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Green House Stories

Chá com bolinhos

Locutor-sama: Quarta-feira é o dia da semana em que o Kekekê costuma ir a lojinha de 1,99 fazer umas compras básicas. O que ele compra? Não sei. Só sei que até essas lojinhas andam com coisas bem caras. Mas a minha opinião não vai mudar nada na história! CAHAM. Porém, em vez de ele encontrar a lojinha que fica ao lado da sua casa, ele encontra…. um cafeteria?
Kekekê: Mas… até ontem a lojinha de 1,99 estava aqui! O que será que aconteceu?
????: Eles se mudaram, ué.
Kekekê: Com a loja e tudo…?
????: Claro! Ou você acha que somos iguais aos humanos, que mudamos por partes? Assim não é nada prático! Cai na real, e se moderniza, humano!
Kekekê: Tecnicamente, eu sou um duende…
Locutor-sama: Esqueci de citar: Não sei se vocês sabem, mas quarta-feira é um dia clássico para a “ficha” do Kekekê. Sim. É nesse dia que a ficha demora pra cair! Mas ele finalmente sacou que não conhecia a sua interlocutora!
Kekekê: Desculpe mas… quem é você?
????: Demorou pra perguntar, hein? Meu nome é Miss Cupcake. Prazer em conhecê-lo. Qual é o seu?
Kekekê: …o_o
Miss Cupcake: Que foi? Sim, eu sei, meu nome é estranho, é culpa da minha antiga dona. -_-” Na época que me deu o nome estava cismada com bolinhos e…
Kekekê: Não é isso.
Miss Cupcake: Não? O que é, então?
Kekekê: Você é um urso ou um coala?
Miss Cupcake: AAAAH! Isso não interessa! Mudando para um assunto mais interessante, vai querer conhecer minha cafeteria “Kekekê was here” ou não, duende que ainda não se apresentou pra mim?
Kekekê: Oh, perdão. Eu me chamo… ei. Você disse que a sua cafeteria se chama Kekekê was here?! Kekekê é o meu nome!
Miss Cupcake: Kekekê, isso é nome? Sabe, eu coloquei esse nome por pura falta de criatividade… tipo, foi a primeira coisa que veio na minha cabeça.
Locutor-sama: Pois é, minha gente. Como vocês já devem ter percebido, a Miss Cupcake é muito básica. Fala na cara o que pensa, mas não como a Matilde, que fala… grosseiramente. Ou será que ela fala, mas hoje está de bom humor? E quem será a antiga dona da Miss Cupcake, e por qual motivo teria ela falado “antiga dona” com uma certa mágoa? Mistérios!
Miss Cupcake: E então, curtiu meu bolo de chocolate? É uma das minhas especialidades!
Kekekê: Maravilhoso! Você faz um bolo tão bom quanto o Barman!
Miss Cupcake: Quem é Barman?
Kekekê: Ah, é um amigo meu. Ele tem uma doceria até!
Miss Cupcake: Hm. Então deve ser por isso que já ouvi falar no nome dele.
Kekekê: Mas Barman não é o nome dele, e sim o apelido. O nome verdadeiro dele é…
Miss Cupcake: Oh! Desculpe Kekekê, eu preciso ir atender o telefone… já volto.
Kekekê: Sem problemas, pode ir.
Locutor-sama: Enquanto Miss Cupcake ia atender o telefone na cozinha, observei que as funcionárias da Miss Cupcake estavam vestidas de tenistas! Sem falar nos óculos escuros… Me pergunto: Será que elas vão jogar tênis mais tarde? E os óculos escuros dentro da loja? Esperem, não falem nada. Eu já sei! Como é o primeiro dia da cafeteria no bairro, elas se vestiram assim para evitar uma repentina invasão de papercrafts gigantes. Os óculos escuros são para caso eles invadirem, aí elas tiram os óculos escuros e soltam lasers pelos olhos…! Ops. A história. Perdão. Perdi o meu foco. Continuando, Kekekê estava no seu cantinho no balcão, terminando de comer o bolo de chocolate. Pensava ele…
Kekekê: *pensando* Como é que eles levaram a loja de 1,99? De helicóptero? Foi um OVNI? Mistérios… eu queria saber como foi que eles se mudaram! Ai minha cabecinha…
Locutor-sama: Enquanto Kekekê estava perdido nos seus pensamentos, um conhecido se sentou ao lado dele no balcão.
Filho da velinha: Kekekê!
Kekekê: Oh, é o Filho da velinha! Como vai compadre?
Filho da velinha: Estou com problemas. Sabe a minha papercraft de tamanho humano que fiz do Link?
Kekekê: O que é que tem?
Filho da velinha: Quando acordei hoje de manhã, para checar a minha sala das papercrafts ela não estava mais lá. Isso… é muito triste!
Kekekê: Triste porque perdeu a papercraft? Eu te entendo até…
Filho da velinha: Não é isso! Sabe quanta grana eu economizei pra comprar papel pra fazer essa papercraft? Não queira saber! Pelo menos a que eu fiz da Zelda estava lá!
Kekekê: Você é um colecionador fanático, hein?
Filho da velinha: Correção: Sou um artista, meu caro. Colecionadores são metidos a besta, que compram suas miniaturas ao invés de fazê-las! HÁ!
Misty (uma das funcionárias da Miss Cupcake): O que deseja, senhor?
Filho da velinha: Eu gostaria da pizza que encomendei.
Misty: Ah, a Mystical Pizza? Então foi você que acabou de encomendar com a Miss Cupcake?
Miss Cupcake: *saindo da cozinha com a pizza na mão* Se vinha buscar aqui porque telefonou?!
Filho da velinha: É que minha mãe está com muita fome. E quando ela fica nervosa…
Kekekê: Eu tenho pena dos motoqueiros que ela vai perseguir quando fica assim.
Filho da velinha: Não. Ela tem feito isso menos ultimamente.
Kekekê: Mas como?! Essa é a marca registrada dela!
Filho da velinha: É que a minha mãe viciou em jogos de RPG…
Miss Cupcake: Por isso pediu a Mystical Pizza? Eu a fiz para jogadores de RPG…
Filho da velinha: Sim! Eu achei estranho quando vi no folheto ter pizza numa cafeteria. Mas tudo bem!
Miss Cupcake: Desculpe, mas podia ir pagar lá no caixa com a Sabrina? Sei que o papo está bom, mas eu não tenho espaço pra todo mundo!
Locutor-sama: O que a Miss Cupcake queria dizer (algo que Kekekê e o Filho da velinha não tinham reparado) era que a fila de espera estava enorme! Primeiro dia da cafeteria e já tem gente pra caramba… suponho que todo mundo tenha achado que a cafeteria era do Kekekê (ele tem muitos admiradores na cidade dos cinco monumentos).
Filho da velinha: Foi mal! Estou indo então, obrigado. Tchau, compadre! Até, Miss Cupcake!
Miss Cupcake: Obrigada você e volte sempre.
Kekekê: Hm… eu vou indo também. Oh, olha só quem está na fila! É a Hello!
Miss Cupcake: Hã?
Hello-san: Caramba! A cafeteria do Kekekê está mesmo popular, não acha, Zaltana?
Zaltana: Não falei? Mas estou ficando cheia de ficar nessa fila…
Hello-san: Não desista, Zaltana! Nós temos que tomar um delicioso milkshake!
Zaltana: Mas a fila…
Hello-san: Hm… tem razão. Vou ser realista. ESTÁ ENORME! Mas eu tenho um plano.
Zaltana: Ir até o bairro do garrafão pra comprar milkshake?
Hello-san: Não! PESSOAL, PAPERCRAFTS GIGANTES ESTÃO INVADINDO!
Locutor-sama: A primeira coisa que tenho a dizer sobre esse grito da Hello-san é: Não façam isso em casa, crianças! Segunda coisa: Todos que estavam na cafeteria saíram correndo!
Zaltana: Fazer isso não é ilegal?
Hello-san: Que eu saiba, não! Vamos lá, Zaltana, o nosso milkshake nos espera!
Zaltana: Por favor, queremos um milkshake de morango…
Miss Cupcake: Eu não… posso acreditar…
Kekekê: Miss Cupcake?
Miss Cupcake: NÃO POSSO ACREDITAR! *pula em cima do balcão* VOCÊ! *aponta pra Hello*
Hello-san: Hã?
Miss Cupcake: ALÉM DE TER ME ABANDONADO POR CINCO DIAS, AINDA FAZ ISSO COMIGO? SABE QUANTO TRABALHO EU TIVE PRA PODER ABRIR ESSA CAFETERIA, DONA HELLO? SABE??
Locutor-sama: Sim! A dona da Miss Cupcake era a Hello. A história é mais ou menos essa: Quando a Hello estava no planeta dela, ela adotou a Miss Cupcake, dando nome e tudo mais. Cuidou dela por um tempo, até que ela foi esquecida pela Hello. E o que houve? A Miss Cupcake fugiu e foi presa! Pois é. Como a Hello nunca mais a tinha procurado, ela procurou meios para sair dali. Como ela sabia cozinhar, ela abriu uma mini cafeteria ali mesmo. Ela fez o maior sucesso entre o pessoal, assim pode pagar para sair da… er… carrocinha. É mais ou menos isso.

Na Casa Verde…
Miss Cupcake: Nossa, quem diria que uma casa como essa pode ter um design tão… excêntrico. Tinha que ser sua, Hello.
Hello-san: Ei! Ela não é minha! Eu tenho que pagar um aluguel, sabia Miss Cupcake? E quem cuidava daqui era o Doutor Q., mas agora ele passou a Casa Verde pra mim!
Miss Cupcake: Sei, sei….
Hello-san: Você não acredita em mim?
Miss Cupcake: NÃO!
Locutor-sama: Para se desculpar da confusão que fez na cafeteria, Hello convidou a Miss Cupcake para morar na Casa Verde por uns tempos. Porém, as duas não estão se dando muito bem. Me pergunto se um dia elas vão fazer as pazes?

~ Extra
Na cozinha da Casa Verde…

Hello-san: Não consigo entender.
Barman: O quê?
Hello-san: Sabe, Barman, quando saí do meu planeta pra vir pra cá pra Terra, deixei um bilhete pra Miss Cupcake explicando que não podia levá-la junto por causa do meu trabalho, mas… NÃO POSSO ACREDITAR! ELA NÃO LEU! RAIVA! Agora ela está com RAIVA!
Barman: Tem certeza que você deixou o bilhete lá?
Hello-san: Absoluta! Sabe, nós duas já não nos dávamos muito bem, mas a Miss Cupcake era bem popular lá no meu planeta, todo mundo gostava dela… Como a Miss Cupcake pode ser tão temperamental? A culpa não é minha que ela foi presa!
Barman: Talvez o bilhete tenha voado por causa de uma janela aberta?
Hello-san: *não está prestando atenção* A CULPA NÃO FOI MINHA! Agora vou ter que aturar ela aqui, na Casa Verde! Já não basta os malucos que tem por aqui??
Barman: É melhor eu fazer um chá pra você se acalmar.
Hello-san: NÃO POSSO ACREDITAR! *bate com a cabeça na mesa*
Barman: Essas coisas acontecem, Hello… você devia tentar fazer as pazes com ela, não acha?
Hello-san: Impossível. Agora ela vai me odiar para todo o sempre! Vou ser amaldiçoada pelo terrível cupcake alienígena!
Barman: …é, eu vou fazer o chá. *abre o armário* Kekekê?
Kekekê: Desculpe Barman, é que eu estava procurando um chá pra Miss Cupcake. Ela está um tanto tensa!
Barman: Ela também? Ai! Acho que o chá acabou…
Kekekê: Ah, está aqui! Estava atrás do pote de açúcar mascavo!
Barman: Que bom! Vamos fazer esse chá, rápido!

Green House Stories

Não vale soltar lasers pelos olhos quando se joga boliche!

Locutor-sama: E então, você está pronto?
Coke-san: Sim! Vamos lá.
Locutor-sama: Tem certeza que você não sabe soltar lasers pelos olhos?
Coke-san: Já disse que não, Locutor-sama!
Cola-sama: Para variar um pouco, quem vai narrar a história de hoje sou eu. Locutor-sama resolve ir ao boliche e blablablá…. Porém, uma coisa que ele não esperava: Além do Coke-san não poder soltar lasers pelos olhos, o boliche que ele ia jogar não ia ser um boliche normal!
Locutor-sama: O mundo real é mesmo chato. Bom, vamos?
Coke-san: Espera, tenho que pegar meus sapatos de boliche e minha tampinha da sorte.
Locutor-sama: Pra que uma tampinha da sorte?
Coke-san: *fala baixo* É que se eu não levar minha tampinha da sorte para passar ela fica brava e depois soltar lasers pelos olhos em mim!
Locutor-sama: A sua tampinha da sorte solta lasers pelos olhos e você não… francamente!
Cola-sama: Bom… vamos para o boliche!
Hello-san: Pessoas, escutem com atenção! Isso é importante! Hoje você terão que se concentrar, e terão que ser a bola de boliche, MAS ao mesmo tempo vocês serão os pinos. E nada de ficar olhando para os etês passando com seus cachorros em forma de embalagem de mostarda nem olhar para o Snake vestido com uma roupa que tem manchas de vaquinha! Pelo amor! Como um negócio desses existe?
Kekekê: Mas como vamos ser os pinos e a bola ao mesmo tempo?
Hello-san: Clones, meu caro! Você não tem imaginação?
Barman: Que Snake vestido com uma roupa que tem manchas de vaquinha?
Hello-san: Você não viu, Barman? Ele estava lá na entrada.
Barman: Eu só vi o Ganondorf de amarelo, e ele estava falando “I wonder what’s for dinner”?
Matilde: Pô, o cara já tava pensando no jantar? Francamente…
Kekekê: Matilde? O que faz aqui?
Hello-san: Eu a chamei para o nosso time porque a vi tão estressada… sabem, pensei que ela podia relaxar jogando boliche.
Kekekê: Combinava mais com ela boxe para relaxar, não boliche…
Random: EU TENHO A FORÇA! HAHAHAHAHAHA!
Hello-san, Barman, Matilde & Kekekê: …o_õ
Hello-san: Mas uma piadinha e eu te levo pro Ganondorf vestido de amarelo! Francamente! Vá comprar um suco pra mim, sim?
Random: Você me ofendeu…
Hello-san: Tá, tá, trás então guaraná.
Random: Posso trazer meus amigos imaginários?
Hello-san: Só não traga os pôneis…
Kekekê: Olhem gente!
Barman: O quê? O Snake vestido com uma roupa que tem manchas de vaquinha?
Kekekê: Não! É o Jiglypuff! Será que ele vai cantar hoje aqui no boliche?
Hello-san: Espero que não. Isso iria irritar o meu Alakazam.
Cola-sama: Barman e Kekekê olham pra ela se perguntando, curiosos “mas porque trazer seu pokémon no boliche?”
Hello-san: Nunca se sabe, ué. E também, se eu não o trouxesse, ele ia soltar lasers pelos olhos quando eu voltasse pra casa.
Cola-sama: E, finalmente, Locutor-sama chega junto com o Coke-san
Coke-san: Não acredito que aquele poste começou a fazer sinais indecifráveis outra vez… sem falar que ainda está nos seguindo!
Locutor-sama: Acho que os sinais que ele está fazendo querem dizer “abduza esses dois aqui!”
Coke-san: Hm? Por que você acha isso?
Locutor-sama: Se aqueles OVNIS que estão se aproximando não significam nada pra você, então vou fingir ignorância.
Random: Gente, gente! Tem uns ovnis se aproximando!
Kekekê: Sério? Puxa, o Tasketê devia ter vindo também…
Hello-san: OVNIS? Quem iria interromper meu sagrado boliche?
Locutor-sama: Eles estão descendo!
Coke-san: OOOH! O que será que eles querem?
Cola-sama: Os OVNIS desceram. O que será que querem? Pizza grátis?
Kekekê: A porta do OVNI se abriu… e é… O Garfield?
????: Não, duende! Não sou o Garfield! *tira a máscara*
Barman: O Snake vestido com uma roupa que tem manchas de vaquinha?
????: Também não! Ora bolas, porque estou com todas essas máscaras? Pronto…!
Hello-san: Doutor Q.? O que faz aqui? Está procurando pizza grátis, homem?
Doutor Q.: Não! Só vim assistir o jogo de boliche.
Random: Aonde você arrumou a nave? Ganhou na loteria da padaria?
Matilde: Vai ver que estava em promoção.
Doutor Q.: Sim! Eu nunca perco uma promoção. Um ser humano inteligente nunca perde uma.
Hello-san: Daqui a pouco vai dizer que pode soltar lasers pelos olhos.
Doutor Q.: Não! Tenho algo muito melhor comigo.
Barman: Um chocolate Baton?
Doutor Q.: Isso não é um chocolate baton! É uma espada luminosa de Star Wars!
Kekekê: Isso é uma coisa que não se vê todo dia.
Doutor Q.: Veio de brinde. Isso não é legal?
Hello-san: Suuuper. Assim como o meu pagamento atrasado.
Random: Pessoal, acho que estão fazendo uma festança no boliche.
Kekekê: Mas que coisa! Quem faria uma festança em vez de jogar boliche?
Doutor Q.: Os jogadores de golfe!
Locutor-sama: Não entendi o seu ponto de vista.
Doutor Q.: Eles estão aqui para destruir o boliche de uma vez para poder dominar o mundo com o golfe! Eu nunca consegui entender aquele esporte, meu deus! Como você consegue tacar a bolinha no buraco? Chamando o Ganondorf vestido de amarelo? Ou tem que falar alguma frase mágica do gênero “I wonder what’s for dinner?”
Matilde: Golfe é esporte de gente chique, milionária e esnobe. É para poucos!
Coke-san: Coisa que não combina com o Doutor Q.!
Kekekê: Xiii! Acho que não vai dar para jogar boliche hoje.
Hello-san: Por que não, duende?
Kekekê: Simples. Parece que nosso querido planetinha vai ser invadido por postes gigantes, com rosto e tudo!
Doutor Q.: Oh! Que emocionante!
Hello-san: Só faltava essa…
Matilde: Acho melhor pegar a minha bazuca. Ou melhor… não sei.
Cola-sama: O que eles não esperavam: O poste estava chamando seus amigos para fazer uma festa no boliche! Não sei o porquê deles terem escolhido logo um boliche. Mistérios.
Barman: Caramba, são muitos!
Random: Estamos perdidos!
Matilde: Talvez um estilingue resolva…
Hello-san: Nem tudo está perdido! Temos o meu Alakazam!
Cola-sama: O poderoso pokémon da Hello soltou lasers pelos olhos… porém, em seguida ele soltou um espirro!
Hello-san: Estranho. Acho que ele é alérgico a postes.
Coke-san: E então os postes terminaram de invadir o boliche. E começaram a festa, tocando uma música mais ou menos assim: “E vai rolar a festa, vai rolar, nós gostamos de nachos, la li la li la la!”
Matilde: É… acho que vou pra casa.
Barman: Que tal fazermos um jantar lá na Casa Verde? Pode deixar que eu cozinho!
Kekekê: Eu te ajudo!
Hello-san: Boa! Vamos lá! Eu autorizo!
Cola-sama: E todos foram embora jantar na Casa Verde, felizes se não fosse por um estranha invasão repentina de pinguins. FIM!

~ Epílogo? ~
Cola-sama: E então? O que achou?
Moon: ….
Cola-sama: A história que eu escrevi ficou tão boa que você está sem palavras?
Moon: Eu não entendi nada…
Cola-sama: Como assim não entendeu?
Moon: Eles iam jogar boliche, mas aí você virou a história 180 graus!
Cola-sama: Agora entende como o meu trabalho é chato e difícil? Nem sempre dá para entender as suas histórias…
Moon: Não, não entendi.
Cola-sama: Você está tirando uma da minha cara, não é?
Moon: *solta lasers pelos olhos*
Cola-sama: Que apelação! É assim que se termina uma história?
Moon: Não, eu só estou com fome.

É por hoje é só, pessoal! Cuidado com os postes, amem os pinguins mesmo que eles invadam sua casa de repente e não se esqueçam de colar a mão em frente da boca quando espirrar. Tenham uma boa noite!

Happy Green Things, Silly Tales

Uma batata feliz pode ser prima de um biscoito, afinal, isso faz muito sentido!

Moon: Hey, Batata feliz.
Batata feliz: Sim?
Moon: Quer parar de rabiscar em cima dos desenhos que eu fiz?
Batata feliz: Mas eu só estou colocando o nome dos bairros!
Moon: Interessante. E quais são os nomes dos bairros?
Batata feliz: Porto do Garrafão, Das Estrelas, Das Rosquinhas, Do Banquinho e o meu favorito, Praia Média!
Moon: Praia Média?
Batata feliz: Sim, é onde fica a Casa Verde.
Moon: Hm…
Batata feliz: Que foi? Eu só estou seguindo as anotações do Biscoito, ué. Eu só dei o nome pro bairro…
Moon: Por falar no seu primo Biscoito, como ele está?
Batata feliz: Nada bem. A última vez que ele comeu chocolate… foi demais. Ele exagerou!
Moon: Sei… ah, e o seu nome mesmo é Batata feliz?
Batata feliz: Sim, porquê?
Moon: É que as pessoas vão confundir você com as batatas felizes que trabalham pro príncipe Kekekê!
Batata feliz: Troca o nome deles, ué.
Moon: *bate com a cabeça na mesa* Como sempre, mais trabalho pra mim…
Batata feliz: Hm… precisamos de um nome pra cidade!
Moon: Cidade dos cinco monumentos…
Batata feliz: E quais são eles, minha cara?
Moon: Um garrafão gigante – é uma loja onde vende bebidas, suco, água, etc – uma estrela gigante – é um planetário – , uma rosquinha gigante – é um arco, existe até uma lenda que diz algo sobre a rosquinha ser comestível -, um banquinho gigante – é uma loja de móveis – e… hm… tá faltando um monumento para a praia média!
Batata feliz: Que tal um coqueiro gigante?
Moon: Um coqueiro gigante? Está bem… por falta de opção, vai um coqueiro gigante mesmo.
Batata feliz: Mais alguma coisa?
Moon: Acho que não… a cidade dos cinco monumentos está pronta!
Batata feliz: E o design da Casa Verde?
Moon: Não sei.
Batata feliz: Que tal ter um avião desenhado em um dos andares, na parte da frente da casa?
Moon: Por que um avião?
Batata feliz: O Doutor Q. pode ter a frustração de ter querido ser um piloto de avião, mas não foi.
Moon: Hm, então por isso que ele é louco… tudo bem. Acho que vou colocar uma torre na Casa Verde que tenha uma janela em forma de estrela, o que acha?
Batata feliz: Boa! Ali pode ser o escritório da Hello!
Moon: Acho que só.
Batata feliz: Mas você não terminou de fazer o desenho da parte da frente da Casa Verde…
Moon: Claro que terminei!
Batata feliz: *vê o desenho* Puxa, você desenha mal pra caramba, hein?
Moon: …¬¬

Do outro lado dos estúdios Happy Green Things…
Locutor-sama: Ainda não entendo como o Biscoito possa ter um parente salgado…!
Cola-sama: E o Biscoito ainda não saiu do hospital… fazer o quê. O Batata feliz não é tão chato quanto ele.
Locutor-sama: Isso é verdade. Ei Cola-sama, quer ir ao boliche comigo? Estou precisando de gente pro meu time.
Cola-sama: Desculpe Locutor-sama, eu até gostaria de ir, porém eu tenho serviço a fazer. Por que não chama o Coke-san? Soube que ele é bom no boliche!
Locutor-sama: Ele solta lasers pelos olhos?
Cola-sama: O quê?! O_o
Locutor-sama: Nada… (o mundo real é tão chato!)