Alguns dias atrás numa outra dimensão…
Príncipe Kekekê: Tédio… puro tédio. Ah, Matilde, porquê você teve que ir a um desfile de moda?
Charles: Vossa alteza, a princesa andava muito entediada e irritada. Ela precisava ir descansar!
Príncipe Kekekê: Mas… e eu? Eu não posso ficar entediado, Charles?
Charles: Perdão, meu príncipe. Mas ontem mesmo o senhor estava jogando videogame, no outro dia estava assistindo corrida de cavalos pessoalmente, sem falar que você foi ao teatro ver a peça “Porque amo tanto donuts”.
Príncipe Kekekê: Aonde está a ligação em tudo isso, Charles? A Matilde foi comigo todas as vezes! Nós nos divertimos muito!
Charles: Mas a Matilde não se divertiu tanto como você imaginava…
Príncipe Kekekê: *pensa um pouco antes de responder* Então… você acha que estou sendo egoísta, achando que ela estava… se divertindo junto comigo?
Charles: Sabe, vossa alteza, gostaria que lembrasse de uma coisa. Nem sempre o que você acha divertido vai ser divertido para uma mulher.
Príncipe Kekekê: …hm. Talvez você tenha razão, Charles. Talvez eu tenha que prestar mais atenção nos sentimentos de uma mulher…
Charles: Ah! Que bom, a princesa ficaria muito feliz em ouvir isso.
Príncipe Kekekê: …mas isso não muda o fato de eu estar entediado. JÁ SEI! Tive uma ideia. Vou chamar…. as batatas felizes! Vou invadir a Casa Verde daquela dimensão paralela!
Charles: Mas… príncipe…
Príncipe Kekekê: Relaxa, Charles. Eu só vou estudar os habitantes daquela dimensão…!
Charles: Sua avó sempre fala que você vive em outro mundo. Acho que ela errou. Você vive em outra dimensão!
Locutor-sama: Como vocês podem ver, caros leitores, o Príncipe Kekekê é sempre muito original. Mas que confusões ocorrerão na Casa Verde? Será mesmo que ele só quer estudar os habitantes da outra dimensão?
Príncipe Kekekê: Quem é esse aí, Charles? o___o
Charles: Ah! Esse aí é o Locutor-sama. Ele é um narrador que tem o poder de viajar entre as dimensões!
Bonecos de palito são sábios / A sua versão paralela pode estar entediada e você nem sabe!
Hello-san: Escuta, Barman. Você precisa parar com essa sua paránoia com as batatinhas felizes. Isso não existe! E o que você teve, nada mais, foi um pesadelo!
Random: Talvez… não! Talvez seja algo além das nossas mentes.
Barman: Batatas… batatas… nunca mais quero olhar pra essas batatas sorridentes…
Hello-san: Ah é? Então, me diga, o que tem de tão estranho nessa história das batatas felizes que faz sentido?
Random: Caramba… essa frase aí quase me confundiu. Mas como eu sou um boneco de palito NUNCA irei perder o foco. Mas enfim, o que eu quis dizer que talvez o Barman tenha razão. As batatas sorridentes podem estar preparando um ataque e nós não sabemos de nada!
Hello-san: Ainda não acredito NADA dessa história. Me diga, você é só um boneco de palito, o que você sabe?
Random: Mas… mas… QUE PRECONCEITO! Não é só porque sou um boneco de palito que não tenho razão! Você vai ver! É como a história do Coke-san com a fada dos dentes!
Hello-san: Só que, é uma história completamente diferente! Ai, ai…. agora entendi porquê o Doutor Q. foi tirar umas… “férias”
Em algum outro lugar, que é outra dimensão…
Príncipe Kekekê: E então? Tudo pronto pra invadir a Casa Verde?
Batata 1: Bom… não, vossa alteza.
Batata 2: Posso saber o porquê de nós não termos nomes melhores?
Príncipe Kekekê: Ah, é isso que não está pronto? Vocês querem nomes?
Batata 1: Er… sim!
Batata 2: Nomes já!
Príncipe Kekekê: ………………………*pensando*
Batata 1: Por que essa demora toda?
Batata 2: Já vi que não teremos nenhum nome!
Príncipe Kekekê: Calma, calma! Eu vou ter uma ideia…!
Batata 1: Se não tivermos nomes, nada de invasão.
Batata 2: É isso aí. Arrume outras batatas otárias para fazerem o serviço pra você.
Príncipe Kekekê: NÃAAAAAAAAAAAAAAAAO!
Uma incomum reunião em pleno meio-dia
Locutor-sama: Ninguém esperava, nessa incomum reunião que alguém ia revelar uma coisa…. muito importante! O que seria essa coisa importante? E como as outras pessoas iam reagir?
Coke-san: Eu não acredito em fada dos dentes!
Locutor-sama: Talvez não seja uma revelação tão importante como eu pensava.
Hello-san: Ah… obrigada pela sua opinião, Coke-san. Eu não entendo o porquê da sua opinião no meio de uma conversa que o assunto era reformar a cozinha, mas tudo bem…
Locutor-sama: Para aqueles que não sabem, Coke-san é um homem que pensa que é uma coca-cola. Só pra constar, no seu quarto apenas tem uma cama… que é uma máquina de refrigerante! Me pergunto, aonde estava a cabeça do Doutor Q. quando deixou ele ficar aqui…? Ops, meu celular!
Doutor Q.: Minha cabeça estava em Roma! *desliga*
Já temos a resposta. Em… Roma! Quem iria imaginar? Bom, vamos continuar a história.
Rika: *com laptop* Hm… essa expressão que o Coke-san fez enquanto falava “Eu não acredito em fada dos dentes” foi muito, muito engraçada! Vou até desenhar ela aqui no paint.
Zaltana: No paint…? Você não disse outro dia que tinha tablet?
Rika: Ora, é que tem que ser alguma coisa pra dar… visu retrô paint! =D
Zaltana: Hm… *olha pro desenho* não é que ficou bom? Combinou!
Rika: Não falei? E viva o visu retrô paint! \o/
Kekekê: Oi gente! Cheguei, perdi muito da reunião?
Rika: Sim, você perdeu uma coisa muito importante da reunião.
Boon: O Coke-san disse que não acredita em fada dos dentes!
Malvino: Fez o meu dia essa, se ele não dissesse isso eu não iria dormir!
Locutor-sam: Por alguma estranha razão… essa (não tão) incrível revelação chocou o duendinho!
Kekekê: O quê? Você não acredita em fada dos dentes?
Coke-san: Não! Por que eu devia acreditar?
Malvino: Acreditar faz as pessoas se sentirem mais confiantes das coisas em sua volta.
Zaltana: Meu deus, esse abacaxi tá sábio hoje!
Kekekê: Absurdo! Eu conheço a fada dos dentes pessoalmente! E, Coke-san, se eu fosse você, não repetiria isso!
Rika: Acho que agora entendi o choque do duendinho! Coke-san, siga o conselho dele. Ele conhece a Matilde muito bem.
Zaltana: A Matilde é a fada dos dentes? O__O
Malvino: Não, não… ela quis dizer que fadas são tão temperamentais como a Matilde!
Boon: Opa! Se a fada dos dentes for como a Matilde… o Coke-san está perdido!
Hello-san: Ai, ai, já vi que perdemos o foco principal dessa reunião… Cadê o Barman quando a gente precisa?
Locutor-sama: Desvio básico da história para mostrar aonde está o Barman…
Barman: [no quarto dele] Batatas… sorridentes! Batatas… felizes! Homens de bicicleta que entregam coisas de noite… AAAAAAAAH!
Locutor-sama: Como podem ver, ele ainda não superou o choque das histórias anteriores… “O segredo das batatinhas felizes” e “Ninguém sabe como é ser um bonequinho de palito”. Coitado do Barman… Agora, voltamos ao nosso foco principal…
Coke-san: Bah! Conversa, vocês não me convenceram. Fada dos dentes não existe e pronto…!
Kekekê: Quando você menos esperar, Coke-san, ela vai se vingar!
Coke-san: É mesmo? Só acredito vendo.
Rika: Nossa… se ela se vingar, espero que ela ao menos tire uma foto da cara dele de surpresa!
Zaltana: Já estou até imaginando…!
Boon: Vocês tão mesmo acreditando nessa história de vingança?
Malvino: Bom, eu acredito no Kekekê. Ele não costuma mentir.
Kekekê: Valeu, Malvino!
Hello-san: Ai, ai… Já que ninguém está interessado na reforma da cozinha, estão dispensados. Eu resolvo isso com o Barman e o Doutor Q.
Locutor-sama: Então… chegou a noite! Todos foram para os seus quartos dormir. E quando Coke-san chegou em seu quarto, ele teve… uma surpresa!
Coke-san: Minha cama…. [ele está se referindo a máquina de refrigerantes que ele dormia] NÃAAO! ELA SUMIU! E só deixaram esse colchão… como é que eu vou dormir?
Em algum outro lugar que não é em outra dimensão…
Matilde: Tá, eu também ficaria brava se dissessem que eu não existia… mas isso já não é exagero, Cristina? Pra quê você roubou a… máquina de refrigerantes dele?
Cristina: Rá! Eu precisava me vingar… e também, eu estava querendo muito uma máquina de refrigerantes aqui em casa…
Matilde: Mas já não tem uma máquina de refrigerantes lá em baixo, na lanchonete?
Cristina: Ei, e se eu acordar com uma incrível vontade de tomar refrigerante? Acha que eu vou querer sair do meu quarto pra pegar…?
Matilde: Tá certo, tá certo. Não vou discutir!
Locutor-sama: Só para constar, caros leitores… a fada dos dentes, a Cristina tem um disfarce de dona de lanchonete!
Cristina: O que esse cara estranho faz na minha casa?
Matilde: Ah, esse é o Locutor-sama. Ele é narrador, tá aqui só pra explicar quem é você.
Cristina: Que coisa mais absurda! Você tem uma máquina de refrigerantes por acaso, Locutor-sama?
Ninguém sabe como é ser um bonequinho de palito
“Ele tinha o mesmo sonho por várias noites seguidas. Não sabia exatamente o porquê de ter o mesmo sonho sempre, mas ele era assim: A paisagem, era uma estrada no deserto. Era um homem indo de bicicleta. Atrás da bicicleta, tinha um pequeno pacote. O homem que dirigia a bicicleta ia segurando… um cachorro! E não era um qualquer. Era um dálmata!”
Random: AAAAAAAAAAAH!
Locutor-sama: Esse grito ecoou na Casa Verde inteira. O pior de tudo, é que os moradores da Casa Verde ouvem esse mesmo grito há uma semana.
Hello-san: De manhã, horário de almoço, é o Barman fazendo teorias que as batatas vieram de outro planeta. Agora, pela sétima vez nessa semana, o boneco de palito tem um pesadelo. Ai, ai… *indo em direção ao quarto do Random*
Random: AAAAAAAAAAAH!
Hello-san: O que há você, Random? Já estou CANSADA de ouvir esse grito! E não me diga que não é nada, pois você falou isso nas outras seis vezes que vim aqui.
Random: Mas… não é nada!
Hello-san: Olha, Random, eu não sou uma pessoa que cosutma perder a paciência. Mas eu estou ficando sem paciência. Se caso não queira me ver nervosa, comece a falar!
Random: Você falando assim parece que cometi… um crime!
Hello-san: Sim, e você cometeu! Está perturbando o sono dos outros habitantes da Casa Verde!
Random: Está bem. Eu estou tendo o mesmo sonho…
Locutor-sama: Random, o boneco de palito, conta o seu pesadelo, que já foi comentado no início desse post, para Hello-san.
Random: …e foi isso.
Hello-san: Tem certeza que você não anda… esquecendo de tomar algum remédio? Ou não anda tomando seu leite quentinho antes de dormir?
Random: LEITE QUENTINHO? Tá calor, sabia, Hello-san? E eu não tomo remédios. Sou só um bonequinho de palito!
Hello-san: Mas o que será isso… hm…
Locutor-sama: De repente, ouviu-se um barulho de campainha. Quem seria a essa hora da noite?
Random: Oh… campainha! A essa hora? Será que é…
Hello-san: Ah, não pense besteiras, boneco de palito. Deve ser alguém perdido e tocou aqui pra… pedir informações!
Random: Pedir informações? Quem ia vir pedir informações numa casa em frente a praia?
Locutor-sama: Hello-san saiu do quarto do Random, depois desceu para ir antender a porta…. e quando abriu…
Hello-san: Siiim? *olha pros lados* Ué… não tem ninguém! õ__o
Locutor-sama: E então, de repente, Hello-san notou uma sombra indo embora de bicicleta… e quase tropeçou no pacote que havia no chão!
Hello-san: Ué… o que é isso? Está escrito: “Para o Random” Melhor entregar pra ele. *entra na Casa Verde e fecha a porta*
Barman: O Random disse que você tinha descido, o que houve?
Hello-san: Ah, é que tinham tocado a campainha. E parece que esse pacote aqui é para o Random.
Barman: Hm… que coisa estranha. Pode me passar o pacote?
Hello-san: Então tá, depois você que se entenda com o Random.
Barman: *abre o pacote* Isso aqui é… BATATAS SORRIDENTES!
Locutor-sama: E então… Barman acorda, depois desse “pesadelo” muito louco!
Barman: Meu deus, meu deus!
Em algum outro lugar, desse grande universo… ou seria outro universo muito parecido com o nosso?
Princípe Kekekê: E então, batatas? O que descobriram dessa vez?
Batata 1: Nós descobrimos que o Barman pode prever… o futuro!
Princípe Kekekê: Quer dizer que….
Batata 2: Ele descobriu que nós iamos invadir a Casa Verde no nosso robô de ciclista carregando um cachorro dálmata!
Princípe Kekekê: Meu deus! Cancelem o plano!
O segredo das batatinhas felizes
Locutor-sama: Caros leitores, vocês provavelmente se lembram que a Hello-san é a nova presidente da Casa Verde, desde que chegou nessa história. Hoje iremos falar de um grande mistério que assombra… uma pessoa na casa verde!
Barman: [na cozinha, olhando para dentro do forno] Não entendo. Simplismente não entendo.
Hello-san: Hm? Não entende o quê, Barman?
Barman: Essas… batatas! Elas estão sempre sorrindo.
Hello-san: *pensa um pouco e depois responde* Hm. Você queria uma edição limitada dessas batatas que elas estivessem… chorando?
Barman: Mas… não é isso, Hello! O problema é: Por que elas estão sorrindo?
Hello-san: Talvez porquê… a vida é bela?
Barman: *cara de pânico* Não… elas devem ser… alienígenas!
Hello-san: *cinco minutos de silêncio, fica olhando surpresa pro Barman* HAHAHAHAHAHA!
Barman: Mas porquê… você está rindo? ò_õ
Hello-san: Desculpe Barman, é que isso foi muito engraçado. Olha, eu tenho toda certeza que elas não vieram de outro planeta ou coisa do gênero.
Barman: Tem certeza?
Hello-san: Absoluta! =D Relaxa, meu caro Barman.
Enquanto isso, em algum outro lugar…
Princípe Kekekê: E então, Batatas? Descobriram algo?
Batata 1: Não, vossa alteza.
Batata 2: A Hello-san é uma pessoa completamente normal. A única coisa que ficou na nossa cabeça e não quer sair é que ela diz que garante que nossas parentes, que parecem mais um salgadinho redondo esperando o seu trágico destino de ser comido, não são de outro planeta.
Princípe Kekekê: É claro que não são de outro planeta. São de outra dimensão!
Confissões de uma… cola?
Locutor-sama: Num domingo chato e sem nada para fazer, Cola-sama escreveu em seu diário:
“Querido diário,
Atualmente estou trabalhando como contra-regra, não é um salário lá grandes coisas, mas dá pro gasto. Até que meu trabalho é divertido, e os atores são todos simpáticos. O problema mesmo é que nem todos sabem e/ou dão valor ao trabalho de uma contra-regra. Ah! Já falei que nem todos sabem que na verdade sou uma garota? Não sei se a culpa é da Moon, que não sabe narrar as histórias direito ou… se as pessoas não sabem a diferença entre as colas. Acho que vou colocar um lacinho cor-de-rosa para as pessoas me diferenciarem.
Ps.: Eu queria mesmo é trabalhar como contra-regra nos estúdios do Mauricio de Sousa. Infelizmente, o talentoso Manfredo, já ocupa esse cargo, como contra-regra nas historinhas do Bidu.
Ps2.: A verdade é que, eu gostaria de ser uma cola bastão. Mas sou uma cola líquida!
Ps3: Gostaria que um dia a Moon me desse um nome melhor.”
No donut for you!
“Estava um dia entediante, e não tinha nada melhor pra fazer. Decidiu que era hora de fazer algo útil, então abriu a janela para ver se via algo interessante. E viu… peixes voadores! Estava sonhando?”
Zezé: Peixes…?
Tadeu: Ela morava no fundo do mar e não sabia?
Kekekê: Não, não. Eu lá disse que era uma seria, crianças? Ela foi teletransportada pra lá, por um… ESPEREM! Deixem eu terminar de contar a história! Se não sai spoiler!
Zezé: Quem é spoiler?
Tadeu: Talvez seja um alienígena?
Bib: Não, não. Eu não conheço alienígena nenhum com esse nome. E você, Bob?
Bob: Nem eu, Bib. Acho que vocês erraram feio, crianças!
Kekekê: …ei, vocês dois. Bib e Bob.
Bib & Bob: Sim?
Kekekê: Por que vocês estão na MINHA casa?
Bib: Sua casa?
Bob: Mas é a Matilde que paga o aluguel!
Kekekê: Ai, ai. DÂI-ME PACIÊNCIA! Tá, não importa de quem é a casa – o que vocês fazem aqui?
Bib: Ih, nem te conto!
Bob: Nós… estamos entediados. Essa é a verdade!
Kekekê: E o que eu tenho a ver com isso?
Bib: É que nós queríamos saber se tem donuts aqui na sua casa.
Bob: Tem ou não tem? Responda rápido!
Kekekê: Er…
Bib & Bob: Não tem, não tem! No donut for you~ HUHUHU!
Tadeu: Isso foi uma piada?
Zezé: Acho que foi uma piada etê, irmão!
Bib & Bob: A nossa especialidade é confundir as pessoas com perguntas idiotas e inúteis!
Kekekê: … o.o
Zezé: Legal, ensina pra gente? *-*
Tadeu: É, como é que faz?
Locutor-sama: Sem ninguém perceber, alguém se aproximou por trás dos dois alienígenas, Bib e Bob…
Matilde: O que vocês fazem aqui? ¬¬
Bib & Bob: Nós somos Bib e Bob, em busca da paz e de confundir usuários desprevinidos!
Matilde: Oh, olá etês desocupados. Por favor, deem o fora da MINHA casa antes que eu me irrite. Obrigada e tenham um bom dia.
Bib: Mas… mas…
Bob: Nós só queremos donuts!
Matilde: Donuts? Tem uma casa de doces aqui na esquina.
Bib: Nós sabemos…
Bob: …é que lá… está sendo invadido por um urso faminto e de óculos!
Bib: Sim! Veja, Matilde-san, dá pra ver daqui da janela!
Matilde: Ah, é…?
Zezé: Olha só, um urso!
Tadeu: Aquele ali não é o urso Tobi?
Kekekê: Oh, é mesmo! É o urso Tobi!
Matilde: Ué… você não estava confuso?
Kekekê: Ah, eu peguei um remédio lá de pokémon que cura confusão. n__n
Zezé: Sempre pensei que o papai tivesse medo do urso Tobi.
Tadeu: Talvez ele tenha superado esse medo…?
Kekekê: Não é do urso Tobi que tenho medo. Tenho medo é das rimas dele!
Matilde: Vocês dois não são etês? Porque estão com medo? o__o
Bib: Na verdade…
Bob: Nós estamos com preguiça. É isso!
Matilde: Então… vençam a preguiça e vão lá! Ò__Ó
Locutor-sama: A campainha tocou. Será que eles esperavam visita?
Kekekê: Locutor-sama tá querendo dar uma de dramático hoje… Bom, deixa eu ir lá atender.
Urso Tobi: Olá, olá!
Kekekê: Esse “olá” duas vezes foi sua tentativa desesperada de rimar?
Urso Tobi: *começa a chorar* Sniff… eu não rimo faz dias…! Eu… estou… desesperadamente… sem criatividade…!
Biscoito: Chamou?
Matilde: Ai, ai… aqui não é a casa da mãe Joana! Por que todo mundo resolveu vir pra cá hoje??
Zezé: Já vi que não vamos saber o final da história que o papai estava contando.
Tadeu: Vamos ficar doentes de tão curiosos.
Kekekê: Men-mentira! VOCÊS ESTAVAM NEM AÍ!
Biscoito: Perdão, Kekekê, mas ninguém tem permissão de participar da campanha “nem aí” se não estiver acompanhado de um… raio-laser!
Raio-Laser: Me chamaram?
Matilde: Quanta gente sem o que fazer, meu deus…
Kekekê: Ninguém te chamou mas… podia ir lá assar um bolo pra mim?
Zezé: Acho que papai ainda está confuso.
Tadeu: Ou talvez ele queira confundir o Urso Tobi?
Urso Tobi: Porquê, meu deus? Aonde foi parar minha genialidade pra rimar…!
Kekekê: Oh, não se preocupe, meu caro! Tenho certeza que você vai achar a sua amiga, a Rima! Ela não pode estar muito longe…
Bib: Ah, eu conheço essa tal de Rima!
Bob: Ela tem… uma loja de donuts!
Matilde: Denovo essa história de donuts??
Urso Tobi: Então… ela está lá? *–*
Zezé: Acho que agora é o Urso Tobi ficou confuso.
Tadeu: Sempre soube que ele era um pokémon!
Bib & Bob: Então, vamos juntos…!
Locutor-sama: E então, Urso Tobi, os etês Bib e Bob foram para uma terra feliz cheia de donuts gratuitos…!
Matilde: Que sem pé nem cabeça essa história, hein?
Kekekê: Eu soube que desde que o Spaguetti entrou pra trabalhar junto com o Biscoito as ideias andam confusas demais… Tô vendo que vai sobrar pra mim ir lá arrumar!
Enquanto isso, no escritório da Cola-sama..
Cola-sama: Barman, cadê os meus donuts??
Barman: Estão aqui! Isso aí é alguma piada interna? Juro que até agora não entendi. o_o
Os macaquinhos vendendo gelo
Locutor-sama: Kekekê e Matilde passeavam na rua nessa incrível calorosa tarde, quando…
Matilde: “Calorosa tarde”? Esse narrador tá de graça comigo?
Kekekê: [cochicha] Calma, Matilde… tente não sair do roteiro! [/cochicha]Você viu isso, Matilde?
Matilde: Isso o quê? Um narrador em trajes de banho?
Kekekê: Nã-não. Estou falando desses macaquinhos vendendo gelo!
Matilde: Malucos tem pra todo lado, Kekekê.
Kekekê: Por quanto será que eles estão vendendo esse gelo? *vai correndo até perto da barraquinha*
Matilde: Como eu disse, tem malucos em todo lado… ¬¬” *segue o Kekekê*
Kekekê: Quanto é o gelo, macaquinhos?
Zé: Ei, mais respeito. Não somos macaquinhos. Nós somos… Zé, Zá, e Tá!
Matilde: Zé, Zá e Tá? Por que o último é com “T”? O_O
Zé: É que o “Tá” é de uma raça de macacos de outro país. n__n
Tá: Tem algum problema com isso? ¬__¬ Adoro quem zoa com o meu nome.
Kekekê: Oh… desculpe.
Matilde: [pensando]São nomes muito estranhos. Será que são falsos?[/pensando]
Zá: E aí, vai querer gelo? É só *insira uma quantia interminável de dinheiro aqui* n__n
Kekekê: TUDO ISSO? O__________O
Tá: A vida não é justa.
Matilde: Até parece que o Kekekê é milionário excêntrico pra comprar isso…
Locutor-sama: Mal Matilde disse isso, homens bem vestidos se aproximaram da barraquinha
Homem bem vestido 1: E então, meus caros amigos? Tem o gelo que encomendamos?
Zé: Tem sim!
Zá: Trouxeram o dinheiro?
Homem bem vestido 2: É claro que sim. *passa um saco cheio de dinheiro*
Tá: Aqui está o gelo.
Homem bem vestido 1: Obrigado. *vai embora junto do outro homem*
Locutor-sama: Enquanto estou tomando um sorvete, Kekekê e Matilde olham surpresos pros dois homens que andavam com uma sacola cheia de gelo…
Zé: Mas não é uma beleza ser um personagem riquíssimo das histórias do Júlio Verne?
– avatar por okuromos.
– É uma beleza ser um personagem do Júlio Verne. Os protagonistas sempre são ricos excêntricos, tsc tsc. Tá. Assim fica mais fácil pra eles… fazerem loucuras? Como uma bala de canhão na lua? 😀
Pode pegar o controle da televisão pra mim?
Olá pessoas! Ultimamente sei que não ando postando muito no Consequence, mas o colégio anda fazendo a minha mente explodir, e o bigode do Biscoito (minha criatividade) acaba derretendo. Ou seja: O Biscoito fica preguiçoso demais pra pensar em alguma coisinha legal, então fica mais preocupado com o bigode do que outra coisa. Bom! Mas isso são detalhes, eu sei que vocês sabem disso, então… começamos agora, mais um post de Auto-Ajuda!
Imagine a seguinte situação… você estava assistindo seu programa favorito na televisão, só que aí, ele acabou. Então, você decide trocar de canal, mas… o controle da tevê não está perto de você? Só que você acaba não se levantando, por preguiça. Aí você pede para o primeiro que passar pegar pra você, e a resposta é…
“Tá, pode deixar que eu pego” Certo. Até aí nenhum problema. Melhor pra você.
“Levanta e pega!” Oh. Essa foi dura!
É claro, meu caro leitor, que as duas frases citadas acima podem ter variações. Até aí, tudo bem, nada de anormal, vocês não concordam? Sim. Sei, vocês estão pensando o que tudo isso tem a ver… Agora vocês vão entender (ou não!) o porquê desse ser o “tema” do post.
Coisas que podem acontecer se caso você não quiser pegar o controle da televisão!
Aquele que se ofereceu gentilmente para pegar o controle pra você te entrega o controle:
- Você recebe o controle, porém… ele é falso! Ele é feito de bolacha maizena! – Você caiu na armadilha de algum duende disfarçado de humano. Pois é, caro leitor. A vida não é justa!
- Em vez de te entregar o controle, ele atira em você com seu raio-laser! – Claro que não acontece nada de sério com você, leitor. Você apenas cai… numa dimensão paralela! Mas essa fica pra outro post.
- Você recebe o controle. Só que ele está sem pilhas! – É… ah sim, um detalhe: Acabou as pilhas na sua casa! Quem vai sair pra comprar?
Aquele que te recusou a entregar o controle vai embora, e acaba ocorrendo…:
- Você olha pro controle. Até parece que ele vai vir apenas com o poder da sua mente! Só que o controle cria pernas. Ele foi até quem tanto precisava dele? Não. Ele saí correndo pra dimensão oposta! – Pra onde ele foi? Simples. Ele foi pro banheiro… retocar a maquiagem. O quê foi? “Ele” não pode ser “ela”? Sim, era uma controle.
- Olhando pro controle, você fica no dilema “levanto ou não levanto”? Enquanto isso, seres minúsculos levam seu controle… embora! Eles o colocam num canto da sua sala e ficam apenas admirando. – Bobeou, dançou? Não sei se é bem isso que eu devia dizer… mas que esses “seres minúsculos” (que NÃO são duendes) estavam tirando uma da sua cara, eles estavam!
- O controle, de repente, senta em cima de tevê e fala o seguinte pra você: Por que não vai ler um livro? – Esse daí é um controle de tevê mesmo?
– Por via das dúvidas, caro leitor: Levante e pegue o controle da televisão. Vencer a preguiça é a melhor coisa nessas horas!
– Avatar por tininess.
No apagão de terça pra quarta.
Kekekê: …e então, os alienígenas entraram em acordo e disseram que não iam mais roubar o ar fresquinho daquele planeta!
Zezé: Tem certeza que a história é assim, papai?
Tadeu: É, papai! Os aliens não podem mudar de ideia de uma hora pra outra?
Kekekê: Meninos, os aliens viraram bonzinhos, quantas vezes vou ter de repetir…
Locutor-sama: E, de repente, sem explicação nenhuma… apagou-se as luzes!
Kekekê & Zezé & Tadeu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Matilde: *com a lanterna na mão* Ei, vocês não exageraram nesse grito não?
Kekekê & Zezé & Tadeu: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Matilde: Deixa pra lá. Gritem o quanto quiserem. *indo embora*
Kekekê: Ah, desculpe Matilde… é que nós não percebemos que era você. n__n’
Zezé: Nós deixamos a imaginação nos dominar!
Tadeu: Que imaginação? Os aliens da histórias vieram se vingar, roubaram a luz!
Matilde: … Sim. Só podem ter sido os aliens.
Maria: O que foi que acontecem aqui? *com máscara de dormir*
Kekekê & Zezé & Tadeu: AAAAAAA- Oh.
Matilde: Vocês são histéricos demais!
Maria: *tira a máscara de dormir* O que foi que eu perdi?
Matilde: Nada, minha querida… como você pode ver, acabou a luz.
Maria: Ah, é? Acabou a luz? *coloca a máscara de dormir de volta* Então vou voltar pra dormir. Boa noite!
Kekekê: Como ela pode estar tão calma?
Tadeu: É, os aliens roubaram a luz! Vingança!
Marcos: Ei.
Zezé: Mano, você não está com medo?
Marcos: Medo de quê? Eu tenho uma lanterna.
Matilde: Finalmente apareceu alguém um pouco mais normal…
Marcos: Na verdade eu vim aqui pra comer…
Matilde: O___O Ei, Marcos! Estamos no escuro! Só temos duas lanternas e temos até velas, mas elas estão…
Locutor-sama: E de repente, ouviu-se um barulho de alguém caindo na cozinha.
Matilde: Poxa, é tudo de repente, Locutor-sama?
Kekekê: Matilde, não o critique! Ele é um personagem que sempre anda de terno, ou seja: Ele não deve estar nem se enxergando direito!
Locutor-sama: Na verdade, eu trouxe meu pokémon. O Pikachu!
Zezé: Ei, acho que estou começando a ficar com fome também.
Tadeu: Não devíamos ir ajudar o mano que caiu lá na cozinha?
Marcos: Não… precisa…
Kekekê: …zumbi?
Matilde: Não. O Marcos sabe se virar. Ainda bem. Temos um duende mais velho na sala, o pai dele, e está que nem louco só porque acabou a luz…
Kekekê: Ei! ò_ó Oh. Eu acho que eu vou desmaiar…
Matilde: Começou o drama!
Marcos: Ele se mal acostumou com essa coisa “humana” chamada energia elétrica. Apesar de eu trabalhar com tecnologia, eu não dependo dela não… A gente tem que estar preparado pra qualquer coisa.
Matilde: Não sei se devo acreditar nisso ou devo ficar orgulhosa por você dizer “estar preparado para qualquer coisa”
Zezé: Hmm. Papai desmaiou!
Tadeu: Devemos ir na cozinha pegar uma água para acordá-lo?
Locutor-sama: Quem sabe um choque do meu Pikachu o acorde?
Kekekê: *se levanta* Tô bem! Não precisa não!
Marcos: Eu acho que vou dormir…
Matilde: Você e a Maria estão loucos? Como vão dormir sem ventilador?
Marcos: Acho que a Maria não teve problema com isso. Ela já está dormindo…
Matilde: Mas ainda assim está calor…
Zezé: Podíamos pegar o gelo da geladeira?
Tadeu: Ou podíamos fazer um ventilador improvisado?
Locutor-sama: Para ajudar vocês, vou emprestar a energia do meu Pika…chu. ELE LEVOU UMA PEDRADA!
Kekekê: Quem tacou uma pedra nele? Quem? Quem?
Matilde: Um… rato?
Locutor-sama: E seu nome é…
Kekekê: Zélio Kiki!
Zezé: Quem…?
Tadeu: Zezé Kiwi?
Kekekê: O que faz aqui, amigo?
Zélio Kiki: Eu estava jogando tênis.
Locutor-sama: Para constar, caros leitores. Não era tênis, o esporte. Era…
Zezé: Ele estava jogando… os nossos tênis?
Tadeu: Mas não foi uma pedra?
Zélio Kiki: É que eu já joguei todos os tênis de vocês dois pela janela.
Matilde: Pela… janela?
Locutor-sama: O meu pobre Pikachu desmaiou.
Kekekê: Em vez de você estar se preocupando com o seu Pikachu, porque não se preocupa em fazer algo útil? Ò__Ò
Locutor-sama: Por causa do triste fato do meu Pikachu ter desmaido, a história vai acabar aqui, já que eu vou sair e a história vai ficar sem narrador…
Todos: A história acaba aqui? ò_______Ó
~ Epílogo ~
Bib: Ei, Bob. Viu que acabou a luz?
Bob: Claro que vi, Bib. Será que foi porque puxamos energia demais para o nosso xadrez gigante?
Bib: Provavelmente, Bob. Devíamos ter jogado do modo tradicional, de mexer as peças?
Bob: Tá louco que eu ia mexer essas peças enormes? Os humanos que se virem! Eles podem muito bem “religar” a energia aos poucos.
Bib: Tem razão, Bob.
Bob: Será que isso seria um pensamento um tanto egoísta?
Bib: Quem liga? Vamos tomar nosso sorvete com calda de chocolate quente!
Bob: Vamos! /o/~
Avatar por amorphic.
