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Autoajuda, Outros

Mini-guia de Criatividade e Matemática.

Olá pessoas! Estavam sentindo falta de mais um post de autoajuda, auto-ajuda, ajuda automática, ou sei lá como se escreve essa palavra nesses dias… Bom, eu estava sentindo falta deles. Sempre é tão divertido em pensar em conselhos estranhos para escrever. Esse post tem uma boa ideia para ser bem maior. Se eu ver que vocês gostarem, continuo do mesmo ponto. Caso contrário, valeu a experiência! Espero que esteja bom. Divirtam-se!

1. Era uma vez a Chapeuzinho Vermelho… ela era uma menina alegre e feliz, que ia levar os doces para a sua tia-avó. Foi cantando alegramente com sua fashion roupa vermelha. Não vestia um capuz, e sim um CHAPÉU. Pouparei em citar aqui o quê estava cantando – de repente, vocês não podem gostar da música. Chegou na casa da simpática senhora.
Infelizmente, ela não chegou a tempo. Não, o lobo mau não a havia devorado a velhinha: Tinha sido convidado por ela, para tomar chá. Porém, o chá acabou, e a tia-avó da chapeuzinho pediu-a para ela sair para comprar.
Que problema, não? O quê você faria no lugar da chapeuzinho?
a) Moon, você sabia que agora autoajuda se escreve tudo junto? – Segundo o que dizem… Essas mudanças ortográficas! É, eu preciso arrumar o nome da categoria. E não vale responder me fazendo outra pergunta!
b) Eu diria, no lugar dela, para que o lobo comprasse o chá, afinal de contas, foi ele que tomou tudo! – Tem razão, leitor. Mas pense bem: Não é perigoso tentar dialogar com um lobo? Ou não vai me dizer que ele está regenerado…
c) Pediria para a minha tia-avó dinheiro para comprar, já quê no cesto só tinha trazido os docinhos. – Chapeuzinho vermelho não é moderna. Não seria mais simples ela usar potes plásticos?
d) Falaria que estou com preguiça de ir, mas deixaria os docinhos, aí iria para casa. – Que falta de educação! Isso não seria uma maldade tão grande quanto a do lobo, de ter tomado todo o chá?
e) Depende. Qual era o sabor do chá? – Falei que não valia responder com uma pergunta!

2. Chapeuzinho Vermelho ia cantando até o supermercado:
“Pela estrada afora eu vou bem sozinha comprar chá para minha avózinha.”
A distância que Chapeuzinho Vermelho tinha que percorrer era de 36 quilômetros. Como Chapeuzinho Vermelho demorou, o gêmeo do lobo mau chegou e havia acabado de comprar os últimos chás do estoque do supermercado.
Que pena! Se Chapeuzinho Vermelho tivesse caminhado com velocidade de 1 km/h a mais, teria demorado menos de três horas para chegar ao supermercado, alcançando o gêmeo do lobo mau.
Qual velocidade média de chapeuzinho vermelho?

a) Ela deveria ter pego um táxi ou um ônibus, ou talvez até aparatando para chegar no supermercado mais rápido que o gêmeo do lobo mau. – Concordo, mas a Chapeuzinho Vermelho gostava de fazer exercícios.
b) Pelo meus cálculos, raios alienígenas fizeram que a Chapeuzinho andasse mais devagar. O lobo mau e seu irmão gêmo devem ter cúmplices etês! – É uma boa teoria. Será? Não confie nos lobos maus! Nem em etês….
c) Teria calculado mentalmente quanto tempo perdi. Depois eu conversaria tranquilamente com o gêmeo do lobo mau. Quem sabe ele na verdade, era bonzinho? – Calcular isso mentalmente? Puxa vida. Não tenho paciência para esse tipo de coisa. Se você iria tentar convencê-lo para compartilhar o chá, boa sorte. É preciso ter muita lábia!
d) Não me importo qual era a velocidade média da Chapeuzinho Vermelho! Isso é problema dela. Eu particularmente voltaria para casa. Ligaria para minha vó e diria que tinha acabado.
e) Se não é hora do almoço, não me preocupo com o tempo. No lugar dela eu iria de volta para a casa da minha avó, bater um milkshake. É muito melhor que chá. – Milkshake é bom mesmo. Faz tempo que não tomo um. Me esqueci até de como é o gosto! Acreditam nisso?

Quais letras você escolheu?
a) Você tem os pés na realidade. Não gosta de fazer as coisas demoradamente. Apesar de ser sério, gosta de fazer algumas piadas. Sem falar que gosta de surpreender as pessoas. É o seu jeito de usar as horas vagas.
b) Você gosta de viver a vida perigosamente. A realidade é comum demais para a sua pessoa.
c) Você é uma pessoa do tipo prático. Faz favor para as pessoas, mas quer sempre uma compensação.
d) Você prefere uma vida tranquila do que algo emocionante. Não te culpo por isso.
e) Você curte comer comidas boas e ter uma boa bebida para acompanhar. É importante, claro!

Lembrando que vocês não devem levar a sério o resultado. Esse post é apenas para entreterimento, eu não sou cientista, pesquisadora, ou coisa do tipo. E lembrem-se, crianças: Não levem a vida tão a sério, muito menos a matemática! Se levar a sério demais, pode-se gahar uma dor de cabeça desnecessária gratuita! Espero que vocês tenham se divertido, lendo mais um post da categoria auto-ajuda! Ah, é autoajuda agora, já tinha me esquecido, esses tempos modernos… nunca poderei entendê-los!

Green House Stories

O duende foi visitar seu amigo.

Locutor-sama: Era um dia comum, de muito calor. Os hóspedes da Casa Verde estavam se sentindo péssimos! Todos derretendo como se fossem sorvetes. Felizmente, eles não são tão facéis assim, de se derreter!
Random: Fujam do aquecimento global, amigos sorvetes! Fujam enquanto ainda há tempo!
Locutor-sama: Você está com toda razão, amigo Random. Temos que ajudar os pobres sorvetes. Mas o que nós podemos fazer para ajudá-los, sendo meros mortais? O que você acha, amigo Kekekê? O colocamos para fazer uma viagem para qualquer lugar congelante ou resolvemos o problema do aquecimento global?
Kekekê: Não é mais simples colocá-los no freezer, Locutor?
Locutor-sama: Tão simples mas genial. Não havia pensado nisso. Obrigado, Kekekê! Você salvou o dia!
Random: Espero que o freezer não tenha sido invadido pelo fantasma da pizza de calabresa…
Locutor-sama: Nem me fale disso. Aliás, por onde você esteve, Kekekê?
Kekekê: Bem, é uma história um tanto… engraçada. Quer saber, mesmo assim? (sem jeito)
Locutor-sama: Se não for nada assim, muito da sua vida particular e você não quiser que as outras pessoas saibam, eu posso entender, amigo duende. Essas coisas podem ser sérias, e não são todos que entendem isso.
Kekekê: Não, não é nada da minha vida particular. É só que, fui mordido por uma ideia selvagem!
Random: Minha nossa senhora dos palitos que usam jeans e escutam Beatles! Está falando sério?
Locutor-sama: Pelo visto sim, Random. Mas nos conte, como foi que aconteceu, exatamente?
Kekekê: Eu não sei se vocês sabem, mas sou o responsável pelas ideias da Moon. É bem complicado cuidar delas, pois muitas não querem ser… como direi… disciplinadas. Eu sou contra a violência, prefiro conversar.
Locutor-sama: E então, quando você estava querendo conversar uma ideia…
Kekekê: …avançou e me mordeu. Pois é. Assim é a vida, essas coisas acontecem.
Random: Credo! Tem alguma vacina contra raiva de ideias? Fiquei com um medinho agora…
Locutor-sama: Bem, como você está? Traumatizado?
Kekekê: Confesso que sim. Agora, se vocês me dão licença, eu vou dar uma passada na Casa Verde.
Locutor-sama: Para procurar ideias mais normais ou simplismente visitar?
Kekekê: A Casa Verde é o último lugar que eu iria para procurar ideias normais, amigo. Irei dar uma visitada, e só.
Random: Soube que houve uma chuva de meteoros? Parece que acharam até um super herói!
Locutor-sama: Isso não aconteceu, você apenas sonhou, Random!
Random: Ih, acho que me confundi. Me desculpe, Locutor.
Locutor-sama: Kekekê andou calmamente, até chegar a Casa Verde. Tocou na campainha especial, e que tinha um barulho diferente, que tinha sido feita especialmente para qualquer criatura baixinha que queria visitar o lugar.
Barman: (atende a porta) Sim?
Kekekê: (usando um pula-pula) Oi Barman! Tudo bem com você, amigo?
Barman: Kekekê! Que bom vê-lo depois de tanto tempo!
Kekekê: Também é bom vê-lo, meu caro. Como vão as coisas?
Barman: Entre, para eu te contar. E guarde esse pula-pula. Você pode se machucar.
Kekekê: Ora, você acha que vou me machucar com um simples brinquedo para crianças? (se desiquilibra e quase cai no chão)(ao invés de cair é salvo pelo Locutor-sama)
Locutor-sama: Essa foi por pouco! Primeiro uma ideia selvagem, agora isso? Tome cuidado, Kekekê.
Kekekê: Eu era tão fera em pula-pula. (suspira desanimado) Devo estar ficando velho. Obrigado, Locutor.
Barman: Acalme-se. Você tem que ficar tranquilo, não deve ser mole ser mordido por uma ideia selvagem. Vamos para a sala, o pessoal vai ficar feliz em vê-lo. Muita gente perguntou por onde você esteve.
Locutor-sama: Fomos até a sala de estar, e encontramos Hello e Alice, sua irmã, jogando videogame. Ou melhor, a ruiva estava, e sua irmã com seu cabelo roxo – seria peruca? – estava apenas assistindo!
Hello: Tenha a santa paciência. Quem é que teve uma ideia dessas?
Alice: Alguém muito sem noção, provavelmente. Uma fase um tanto louca.
Hello: Apesar de tudo, ainda prefiro Sunshine. Dou menos game over, pelo menos… Kekekê!
Kekekê: Oi! Tudo bem com vocês?
Hello: (dá pausa no jogo) Muito melhor agora, vendo que você está bem! Ah, essa é minha irmã Alice.
Kekekê: É um prazer em conhecê-la, senhorita Alice. (sorri de maneira simpática)
Alice: Puxa, então esse é o famoso Kekekê! Prazer em conhecê-lo. (animada)
Hello: E então? Foi bom os dias de folga que te deram? Superou o trauma e tomou vacina contra ideias raivosas, espero. Ou vai me dizer que não existe vacina para esse tipo de coisa?
Kekekê: Infelizmente não tem esse tipo de vacina. Apesar de eu ainda estar um pouquinho traumatizado, me sinto bem melhor. Talvez eu estivesse mesmo precisando de um dias de folga.
Alice: É sempre bom dar uma descansada. Meditar e equilibrar lápis ajuda, também.
Kekekê: Pensei que só a Hello fazia isso. Vocês duas são bastante pacientes!
Rosalina: (aparece na sala) Hello, você poderia vir aqui um minuto?
Hello: Eu estou salvando criaturas na ilha golfinho. Existe algo mais importante que isso?
Alice: Hello, por favor. Colabore com a Rosalina e vá ver o quê ela quer.
Hello: Mas eu não sei nem para quê ela quer que eu vá…
Alice: (puxa a Hello pelo braço) Vamos logo, não é você quem manda na Casa Verde?
Locutor-sama: As três garotas saíram da sala. Eu, Random, Kekekê e Barman resolvemos ir para a cozinha. Era um lugar perfeito para uma reunião de cavalheiros.
Kekekê: Então, agora você pode me contar as novidades, suponho. (olha para o Barman)
Barman: Você já sabe? (envergonhado)
Kekekê: Ora, é lógico que sim! Mas não tem o porquê você ficar com essa cara, amigo!
Locutor-sama: Eu tenho que concordar. É melhor aceitar os fatos, não concorda?
Random: Não tem nada do que se preocupar, já que não é pizza estragada…
Kekekê: Você está cismado com pizza hoje, pelo visto!
Barman: É fácil para vocês falarem… Mas me recuso dizer qualquer coisa para a Hello.
Kekekê: Ela não vai usar uma frigideira na sua cara, Barman! A Hello é muito legal e você sabe disso!
Locutor-sama: Bem, ele sabe disso melhor do que ninguém.
Barman: No máximo talvez, ela vá rir da minha cara.
Kekekê: Eu ainda acho melhor uma mulher rir da sua cara do que te bater. Falo isso por experiência!
Barman: De qualquer forma, é melhor eu preparar o almoço. Alli e Oléo não vieram hoje.
Kekekê: Ah! Deixa que eu te ajudo!
Locutor-sama: Eu também. Pode contar com a nossa ajuda!
Random: Se quiser, posso fazer um miojo!

Essa história não teve muita graça. Mas não tem importância. Detalhes!
Curiosidade: No bloco de notas deu o título de “Chapéus 1”, porém a história não tem nada a ver com isso. (o roteiro acabou saindo bem longe do original que eu tinha em mente)