Silly Tales

Aventuras épicas podem ser protagonizadas por pinguins, bonecos de palito, abacaxis, duendes, fadas, até rolos de papel higiênico. Tudo depende da sua imaginação!

Locutor-sama: Hoje fui visitar o amigo de todos, o Kekekê! É claro que, como um cara alto, não posso entrar na casa dele da maneira normal, então ativei o modo “Chibi Locutor”, uma invenção para lá de engenhosa. Parece um broche, mas não é! De qualquer forma, o duende teve que sair, e estou aqui, cuidando de suas adoráveis crianças.
Zezé: Roberval, o príncipe guerreiro, caminha pacientemente pelo seu belo castelo. Ia treinar técnicas de combate, no jardim.
Tadeu: Jovial, o simples lacaio, estava lavando os pratos na cozinha. Seu sonho era ser tão forte a ponto de poder ser o segurança do príncipe.
Zezé: Quando Roberval chegou até o jardim, as árvores haviam sumido! E todas as plantas e flores, também! Quem teria feito algo tão cruel e maligno?! No chão, observou que havia desenhos estranhos, círculos.
Tadeu: Jovial ouviu o príncipe gritar, e correu na direção do jardim. Então, ele viu um OVNI!! Parecia que havia capturado Roberval!
Locutor-sama: Essa história vai se tornar uma brincadeira épica, pelo visto.
Zezé: O príncipe guerreiro estava em um local estranho, que nunca tinha visto! Os seres que haviam o sequestrado, eram verdes com antenas. Queria lutar contra eles, mas mal sabia ele que os alienígenas não queriam machucá-lo.
Tadeu: Que isso, Zezé! Alienígenas são malvados.
Zezé: Não são não! E as histórias que a tia Hello conta, de alienígenas bonzinhos que ajudam e viram amigos dos humanos?
Tadeu: É, bem, está certo. Mas será mesmo que etês podem ficar amigos de simples rolos de papel higiênico?
Zezé: Claro que sim! Somos crianças brincando, temos que criar uma historinha bonitinha, politicamente correta, e talvez até com lição de moral!
Locutor-sama: Essas crianças já falam palavras bem difíceis para a idade delas.
Tadeu: Certo, certo. Vamos continuar nossa brincadeira, sim?
Zezé: Os alienígenas tentavam dizer para o príncipe Roberval que precisavam da ajuda dele. O planeta deles, o ba-bi-bo-bu-ba-bi havia sido invadido por terríveis rolos de papel toalha. Eram poderosos e possuiam algo mais desastroso que armas lasers: Molho de tomate alien, manchava qualquer roupa e não saía de jeito nenhum!
Tadeu: As esposas dos alienígenas tinham entrado em uma revolta, como é que seus maridos iam lavar as roupas, se as mancham não saíam de jeito nenhum?
Locutor-sama: Então os homens alienígenas é que lavam as roupas? Hm, o Kekekê existe em vários universos, pelo visto. Se bem que não vejo nada contra lavar roupa, afinal, lavo as minhas também.
Zezé: Está esquecendo de citar que os etê viram Jovial nos monitores, e resolveram abduzi-lo também!
Tadeu: Ah, é. Desculpa. Jovial viu o príncipe, e correu ao seu lado, pois estava muito preocupado. Pensou que os etês o haviam machucado.
Zezé: Um dos aliens teve a ideia de desenhar o pedido de ajuda. O outro, teve uma ideia muito melhor, que era ligar o tradutor, para eles falarem o idioma dos rolos de papel higiênico.
Tadeu: Os aliens começaram a explicar novamente o problema. Roberval e Jovial concordaram em ajudar, pois ficaram com pena. Molho de tomate nas roupas não era nada bonito, do tipo alien então… Deveria ser pior ainda!
Zezé: Os dois foram até o planeta dos aliens, armados com água. Derrotaram os terríveis vilões, e fim!
Tadeu: É, foi uma brincadeira ótima. Valeu, irmão!
Zezé: Claro que valeu, Tadeu! Foi super divertida!
Locutor-sama: Ma-mas já? Não vai acontecer mais nada? E quanto ao Jovial, ele vai virar o segurança do príncipe?
Zezé: Sei lá. Pode ser.
Tadeu: Quem se importa? Só estávamos brincando para esperar o nosso desenho, As trapalhadas do Pássaro Gritador.
Locutor-sama: Está bem, crianças. Mas bem que eu queria saber mais da história dos seus amiguinhos… estava tão emocionante!

~ Extra: Criaturas minúsculas e malignas bagunçam não apenas carros, como os seus quartos e armários! ~
Hello: Francamente, o que aconteceu com o meu carro? Por que tem tanta bagunça? (olha para os lados) Deve ter sido os duenditos! São criaturas minúsculas e malignas, não se podem confiar nesses duendes falsetas. Aposto uma nota de dez que foram eles.
Oliver: (estava apenas observando a sua chefe enquanto cuidava das flores)
Hello: Venham até mim, enfrentaram a minha fúria, seus covardes!
Oliver: (percebeu que as pessoas que passavam na calçada estavam se acumulando, observando a Hello)
Hello: Vocês não vem de uma vez, duenditos? Nem irão aparecer?
Barman: (vindo do supermercado, viu a confusão) O que está acontecendo aqui?
Oliver: Parece que a chefe foi vítima de um ataque de seres chamados duenditos.
Barman: Sério?
Oliver: Bagunçaram o carro dela.
Barman: Ela está louca? Ontem ela colocou um montão de coisas no carro, pois ia mandar para a reciclagem hoje… HELLO!
Hello: Ah, oi Barman. Diga, qual é o problema?
Barman: Eu é que pergunto! Lembra o que você ia fazer com as coisas que estão no carro?
Hello: Fui eu que coloquei todas essas tralhas no carro?
Barman: Foi sim, você ia mandar para a reciclagem hoje, esqueceu?
Hello: (começa a dar risada) É mesmo, tinha esquecido!
Oliver: (observa que as pessoas começaram sair da calçada, e escuta uma delas comentando que a dona da Casa Verde era mais divertida do que as comédias da televisão)

– Só para avisar, tem posts programados até sexta-feira, todos no mesmo horário: Nove e meia da manhã.