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Green House Stories

O misterioso caso dos par de chinelos laranja desaparecidos

Locutor-sama: Ah! Nada como um dia tranquilo. Estou aqui, na Casa Verde, apreciando o silêncio, a paz e… o tédio. Hello estava entediada, assim como eu, então estava arrumando seus sapatos…
Hello: Locutor? Eu estou arrumando meus sapatos nesse exato momento e estou entediada! Me diga, porquê você está falando no passado? Perdeu a cabeça ou é um hobbie novo, seu? (curiosa)
Locutor-sama: Falar no passado sempre dá um tom mais dramático. Não concorda comigo, senhorita?
Hello: Não havia pensado nisso. Talvez dê mesmo um tom mais dramático mesmo. (reflexiva)
Locutor-sama: Pois pense! Se você falar as coisas no presente, não tem muita graça. É como falar em terceira pessoa. Os outros irão te chamar de maluco, mas é bem divertido. Uma atividade bem excêntrica.
Hello: Realmente, é bem divertido! (começa a rir) As pessoas não entendem diversões excêntricas.
Locutor-sama: Você está organizado seus sapatos em alguma ordem particular? Feng Shui?
Hello: Não exatamente. Só os que parecem ficar bons um do lado do outro. (aponta para os sapatos do alto)
Locutor-sama: Entendo. Até que você tem bastante sapatos. Não imaginei que você gostasse desse tipo de coisa.
Hello: Eu gosto de surpreender as pessoas. Isso nunca fica velho!
Locutor-sama: Mas está um dia lindo, hoje! Você vai sair da Casa Verde, hoje?
Hello: Qual o motivo da sua pergunta, Locutor? Você vai ser minha sombra hoje?
Locutor-sama: Não uma sombra. Apenas ser narrador de suas ações!
Hello: Então se eu fazer uma cambalhota que desrespeite as leis da física você irá narrar?
Locutor-sama: Sou do tipo que gosta de desafios, Senhorita Hello.
Hello: E sobre o que é o título da história? Alguma coisa desafiadora o suficiente para você?
Locutor-sama: “O misterioso caso dos par de chinelos laranja desaparecidos”. Parece uma história de detetive!
Hello: História de detetive? Então tenho que vestir uma roupa apropiada! Mê dê licença um minuto, Locutor! (o empurra para fora e fecha a porta do quarto)
Locutor-sama: Até uma roupa de detetive? A coleção de fantasias da Hello é bem grande.
Random: Será que ela tem uma fantasia de caixa de cereais?
Miss Cupcake: (apareceu de repente) O que é que vocês estão fazendo?
Locutor-sama: Investigando um caso, minha cara Miss Cupcake.
Miss Cupcake: Um caso de detetive? Imagino que a dona Hello vai se vestir de detetive. (desinteressada)
Wolf: Eu quero… uma boa idéia! (aparece do nada no teto)
Miss Cupcake: Que horror! Não faça essa cara de que quer cérebros, Wolf!
Wolf: Qual é o problema de comer cérebros? Eu mesmo já experimentei. É um cereal muito gostoso!
Random: Esse lobo deve ter algum problema. Estou com medo dele!
Miss Cupcake: (dá um tapa no Wolf) Vá procurar idéias em outro lugar, esquisitão!
Hello: (abre a porta do quarto vestida de detetive) Que barraco é esse aqui na minha porta, Kekekê do céu?
Random: O Kekekê morreu? Desde quando?
Locutor-sama: É maneira de dizer, amigo Robert Random.
Wolf: A Miss Cupcake me deu um tapa. (choramingando)
Hello: Que coisa mais feia, Miss Cupcake! E depois você não gosta de ser chamada de amiga ursa.
Miss Cupcake: Mas Hello, o Wolf apareceu do nada, falando que queria cérebros!
Hello: Temos que respeitar o que as pessoas gostam de comer, Miss Cupcake. Não seja preconceituosa!
Locutor-sama: Está preparada para a investigação, senhorita Hello?
Hello: Claro! Mas a questão é… Que par de chinelos laranja que sumiu?
Miss Cupcake: Ué? Você não tem um par de chinelos laranja?
Hello: Eu não tenho um par de chinelos laranja, Miss Cupcake.
Locutor-sama: Que par de chinelos laranja sumiu, então? Também pensei que você tinha.
Wolf: Tenho um suco de laranja. Serve? (tira uma latinha do bolso)
Hello: Não. Prefiro suco de uva! Para a cozinha! (sai correndo como uma louca)
Miss Cupcake: Sua imbecil, você vai cair da escada se continuar correndo assim!
Random: Só espero que ela não caia em bolinhas de gude…
Wolf: Relaxe, Miss Cupcake. Ela sabe o que está fazendo!
Hello: AH! (perde o penúltimo degrau da escada)
Rosalina: Hello, sua louca! Você está bem? (estava passando com um cesto de roupas)
Hello: Oh! Sim, é claro que estou bem. Ah! Sumiu um par de chinelos laranja?
Rosalina: (surpresa) Realmente sumiu, mas já está desaparecido há dias.
Hello: Está? Mas eu irei descobrir para onde ele foi…
Rosalina: Do jeito que você está falando, parace que ele saiu andando.
Hello: Talvez ele tenha saído andando, minha cara Rosalina! Agora, irei para a cozinha, tomar um suco de uva!
Rosalina: Vá em frente e não vá cair outra vez.
Locutor-sama: Na cozinha, Barman está fazendo o almoço. Hello abre a geladeira.
Barman: Hello? O que está procurando? (de costas perto do fogão)
Hello: Suco de uva! Espero que tenha.
Barman: Está atrás dos refrigerantes.
Hello: De fato, está aqui mesmo. (coloca o suco de uva em um copo) Agora, onde será que está o par de chinelos laranja? Ele fugiu com um par de botas? Foi aprender a falar espanhol e já volta?
Barman: Para quê você está procurando isso?
Hello: Eu estou sem o que fazer.
Barman: Tem certeza?
Hello: Absoluta. Espere um momento! Estou tendo uma visão! (olha por uma das janelas)
Barman: E o que é que você está vendo?
Hello: É um par de chinelos laranja em cima da árvore! Caso resolvido!

Mas como é que o par de chinelos laranja foi parar ali em cima, você pergunta para a Moon. E ela responde.
Opção Um: Foram as balinhas malignas, que se uniram com os duenditos malvados e jogaram ali.
Opção Dois: Uma fada estava sem o que fazer e deu vida aqueles chinelos. Eles queriam morar em uma árvore.
Opção Três: Os chinelos vieram de outro planeta, e estavam procurando um adesivo mágico na árvore.
Opção Quatro: Foram os camarões voadores que foram vistos, pela última vez, juntando chinelos da cor laranja, não sei para quê. Muitos dizem que eles tinham um péssimo gosto para moda. Onde já se viu, chinelos laranja?

De quem era aquele par de chinelos laranja, afinal de contas? Para quê escrever uma história sobre um par de chinelos laranja? Que história mais sem pé nem cabeça, dona Moon!

Green House Stories

Encontro? Não, não. É tudo conspiração das batatas sorridentes!

Locutor-sama: Casa Verde. Já faz alguns dias que meu amigo Barman está dormindo na cozinha. Isso parece com uma piada de papagaio de tapa-olho que ouvi outro dia… Mas isso não vem ao caso.
Rosalina: Bom dia, Barman. Não acha que está exagerando, estando dormindo na cozinha?
Barman: (bocejando) Qual é o problema? Estou fazendo o que me mandaram. Sou pago para isso.
Rosalina: Não imaginei que a Hello fosse se aborrecer tanto assim. Ela é uma pessoa mais normal do que pensei.
Barman: (passando roupa de pijama) Mas é claro que ela é normal. Hello tem um lado comum como todos.
Rosalina: É incrível, você gosta de pagar o pato, meu caro? Ou você é mesmo idiota?
Barman: Ah! Nada como palavras de incentivo logo pela manhã. Obrigado, Rosalina. Eu sou um idiota. Não me lembre disso toda hora. Me ocupo disso sozinho, pode deixar. (aborrecido)
Rosalina: Você gosta de se desprezar, não é? Aconteceu algo estranho com a Hello. Ela não é assim.
Alice: (aparece de repente na área de serviço) Na verdade, ela sabe ser bem ruim quando tem vontade.
Barman: Bom dia. Ótimas notícias. Não estou acostumado a aturá-la desse modo. Mas estou num estado…
Alice: Lastimável. Como pude tratar ela assim? Você é bastante cabeça dura, hein. E a Hello? Uma louca. Não sei como você pode ter se apaixonado por ela. Gosta de sofrer?
Barman: (terminado de passar o terno de trabalho) Eu? Você acha que foi fácil esconder isso por tanto tempo? E quem disse isso para você, Alice?
Alice: Tenho fontes bastante confiáveis. Mas não se preocupe. O máximo que a vi de mau humor foi um mês. Ainda existem esperanças. Temos que acreditar no futuro. Caso contrário, tem máquina do tempo por aí?
Rosalina: (preocupada) Você conhece bem sua irmã, Alice?
Alice: Claro que conheço. E ela já deve ter esquecido hoje…
Locutor-sama: Hello entrou repentinamente na cozinha. Estava arrumada. Algo estranho deve estar acontecendo!
Hello: Bom dia! Está uma linda manhã, não concordam? Alice, a internet caiu, você acredita? Felizmente deu para fazer alguma coisa. Ah! Rosalina, chegou encomenda para você… (olhou para o Barman)
Barman: (ainda passando o terno) Bom dia.
Hello: Não parece. Você está queimando a sua roupa de trabalho.
Barman: Ah! Mas que porcaria! Era o meu terno favorito. (com raiva)
Locutor-sama: Deixa que eu arrumo isso, primo. Posso fazer milagres com ternos.
Barman: Obrigado, Locutor. (sincero)
Hello: Não acredito nisso! (olha o relógio da área de serviço) Para quê tanta gente aqui? Saiam! Vamos tomar café.
Rosalina: Tem algum compromisso importante, senhorita Hello? (olha desconfiada)
Hello: Compromisso importante? Eu? Lógico que não. Ah, e não pensei que você fosse realmente ficar na cozinha. (olha para o Barman surpresa) Você leva tudo ao pé da letra. Oh! Ou será que você gosta de acampar?
Barman: Eu pensei que era melhor seguir as suas ordems. (sincero novamente)
Hello: E quem eu sou para você me obedecer tanto. A rainha do Egito? Francamente, vá para o seu quarto, homem. Eu perco a cabeça e as pessoas me levam a sério. Acho que devo assustar as pessoas.
Barman: Eu.. peço desculpas, Hello. (abaixa a cabeça para não mostrar o rosto vermelho)
Hello: Desculpas? Ah, relaxe. Não tem o porquê. (dá um sorriso que faz o Barman virar o rosto) Você está com febre?
Locutor-sama: Já arrumei o terno, Barman. Sem sinal de nada queimado, nem o cheiro!
Barman: Obrigado. Eu estou bem, vou me vestir no meu quarto e já volto para fazer o café.
Hello: Tem certeza? Puxa, estou com a consciência pesada. Não posso fazer nada por você? Já te desculpei.
Barman: Nã-não. Fui idiota, mas estou bem agora. Já fico feliz por você ter me desculpado. (sai da área de serviço)
Locutor-sama: Nós saímos da área de serviço e fomos nos sentar mais confortavelmente, na cozinha.
Random: Olha só, caramelos! Papai noel ainda está de serviço? Ele usou camelos?
Hello: (senta em uma cadeira) Não sei porquê o Barman anda tão estranho, sinceramente. (suspira desanimada)
Rosalina: Ainda está com raiva dele?
Hello: Estou, mas só porque está na cara que ele está escondendo algo de mim. E não sei o porquê.
Alice: Talvez você tenha mesmo uma cara assustadora, irmã.
Hello: Obrigada pelas suas palavras sinceras. (sarcástica)
Rosalina: Porquê você é distraída demais, Hello.
Hello: Distraída? Eu sei fingir muito bem. Só não percebo o sentimento das pessoas. Sou super insensível.
Alice: Em outras palavras, uma louca.
Rosalina: Não está ajudando muito. Você vai deprimir sua irmã, se continuar dessa maneira!
Hello: Acalme-se, Rosalina. Alice sempre foi bastante sincera. Até demais.
Rosalina: Mas, Hello. Você está com uma cara triste.
Hello: Não sei o que eu tenho na cabeça. Sou uma completa imbecil. Para quê me arrumar logo de manhã? Batom? Estou perdendo a cabeça de vez. (bate com cabeça na mesa)
Rosalina: Será que você tem instinto? Ou ela está se fazendo de idiota?
Alice: Ah! Ela parece que sabe das coisas que acontecem ao redor dela, mas não é bem assim que funciona.
Hello: Eu posso ouví-las, sabiam? (ainda com a cabeça abaixada em cima da mesa)
Barman: (volta arrumado para trabalhar) Agora sim, bom dia garotas. Bom dia, Locutor, Random.
Hello: Estive pensando, seu uniforme é sua armadura defensiva? (levanta da mesa rapidamente)
Barman: Hã? Existe armadura defensiva? É cada uma que inventam.
Rosalina: De fato. Deve ter algo nessa roupa, que faz o Barman mudar o humor. Ou fazê-lo esconder o humor.
Barman: (dá uma risada) Que bobagem, Rosalina. Você com essa história, novamente? (se vira para a Hello) Onde você vai, tão bonita assim? (surpreso)
Hello: Só reparou agora? (intrigada)
Barman: Ando muito distraído. Vai sair com um namorado, suponho. (se vira de costas para Hello)
Hello: Mas será o benedito? Devo ter arrumado um e não sabia. Como vocês são cismados.
Barman: Então para quê se arrumar, logo de manhã? Isso não é do seu fetio. (ainda de costas)
Hello: (aborrecida) É claro que não. Só porque finalmente escuto alguém me dizer que deveria ser mais feminina, ele nem percebe. (fica de braços cruzados)
Rosalina: Ué? Pensei que você não se importasse com essas coisas.
Alice: Deixa quieto, Rosa, a Hello não vai gostar de ser interrompida novamente.
Barman: Espero que não esteja falando comigo. (nervoso e com o rosto vermelho novamente)
Hello: Não, estou falando dos Beatles. Será possível que você seja tão distraído? (intrigada)
Barman: Eu disse uma coisa dessas? Que você deveria ser mais feminina?
Hello: Você não disse? Então eu devo ter sonhado. Pode ter sido o senhor da minha consciência. Ele também usa terno. Devo ter me confundido é claro. (pensa um pouco) Ah! Olha só. O meu celular. Melhor eu atender. Com licença. (sai da cozinha) Alô? P-san, o que houve…
Rosalina: Você disse para ela ser mais feminina? Andou bêbado e não estou sabendo?
Barman: E-eu? O que está falando, Rosalina? Nã-não falei nada. (começou a fazer o café)
Alice: Puxa. Digo isso para a Hello um tempão e ela nunca me escutou. Parace que ela te dá ouvidos, senhor consciência.
Barman: Tá! Que diferença faz, fui eu que falei! Acha mesmo que sou idiota de admitir uma coisa dessas?
Rosalina: Faz toda a difença do mundo para uma mulher, mesmo que ela seja a Hello!
Alice: Hmm. Gente, ela está ouvindo a conversa. (aponta para a porta da cozinha)
Hello: Ora! A técnica do celular jamais falha. Qual é o problema de admitir isso, meu caro?
Barman: É quê… (tenta começar a explicar)
Hello: Não, não, não. Nem tente me explicar. Oito horas, restaurente Bela Vista Azul com camarões voadores. Encontro. Não se atrase e nem me pergunte porquê estou te convidado. Rosalina, espero que você não se importe.
Barman: Mas Hello!
Rosalina: Não, eu não me importo. (sorriso satisfeito)
Hello: Ótimo. E nada de mas. O seu serviço será feito pelo Oliver, ou o primeiro idiota que me aparecer na rua. Ah! Vou levar as coisas para comer no meu quarto. Prefere que eu vá com que roupa, Barman? (dá um sorriso)
Barman: Tem aquele vestido vermelho de rosas, mas não vejo o porquê de você me questionar uma coisa dessas!
Hello: Não, sem perguntas. Pombas! Vou com esse vestido que você falou, mesmo. Ele deve estar limpo. Até que é um dos meus vestidos mais confortáveis Até as oito da noite, Barman.
Locutor-sama: Hello sai da sala, e eu estou aqui, com cara de besta.
Alice: Puxa, se não é o fim do mundo, alguém está distribuindo milagres! (surpresa)
Rosalina: O que será que a Hello tem em mente? (curiosa)
Random: Batatas com ketchup! Tá, sou eu que estou pensando nisso.

Oito horas da noite. Bela Vista Azul com camarões voadores.
Locutor-sama: Nós estamos aqui, em um dos famosos restaurantes da cidade! E tem uma comida maravilhosa. Estou sentado em uma das mesas do restaurante. Com um menu na mão, me pergunto, o que irei comer?
Random: Será que tem batata assada?
Rosalina: Vocês só pensam em comer? (também sentada na mesa)
Alice: Puxa, esses preços são altos! A Hello está estranha por vir em um restaurante tão caro. (sentada com eles)
Rosalina: A Hello sempre foi estranha, mas parece que arrumou um pouco de bom senso! (satisfeita)
Alice: É impossível, a ficha da Hellen não pode ter caído tão rápido. Ou pode?
Random: Você estão me confundindo com essa história de chamar a Hello de Hellen!
Locutor-sama: Parece que sim. Até eu estou ficando confuso, meu amigo boneco de palito.
Hello: (chegou toda arrumada) Esperou muito, Barman?
Barman: Ah! Não. Acabei de chegar…
Hello: Oh. Você tem certeza disso? Eu pensei que eu estava atrasada.
Barman: Você está planejando pagar, Hellen?
Hello: Ora, porquê não? Fui eu que te convidei, afinal de contas. E não se preocupe com o que pedir. (mostra a carteira)
Garçom: (traz uma coisa na mão) Aqui está o menu, senhores.
Barman: Ah… Obrigado. (distraído)
Garçom: Por favor, me chamem quando tiverem escolhido. (sai de perto da mesa)
Hello: Até entendo o porquê de você estar distraído, mas eu espero que você não peça detergente para beber.
Barman: Hã? E você sabe o porquê de eu estar assim? (espantado)
Hello: Lógico que eu sei! Toda a Casa Verde sabe! (dá um sorriso)
Rosalina: É hoje que a Casa Verde cai! Ela descobriu?
Alice: Tem alguma coisa errada. Ela não pode ter percebido tão rápido… (intrigada)
Locutor-sama: Pelo visto, madame Hello é mais atenta do que nós pensávamos.
Random: Com uma história romântica dessas, só faltava o Kekekê e a Matilde por aqui!
Hello: Você está sendo vítima de bullying pelas batatas sorridentes. Ou felizes. Tanto faz. Não se preocupe, meu amigo, eu irei resolver isso! Foi para isso que te chamei por aqui.
Barman: (decepcionado) Hello, você entendeu completamente errado…
Locutor-sama: Puxa vida, o Barman ficou com uma expressão tão triste.
Rosalina: (bate com a mão na testa) E eu pensei que Hello tinha ganho um pouco de bom senso!
Alice: Ah! Eu deveria ter imaginado. O mundo vai sobreviver por mais um dia, pelo visto!
Matilde: (estava em uma mesa perto da deles) CADÊ O GERENTE DESSA BIROSCA?
Kekekê: Acalme-se, Matilde! Você não pode ter paciência por mais um tempinho?
Matilde: Não. (irritada) Eu queria que o jantar de hoje fosse perfeito, e o que acontece? Meia hora para vir a comida! Estou morrendo de fome! Estou com tanta fome que posso até comer um dinossauro!
Locutor-sama: Puxa, é uma surpresa vê-los por aqui.
Rosalina: Como assim? Você não está com o roteiro?
Alice: Você não soou muito convincente, Locutor!
Random: Barraco em restaurante chique! A Matilde é pior que qualquer sapo alienígena.
Barman: É a Matilde ali na outra mesa…?
Hello: Pelo visto sim. Ah! Polêmicas. Devia ter trazido uma pipoca. Comer um dinossauro é exagero…
Barman: Pobre Kekekê. Devemos deixar ele aturando esse problemão?
Hello: Relaxe, se acontecer alguma coisa, podemos interferir.
Rosalina: Meu deus, porquê será que a Hello sempre se importa mais com os outros nesses casos?
Alice: Ela é assim mesmo. Resolve problemas românticos de todo mundo. Menos o dela!
Rosalina: E ela tem algum problema romântico?
Alice: Não perceber que um bonitão está apaixonado por ela não é um problema romântico?
Locutor-sama: Você é bem diferente da sua irmã, senhorita Alice.
Rosalina: Puxa, você pode ter cabelo roxo mas é bem mais normal que a sua irmã…
Alice: (olha para cima) Olha só! Tem camarões voando no teto! Genial!
Rosalina: Parece que me enganei. (olha para cima também) E não é que tem mesmo?
Random: Pelas barbas de netuno! É um caranguejo ou um escorpião? Sempre confundo essas coisas.
Locutor-sama: Você está vendo coisas, meu caro Random.
Garçom: (o mesmo que deu o menu) Já escolheram, senhores?
Hello: Ah, eu já. (aponta para uma das comidas do menu)
Garçom: Vejo que a senhorita tem muito bom gosto. E você, cavalheiro?
Barman: Eu? (também aponta para uma das comida do menu)
Garçom: Ora, mas que engraçado! Você escolheram a mesma coisa.
Hello & Barman: Escolhemos?
Garçom: Sim. E se me permitem dizer, acho que vocês dois combinam… Já volto com os seus pratos.
Locutor-sama: Tenho a impressão de já ter visto aquele garçom em algum lugar. Mas aonde é que foi?
Random: Bem que podíamos ter escolhido comer em uma pizzaria.
Hello: Puxa vida, é cada um que me aparece. (surpresa)
Barman: Pois é… (um pouco nervoso)
Hello: Meu deus, Barman, qual é o seu problema? Até parece que tem alguém que vai atacar suas costas a qualquer… (atira em alguma coisa que ia subir no Barman) momento. Ah! Assim está melhor.
Barman: O que estava subindo nas minhas costas? (sem se virar para trás)
Hello: Era só umas formigas super crescidas… nada demais! (dá um sorriso tranquilizador)
Locutor-sama: Vocês viram aquelas batatas sorridentes que iam subir nas costas do Barman?
Alice: Mas que coisa louca! Será que elas estão invadindo o planeta, justo hoje?
Rosalina: E eu pensei que já havia visto de tudo, mas isso é ridículo.
Matilde: Ei! Ô garçom! (chama o mesmo que atendeu a Hello e o Barman)
Garçom: Sim, senhorita fada?
Matilde: Eu quero a minha comida e a do meu marido. Já.
Garçom: Sinto muito. Ela deve já ter saído. Eu irei buscar, volto em um instante.
Matilde: Se você preza pela sua vida, é bom mesmo!
Kekekê: Calma Matilde, não precisa ameaçar a vida das pessoas.
Matilde: Precisa assim. Desse modo, consigo o que eu quero.
Kekekê: Mas Matilde! Se todo mundo fizesse isso…
Garçom: Aqui está a comida de vocês… (tropeça em uma batata sorridente andante) OPS!
Matilde: Ótimo! Só me faltava essa! Vamos embora daqui, Kekekê! (pega ele pelo braço)
Kekekê: Mas… mas… (está sendo levado pela Matilde)
Locutor-sama: A fada e o duende vão embora. E o garçom está com uma cara de consciência pesada!
Rosalina: Puxa, algo me diz que isso aconteceu propositalmente…
Alice: Essas batatas sorridentes são uma espécie alienígena maligna!
Garçom: Sinto muito, senhores. Vai levar duas horas para a comida de vocês ficar pronta novamente…
Hello: (impaciente) Ah! Não se incomode. Nós vamos embora.
Barman: Então nós viemos aqui para nada?
Hello: Não. Ah, mas fica com uma gorjeta, Oliver. Ou pensou mesmo que eu não tinha percebido que era você?
Oliver: Ah! Você sabe reconhecer disfarces. Fico contente. (dá um sorriso)
Hello: Vamos todos jantar na Casa Verde. (bate palmas em direção a mesa que os outros estavam)
Rosalina: Você sabia que nós estávamos aqui, Hello?
Hello: Lógico. O Locutor-sama não é o único com a cópia do roteiro, sabiam? Se bem que estou com umas partes faltando. Algo me diz que a Moon fez isso de propósito!
Alice: Ah! Bom saber que você não leu tudo…
Barman: Bom, vamos todos no meu carro?
Locutor-sama: Saímos do restaurante em direção ao estacionamento. Felizmente coube todos nós no carro do Barman. Aproveitamos e demos uma carona para o duende e a sua esposa!
Matilde: Obrigada pela carona, Barman e… companhias.
Kekekê: Foi muita gentileza da sua parte!
Barman: Ah, não há de quê.

Na Casa Verde, na sala de jantar.
Wolf: (de bigode) Boa noite, meus amigos! Vocês irão experimentar a especialidade do Wolf de hoje: Comida Brasileira! E com doces brasileiros. Incluindo cajuzinho!
Miss Cupcake: Eu queria ter feito comida francesa. (trazendo uma bandeja com comida)
Hello: Ah! Está delicioso só de olhar!
Matilde: Quando olhei para o bigode desse lobo, jurei que ia ser comida mexicana.
Kekekê: Felizmente, não.
Barman: Tem certeza que não foi trabalhoso fazer o jantar, Wolf?
Wolf: Claro que não! A Miss Cupcake foi de grande ajuda.
Miss Cupcake: Só que não vá se acostumar, hein.
Alice: A comida está muito boa. Acho que seria justo pelo menos nós ajudarmos a lavar a louça.
Matilde: Quando esmola é muito o santo desconfia. Deveria ter imaginado.
Hello: Credo Matilde, como você reclame. Relaxe, minha cara.
Rosalina: Não custa nada dar uma ajudinha na louça.
Oliver: Nada melhor do que um bom jantar para saber que vou dormir bem.
Hello: Você não deveria escapar das suas responsabilidades aqui da Casa Verde, Oliver.
Oliver: Mas eu não escapei, apenas deixei o Wolf e a Miss Cupcake tomando conta!
Random: Eu queria mesmo era comer nachos!

Histórias românticas não são comigo. É uma pena, eu falhei. De qualquer forma, era para sair uma história do Kekekê e da Matilde, mas comecei duas e não consegui terminar. Vai ficar para uma próxima. A quantidade de rascunhos está cada vez maior… Detalhes! Uma hora eu termino. Caso contrário, peço para o Random. Ou para o Wolf. São tantas opções! Sentia que estava devendo uma aparição do Kekekê e uma história grande. Pensando bem, acho que ficou muito grande e ninguém vai querer ler.  Eu sei que eu li, pelo menos. Ou será que não?

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“Ninguém nunca se lembra do seu nome”

A saga em que a Moon vira a história em cento e oitenta graus. Parte 1Parte 2. Esse post é a última parte, apesar de eu deixar propositalmente em aberto.
Locutor-sama: É um novo dia na Casa Verde! Estou aqui, na porta do quarto da madame Hellen, para dar-lhe um bom dia! Sim eu sei, para vocês não é outro dia, mas isso são detalhes dimensionais, meus caros.
Random: Não a chame de Hellen, Locutor! Você quer que ela escute?
Rosalina: (aparece repentinamente) O que fazem por aqui, tão cedo?
Locutor-sama: Estamos investigando, minha cara Rosalina.
Random: E eu estou fugindo da polícia! Eles querem meu autógrafo, sabe? Afinal, todos sabem que sou um super herói.
Rosalina: (bocejando) Todos, menos eu. Agora eu vou falar com a Hello, se vocês puderem me dar licença.
Locutor-sama: Desculpe, mas sou apenas permitido a dar privacidade quando as pessoas vão ao banheiro.
Rosalina: Estou pouco ligando se vocês vão ficar aí ou não. Eu só quero que saiam da frente da porta.
Random: Ligando? Cadê o seu telefone?
Locutor-sama: Ah, me desculpe. Pode passar.
Rosalina: Hello? É a Rosalina, estou entrando. (abre a porta)
Locutor-sama: Entramos em um horário delicado. Ela está se maquiando!
Random: Os maias avisaram que é o fim do mundo.
Rosalina: Meu deus! A Hello está se maquiando? Não pode ser sério!
Hello: Como vocês são rudes. Até parece que não sei agir como mulher. (olhar de desprezo) Hoje minha irmã vem aqui, vocês acham que vou aparecer como uma louca desarrumada fugida do hospício.
Rosalina: Mas você normalmente está parecida com uma louca!
Hello: (faz uma cara triste) Rosalina, você é muito influenciável. Desde quando você responde assim? Parece até eu!
Rosalina: É a convivência. Eu pensei que você ia sair com um namorado, por um minuto. Felizmente, eu errei.
Hello: (dá uma risada) Você tem uma mente tão romântica, Rosalina. Você parece a minha irmã. Você vai se dar bem com ela, pelo visto.
Locutor-sama: Você está muito bonita, senhorita Hello.
Hello: (dá um sorriso) Obrigada, Locutor-sama. Se eu não ficasse arrumada, minha irmã ia me obrigar à isso. Bom, você veio falar o quê para mim, Rosalina?
Rosalina: Vou ser bem franca para você, Hello.
Hello: “Falando francamente.” Diga de uma vez então, mulher! As pessoas gostam de me deixar em suspense. E elas se divertem com isso.
Rosalina: Eu terminei com o Barman. (falou muito seriamente)
Hello: É mesmo? Mas para quê dizer isso para mim? (surpresa)
Rosalina: Ah, você ainda não percebeu. Você gosta de se fazer de boba, ou você não sabe MESMO?
Hello: O que é que eu não sei, exatamente. (intrigada)
Rosalina: Já vi que essa conversa não vai chegar a lugar nenhum.
Hello: Pelo visto há um segredo de estado que eu não posso saber. Ótimo! Tudo ótimo. E agora entendi o que houve com o Barman. Você terminou com ele ontem?
Rosalina: Foi. O Barman ficou aborrecido comigo.
Hello: Aborrecido? Bem, eu não entendo de coisas românticas, mas ele tem razão de ficar assim. Mas qual foi o motivo, exatamente.
Rosalina: Você quer saber qual foi o motivo, exatamente? (olha fixamente para a Hello)
Hello: Eu quero, lógico. Não gosto de ver um dos meus funcionários aborrecido.
Rosalina: Só por causa dessa sua última frase, não vou dizer mais o que foi. (decepcionada)
Hello: Eu e essa minha boca grande! Está bem, pouco me importa o motivo! Agora, com licença, vou para a sala esperar a minha irmã.
Rosalina: (pensando) Você foi o motivo, Hello. A testei para ver se tinha condições de ser uma boa namorada para o Barman. É uma pena que você seja tão distraída. E que o Barman não tenha gostado de eu ter dito que ele gostava de você. Mas ele sabia que eu havia arrumado apenas uma desculpa, para ser namorada dele, só para trabalhar aqui.
Locutor-sama: Meu deus do céu! Bombástico!
Rosalina: Você lê pensamentos, seu estranho?
Locutor-sama: Não, apenas li o roteiro.
Random: O roteiro lê mentes? Assustador!
Rosalina: Não conte nada para a Hello, está me ouvindo? Ela vai descobrir sozinha, Locutor. Isso é muito importante.
Random: É verdade que você é a segurança do Barman?
Rosalina: (surpresa) Você soube isso de quem? É verdade. O Barman é de uma família rica. Até hoje não entendo para quê ele quis trabalhar. Só sei que eu tinha que me certificar que tipo de garota ele gostava. E que não tivesse interesse pelo dinheiro dele. Mas ela nem sabe disso! E como essa mulher tem dinheiro, meu deus. Assustador!
Locutor-sama: E ele gosta de uma garota excêntrica, milionária, e trabalha apenas por lazer. Hellen é um tipo raro.
Rosalina: Hellen? Quem é Hellen? (arregala os olhos)
Random: Xii, essa piada já está velha! É a Hello, pombas!
Rosalina: Ah é. Normalmente só escuto as pessoas a chamando de Hello. Até esqueci do nome verdadeiro dela. Mas tudo bem. (sai do quarto)
Locutor-sama: Rosalina vai para outro lado. Eu e meu amigo Random vamos até a sala. Hello está descendo as escadas.
Hello: (pensando) Que coisa! Detesto que escondam as coisas de mim. E como é que a Rosalina terminou com o Barman? Justo com ele? Difícil de acreditar! Ah, mas não tenho que pensar nessas coisas.
Barman: (aparece no pé da escada) Hello? Sua irmã esta aí.
Hello: Obrigada, Barman. E sinto muito por ontem.
Barman: Ontem? Você não me fez nada.
Hello: Mas a Rosalina, sim. Você não está com raiva?
Barman: Não, para dizer a verdade. Eu sabia que isso ia acontecer, mais cedo ou mais tarde. Eu só não queria que fosse tão cedo. (suspirou) Vou para a cozinha preparar o almoço. Com licença.
Hello: Espera aí! E qual foi o motivo?
Barman: Motivo? Rosalina é uma cabeça dura. Ela já teria terminado comigo antes, mas eu insisti. Ela disse que não ia continuar a mentir e dizer para você que… Não, não. Esquece.
Hello: Continuar a mentir? O que ela quis dizer?
Barman: Ah Hello, desde quando você se interessa por esse tipo de coisa? Não é da sua conta. (dá as costas e vai até a cozinha)
Hello: Hã? Sabe com quem está falando, homem? (segura o braço do Barman) Eu posso fazer o que eu quiser e saber o que eu querer.
Barman: Puxa vida, não acha um tanto arrogante da sua parte? Solte o meu braço. Ali e Oléo estão de folga. Você quer ficar sem almoço?
Hello: (solta o braço do Barman) Está bem, seu grande idiota. Vá para a cozinha. E não ouse falar comigo. Não, quer saber, fica na porcaria da cozinha. Não cruze mais o meu caminho hoje! (furiosa)
Barman: Às suas ordems. Ficarei lá e dormirei lá, se precisar. (sai da sala e entra na cozinha)
???: Ora! E não é que ele é bem como me falaram?
Hello: Alice! Não me assuste assim, irmã.
Alice: Você não conhece bem as pessoas, hein, senhorita Hellen?
Hello: Não conheço? O que quis dizer com isso?
Alice: Ele está nervoso. Bem, não irei dizer o porquê, já que não sei.
Hello: Vamos para a nossa partida de videogame?
Alice: Mas é claro. Vou passar um tempo aqui. Você se importa?
Hello: Lógico que não! (sobe para o sótão com a irmã)
Miss Cupcake: Puxa vida! Que novela mais polêmica! (estava escondida atrás do sofá)
Random: Gente, isso que é história mais doida. E porquê a irmã da Hello tem cabelo roxo?
Locutor-sama: Um tanto dramática essa história, não? Acredito que explique alguma coisa, mas não tudo. Não irei acrescentar mais nada. A históra já está muito grande. Até mais, leitores do Consequence!

Bônus.
Wolf: (risada maligna) Ah, o drama! É isso que as pessoas gostam! Essa manobra de cento e oitenta graus foi genial, não é, Moon?
Moon: Mas que drama! Isso não é novela mexicana.
Wolf: Só que é isso que eu escrevi. Não dá mais para arrumar.
Moon: Tá, tá. Depois eu dou um jeito nisso, Wolf. Você tem um jeito teatral demais para o mais gosto, mas dá para o gasto.
Wolf: Sou escritor com muito orgulho, senhorita!

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O amaldiçoado país dos sorvetes que está no freezer da geladeira

Continuação dessa história. (Basicamente o post anterior)
Locutor-sama: (na cozinha) Olá, telespectadores, leitores, alienígenas e pokémons! Não interessa quem está lendo isso, o importante é que chegamos ao próximo emocionante capítulo dessa história! Ah, e respondendo a insistente pergunta do Biscoito, o bolo da Miss Cupcake é de morango.
Miss Cupcake: (coloca o bolo na mesa) Acha que não tenho sanidade mental? Eu tenho que fazer um bolo que o alucinado do Biscoito não coma.
Locutor-sama: Minha cara Miss Cupcake, será que eu poderia…?
Miss Cupcake: Mas é claro, Locutor. Vou cortar um pedaço para você imediatamente. (pega uma faca e corta um pedaço de bolo) Me diga, o que você achou da aparência?
Locutor-sama: Muitíssimo obrigado. Só de olhar, está maravilhoso! (experimenta) Delicioso, Miss!
Miss Cupcake: Mas é claro que está delicioso. Eu sou muito boa cozinheira.
Locutor-sama: Sim, eu sei. Agora vamos para onde Hellen está!
Random: Mas quem é Hellen, Locutor?
Locutor-sama: Amigo, estamos falando da Hello. Vamos! Para frente que se anda!
Hello: (entra no quarto do Wolf) Wolf! Seu rico sideproject com cara de fofinho! Preciso falar com você!
Wolf: (está no computador) Ah, olá Hellen. Tudo bem com você? (faz cara de fofo) Comigo, não. Estou tentando bater meu recorde, mas não consigo. Recorde no Reino dos Sorvetes é bem difícil!
Hello: Não mude de assunto. E não me chame de Hellen, pombas. Quer estragar minha reputação?
Wolf: Desculpe, menina. (olha para a Hello) Diga, o que você quer?
Hello: Até parece que você não sabe. Me diga, o que você sabe, Wolf!
Wolf: O que eu sei? Deixa eu ver… Estou fazendo uma máquina do tempo e criei um país de sorvetes no freezer da minha geladeira. Infelizmente tinha uma javali congelado que amaldiçoou o país, e estou tendo problemas.
Hello: Puxa, isso parece mesmo problemático. E por uma coicidência, a máquina do tempo tem refrigerante de laranja como combustível, não é? E não minta, eu saberei se você estiver fazendo isso.
Wolf: Relaxe, minha cara amiga. Eu não usei todas as latinhas. Tem umas aí, é só abrir a geladeira. Mas não mexa no freezer. Cuidado com o javali! Coloquei um sorvete verde com uma espada e uma fada, espero que resolva.
Hello: Ok, está perdoado. Mas só porque você é fofo. Agora me diga, você sabe o que aconteceu com o Barman?
Wolf: Sei, sim. Ele pisou em caca de vaca. Não era radioativo, felizmente. Se aborreceu porque era o sapato favorito dele, coitado. Comprei um para ele. Ficou satisfeito. O que não faço pelo meu bom amigo?
Hello: Radioativo traria bastante problemas. (suspirou) É seguro conversar com ele agora?
Wolf: Claro. Barman nunca será mal educado com você, menina. Vá falar com ele.
Hello: Ele ainda está na sala fazendo palavras cruzadas?
Wolf: Não, ele foi para o jardim. Está conversando com o Oliver.
Hello: Muito obrigada, Wolf. Vou falar com ele. (sai do quarto do Wolf)
Locutor-sama: Tudo bem? Descobrir alguma informação útil?
Hello: Sim, Wolf pegou as latinhas de refrigerante. Irei falar com o Barman. Me sigam!
Random: Vá, capitã Hellen! Estamos contando com você.
Hello: (olha fixamente para o Random) Não me chame de Hellen, Robert Random.
Random: Perdão, Madame Hello. Terei suas humildes desculpas?
Hello: Tá, tá, tá. Sabia que existe cinto para combinar com calça jeans?
Random: Serei um boneco de palito feliz, hoje! (começa a cantar do nada)
Hello: Esse seu amigo me dá medo, Locutor-sama.
Locutor-sama: Relaxe, senhorita. Ele é assim mesmo. Só um pouco doidinho.
Locutor-sama: Chegamos ao jardim! Nada como a magia da pressa e da falta de paciência. Essas coisas funcionam. Encontramos o jardineiro e o nosso amigo Barman conversando.
Oliver: Mas Barman, você tem certeza que não vai falar nada para ela?
Barman: Perdeu a cabeça, Oliver? Ela iria rir da minha cara!
Hello: (chega correndo até onde os dois estavam) Quem vai rir da sua cara, Barman?
Oliver: Ah, boa tarde, chefia! Tudo de bom para você, nesse dia.
Barman: (leva um susto) Ninguém em particular.
Hello: (faz um sinal positivo com a mão) Rimou. Andou com o urso Tobi, por acaso? (se vira para o Barman) Credo, eu virei fantasma agora para você se assustar em me ver?
Barman: Desculpe. Estava distraído.
Oliver: Ele está assim desde de manhã. (dá uma risadinha) Não sei o que houve exatamente, já que fui na padaria do senhor urso Tobi. Simpático, mas ele assusta as pessoas com aquela cara de doido fugido do hospício.
Hello: O que foi que aconteceu, hoje de manhã, exatamente? A caca da vaca? Acontece com todo mundo. Não era radioativa, meu caro. Considere-se sortudo. Já vi casos de radioatividade nada bonitos.
Barman: Eu já tive ajuda para resolver isso, felizmente. Wolf se sentiu culpado por ter me feito ir na fazenda dele. O coitado não teve culpa que não estava prestando atenção.
Oliver: Coitado do Wolf? Você não percebe o seu estado hoje, pelo visto. Também, depois dessa, é de derrubar qualquer um. Você nem imagina o que aconteceu, Hello!
Barman: Oliver, você não ousaria.
Hello: Ele vai falar sim, não importa se você não goste ou não, Barman.
Oliver: O Barman está aborrecido pois está entediado. Acredita que está sem internet?
Hello: Sério? Mas que porcaria. Vou resolver isso em um segundo. Tenho meus contatos, vocês sabem.
Oliver: Não, não. Sou um simples jardineiro. Não sei de nada sobre seus contatos, chefe.
Locutor-sama: Hello sai com a intenção de ligar para a operadora da internet. Barman parecia mais calmo. Oliver deu uma risadinha. Você é malvado, senhor jardineiro. E muito suspeito!
Oliver: Suspeito, eu? Jardineiros só são criminosos nos livros de mistérios. Sou um cara simples.
Barman: Um cara simples que queria ver cabeças rolando. Não fale nada para a Hello, está me ouvindo?
Oliver: Meu amigo, você sabe com quem está falando?
Barman: Com um jardineiro que gosta de espalhar rumores.
Oliver: Você me entristece, Barman. Mas não se preocupe. Seu segredo será mantido em segurança.
Barman: Você vai fazer o quê? Me subornar?
Oliver: Eu? Sou muito bem pago. Dinheiro demais não é do meu estilo. Relaxe, não faço nada contra um amigo.
Barman: É bom mesmo. Obrigado, Oliver. (vai para dentro da Casa Verde)
Oliver: Segredos eu guardo, mas rumores não. Ah, eu estou precisando de aliados!

Eu sinto que não expliquei quase nada nessa história. Mas o que vocês esperavam? Respostas? Não sou gabarito. Se quiserem saber o que vai acontecer, continuem ligados. Não irei enrolar isso por muito tempo, relaxem. Mas que vou deixar esses personagens malucos, eu vou. Ah, se vou! (risada maligna) Talvez eu poste novamente hoje, já que ontem minha internet caiu, para compensar. Não, eu não sei o que vai acontecer no próximo capítulo. Vamos ver o que vai dar na cabeça. Espero que nada caia em cima de mim, de modo violento, claro! As ideias podem ser selvagens quando estão de mau humor. Elas me assustam! E o jardineiro é suspeito. Não confiem no Oliver!

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O dia que acabou todas as latinhas de refrigerante de laranja

Locutor-sama: Hello, a presidente, excêntrica e alienígena, tem seus costumes. Quando está deprimida, por exemplo, gosta de apreciar refrigerante de laranja. Assiste uma série retrô que tem em DVD, e pega algums chocolates na cozinha para acompanhar. Foi andando alegramente com a esperança de melhorar seu humor. Porém, ela não esperava que alguma coisa horrível acontecesse…
Hello: (com raiva) Estão de brincadeira comigo. ALGUÉM IRÁ ENFRENTAR A MINHA FÚRIA! NÃO HAVERÁ MISERICÓRDIA!
Miss Cupcake: (estava na cozinha preparando um bolo) Se quer “eliminar” alguém, espero que não me queira de cúmplice. Prefiro cobrir bolos do que encobrir crimes.
Hello: Não é nada disso. Eu lá tenho cara de criminosa, Miss Cupcake?
Miss Cupcake: Sinceramente, tem. Vá ser dramática em outro lugar, querida. Você está atrapalhando.
Hello: Eu não vou a lugar nenhum. Sou eu que mando aqui. Cadê as latinhas de refrigerante que estavam aqui?
Miss Cupcake: Sei lá. Pergunte para o Barman. Mas cuidado, ele está de mau humor hoje.
Hello: (arregala os olhos) O Barman? O BARMAN? Só pode ser um clone maligno. É impossível, completamente!
Miss Cupcake: Veja por si mesma. A última vez que eu chequei, ele estava na sala, fazendo palavras cruzadas.
Hello: Espero que você não esteja mentindo, Miss Cupcake. Caso contrário, será você que vai pagar.
Miss Cupcake: Quer em cartão de crédito ou em dinheiro?
Hello: Há, há, há. Muito engraçado! (sai da cozinha e vai em direção da sala)
Locutor-sama: Barman, o cozinheiro, secretário, mordomo, etc de mau humor? O meu primo? Bem que os maias disseram que o fim do mundo é em 2012. Estou começando a acreditar neles. Mas que maluquice!
Hello: Locutor, meu amigo, o que faremos? Nunca vi o Barman de mau humor.
Locutor-sama: Não sei, minha cara Hello. Talvez devemos nos aproximar com cautela.
Hello: Você sabe o que aconteceu com o seu primo?
Locutor-sama: Ué, você não sabe? A Casa Verde toda já está sabendo!
Hello: A Casa Verde menos eu. Acordei as onze da manhã hoje, devido a uma partida de videogame.
Locutor-sama: Bem, prepare-se, pois usarei o meu tom dramático mais extremo.
Hello: Diga logo homem, não vou aturar suspense! Não hoje! Não agora! Diga, diga, diga!
Locutor-sama: Acalme-se, senhorita. É uma coisa chocante demais. Eu não fiquei chocado, já que eu sabia o que estava acontecendo, pois a Moon me contou certos fatos que estão para acontecer.
Hello: Cara, eu quero ser locutora também. Mas o que houve, afinal? EU NÃO POSSO SABER?
Locutor-sama: Não, você não pode. É perigoso demais. Há uma vida em perigo se eu contar.
Hello: Pelo amor do bom deus, me diga! É UMA ORDEM LOCUTOR! QUEM MANDA AQUI SOU EU!
Locutor-sama: Perdão, madame Hello. Não posso fazer nada. Terá que descobrir por si mesma.
Hello: O que foi que eu fiz para não poder saber o que houve com o Barman?
Locutor-sama: Está bem. Eu vou dar uma dica. Barman descobriu algo que não o agrada nesse momento. É só
Hello: É só isso? Você não pode me contar mais nada, meu caro?
Locutor-sama: Não posso e não devo. Você terá pistas, eu te garanto.
Hello: Você não tem pena dessa pobre ruiva, Locutor?
Locutor-sama: Tenho. Mas tempo tenho pena de corações partidos e um velho amigo deprimido.
Hello: Estou sendo enrolada, pelo visto. Não se preocupe, eu descobrirei sozinha. Ou não me chamo Hello!
Locutor-sama: De fato, você se chama Hellen White. Hello é apenas apelido.
Hello: Quem te contou isso, seu fofoqueiro?
Locutor-sama: A nossa autora em pessoa. Todos nós todos temos um nome decente agora, segundo ela.
Hello: Um nome decente? Até o Kekekê tem um nome decente?
Locutor-sama: Sim, até o Kekekê. Ou você achou mesmo que era o nome verdadeiro dele?
Hello: Começo a ter medo dos maias e do fim do mundo. Você está se divertindo, virando suas histórias de cabeça para baixo, dona Moon? Você diverte em ver sofrendo de curiosidade?
Locutor-sama: Ela mandou para dizer que ela está fazendo algo que já tinha planejado há muito tempo.
Hello: O quê? Está falando daquela história que ela está fazendo há seis anos?
Locutor-sama: Não, é algo mais novo. Apesar de ela estar escrevendo essa outra história nesse exato momento!
Hello: Se a Moon está escrevendo nese exato mometo, quem está fazendo essa história?
Locutor-sama: Boa pergunta. Olá, quem está escrevendo isso nesse exato momento?
Hello: Isso é ridículo, Locutor-sama. Você está esperando que quem quer que seja, responda?
Locutor-sama: Bem, vale a pena tentar. Mas não deu certo. Que coisa mais chata.
Hello: Pode ser até que esta história está sendo escrita sem a autorização da Moon!
Locutor-sama: Puxa vida, isso é mesmo polêmico. Mas quem estará por trás disso?
Hello: Eu já sei quem pode ser! Espera aí! (sai correndo até o corredor do andar de cima)
Locutor-sama: Quem será que ela está procurando, meu bom amigo de palito?
Random: Não faço a menor ideia. Talvez um dos abacaxis? Sempre os achei suspeitos! Nunca confie em um abacaxi, é o que eu sempre digo! Mas quem escuta um boneco de palito que usa calça jeans?
Locutor-sama: Para quê você está usando jeans?
Random: Para ser diferenciado dos outros bonecos de palito, lógico.
Locutor-sama: Isso não tem lógica, Random.
Random: Pipoca também não tem e todos gostam.
Locutor-sama: Eu conheço gente que não gosta.
Random: Bem, eu não suporto mostarda, particularmente falando.

O que será que aconteceu com as latinhas de refrigerante? Como é que o educado e cavalheiro Barman está de mau humor? Qual o sabor do bolo Miss Cupcake está fazendo? Porquê a Moon não fez uma história de Natal esse ano? Quem é que escreveu esta história? Você, leitor, irá saber disso no próximo emocionante capítulo dessa virada de cento e oitenta graus! Alguém aí tem um transferidor para eu conferir se está certo o ângulo? Ou talvez você não vá chegar a saber de tudo. Algo me diz que isso vai ser complicado de se explicar…