu?
Hello: Bem, teve um casamento.
Moon: De quem??
Hello: Do Wolf e da Miss Cupcake! Uma fofura só.
Moon: *respira aliviada* Ah, ótimo!
Hello: Não entendi, porque esse alívio?
Moon: Por nada, ué. Anda comendo muita paçoquinha?
Hello: Nem tanto. Estou comendo menos, para se tornar uma coisa especial, sabe?
Moon: Anda com queimação no estômago, não é?
Hello: Prefiro nem comentar sobre esse assunto.
Locutor-sama: E assim foi o primeiro dia de dezembro do ano de dois mil e treze. Que histórias a senhorita Moon promete para esse final de ano?
Moon: Hm… não faço a menor ideia.
Locutor-sama: Autora!
Moon: Que foi? É verdade!

– Os posts do blog só vão ser uma vez por semana, no domingo. Motivo? É melhor um post por semana do que nenhum por meses. Profundo! Eu até ia voltar com posts diários, mas acabei mudando de ideia… desculpe, gente! T_T

Happy Green Things

As ideias nunca dormem, nem dão uma pausa… Devem estar exagerando no café!

Era a madrugada do dia primeiro de novembro de dois mil e treze, e a Moon não conseguia dormir. As ideias provavelmente estavam enlouquecidas, no estúdio Happy Green Things. Decidida, foi até o local onde elas estavam, através de um portal dimensional, que fica em um local secreto do mundo real.
Moon: Louco é eu inventar que atravesso portais… Bom, não é para fazer sentido mesmo. Esquisito é ouvir a narração da história com a voz do Locutor-sama, sendo que ele está dormindo. Eu acho.
Andou pelo corredor escuro do estúdio, sem saber nem pelo menos onde estava o bendito interruptor. Será que foi retirado, por motivos cômicos e dramáticos?
Moon: Não, voz da minha cabeça. O interruptor deve estar aqui, em algum lugar! Hm… escuto risada dos duenditos. Pombas! Tinha que ser aquelas criaturinhas infames.
A luz se iluminou de maneira misteriosa no lugar. Tudo parecia claro, e nada assustador comparado à quando existia as sombras… Finalmente chegou no final do corredor, onde ficava a sala onde as ideias dormiam. Parou em frente da porta, para pensar na vida e questionar-se de quem veio primeiro… o universo ao a paçoquinha.
Moon: Tem vezes que penso na possibilidade de estar me enlouquecendo com a voz da minha própria cabeça. E é claro que o universo veio primeiro, oras! Se não, onde teria vindo a paçoquinha?
De um universo paralelo, ué. A Moon abriu a porta, calmamente para as ideias com sono leve não acordarem. O esforço dela foi em vão, porque não tinha nenhuma ideia lá. Onde elas estavam? Para onde elas foram?
Moon: Não comece a me confundir… Ideias? Onde vocês estão?
Lalali: Moon? O que faz aqui, acordada a essa hora? [abriu a porta da outra sala, que ficava do lado direito.]
Moon: Sei lá. Olá, Lalali. [cara de sono.] O que conta de novo?
Lalali: Autora, são cinco horas da manhã.
Moon: As ideias não me deixaram zzz dormir…
Lalali: Que bom que você falou dormir, porque por um momento me assustei com os “zzz”. Não fez muito sentido, ou era para ser uma onomatopeia?
Moon: Era para ser uma onomatopeia. Onde estão as ideias?
Lalali: Dando o maior trabalho, assistindo Torrão de Açúcar.
Moon: Hm… o que é torrão de açúcar?
Lalali: Não me pergunte, que eu também não sei.
Moon: E porque você não estava dormindo?
Lalali: Quando as ideias estão agitadas, nós temos que fazer turnos. Eu acabei de levantar, depois da Cola-sama ter vigiado as ideias.
Moon: Coitadinha das ideias, sendo vigiadas por elas.
Lalali: Er, Moon vá dormir. Você está até andando torta.
Moon: Eu não vou sair daqui até saber o que há de errado!
Lalali: A sessão madrugada que as ideias estão assistindo?
Moon: Não… tem que ser alguma coisa!
[Biscoito apareceu segurando um pedaço de bolo de chocolate.]
Biscoito: Preciso… fique aqui comigo, precioso! Nós gosta de ficar aqui, no cantinho não é? PRECIOSO.
Lalali: [espantada]
Mooon: MEDO, vou voltar para a minha cama e dormir, tchau!

Happy Green Things

Na hora que estamos desmotivados, sempre tem que aparecer alguma coisa para lembrarmos do porquê de “continuarmos a nadar”.

Locutor-sama: A Senhorita Moon estava na sala onde ficam as várias mesas, que servem apenas para serem viradas. Qual é a questão de virar a mesa, você pergunta? Isso deixa a autora mais calma. Vale a pena notar que, ela não faz isso na realidade. Isso é apenas uma visão humorística do nervosismo da autora!
Moon: Precisa mesmo explicar isso para eles?
Locutor-sama: Claro que sim! Não acha que é um tanto estranho, você escrever sobre esse estranho hábito que você tem?
Moon: É só uma piada.
Locutor-sama: Mesmo assim, autora. É um tanto… inesperado, o fato de você dizer que vai virar a mesa, toda vez que escuta algo que não te agrade.
Moon: Deixa isso para lá, Locutor-sama. Eu ainda tenho histórias para escrever… e o caso é que não sei sobre o quê.
Locutor-sama: As ideias estão faltando?
Moon: Não.
Locutor-sama: Entendo. Você está se sentido desmotivada para escrever.
Moon: Eu sei que esse seu “desmotivada para escrever” é a mesma coisa que preguiça. Não tente me enganar!
Locutor-sama: Não quis dizer isso, autora. Mas eu sei que é motivação que está precisando, nesse momento!
[Mal Locutor-sama termina de dizer essa frase, Cola-sama aparece na sala, andando de maneira confiante.]
Cola-sama: Olá, autora. Ainda não terminou de escrever os posts para o blog?
Moon: Cola-sama! Não precisa me lembrar disso.
Cola-sama: Não queria ter que lembrá-la de que temos uma aposta rodando?
Locutor-sama: Uma aposta imaginária.
Cola-sama: Mais ainda assim, uma aposta! Eu sei que escrever histórias por um ano seria demais para você…
Moon: Não é não!
Cola-sama: Sei que você vai falhar, então para que vou me preocupar?
Moon: Você está começando a dizer coisas estranhas! Eu vou conseguir escrever, e não será a vencedora dessa aposta, Cola-sama.
Cola-sama: É o que vamos ver… *sai da sala dando risada*
Moon: É questão de honra! O que vou fazer, Locutor-sama?
Locutor-sama: Se me permite uma sugestão, é a hora de usarmos uma arma secreta.
Moon: Que arma secreta é essa, de que você tá falando?
Locutor-sama: *suspira* Autora, não acredito que se esqueceu disso. É algo que você tem de reserva, na hora que iria precisar escrever sem ter ideia nenhuma…
Moon: Ei! Eu já disse que não estou sem ideias…
Locutor-sama: Está bem, está bem! Ideias estão presentes, elas nunca escapam. Apenas ficam guardadas, sem serem usadas…
Moon: Dá para você dizer o que é isso afinal?
Locutor-sama: É esse caderno.
Moon: Sem capa?
Locutor-sama: Não. Ele está com a capa dobrada, apenas. Pronto! O reconhece, agora?
Moon: O caderno azul! Meu precioso… *tira o caderno das mãos do Locutor-sama* VAMOS CONTINUAR!
Locutor-sama: Sim, autora. É hora de vencer a preguiça!
Moon: A falta de motivação, narrador.
Locutor-sama: Isso também. Desculpe, autora.

– “Será que a Moon vai conseguir terminar de escrever os posts para o blog? E no dia do Halloween, teremos uma história decente? Não percam as últimas histórias que vão acontecer nos próximos dias! Depois dessa, faltaram apenas mais cinco. E o destino do blog? A Moon nunca mais vai postar, depois disso? É claro que vai! Mas ela não vai garantir mais posts todos os dias… Ou será que ela vai mudar de ideia?”

Happy Green Things

É complicado querer ser original, em um mundo onde tantas coisas já foram criadas!

Locutor-sama: No escritório da autora, em seu estúdio imaginário no Happy Green Things, senhorita Moon está sentada no sofá, de braços cruzados.
Moon: Pronto! Agora não estou mais de braços cruzados.
Locutor-sama: Alguma coisa errada?
Moon: Sim, Locutor! Eu quero algo original! Inusitado! Chega de piada com queijo, ou gaita!
Locutor-sama: Eu não vejo nada de errado em piadas com queijo.
Moon: Claro que piadas com queijo são erradas!
Locutor-sama: Só porque algo é repetitivo, não quer dizer que seja ruim.
Moon: Mas Locutor-sama, eu quero coisas inusitadas, estranhas e malucas que tornem uma história mais engraçada!
Locutor-sama: Em outras palavras, você quer aperfeiçoar a maluquice.
Moon: Em outras palavras. É mais ou menos isso que tenho em mente.
Locutor-sama: Talvez calculadoras contadoras de histórias.
Moon: E o que isso tem de inusitado?
Locutor-sama: Ora, é muito simples senhorita Moon. Calculadoras são usadas para se fazerem contas matemáticas!
Moon: Sei que é para isso que serve uma calculadora!
Locutor-sama: Estou ciente desse fato. Só expliquei minha ideia.
Moon: Hm… é muito estranha, essa sua ideia.
Locutor-sama: Pensei que era exatamente esse tipo de coisa que você queria.
Moon: Sim, mas será que é uma ideia boa o suficiente?
Locutor-sama: Nunca saberemos se não testarmos!
Moon: Está bem, está bem. Entre a calculadora contadora de histórias!
Calculadora: Era *bip* uma *bip* vez *bip* uma *bip* bruxinha *bip* que *bip* gostava *bip* de *bip* se*bip* vestir *bip* com *bip* vestidos *bip* de *bip* bolinha.
Moon: Quê é que foi que ela disse?
Locutor-sama: Suponho que foi algo relacionado a uma bruxa de baixa estatura, e seu vestuário se resume a um vestido de bolinhas.
Moon: Muito informativo. SÓ QUE ELA TEM QUE PARAR DE FAZER ESSE BIP ENLOUQUECEDOR!
Locutor-sama: Senhorita Moon, acalme-se por favor. As calculadoras tem o direito de produzir o barulho de “bips e bips” quanto quiserem.
Moon: Não tem não! É por isso que as calculadoras tem como desligar o barulhinho das teclas, para não enlouquecer ninguém.
Locutor-sama: Mas autora…
Moon: Está dispensada, calculadora!
Locutor-sama: Isso foi um tanto injusto.
Moon: Como todo mundo diz… a vida não é justa. Por que deveria ser diferente com as calculadoras?
Locutor-sama: Se todas as pessoas pensarem assim, o mundo não será um lugar muito bom para se viver.
Moon: Ma-mas Locutor-sama! Nós estamos falando de calculadoras.
Locutor-sama: Calculadoras também tem sentimentos! Lembrem-se, leitores, de nunca jogarem uma calculadora contra a parede.
Moon: É, você nunca sabe se a calculadora é uma fada disfarçada, que pode transformar o individuo que cometeu tal atrocidade, em uma calculadora. Que vingança!
Locutor-sama: Você pegou o espírito da coisa, e da maneira dramática de se falar.
Moon: Desconfio que isso já aconteceu com esse narrador…