Pixie Tales

Ninguém sabia, mas em algum lugar do planeta… Kekekê era um naúfrago!

Kekekê: [Estava deitado, na beira de uma praia. Então ele acorda e se levanta.] On-onde estou?
[O duendinho observa o local onde havia ido parar. Era uma ilha deserta! Mas como ele tinha ido parar ali? Não se lembrava de nada. Será que alguém havia batido na cabeça dele?]
Kekekê: Isso seria maldade!
[Realmente. Mas não é mais maldade ainda, ter colocado essa adorável criaturinha em uma ilha deserta?]
Kekekê: Não sei… Se haver um meio de sobreviver, e de voltar para casa, não tem problema em ficar aqui. Por algumas horas, pelo menos!
[Que pensamento positivo! Isso é algo muito admirável.]
Kekekê: Nem tanto… mas porque uma voz da minha cabeça esta falando comigo?
[Por que a autora sempre quis fazer essa piada…]
Kekekê: Sobre o que acabei de dizer?
[Sim, isso mesmo. Ainda bem que você entende o pensamento de sua autora!]
Kekekê: E porque estou vestido como o Link de Wind Waker?
[É porque ser Link é mais divertido do que náufrago.]
Kekekê: Devia ter imaginado. *tira uma réplica da Master Sword que estava presa nas suas costas* Mas… isso é de verdade!
[Óbvio. Você vai precisar dela, para enfrentar os problemas pela frente.]
Kekekê: Isso é perigoso! *joga a espada no chão* Não vou usá-la, mas ficarei com o escudo!
[Mas, mas…]
Kekekê: Pensando bem, isso não faz muito sentido! Eu estou vestido de Link, e ainda sou náufrago? Ainda assim, não faço a mínima ideia de onde está o navio de onde vim!
[Detalhes. Ele pode ter afundado!]
Kekekê: Como? Eu não deveria ver restos dele?
[Talvez…]
Kekekê: Então o navio afundou bem rápido!
[É, deve ser isso.]
Kekekê: Voz da minha cabeça?
[Senhora Voz da minha cabeça, por favor.]
Kekekê: Senhora Voz da minha cabeça, o que devo fazer agora?
[Você deve se aventurar, na ilha!]
Kekekê: [Anda pela ilha, com seu escudo. Calmamente, observa que a paisagem mudou.] Como foi que ela mudou? É o pessoal do cenário, que alterou o lugar das coisas?
[Pessoal do cenário? Não tem ninguém aqui. Você está em uma ilha deserta, lembra?]
Kekekê: Oh. Aquilo ali é o… Pompom!
Pompom: [Regando uma flor e assobiando uma musiquinha.]
Kekekê: Isso aqui é uma ilha deserta, coisa nenhuma! Pompom!
Pompom: Ah, olá novato.
Kekekê: Novato? Sou eu, o Kekekê.
Pompom: Não conheço nenhum Kekekê. E você invadiu a minha ilha! Prepare-se para enfrentar a fúria… das… das…
[Agulhas de tricô? É o nome disso, não é?]
Pompom: AAAH, ELAS VOLTARAM PARA ME PEGAR!
[Toca uma musiquinha de suspense. Desconfio que uma das palmeiras é DJ.]
Kekekê: Mas que coisa doida! [Acorda espantado. Tinha dormido sentado no sofá.] Que sonho mais maluco!
[Em uma mesa do seu quarto, tinha um par de agulhas de tricô.]

– Eu não ia escrever sobre o Kekekê naúfrago, mas mudei de ideia. Essa fazia parte dos rascunhos, mas acabei escrevendo em um post novo. (O original era o que virou a história anterior).
– Ah, e esse sonho do Kekekê passa ao mesmo tempo, do post anterior.