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Quem é o culpado do outro entrar em crise, o narrador ou a autora? O dinossauro, é lógico!

No estúdio Happy Green Things.
Moon: Ainda bem que você acabou logo com a sua crise, Locutor-sama! Estava tudo na sua cabeça, e felizmente foi algo que resolveu-se logo.
Locutor-sama: Não acredito que você ainda acha isso.
Moon: Eu acho isso o quê?
Locutor-sama: Que eu estava com alguma crise.
Moon: Lógico que estava!
Locutor-sama: Não, eu não estava.
Moon: Vai discordar de mim?
Locutor-sama: Não comece, senhorita Moon. Sabemos muito bem como essa discussão vai acabar.
Moon: Sei, comigo certa e você errado!
Locutor-sama: Existe algo na vida além de estar certo e errado.
Moon: É mesmo?
Locutor-sama: Nós dois sabemos muito bem o porquê de que eu estava num momento de crise, em primeiro lugar.
Moon: Sabemos? Claro que sabemos!
Locutor-sama: Você escreveu minha crise pois estava cansada da minha narrativa dramática em primeiro lugar.
Moon: Eu? Absurdo! Calúnias. Todo mundo sabe como eu adoro sua narrativa e seu tom de voz dramático.
Locutor-sama: E eu sei melhor que ninguém, como você cansa facilmente de algo que usa com frequência.
Moon: Ora, Locutor. Não seja exagerado! Por mais que isso seja verdade, eu jamais canso do seu estilão.
Locutor-sama: Isso é o que você diz.
Moon: Não fique se preocupando com besteiras!
Locutor-sama: Eu nunca fico me preocupando com besteiras.
Moon: Mas você está preocupando com uma nesse momento!
Locutor-sama: Não, eu não estou.
Moon: Tá, tá. Tanto faz! E outra coisa.
Locutor-sama: Qual é a coisa agora?
Moon: Não fica bem você ficar falando aí, que sabe do casamento da Hello e do Barman no futuro!
Locutor-sama: Não acha que já perdeu o momento para brigar comigo sobre isso?
Moon: Lógico que não! Pode ter acontecido algumas histórias no meio do caminho, mas eu nunca esqueço de algo que me aborreça.
Locutor-sama: Depois sou eu que me aborreço com besteiras…
Moon: O que tem a dizer em sua defesa?
Locutor-sama: Que o casamento do Barman e da senhorita Hello é algo óbvio.
Moon: Pode ser para você, mas não os leitores!
Locutor-sama: Tenho certeza que os mais atentos já notaram a sua intenção, apesar de enrolar o relacionamento dels.
Moon: Não enrolo coisa nenhuma!
Locutor-sama: Você enrola, sim.
Moon: Não!
Locutor-sama: Com muitas piadas, e escrevendo como a senhorita Hello fosse boba ou algo do gênero.
Moon: Mas ela é boba!
Locutor-sama: Não devo ter me expressado direito, senhorita Moon. Ela pode ser boba, mas não burra.
Moon: Está querendo dizer que ela sabe que o Barman gosta dele esse tempo todo?
Locutor-sama: Caso ela já não tenha percebido isso, ficarei bastante decepcionado.
Moon: Ela, perceber isso! Tenho certeza que você vai ficar decepcionado.
Locutor-sama: E tenho certeza que você vai mantê-la se fazendo de boba só para provar que estou errado.
Moon: Não sei, quem sabe? Vou onde a escrita me levar.
Locutor-sama: Quanta profundidade em uma frase!
Moon: Isso, fica me zoando.

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Sim, outra história em Happy Green Things. Reuniões são interessantíssimas, principalmente com guaxinim falante.

No escritório da autora.
Moon: Tuta, minha querida Tuta. Você já deve saber que estou com um grande problema ultimamente.
Tuta-sama: Se for dinheiro, peça para a Hello.
Moon: Mas não é dinheiro! É sobre o Locutor.
Tuta-sama: Sim, eu já sei. O Random me mandou um bilhete dizendo que não vai permitir o seu amigo narrador, manchar sua reputação no trabalho e não ser dramático.
Moon: Caramba!
Tuta-sama: Estou com um abacaxi nas mãos e você diz caramba.
Moon: Eu poderia dizer pombas.
Tuta-sama: Você sabe muito bem o que quero dizer.
Moon: Não sei… De repente, podia aparecer um abacaxi nas suas patinhas adoráveis.
Tuta-sama: Não fale besteiras.
Moon: Bem! Se não tem Hello, tem Locutor. Se não tem nenhum dos dois! Tem… a Tuta!
Tuta-sama: Não acredito que sou terceira opção.
Moon: Bem… É melhor ser terceira do que quarta.
Tuta-sama: Está esperando que eu resolva a sua situação sobre ficar sem narrador por uns dias?
Moon: Sim!
Tuta-sama: Sabe, o caminho da vida adulta é difícil. Você começa a ter que tomar decisões importantes!
Moon: Não estamos falando da vida adulta. E sim, sobre um narrador que resolveu surtar!
Tuta-sama: Ora, você pode muito bem se virar.
Moon: Quer dizer que vou ter que resolver isso sozinha?
Tuta-sama: Não sei do que está reclamando. Existem problemas maiores do que o seu!
Moon: Ah, existem?
Tuta-sama: Existem! E você sabe disso.
Moon: Sim, existem. Os dinossauros!
Tuta-sama: Dinossauros não existem.
Moon: Mas já existiram. Isso conta!
Tuta-sama: Não, não conta.
Moon: Agora virou competição?
Tuta-sama: Do que está falando? Estou dizendo algo, que está certo e você… discorda.
Moon: Virou mesmo uma competição!
Tuta-sama: Não foi isso que eu disse. Está mesmo prestando atenção no que eu estou falando?
Moon: Hm… Não.
Tuta-sama: Sabe que deveria estar.
Moon: Não me venha com lição de moral.
Tuta-sama: Pedir que você preste atenção no que estou falando é dar lição de moral?
Moon: Hm… Sei lá.
Tuta-sama: Seim lá? Você só pode estar de brincadeira. Que falta de respeito!
Moon: Oh sim, é muita falta de respeito da minha parte.
Tuta-sama: Primeiro diz que sou sua terceira opção!
Moon: Aposto que isso ofendeu mais do que eu não estar prestando atenção no que está dizendo.
Tuta-sama: Não sei o que me ofendeu mais, mas posso garantir: Estou ofendida, e esse é o ponto da coisa toda.
Moon: Minha nossa!
Tuta-sama: Essa conversa não vai chegar a lugar nenhum.
Moon: Não mesmo! É melhor ela acabar por aqui.

Happy Green Things

Nunca é cedo demais para outra história com a autora.

Locutor-sama: A Senhorita Moon estava sentada em uma poltrona confortável, no estúdio Happy Green Things.
Moon: Em uma poltrona confortável? Não. Isso aqui não é confortável.
Locutor-sama: Tem certeza? Pois me parece uma cadeira confortável.
Moon: Chega de falar sobre conforto! (levanta da poltrona)
Locutor-sama: Isso mesmo, é sempre bom tomarmos uma atitude. O que vai fazer, exatamente?
Moon: Nada de muito especial. Apenas… pensar.
Locutor-sama: Suponho que ter de fazer uma narrativa sobre os seus pensamentos?
Moon: Oh, não! Coisas engraçadas. Pensando melhor, não é melhor ficar pensando coisa nenhuma. Temos que fazer a primeira coisa que vier nas nossas cabeças!
Locutor-sama: Isso pode ser perigoso.
Moon: Acha mesmo?
Locutor-sama: Se fizermos algo sem pensar, podem haver danos irreparáveis.
Moon: Que exagero!
Locutor-sama: Eu não estou exagerando.
Moon: Então… explique-se.
Locutor-sama: É uma coisa complicada.
Moon: Jura? Eu adoro coisas complicadas!
Locutor-sama: É algo relacionado com vaso sanitário.
Moon: E o que seria?
Locutor-sama: O Random brincou de paintball com seus amigos boneco de palito no meu banheiro.
Moon: E você está pensando nisso.
Locutor-sama: Estou pensando que vou ter de limpar aquela droga de banheiro, mais cedo ou mais tarde.
Moon: Pobrezinho de você.
Locutor-sama: Sinto muito por não ser um pensamento interessante para compartilhar.
Moon: Não importa. Eu vou estar ali, no cantinho. Comendo uma torta!
Locutor-sama: De onde veio essa torta?
Moon: Que pergunta! Bom, eu vou explicar. Sou a autora. Se quiser estar segurando uma torta, eu seguro. Por exemplo! Posso simplesmente jogar essa torta que apareceu do nada na sua cara.
Locutor-sama: Por favor, não faça isso.
Moon: Mas como assim? É uma piada clássica. A piada da torta…
Locutor-sama: Autora. A minha roupa vai se sujar!
Moon: E não vai ser engraçado.
Locutor-sama: Não mesmo!
Moon: Mas a máquina de lavar pode achar engraçado.
Locutor-sama: Uma máquina de lavar não dá risada.
Moon: Está dizendo que ela não tem sentimentos?
Locutor-sama: Se eletrodomésticos e todos os outros itens da casa tivessem sentimentos, meu vaso sanitário deve estar muito deprimido no momento.
Moon: Um vaso sanitário deprimido! Que imagem.
Locutor-sama: Não me olhe assim, autora. Isso não é nada engraçado.
Moon: Não estou dizendo que é! E em primeiro lugar, você não deveria ter deixado o Random entrar na sua casa.
Locutor-sama: Diga isso para um boneco de palito! Ele pode entrar em qualquer lugar. Ele é pequeno.
Moon: Quer dizer que ele pode estar na sua cabeça nesse exato momento?
Locutor-sama: Por favor, diga que ele não está na minha cabeça.
Moon: Talvez.

– Naquela noite, o Locutor foi obrigado a ligar para o Random para ter certeza que ele não estava dentro da sua cabeça.

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O teclado, a distração, algo que está acontecendo em uma dimensão paralela… Quando você se atrapalha quando está escrevendo., não importa o motivo.

Escritório da autora, Happy Green Things.
Locutor-sama: Senhorita Moon!
Moon: Quem, quando, onde? Locutor! Espero que seja importante.
Locutor-sama: Normalmente eu chamo quando são coisas importantes.
Moon: Normalmente! Ah. Isso é muito interessante.
Locutor-sama: Algo me diz que já se arrependeu da decisão de escrever histórias diárias em julho.
Moon: Oh, não! Eu não me arrependi.
Locutor-sama: E você estava dormindo?
Moon: Eu? Lógico que eu não estava dormindo. Apenas estava deitada em cima do teclado, imitanmdo o barulho de um motor.
Locutor-sama: O teclado está obviamente… babado.
Moon: Babado! Não, isso não é baba. Coisa nojenta, Locutor!
Locutor-sama: Autora!
Moon: Essa história não faz o menor sentido. Primeiro, eu nunca durmo em cima do teclado. Segundo, se eu realmente fizesse isso teria um problema ainda pior de dor no pescoço.
Locutor-sama: Na verdade, você não tem muito o que falar.
Moon: Eu tenho muito o que falar, sim!
Locutor-sama: Então fale.
Moon: Bom…
Locutor-sama: Está vendo? Eu tenho razão.
Moon: Razão! Lógico que você tem. É o senhor da verdade.
Locutor-sama: Não sou senhor da verdade coisa nenhuma.
Moon: Claro que é. Um narrador sempre é senhor da verdade!
Locutor-sama: Então sou o senhor da verdade até você achar que não.
Moon: Ah! É justo.
Locutor-sama: Sim, você acha justo divertir-se às minhas custas.
Moon: Isso tudo é por causa da história das torradas?
Locutor-sama: Você tirou a ideia disso de um anúncio de rede social.
Moon: Não entendo porque era uma propaganda para o dia dos namorados… Torrada! Odeio torradas.
Locutor-sama: Vejo que compartilha a opinião da Sabrina.
Moon: Eu não tenho nada contra torradas.
Locutor-sama: Não? Não mesmo?
Moon: Só quero que sumam da face da Terra! Melhor ainda, do espaço.
Locutor-sama: Então sua opinião é muito mais forte do que a Sabrina.
Moon: Céus, e daí? Locutor, a opinião de uma escritora não faz muita diferença.
Locutor-sama: Faz sim. Você faz que a sua opinião seja a palavra final de tudo.
Moon: Se não for a minha opinião, da autora, quem vai dar o final? O ponto! A importância de tudo que está sendo escrito?
Tuta-sama: Eu!
Locutor-sama: Tuta-sama!
Moon: De onde você veio?
Locutor-sama: De algum lugar.
Tuta-sama: Não vim de nenhum lugar. Estou sempre presente! Estou na sua frente agora, por exemplo.
Moon: Na verdade, acho que joguei você para cima da minha cama.
Tuta-sama: Quanta falta de respeito! Mas não mude de assunto.
Moon: Mudar de assunto? Do que estamos falando, exatamente?
Tuta-sama: Ah, sei lá. Vou embora!
Locutor-sama: Tuta-sama se foi.
Moon: Sim, mas ela volta. Ela sempre volta.
Locutor-sama: Há algo te incomodando?
Moon: Estamos no quarto dia de julho e já estou escrevendo uma história para enrolar.
Locutor-sama: Mas isso é normal.
Moon: O quê?
Locutor-sama: Quero dizer… Tenho certeza que esse tipo de história é bastante divertidade de ler.
Moon: Ah, bom.

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Se você fosse um par de sapatos dançantes, isso ia ser MUITO esquisito. A não ser que, onde você vive isso seja comum… Continuaria sendo esquisito!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Locutor. [sentada na cadeira em frente da mesa, com os braços segurando a cabeça]
Locutor-sama: Autora.
Moon: O certo seria “Senhorita Moon” e não autora. Só se eu falasse “Narrador” você deveria dizer… Ah, tanto faz. Quem se importa? É um detalhe completamente irrelevante!
Locutor-sama: Aconteceu alguma coisa?
Moon: Eu recentemente encontrei um otome game excelente….
Locutor-sama: Senhorita Moon!
Moon: [fica de braços cruzados] Qual o problema?
Locutor-sama: Você está desviando da resposta da minha pergunta.
Moon: Está bem. Eu tenho de confessar uma coisa, Locutor-sama.
Locutor-sama: E o quê é?
Moon: Não faço a menor ideia, sobre o que eu escrevi nas semanas de maio. Sabe o que isso quer dizer?
Locutor-sama: Que você vai ter que reler tudo.
Moon: NÃAAAAO!
Locutor-sama: Não seja dramática.
Moon: É bastante cômico ouvir isso de você.
Locutor-sama: Imagino que sim. E o problema é bastante simples de resolver! Não há necessidade de preocupação.
Moon: Simples? Não! Não é simples! Todas as vezes que volto para ler algo que escrevi, a possibilidade de eu achar horrível é de quinhentos por cento.
Locutor-sama: Você gosta de exagerar bastante, não é mesmo?
Moon: Se todos os problemas do mundo fossem resolvidos apenas vencendo a nossa preguiça interior… Muitas pessoas estariam perdidas. Incluindo eu!
Locutor-sama: Está admitindo que é uma pessoa preguiçosa? Pois isso é muito interessante!
Moon: Eu não sou uma pessoa preguiçosa!
Locutor-sama: Tem razão. Você é apenas uma pessoa muito devagar para fazer certas coisas.
Moon: Exatamente!
Locutor-sama: Mesmo que demore… Alguns anos. O que são um, dois, três anos quando se o tempo é na verdade uma eternidade?
Moon: Caramba. Você está me deixando de consciência pesada! Está feliz? ESTÁ FELIZ? HMMM?
Locutor-sama: Não. Deixar alguém de consciência é algo muito infeliz. E nada engraçado!
Moon: Mas que droga!
Locutor-sama: Não abaixe a cabeça na mesa.
Moon: Você está parecendo minha mãe.
Locutor-sama: Quero lembrá-la que fui criado como personagem em um momento de necessidade.
Moon: Sim! De falar as verdades para as pessoas, e ao mesmo tempo não aborrecê-las!
Locutor-sama: Eu vou fingir que minha criação foi por uma causa nobre, mesmo que isso não seja verdade.
Moon: O quê quer dizer com isso? Lógico que é uma causa nobre!
Locutor-sama: Isto é apenas uma causa nobre na sua cabeça.
Moon: Eu nunca sei quando você está sendo sarcástico… E eu deveria saber, pombas!
Locutor-sama: Não se incomode com esses detalhes irrelevantes.
Moon: Agora você foi sarcástico!
[silêcio de dois minutos]
Locutor-sama: Impressão sua, autora.
Moon: Eu realmente não gosto de sarcasmo.
Locutor-sama: Então porque foi criar um narrador sarcástico?
Moon: Excelente pergunta! Eu não tenho resposta para ela.
Locutor-sama: Não se preocupe, senhorita Moon. Eu não sou sarcástico, para falar a verdade.
Moon: Não?
Locutor-sama: Eu sou apenas… dramático.
Moon: Você tinha mesmo que ficar com a piada final? Pombas!

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Olhe para a janela, e coloque os dois braços para trás. Agora sim, você está pronto para uma cena reflexiva!

No escritório da autora, em Happy Green Things.
Moon: Sabe, Locutor-sama… Fico me perguntando. Para quê vivemos, afinal?
Locutor-sama: Existem muitas respostas para essa pergunta que fez. Qual o motivo dela?
Moon: Estava apenas filosofando, meu caro.
Locutor-sama: Entendo. Mas você está bem?
Moon: É claro que estou bem. Estou apenas aqui, querendo saber a resposta para a minha pergunta.
Locutor-sama: Eu não sei. Podíamos ficar discutindo isto por horas, e não chegarmos em conclusão alguma.
Moon: É, acho que sim. Mas me diga, Locutor…
Locutor-sama: Sim?
Moon: Sabe, eu vejo agora o como é uma grande besteira deixar qualquer coisa te irritar. E então, observo pessoas se aborrecendo por bobagem.
Locutor-sama: Nem todos vão simplesmente ficar mais calmos. Talvez eles iriam pensar que, isso seria como ignorar o problema.
Moon: Ignorar! Não estou falando nisso, exatamente.
Locutor-sama: Imagino que proponha uma solução, então.
Moon: Deixar as coisas de lado, por um minuto!
Locutor-sama: E se for algo urgente?
Moon: Bem, se for algo urgente, para ontem eu não sei. Mas, se for um problema velho – que todo mundo já conhece – Para quê se preocupar com ele?
Locutor-sama: Isso não resolveria todos os problemas, sabe disso.
Moon: Claro! Mas quando as pessoas ficam discutindo por bobagens? Ou quando passam grande parte do tempo, culpando uma a outra?
Locutor-sama: Hm… Acho que sei onde quer chegar.
Moon: No final, para aquele que observa parece isso – Que nenhum dos lados quer se entender! Pois um acha que está certo, e o outro errado. E não uma maneira muito boa para tentar se resolver diferenças.
Locutor-sama: Fica difícil de convencer as pessoas quanto a isso.
Moon: Claro! Pois todo mundo é muito teimoso. E sempre com aquela velha história de “estar certo”. Isso não importa!
Locutor-sama: Para você, autora, o que realmente importa?
Moon: Você não sabe?
Locutor-sama: Lógico que não sei, senhorita Moon. Acha que se eu soubesse, estaria te perguntando?
Moon: De repente, você estava perguntando só para dar melhor para entender o que eu estava falando!
Locutor-sama: Realmente, eu não sei do que se trata dessa vez.
Moon: Em que mês nós estamos?
Locutor-sama: Maio.
Moon: Maio, Mario… O que temos aí?
Locutor-sama: Maio temos o dia das mães. Não é?
Moon: Existem outras coisas importantes, além disso.
Locutor-sama: E o que pode ser mais importante que dia das mães?
[Hello aparece, abrindo o tubo de ventilação na parede]
Hello: Paçoquinha, obviamente!
Moon: Junho, venha! Queremos você.
Hello: Principalmente as suas paçoquinhas!
Locutor-sama: Que maneira para se terminar uma história tão filosófica.

Happy Green Things

Nos tempos medievais, um guarda abaixa para amarrar os cadarços do tênis… Espera aí! Um viajante do tempo!

No escritório da autora, no estúdio de Happy Green Things.
Moon: [olhando para a janela] Nós estamos no mês de março. Em março!
Random: É o mês de amarrar os cadarços!
Urso Tobi: Mas que rima forçada! Isso é um absurdo.
Random: Você perdeu o canudo do toddynho?
Urso Tobi: Isso NÃO FOI UMA RIMA!
Random: Calma, não precisa ficar nervoso.
Urso Tobi: [de braços cruzados] Eu posso não fazer mais rimas com tanta frequência como antes, mas isso não quer dizer que posso aturar esse… absurdo!
Random: Eu só fiquei com vontade de rimar. Isso é proibido?
Urso Tobi: Não é proibido. Mas você deveria aprender rimas melhores. Eu escrevi até um livro sobre isso! [tira do bolso]
Random: Você anda com isso no bolso?
Urso Tobi: É claro que sim! Você nunca sabe quando vai se precisar dar lição de moral em alguém.
Random: Oh! Fascinante!
Moon: Gente!
Urso Tobi: Gente? Eu não sou gente. Eu sou um urso!
Random: E eu, um boneco de palito!
Moon: Como se eu não soubesse! E Tobi, eu sempre escrevo “urso” na frente do seu nome. Francamente!
Urso Tobi: Não me diga que… [pausa dramática] Meu primeiro nome na verdade é Urso??
Random: Se aprende algo novo todos os dias! Revelação!
Urso Tobi: Não acredito nisso!
Moon: Eu só ponho para ficar mais sono-
Random: Sonolento? “Urso Tobi Sonolento!”
Urso Tobi: Eu EXIJO um nome mais criativo.
Moon: Isso é o famoso caso do “telefone sem fio”?
Random: É um caso recente?
Moon: CHEGA! Eu trouxe vocês aqui porque quero ideias novas. E não para conversas paralelas, loucas e aleatórias.
Urso Tobi: Então você não deveria ter chamado o Random.
Moon: Mas eu não chamei o Random, na verdade.
Random: Eu estou sempre aqui! *risadinha suspeita*
Moon: Só chamei você, Tobi, pois você estava passando!
Urso Tobi: Se eu não estava passando, você não me chamaria? Isso me magoa.
Moon: Eu não coloquei você em duas histórias seguidas, para tantos detalhes.
Urso Tobi: Você é difícil de se satisfazer, autora. *dá de ombros*
Moon: Random! Não tem nada a dizer, sobre ideias criativas?
Random: Bem… Como um papel higiênico se entretém no banheiro? Contando ladrilhos?
Moon: Não era esse tipo de ajuda que eu precisava! Faça essa pergunta para os gêmeos, Zezé e Tadeu!
Random: Oh, é uma boa! Eu aposto que eles vão adorar conversas filosóficas!
[Random sai da sala]
Urso Tobi: Para quê você criou um personagem como esse?
Moon: Eu não criei… Ele apenas apareceu na minha frente!
Urso Tobi: Sei.
Moon: As ideias são difíceis de se lidar, sabe.
Urso Tobi: Não.
Moon: Eu não deveria ter deixado o Locutor-sama de folga.

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Trânsito de carros já é algo complicado. Um para mudar de dimensão, então… Mais difícil ainda!

Locutor-sama: Estava indo até o escritório da senhorita Moon, a procura de uma ideia perdida. Será que ela foi parar ali? Imagino que sim, pois já chequei todos as salas desse estúdio…e adivinhem só? Apenas restou isto. Normalmente não entro lá, quando a senhorita Moon não está, mas… *abre a porta* Pelas barbas de Odin!
[Locutor-sama vê o Wolf sentado em cima da mesa da autora]
Wolf: Oi! Andou assistindo Thor, hein?
Locutor-sama: Wolf. O que está fazendo aqui?
Wolf: Bem… Imagine que você está fazendo uma investigação. De repente, vai até uma sala estranha que acaba puxando você para um local cheio de corredores. O que você faria? Eu gritaria, lógico, se não fosse pelo fato de eu estar me sentido sendo puxado por mãos invisíveis. Foi assustador!
Locutor-sama: Não acredito que uma coisa dessas realmente aconteça, Wolf. Está planejando alguma coisa?
Wolf: Eu? Só se for um planejamento para manter minha fofura em dia! Disse a verdade do que aconteceu. Não acredita em mim?
Locutor-sama: Na maioria das vezes acredito em coisas absurdas nas histórias da senhorita Moon, mas… Essa vez é difícil, já que dá para ver que você entrou por um buraco negro. Não é todo dia que vejo uma coisa dessas,
Wolf: Queria o quê? Que eu dissesse que fui jogado de uma dimensão para outra? Onde via calculadoras falantes e baratas gigantes, segurando balões de gás? Não, meu caro. Era difícil de acreditar até mesmo para mim. Como alguém ia acreditar em uma coisa dessas?
Locutor-sama: Pode ser difícil de acreditar, Wolf. Porém, inventar uma história absurda apenas para cobrir outra, é um tanto exagerado.
Wolf: Caramba! Está falando coisas que fazem sentido. De certa forma. Tantas coisas aconteceram comigo hoje, que vou apenas sentar-me naquele sofá, e pensar no que eu estava fazendo. Sabe, o dia foi tão grande que nem me recordo se escovei meus dentes.
Locutor-sama: Quando não se está acostumado em viajar nas dimensões acontece isso. Não se preocupe, Wolf. Só precisa descansar, que vai passar.
[Locutor-sama sai do escritório, e fecha porta.]
Locutor-sama: Espera só um pouquinho. Eu não deveria tirar ele de lá? Não… Está muito atordoado. E a senhorita Moon não está aqui, mesmo. Nossa! Já ia me esquecendo da ideia que estava procurando, a pedidos da senhorita Lalali. Será que saiu para tomar sorvete? Pode ser que isso tenha acontecido. Afinal, até uma ideia tem direito de se refrescar… Ninguém gosta de uma ideia com calor. Pensando bem, essa minha frase ficou bem estranha. E quando não estou falando coisa com coisa, só pode significar que a autora está com calor nesse momento! E muito calor.
Moon: Esses detalhes não importam, Barman!
Locutor-sama: Ela está confundido nome dos personagens. É, não vou contrariá-la.

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Ah, novembro… Como assim, você já está acabando?

Moon: Há tantos dias no ano! E então… Ele acaba. Daqui a pouco é dezembro! É natal! E então ano novo! A vida é curta, muito curta.
Locutor-sama: Não seria o ano? Eu não sei porque de repente isso virou uma reflexão, senhorita Moon.
Moon: Há certos dias das nossas vidas que devemos refletir, Locutor.
Locutor-sama: Como quando temos que decidir qual é o nosso sabor favorito, no sorvete napolitano?
Moon: Não sei se isso seria uma questão de reflexão. Apenas devemos aguentar… Qualquer sabor que sobrar!
Locutor-sama: Normalmente é o de morango.
Moon: Exato!
Locutor-sama: Não queria ser chato, mas nós vamos mesmo ficar conversando sobre reflexões? Seria mais agradável dialogar sobre coisas mais engraçadas.
Moon: Tem razão! Certo, vou contar algo que aconteceu comigo. Estava tentando bater o suco, com o mixer. Não estava funcionando, por algum motivo.
Locutor-sama: Mas porque?
Moon: Estava fora da tomada.
Locutor-sama: Inacreditável. Fez isso mesmo, autora?
Moon: Ou será que não fiz? Como por exemplo, eu resgatei relíquias antigas na semana passada!
Locutor-sama: É possível perceber o que é verdade, e o que é uma… realidade aumentada.
Moon: Realidade aumentada? Isso existe?
Locutor-sama: Tem vezes que nós devemos acrescentar palavras que não fazem muito sentido, para parecermos educados.
Moon: Você está me ironizando, seu Locutorzinho engraçadinho?
Locutor-sama: Imagine, está imaginando coisas.
Moon: Muito bem, muito bem. Está ótimo!
Locutor-sama: Do que está falando agora, senhorita Moon?
Moon: Da frase, a qual parecia que você estava me ironizando.
Locutor-sama: Obrigado.
Moon: Está agradecendo o quê? Fui eu que escrevi o que disse, narrador.
Locutor-sama: Está machucando meus sentimentos…
Moon: Oh, desculpe. Não era bem essa a minha intenção. E essa história parece que não vai acabar nunca! Como o ano. Por que ele ainda não está acabando?
Locutor-sama: Pensei que lá em cima, estava falando sobre como o tempo passa rápido. Agora quer que o ano acabe? Está sendo um tanto contraditória.
Moon: Escritores são contraditórios.
Locutor-sama: Só isso que tem a dizer? Esperava um argumento melhor.
Moon: Oh! Já sei. Em minha defesa, comecei este poste outro dia.
Locutor-sama: Compreendo. A sua opinião pode variar dependendo do seu humor. Interessante.
Moon: Não é bem assim! Espera, o que estou dizendo? Preciso de um momento para organizar as minhas ideias. Vê só o que fez? Ou talvez eu tenha comido bolachas demais.
Locutor-sama: Talvez, autora. Tem vezes que as coisas que comemos dão reações um tanto estranhas. Nos fazem lembrar de coisas que deveríamos esquecer…
Moon: Minha nossa. Parece que até começou a ventar, aqui. Foi por causa da sua frase dramática? Espera aí… [olha para os lados] Para onde ele foi?
Locutor-sama: [apenas a voz] Eu sou… como o vento.
Moon: Caramba. Me deu um medinho agora.

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Se um dia você encontrar um personagem, não dê liberdades para eles! Oportunidades podem resultar em… coisas engraçadas?

Locutor-sama: Passos vindo em direção ao escritório da senhorita Moon. Quem estaria vindo? A autora, provavelmente.
Hello: Imagine só a surpresa que ela vai ter, quando me ver!
Locutor-sama: Sentada na cadeira dela.
Hello: Será que posso fazer algum projeto? Isabelle!
Locutor-sama: Senhorita Hello, por favor. Não me chame de Isabelle!
Hello: Mas você ia ficar engraçado de Isabelle.
Locutor-sama: Os empecilhos que tem que passar para ser narrador…
[A porta do escritório é aberta]
Moon: Heey! Feliz aniversário, Locutor! [com um presente na mão]
Locutor-sama: Oh, obrigado autora.
[Moon entrega um presente para o Locutor-sama]
Moon: Sinta-se sortudo em ter o seu aniversário em uma sexta-feira!
Locutor-sama: Já vi que você não vai voltar a escrever diariamente tão cedo.
Moon: Nunca se sabe o que terá no almoço amanhã, autora.
Locutor-sama: Uma metáfora bastante estranha.
Hello: Locutor-sama…
Locutor-sama: O que foi?
Hello: Quem é essa pessoa?
Moon: Hã? Como assim? Não reconhece a sua criadora?
Hello: Hm… [levanta da cadeira] Mas é você mesma?
Moon: Claro que sim! Quem mais eu seria?
Hello: Então porquê você não reclamou de eu estar sentada na sua cadeira?
Moon: Oh, você estava? Não me importo.
Hello: Como não se importa? A velha Moon que eu conheço iria reclamar!
Moon: Eu não sou velha.
Hello: Você entendeu o que eu quis dizer!
Moon: Se quiser ficar na cadeira, fique e pronto! Não precisa ficar fazendo piadas desse gênero. Elas não são criativas, sabia?
Hello: Falar pombas também não é nada criativo.
Moon: É melhor falar pombas do que paçoquinha.
Hello: Qual o problema em falar paçoquinha? Todo mundo gosta!
Moon: Você não é todo mundo, Hello.
Hello: É mesmo. Seria muito estranho, se eu fosse todo mundo!
Moon: Uma Hello já incomoda muita gente.
Hello: Oh! Oh! Isso me lembrou de elefantes… E capacetes. Hm. Já sei o que fazer!
Moon: Vai comprar um capacete?
Hello: Oh! Como você sabia?
Moon: Eu sei o que você está pensando.
Hello: Será possível que você seria… uma vilã??
Moon: [faz uma risada de vilão]
Hello: Eu deveria ter imaginado! Mas você nunca será uma vilã de respeito, dona Moon!
Moon: É?
Hello: Sim! Você nem está usando um capacete. Ou roupa estilosa!
Moon: Peço desculpas. Mas não é preciso se vestir como uma vilã, para dar risada.
Hello: Não?
Moon: Não.
Hello: Hm… Tá bem. Vou embora! Tchau!
[Hello sai do escritório]
Moon: O que ela veio fazer aqui?
Locutor-sama: Me chamar de Isabelle, talvez.

– Para quem não entendeu a referência… Animal Crossing New Leaf! O qual não joguei, mas já sei de tantas coisas que parece que sou profissional. Nada melhor do que uma pesquisa, para descobrir sobre coisas! Ha ha ha!