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Histórias de Acampamento

Histórias de acampamento #2 ~ Um fantasma no cabeleireiro

Zaltana: Então quem vai ser o próximo a contar uma história de acampamento?
Matilde: Será que eu posso…?
Kekekê: Você, Matilde? Mas você parecia tão desinteressada…
Zezé: Quando a mamãe parece estar desinteressada com alguma coisa, é o contrário!
Tadeu: É, é! A mamãe é assim mesmo.
Kekekê: Meninos…
Zezé & Tadeu: Mas nós a amamos mesmo assim!
Matilde: É só pra escaparem de levar bronca, não é mesmo? ¬¬
Kekekê: *snif,snif* Que gracinha!
Jesse: Não sei por que, mas ri quando ele disse “que gracinha!”
Zaltana: Pra mim parecia que ele estava resfriado.
Locutor-sama: Se você quer contar uma história, pode contar sem problemas, ué. Eu não vejo problema nenhum, pelo menos. Nem o meu chapéu de queijo vê algum problema com isso!
Matilde: E então… posso começar!
Random: Antes… alguém pode me dizer o que houve com o ketchup?
Zaltana: Já disse que é clichê! Pegue a mostarda. Não é só porque todo mundo gosta de ketchup que você vai querer também.
Jesse: Eu ainda não entendi o que você tem contra o ketchup, amiga Zaltana…
Zaltana: Tudo e mais um pouco, minha querida!
Matilde: A história que irei cantar hoje é a mais pura verdade… sim! Ela aconteceu. Um dia desses, uma amiga minha foi ao cabeleireiro…
Random: Cabeleileiro? Ele era lelé? Ou será que leiteiro?
Locutor-sama: Shhh! Não atrapalhe, amigo boneco de palito. Quando se conta uma história deve-se ter concentração…
Matilde: QUE CALAR A BOCA…
Kekekê: Calma, calma… Não vamos começar nenhum barraco, meu anjo. n__n
Zaltana: Não perca a elegância! Mesmo que te ofereçam ketchup.
Jesse: Meu deus, o que tu tem contra ketchup, mulher?
Zaltana: Já disse que tenho tudo contra o ketchup! Ah, e mesmo que você tiver ou não tiver cabelo crespo, não perca a elegância se alguém te oferecer…
Zezé: Mas será possível que ela nunca vai parar de repetir?
Tadeu: Vai ver que é piada interna de abacaxi!
Matilde: …ela foi fazer o de sempre, claro, afinal de contas, fadas precisam manter seus cabelos sempre bonitinhos e arrumados! Enfim… tinha uma promoção…
Zaltana: De maquiagem?
Matilde: Quase! De manicure. Então, ela foi lá fazer as unhas, e aproveitando a promoção, fez os pés também. Foi aí que ela viu…
Random: Uma coca-cola dançando a macarena?
Matilde: Não. Era um fantasma de um cabeleireiro!
Kekekê: Não entendi… como ela podia saber que era de um cabeleireiro? Estava escrito na testa dele “oieusouumcabeleireiro”?
Locutor-sama: Não seja ridículo, duende. Não é óbvio? Ele estava com uma tesoura na mão.
Random: Mas qualquer um pode ficar com uma tesoura na mão!
Locutor-sama: Tem razão… então como foi que…?
Jesse: Talvez a coca-cola que estava dançando a macarena tenha contado pra ela?
Random: Isso, isso! Com certeza…
Matilde: NÃO TINHA NENHUMA COCA-COLA DANÇANDO A MACARENA, CARAMBA!
Locutor-sama: Desculpa, Matilde… mas não precisava ficar tão nervosa. O pessoal ficou com medo!
Kekekê: Medo do fantasma ou da Matilde?
Random: Você quer que a gente responda? Tá doido?
Zezé: O papai pirou!
Tadeu: Com certeza! E pirou na batatinha!
Zaltana: Espera, porque tem batata feliz nessa história…?
Matilde: MAS SERÁ POSSÍVEL QUE VOCÊS…
Kekekê: Calma, Matilde! Nós só estamos falando essas coisas aleatórias porque é pra preencher espaço! Afinal, a sua história não é muito grande…
Matilde: Deixa eu adivinhar… foi ideia do Biscoito?
Kekekê: Não, minha querida. Foi da Moon mesmo!
Matilde: Continuando… o fantasma do cabeleireiro, foi em direção a minha amiga, e aí… ele começou a cortar o cabelo dela!
Locutor-sama: Hm… então o cabelo dela, foi se cortando sozinho, segundo as outras pessoas, não é…?
Random: Provavelmente acharam que ela estava maluca!
Matilde: Sim! Mas parece que mais uma pessoa viu o fantasma… foi a cabeleireira chefe! Ela disse que era o espírito do marido dela.
Kekekê: Medo… o__o
Random: E então? O que mais, o que mais?
Zaltana: Só a sua amiga e a cabelereira chefe o viram… será que essas duas não eram a mesma pessoa?
Matilde: Ela também disse qualquer coisa sobre o marido dela ter se arrependido de não ter comido arroz e feijão.
Zezé: Caramba… caramba…
Tadeu: As suas pernas não param de tremer, Zezé.
Zezé: As suas também não, Tadeu!
Matilde: Mas calma…! Eu ainda não terminei. Mais tarde, a minha amiga descobriu que ela não tinha visto um fantasma. Era mesmo uma pessoa…! Só que era uma pegadinha.
Random: Que história mais sem sentido!
Locutor-sama: De repente fiquei com vontade de comer arroz e feijão…
Jesse: Acho que essa história é uma piada interna!
Zaltana: Qual é, pipoca… só porque você não entendeu, não quer dizer que seja uma piada interna.
Jesse: Tem certeza? E a sua “coisa” anti ketchup, também não é piada interna?
Zaltana: NÃO MESMO! ¬¬
Matilde: É, já vi que ninguém gostou da história.
Locutor-sama: Não é isso, Matilde… Mas parece que faltou você falar alguma coisa na história…
Matilde: Faltou alguma coisa? Deixa eu ver… hm… ah! O “fantasma” estava descabelado. Não é assustador?

– E mais uma história da série de histórias de acampamento! E dessa vez, Matilde conta sua história… será que ela é tão assustadora assim? Resposta: Pra Matilde, gente descabelada é assustadora!
– Será que a próxima história, vai ser, de fato… assutadora? Não sei. Pergunte pro Biscoito…

Green House Stories

Guerra entre os moradores da Casa Verde

Hello-san: Então, Clow-san, conto com você para cuidar da Casa Verde enquanto eu estiver fora. Sabe como é, missões em letras vermelhas grandes são muito importantes…
Clow: Que isso, Hello-san! Um pedido de uma aprendiz do Doutor Q, grande amigo meu, não é nada demais para atender…
Hello-san: Aprendiz, tá louco? o_O Bom, só te chamei por que hoje o Barman foi para outro trabalho dele. E já que o Doutor Q. ainda está de férias, eu não tinha muitas opções…
Clow: De qualquer jeito, me sinto honrado em poder ajudá-la.
Hello-san: Então… tá. Tudo bem! Caso tiver algum problema, NÃO ME LIGUE, faça o favor de ligar pro Barman, tá certo? Se tiver algum problema, ele vai vir rapidinho te ajudar.
Clow: Está certo. Mais alguma coisa?
Hello-san: Não clone ninguém e/ou nada da Casa Verde, está me ouvindo?
Clow: Por que não posso clonar ninguém…? É tão divertido! T__T
Hello-san: E você, Locutor-sama… fique de olho nele!
Locutor-sama: Tem sempre que sobrar pro narrador… Tudo bem. Hello-san disse isso, e saiu da Casa Verde, apressada. Ela iria pegar um táxi ou o seu transportador alienígena fica em baixo da terra? Fiquei em dúvida agora…
Clow: Bom, já que vou ficar aqui entediado, sem poder clonar ninguém, eu vou ler o mangá o qual distorci completamente a história. *dá uma risadinha*
Locutor-sama: E então, Clow foi surpreendido por um… tiro?
Random: Sai da minha frente, sai da minha frente!
Clow: Mas o que é isso? Um tanque de guerra?
Random: Um tanque? Eu não vou pro tanque, vai você! Ou melhor… nunca ouviu falar em lavanderias?
Clow: *bate com a mão na testa*
Kekekê: Ei, essa fala não era minha?
Random: Era, mas você está olhando o roteiro antigo dessa história.
Kekekê: Tem razão! Aqui está datado 22 de abril de 2008!
Random: Viu como ele é antigo? Se atualiza, duende!
Clow: Por que tem um tanque de guerra dentro da Casa Verde?
Kekekê: Um tanque de terra? Por que teria um tanque de terra aqui dentro da Casa Verde? Isso aqui é um tanque de guerra!
Clow: Foi o que eu disse…
Random: Não liga não, mas o Kekekê anda meio surdo por causa de obras com bate estacas…
Clow: Ah é, coitadinho… esperem! Não mudem de assunto! Eu ouvi o barulho de um tiro, assim… BANG!
Kekekê: Bang? Será que…
Random: Deixa eu ver aqui… É! Tem defeito no nosso tanque! Aqui dentro tem um… esquilo que come biscoito?
Kekekê: Oh! Você estava aí, esquilinho?
Clow: VOCÊS DOIS PODEM ME DIZER O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?
Random: Ah, você não soube? Estamos em guerra!
Kekekê: Nós estamos em guerra contra o país abacaxi!
Clow: Mas… porquê?
Random: Sabe que eu não me lembro?
Kekekê: O seu roteiro acaba nessa pergunta do Clow? O meu também! Será que acabou a tinta?
Malvino: Heeey! Vocês não vão voltar para a nossa guerra de bolas de neve?
Random: Nós estamos esperando o Coke-san voltar… eu acho!
Kekekê: Ei, ei, como você sabe? Não disse que não tinha mais nada no seu roteiro?
Random: É, mas achei o resto atrás de uma folha de propaganda!
Kekekê: Atrás de uma folha de propaganda? Propaganda de quê?
Random: De um disk-donuts!
Kekekê: Donuts…? Sempre donuts! Deve ser coisa da Moon…
Random: Na verdade, acho que deve ser coisa da Hello… sabe, o endereço é em outro planeta!
Kekekê: Se fosse outra dimensão seria o Clow!
Boon: HEEEY! Ô gente! Voltem aqui! Como vamos guerrear se vocês estão aí, fugindo?
Kekekê: Nós não estamos fugindo! Estamos conversando!
Random: Sim! Estamos comentando sobre os nossos planos de guerra!
Clow: Agora eu entendi porque a Hello-san queria tanto que alguém viesse aqui… Seria uma ocasião para ligar para o Barman?
Locutor-sama: Acho que seria! Liga pro Barman antes que a casa venha à baixo!
Clow: Oras, mas se isso acontecer é só eu apagar a memória de todo mundo e fugir para outra dimensão…! Bom. De qualquer jeito… vou ligar pro Barman!
Locutor-sama: Rapidamente, vamos fugir um pouquinho das loucuras do pessoal da Casa Verde e ir ver aonde está o Barman para umas piadas adicionais…
Barman: Heein…? Você disse que quer um hambúrguer ou não? Quer se decidir, por favor?
Locutor-sama: Como podem ver, o Barman está trabalhando em uma lanchonete… mesmo com o seu medo de batatinhas felizes!
Barman: Eu não tenho mais medo de batatinhas felizes!
O Carinha (aquele que é filho da A Velhinha!): Hm… deixa eu ver… talvez um milkshake… Esper aí! Eu não quero batatinhas felizes não! Sabe, uma vez uma delas roubou minhas papercrafts… todo mundo quer roubar minhas papercrafts! Por que não fazem eles mesmos?
Locutor-sama: Talvez porque eles sejam ecológicos e politicamente corretos, não querendo gastar papel?
O Carinha: E é uma coisa politicamente correta, roubar dos outros?
Locutor-sama: Como vocês podem ver, o Barman gosta muito de trabalhar… Não sei daonde ele tira essa energia! De qualquer jeito, vamos voltar aonde estávamos… aonde Clow ia ligar para o Barman!
Clow: *com o telefone na mão* Alô, Barman?
Barman: *falando do celular* Olá, Clow! Algum problema aí na Casa Verde?
Clow: Sim! Os moradores estão guerreando, aqui!
Barman: Ah, não se preocupe. Eles só estão entediados. Eles não vão destruir a Casa…
Clow: O que é que eu faço?
Barman: O poderoso mago Clow está me perguntando o que fazer… er… conta uma historinha pra eles!
Clow: Está bem, então… *desliga o telefone*
Locutor-sama: E então, Clow, o mago mais poderoso das dimensões, sem ideias que história contar, pegou o mangá de Tsubasa Reservoir Chronicle.
Clow: E agora, pessoal, vou contar para vocês uma história de explodir mentes…

Depois…
Hello-san: Não acredito que a missão urgente era cozinhar para o P-san! Hmph, só porque a cozinheira faltou hoje… ele cismou que queria comer cupcakes, que só eu sei fazer. u_u
Locutor-sama: Hello-san observou o estado da Casa Verde… os moradores estavam… confusos?
Malvino: MINHA MEEEEEEEEEEENTE!
Boon: Isso é distorcido demais!
Zaltana: Como vocês são surtados…! O máximo que me deu foi uma dor de cabeçazinha!
Kekekê: Puxa vida, Clow! Como você conseguiu distorcer tanto essa história? Me conta seu segredo?
Random: Com esse poder você podia dominar o mundo! Ensine para mim também, mestre?
Hello-san: O que aconteceu aqui?
Zaltana: O Clow nos enrolou com uma história sem pé nem cabeça, chamada Tsubasa Reservoir Chronicle!
Random: É claro que é uma história sem pé nem cabeça! Aonde já se viu uma história ter pé e cabeça?
Clow: Eu liguei pro Barman e ele me sugeriu contar uma história… e eu contei!
Kekekê: Genial, por sinal… de explodir mentes!
Hello-san: Olha só como você os deixou! Eles estão todos tontos e confusos!
Barman: *chegou do trabalho* Caramba… como aquele “O Carinha” é complicado… não acredito que ele pagou a conta com papercrafts… ué, o que houve aqui?
Hello-san: O Clow distorceu a mente desses pobres coitados com uma história!
Barman: Oh, sério? Então… sugerir pra ele contar uma história não foi uma boa ideia…
Hello-san: A culpa não é sua, Barman… é do Clow! Agora, Clow… o que tem para dizer em sua defesa?
Clow: Nada a declarar… e como diria alguém que esqueci o nome… calúnias!
Kekekê: Ei, Clow! Essa frase é minha!
Locutor-sama: E, quando eles menos esperavam… o Clow sumiu!
Hello-san: Covarde! Nunca mais peço um favor pra ele.
Zaltana: Também né… olha quem tu foi chamar…!
Random: Alguém viu o Coke-san? Ele não apareceu até agora….

Em um portal dimensional…
Clow: Caramba! Não acredito no que aconteceu com aquele pessoal da Casa Verde, ficaram todos malucos…! Acho melhor eu não aparecer lá por um boom tempo!
Coke-san: Por favor, você podia me informar aonde tem uma lojinha de donuts por aqui?
Clow: Uma lojinha de donuts…? Mas, você está num portal dimensional…! Aqui não tem nada, a não ser outros portais dimensionais em que você pode entrar!
Coke-san: Sério? Caramba… acho que aquele folheto de propaganda de disk-cupcakes me sugou até aqui… agora não sei como vou sair!
Clow: Ué, mas você não queria uma loja de donuts?
Coke-san: Mudei de ideia ao ver como os cupcakes são malignos!

– Cupcakes são malignos! Agora, além de não acreditar em fada dos dentes, o Locutor-sama agora não gosta de cupcakes. E o folheto de propaganda de disk cupcake? Ele o sugou mesmo? Será…? Mistérios.
– Não, a história não vai ter continuação. Pelo menos não agora, não planejo nada. XD
– Essa história é antiga, como o próprio Kekekê falou, o roteiro dele é de 22 de abril de 2008 (o que eu tinha na cabeça na data do meu aniversário? XD) Eu modifiquei muito a história original, já que ela estava um tanto… desatualizada!

Esquecidos, Pixie Tales

O misterioso baú de tesouros no aquário

Locutor-sama: Os filhos do Kekekê e da Matilde, Zezé e Tadeu, estavam entediados. Na história “Kekekê in Wonderland”, o Kekekê também estava entediado. Será que é de família? Bom, de qualquer jeito… por causa do tédio, eles estavam observando o aquário.
Zezé: Você está vendo, Tadeu?
Tadeu: O que, Zé?
Zezé: É um baú de tesouro! Como é que os peixes têm um negócio desses no aquário?
Tadeu: É mesmo! E eles não querem nem dividir o ouro deles conosco, o dono deles, que mal agradecidos!
Zezé: Como vamos resolver essa situação…?
Tadeu: Já sei! Vamos perguntar pro papai.
Zezé: Mas ele está hoje fazendo serviço comunitário, cuidando de camarões!
Tadeu: Serviço comunitário? Então vamos perguntar pra mamãe.
Zezé: Vamos!
Locutor-sama: Como de costume, Matilde estava penteando os cabelos, como fazia todas as manhãs. E, por incrível que pareça, estava de bom humor… que incrível…!
Matilde: Incrível porque, Locutor-sama? Sabe que eu posso mudar de humor agorinha mesmo, não sabes? ¬¬
Locutor-sama: Minhas sinceras desculpas, minha cara Matilde. Eu só estava brincando!
Matilde: Brincando… sei! Hmph. Agora, dê o fora!
Tadeu: Ei, mamãe! Podemos tirar uma dúvida com você?
Zezé: É muito importante!
Matilde: Contanto que vocês não me perguntem como fazer uma máquina do tempo, tudo bem. O que foi?
Tadeu: Por que os peixes têm um baú de tesouros no aquário?
Zezé: Por acaso eles são milionários excêntricos muquiranas?
Matilde: Puxa, duas palavras difíceis! Andou lendo um dicionário, Zezé?
Zezé: É que eu estava entediado…
Matilde: Crianças, aquele baú de tesouros é só um enfeite. Não tem nada de especial ou de valor lá dentro!
Tadeu: Tem certeza? Você não está nos enganando?
Zezé: Não podia transformar nós dois em peixe pra gente descobrir?
Matilde: Tão achando que eu posso transformar vocês em peixe, só porque sou uma fada? Crianças, vocês estão vendo padrinhos mágicos demais.
Tadeu: Calúnias!
Matilde: Que gracinha, igual o papai… Olha, porque vocês não vão ler um livro, ou fazer qualquer outra coisa útil?
Zezé: Mas nós queremos descobrir mistérios misteriosos no fundo do mar!
Matilde: Então vão jogar Super Mario Bros 3 ou Super Mario World, nesses dois jogos tem fases aquáticas pra todo mundo!
Tadeu: Puxa, não sabia que a mamãe sabia dessas coisas de videogame…
Zezé: Mas nós queremos ir no nosso aquário!
Matilde: Eu disse não, crianças. Por favor, não abusem da minha paciência, sim? Esperem o seu pai chegar, quem sabe ele ajuda vocês nisso?
Zezé: Mas o papai vai demorar pra chegar!
Tadeu: É! Afinal de contas, o papai se diverte cuidando de camarões…
Locutor-sama: Frustrados, os gêmeos voltaram a observar o aquário…
Zezé: Nós estamos frustrados!
Tadeu: E como nós estamos frustrados!
Locutor-sama: Crianças, os leitores já entenderam…
Zezé: Já entenderam? Tudo bem, então.
Tadeu: Agora ele tem que ficar com pena de nós, pobres criancinhas entediadas!
Locutor-sama: Quando eles menos esperavam… tocou o telefone…!
Tadeu: Olha só, o telefone tá tocando!
Locutor-sama: Ei, eu já disse isso, não precisa ficar repetindo…
Zezé: E o telefone continua a tocar… E a mamãe ainda não chegou para atender. Sabe o que isso significa?
Tadeu: Que os humanos gostam de comer camarões?
Zezé: Oh, sério? Pobrezinhos… não! Espera. Significa que vamos atendê-lo! Ou melhor… você!
Tadeu: *pega o telefone* Alôooou?
Cristina: A Matilde está? Aqui quem fala é a Cristina!
Tadeu: Cristina? Não conheço nenhuma Cristina! Você conhece, Zezé?
Zezé: Cristina…? Deixa eu ver… não é o nome daquela marca de água?
Tadeu: Uma marca de água chamada Cristina? Não era cristalina?
Zezé: Hmm… talvez fosse natalina…
Cristina: Sou eu, a fada dos dentes!
Tadeu: Sério?
Zezé: Então quer dizer que você vai mandar moedinhas pra gente?
Cristina: ….. É, eu já vi que vou ter que ir até aí.
Locutor-sama: E então… a fada dos dentes, Cristina, apareceu bem diante dos olhos deles…!
Cristina: Agora me digam: A Matilde está aqui ou não?
Zezé: Oh… ela… veio do telefone… ela é mágica!
Tadeu: Não! Talvez ela tenha vindo pelo cano… que nem o Mário!
Cristina: *bate com a mão na testa* Ai, dai-me paciência…
Zezé: Espera… eu me lembro dela…! A fada dos dentes! Ela esqueceu de pagar pelos dentes que eu deixei em baixo do meu travesseiro!
Tadeu: Oh…! Ela também não me deu dinheiro!
Cristina: Vocês só podem estar brincando, eu nunca esqueço de ninguém…!
Zezé & Tadeu: QUEREMOS DINHEIRO! *começam a chorar*
Cristina: Está bem, calma… se vocês estão falando que eu esqueci, então eu esqueci, me desculpem… Podem me desculpar?
Zezé: Não!
Tadeu: A menos que você nos faça entrar no aquário para descobrir o que tem no baú de tesouros dos nossos peixes!
Cristina: Nossa, vocês são tão… tão… sinceros. Está bem, eu faço isso. Assim vocês não vão me pedir dinheiro?
Zezé: Isso mesmo!
Cristina: Então…
Locutor-sama: A fada dos dentes, Cristina, os transformou em… peixes?
Cristina: E não são peixes qualquer, são peixes palhaço!
Zezé: Oba! Nós estamos dentro do aquário…!
Tadeu: Espera até a mamãe saber disso..!
Cristina: Provavelmente vai brigar com vocês. Mas isso não me importa…! Enfim, acho que vou deixar um bilhete pra Matilde. Estou com muita pressa…
Locutor-sama: Cristina foi embora, com pressa para fazer não sei o quê… Enfim. Espera… como é que os gêmeos irão voltar ao normal?!
Zezé: Iuupiii! Estamos dentro do aquário, estamos dentro do aquário…!
Tadeu: Nós devíamos ficar aqui para sempre, para nunca mais fazermos lição de casa ou tarefas domésticas!
Zezé: Boa ideia, irmão!
Locutor-sama: Hm… pelo visto, eles não estão muito preocupados com isso.
Matilde: FINALMENTE, meu cabelo está do meu gosto… ué, aonde estão as crianças…?
Locutor-sama: A Matilde apareceu…! E agora, o que vou fazer? O que ela vai falar se ver os filhos dentro de um aquário, e eu aqui…? Ah! Já sei! Vou me disfarçar de abajur… como nos desenhos animados!
Matilde: Ué? Desde quando tenho um abajur que parece que está vestido de Charles Chaplin? Hm… pensando bem… Ah! Isso deve ser coisa do Kekekê. Bom, deixa pra lá. Agora acho que vou arrumar meu armário.
Zezé: Olha só, Tadeu… dentro do baú de tesouros… não tem tesouro nenhum!
Tadeu: Fomos enganados! Deve ser um plano malignos desses peixinhos malvados para nos enganar…
Zezé: E deixar a gente frustrado! Que pilantras! u__ú
Locutor-sama: A porta abriu-se… alguém chegou… e quem seria esse alguém? Kekekê, é lógico! A salvação… ou será que não?
Kekekê: IABADABADUUUUUUU! UHUUL! Querida, cheguei!
Matilde: *falando sozinha no quarto enquanto arrumava o armário* Espera um pouco… não me lembro de ter-me casado com o Fred Flinstone… Hm… nem ter me separado dele. Ah! Deve ser o Kekekê, depois de serviço comunitários, os camarões devem tê-lo convidado para assistir uma maratona dos Flinstones! Tudo faz sentido agora.
Kekekê: E aí, Matilde? Ué, cadê as crianças…
Matilde: Não faço a menor ideia. *falando do quarto*
Locutor-sama: Ei… Kekekê!
Kekekê: Ah, olá, senhor abajur…! Ei. Um abajur está falando comigo?
Locutor-sama: Não, seu bobo! Sou eu, o Locutor-sama!
Kekekê: Ah, oi. Viu os gêmeos?
Locutor-sama: Eles estão dentro do aquário!
Kekekê: Armário? É por isso que a Matilde está arrumando o armário?
Locutor-sama: EU DISSE AQUÁRIO!
Kekekê: Oh, não precisava gritar… Lá perto da onde eu estava cuidando dos camarões, tinha uma obra com bate estacas, por isso não estou escutando nada… ¬¬
Locutor-sama: É mesmo? Agora pode tentar limpar os seus ouvidinhos e me ouvir?
Kekekê: Depende… você está oferecendo donuts grátis?
Locutor-sama: Não, estou querendo falar dos seus filhos!
Kekekê: Eles estão oferecendo donuts grátis dentro do aquário? Mas os peixes não comem donuts…
Locutor-sama: Não é isso, ELES ESTÃO PRESOS NO AQUÁRIO!
Zezé: Estamos entediados.
Tadeu: Só que agora, dentro do aquário! Muito legal.
Kekekê: Oh, e quem fez isso com os coitados?
Locutor-sama: Você está lento hoje, Kekekê… foi… foi… uma bruxa malvada!
Zezé: Oh, o Locutor-sama está provando que tem criatividade para mentir!
Tadeu: Vai Locutor-sama, vai Locutor-sama…! /o/
Kekekê: Uma bruxa? Será que foi a bruxa das histórias da Branca de Neve? Tipo, eu nunca paguei pra elas as maçãs que comprei…
Zezé: Ou o papai está querendo bancar uma de engraçadinho ou ele está lento hoje!
Tadeu: Eu também ficaria se ficasse cuidando de camarões!
Locutor-sama: Kekekê, pode fazer uma magia duendal para fazer aqueles dois peixinhos voltarem ao normal? Apontei eu para os peixes palhaços Tadeu e Zezé…
Kekekê: Não sei porque você está pedindo isso, mas… está bem! Tudo pelos amigos.
Locutor-sama: E assim, com os poderes duendais do Kekekê, as crianças voltaram ao normal! E a moral da história é não ficar entediado e não achar que os seus peixes são muquiranas que guardam tesouros nos baús! Não sejam enganados, crianças.
Kekekê: Acabou assim? E eu nem apareci direito?
Zezé: Nossa, o Locutor-sama anda fazendo grandes participações ultimamente…
Tadeu: Ele é o bom!
Matilde: Acho que a Moon não sabia como terminar a história.
Moon: Como diria o sábio duendinho Kekekê… calúnias!

Kekekê/Matilde, Pixie Tales

O mistério do fusquinha amarelo

Locutor-sama: Kekekê estava na janela olhando fixamente algo na rua. Mas o que seria? Eu ainda não sei… mas descobriremos logo!
Matilde: Caramba, Locutor-sama, você não lê títulos não? Ele está olhando para um fusquinha amarelo!
Locutor-sama: Um fusquinha amarelo…? Pensei que ele estivesse olhando para pessoas com chapéu de queijo na cabeça. Sabia que está na moda?
Matilde: Na moda? Tem certeza que na verdade, ele está em promoção?
Kekekê: Mas o que será esse fusquinha amarelo…?
Locutor-sama: Talvez seja um carro transportador de chapéus de queijo!
Kekekê: Sugestão interessante Locutor-sama, mas…
Matilde: Mas…?
Kekekê: Atrás desse fusquinha tem uma triforce!
Matilde: E daí? O que você quer dizer com isso?
Locutor-sama: Uma triforce? Será que…?
Kekekê: Será que é o carro do Link?
Matilde: Link, de Legend of Zelda…?
Kekekê: Hein? Por que de repente você parece interessada no assunto?
Matilde: Eu, interessada em assuntos de videogame…?
Locutor-sama: É, você, minha cara Matilde! Anda jogando Zelda? Se anda, pode falar, não tem problema nenhum nisso… Ninguém vai rir de você ou coisa parecida!
Kekekê: Então você anda jogando Zelda? Que legal, Matilde! *-* Então, quando jogarmos Super Smash Bros Brawl, eu escolho o Link e você pode ser a Zelda, o que acha? \o/
Matilde: EU NÃO ANDO JOGANDO NADA, MAS QUE COISA! Hmph. Mudando de assunto, Kekekê, vou sair para fazer compras. Cuide do apartamento pra mim, enquanto eu estiver fora, tá certo?
Kekekê: Sim, senhora! Quero dizer… Matilde! n__n’
Locutor-sama: Então… de quem será aquele carro, Kekekê?
Kekekê: Não faço ideia, amigo. O jeito e descer e ir perguntar!
Locutor-sama: Kekekê desceu, para resolver esse mistério tão misterioso que assombrava sua mente!
Kekekê: Assombrava? Não acha que você usou a palavra errada, Locutor-sama?
Locutor-sama: Er… acho que usei. Está bem! Confesso. Esqueci qual era a palavra certa!
Kekekê: Não se preocupe, Locutor-sama… acontece com os melhores! Ei. Olha… tem alguém indo em direção ao carro…!
Locutor-sama: Seria o dono do fusquinha amarelo?
Kekekê: Ei, moço. Você é dono desse adorável fusquinha amarelo?
Locutor-sama: O dono do fusquinha amarelo estava com metade do corpo dentro do porta-malas. Por isso, Kekekê se surpeendeu com as suas vestimentas. Será…?
Kekekê: Meu deus!
Dono do fusquinha: Está falando comigo?
Kekekê: Por que está vestido de Link?
Dono do fusquinha: Ah, isso? É que hoje vai ter uma festa à fantasia aonde eu trabalho. Oh, e você conhece Zelda? Você tem bom gosto!
Kekekê: E esse… chapéu de queijo? o__õ
Dono do fusquinha: O meu chapéu…? Ah, eu não estava com ele antes. É que o gorrinho que fazia parte da minha fantasia voou…
Kekekê: Como é… ele voou?
Dono do fusquinha: É que ele era um pássaro. n__n’ Ah, e quanto a eu estar com esse chapéu… *começa a falar baixo* É para esconder uma falha no cabelo. E como tabalho vendendo chapéus, peguei esse do meu estoque.
Kekekê: Ah… entendi. Obrigado por ter me tirado essa dúvida!
Dono do fusquinha: Ah, de nada. Aproveitando… quer comprar um chapéu de queijo? Está em promoção!
Kekekê: Não, obrigado. ^^”
Locutor-sama: Eu quero comprar!
Dono do fusquinha: Está bem. Custa dez reais!

Depois…
Locutor-sama: Já de volta ao apartamento da Matilde, Kekekê parecia frustrado. E eu, feliz, pois comprei esse chapéu super legal!
Kekekê: Sabe… não combina muito com você, vestido de preto e branco, com esse chapéu de queijo!
Locutor-sama: Matilde chegou das compras.Vendo a carinha de frustrado do Kekekê, jogou as sacolas no sofá e perguntou:
Matilde: Por que essa cara?
Kekekê: É que eu descobri que o fusquinha amarelo não era do Link…
Matilde: É claro que mão era, duende. Se fosse o Link mesmo, ele teria um trem!

– Será que a Matilde já jogou Legend of Zelda, Spirit Tracks? Se já, porque ela não me empresta? D:
– Locutor-sama anda fazendo muitas aparições ultimamente… mas também, ele é o narrador!

Histórias de Acampamento

Histórias de acampamento #1 ~ A batata feliz esquecida no fundo da geladeira

Kekekê: Essa história se passa num ano de vida moderna, talvez até mesmo no ano passado…
Zezé: Não acho que o ano passado tenha sido um ano muito moderno…
Tadeu: Você vê carros voando por aí? Nãaao. Os pobres humanos ainda usam carros que ficam no chão e provocam engarrafamentos!
Zezé: Um absurdo.
Matilde: Depois você diz que o Locutor-sama narra as histórias dramaticamente…
Locutor-sama: Se eu fosse o Kekekê eu diria “Calúnias” mas como eu não sou ele, eu digo: MENTIRA!
Random: Falar mentira é tão clichê… Ei, por que você não está com a fala em negrito?
Locutor-sama: Porque quem está narrando a história é o Kekekê, não eu…
Random: Ah, bom! Pensei que tivesse sido despedido.
Matilde: Mais algum comentário interessante? O Kekekê pode continuar a história? Eu preciso ir ao cabeleireiro …
Zaltana: Sem querer ofender amiga, mas você está sempre precisando ir ao cabeleireiro !
Matilde: E tipo, sem querer te ofender, você está usando uma maquiagem HOR-RO-RO-SA. Falei.
Locutor-sama: Meninas…
Pipoca de dez reais: Quem quer cupcakeeeeeeeeeee? QUEM QUER? É DE GRÁTIS!
Zaltana: Pipooooooca! Quanto tempo! E aí, amiga?
Matilde: Vocês duas se conhecem? o__O
Zaltana: Sim, pode não ter aparecido em nenhuma história, mas já fomos ao shooping juntas várias vezes. 😉
Pipoca de dez reais: Isso é verdade! Oh, e me chame de Jesse, amiga Zaltana!
Locutor-sama: Jesse? Você é da equipe pocket?
Random: Rocket! E se considera fã de pokémon…
Kekekê: GENTE, QUEREM PARAR DE ASSUNTOS PARELELOS? Posso continuar a narração?
Matilde: Continua logo, então!
Random: Porquê agora a fala dele não está em negrito, Locutor-sama?
Locutor-sama: É porque agora ele não está narrando. 🙂 Fazendo desse modo não confunde os leitores.
Random: Ah, sim…
Kekekê: …no apartamento em que vivia uma família comum. Eles já tinham almoçado, e como de costume estavam guardando as sobras…
Random: O que me interessa que eles já tenham almoçado?!
Locutor-sama: Quieto! Isso pode ser um ponto importante na história.
Matilde: Puxa vida, mas que história interessante…! Acho que vou ir lá na barraca super desconfortável de acampamento dormir.
Zezé: Mas mamãe, você não ia ao cabeleireiro ?
Tadeu: Hmm… a mamãe deve ter desmarcado a sua ida ao cabeleireiro! Eu a vi mexendo no celular.
Zezé: Mas como ela desmarcou por celular? Mandou uma mensagem?
Tadeu: Não, deve ter mandado uma reply pro cabeleireiro pelo twitter!
Zaltana: Então, Jesse… eu queria uma sugestão de que filme assistir, nos cinemas… qual você me sugere?
Jesse: Hmm. Boa pergunta! Mas relaxe. Você não precisa perguntar pro Pão de forma espirra em mim…Ei! Ninguém trouxe ketchup? *comendo sanduíche*
Zaltana: Ketchup está muito fora de moda!
Jesse: Oh. Então me passa a mostarda!
Kekekê: Então, quando eles foram guardar as sobras, levaram um susto… havia uma batata feliz esquecida no fundo da geladeira…!
Zaltana: A Moon e a sua nova mania de batatas felizes, cupcakes e donuts…
Jesse: Caramba, não me deixa com mais fome! Acho que vou ser obrigada a comprar bolachas salgadas na barraquinha dos macaquinhos vendendo gelo.
Zezé: Compra pra gente também, senhorita pipoca?
Tadeu: É, é! Eu também estou com fome!
Kekekê: Estão testando a minha paciência… E por falar em fome, estou ficando com vontade de comer donuts.
Jesse: Está bem, eu compro pra vocês. 🙂 Mas é só porque vocês são bonitinhos, ouviram?
Zezé & Tadeu: Tá bem!
Kekekê: Hm.. vou terminar logo essa história de terror que ninguém está interessado em ouvir. Se alguém estiver ainda ouvindo, por favor, avise…
Random: Eu estou ouvindo!
Locutor-sama: Eu também! Não desanime dessa sua carreira de narrador.
Kekekê: Que carreira? Eu só estou contando uma história. o___o
Locutor-sama: Deixa pra lá…
Kekekê: É claro que eles não tinham ficado assustados por causa de uma simples batata feliz. Não era uma simples batata feliz… não mais! Elas tinha evoluído!
Jesse: Isso me cheira a reciclagem de roteiro… e muito recente! Será que a Moon não tem vergonha na cara?
Zaltana: Não é reciclagem de roteiro, minha amiga, é apenas uma cisma! Ou talvez ela tenha escrito essa história com fome.
Jesse: Provavelmente ela escreveu essa história com fome. Eu a entendo…!
Kekekê: E a batata disse para os humanos assustados “Seus incopetentes! Como ousam esquecer-me no fundo da geladeira? Que péssimo exemplo para dar pros seus filhos!”
Random: Não entendi, isso é uma história de terror… vai me dizer que vai ter moral?
Zaltana: São os tempos politicamente corretos, os culpados.
Zezé: Não, não… o papai gosta de contar histórias com moral.
Tadeu: Ele disse que não importa que sejam crianças, adolescentes ou adultos, uma história com moral, é uma história com moral!
Jesse: Que fofo…! Acho que vou chorar.
Zaltana: Não chora não, vai borrar a maquiagem!
Jesse: Tem razão, minha sábia amiga!
Kekekê: Assustados, as pessoas disseram “Como podemos fazer que você nos perdoe, ó poderosa batata?” E ela respondeu “Simples… me dá um milkshake! Sabor chocolate, se possível. Minha vida anda muito salgada ultimamente!”
Matilde: Típica história do Kekekê…. sempre engraçadinhas.
Kekekê: Oh, você gostou? Que bom, Matilde, fico tãaao feliz!
Matilde: A história não era para ser de terror?
Kekekê: *bate com a mão na testa* Acho que não sou muito bom nesse tipo de história.
Jesse: Ah! Valeu eu ter vindo. Eu achei muito engraçado.
Random: Eu ri litros de coca-cola!
Locutor-sama: Sua narração estava ótima. Parabéns.
Zaltana: Então quem vai ser o próximo a contar uma história de acampamento?

– Espero que tenham gostado da primeira história da série de “Histórias de acampamento”! Como podem ver, vai ser uma das séries de histórias principais, já que está até nas categorias.
– Er, na verdade eu já devia ter arrumado essa categorias melhor. Inclusive essa coisa de “parent category”. Desculpem a bagunça, gente. =__= Esse é o problema de ter idéias demais: Depois você fica com preguiça de organizar. =P
– Quanto ao final da história, que dá uma brecha básica para uma continuação e dá para entender que eu já tenho a idéia da continuação… Mas isso não é verdade! Eu não faço a menor idéia de como vou continuar essa bagaça. XD
– Ah sim, pra dar melhor de entender…: De férias, o povo resolveu se reunir pra acampar (não me pergunte que personagens vão aparecer, NÃO SEI DE NADA!) e contar histórias… de terror? Será? Essa história do Kekekê pelo menos… não parecia!

Rascunhos

Uma carta de um alienígena turista para os terráqueos

Caros habitantes do planeta Terra, aqui quem fala é um alienígena turista, que gostaria de lembrá-los uma coisa: Se a água é uma das coisas mais importantes para a sua sobrevivência, então conserve-a! Vi rios tão lindos, o mar tão azul… Então, por favor, concentizem-se logo. Ah! Não se esqueçam, não é só porque boa parte das águas do oceanos são limpas, que vocês, humanos, devem jogar lixo. Vocês não sabem o que é reciclagem?
Outra coisa importante que gostaria de lembrá-los: O verde. Sim, o verde. No meu planeta, onde tudo é escuro e de metal, por mais que tenha uma tecnologia super avançada, não tem a cor verde. Desde que vi fotografias do seu planeta, fiquei encantado. – esse foi o motivo que me fez visitá-lo – Por isso, preservem esse verde, tão precioso, que existe no planeta Terra.
Espero que vocês tomem consciência logo. E também espero que se lembrem de minhas palavras no futuro,
O alienígena turista.

P.S.: Segundo a lenda que corre no meu planeta, aqui já existiu verde. Eu acho essa lenda um tanto engraçada e absurda, pois tenho três mil e quinhentos anos e nunca vi algo parecido… Mas eu acredito, mesmo que seja um pouco, nessa lenda. Suponho que a minha raça seja a culpada do verde ter desaparecido… Por isso, humanos: Não se esqueçam da natureza! Ela é mais importante do que vocês imaginam.

– Desculpem se o texto seja chato de ler, sem falar desse mimi ecológico, mas achei que seria interessante escrever sobre esse assunto. =) Oh sim, a minha inspiração foi o filme Wall-E, da Disney.
– Já era pra ter postado ontem, eu sei… mas eu esqueci. Sincera eu, né? 😀

Distorcidas, Pixie Tales

Kekekê in wonderland

Locutor-sama: Era uma pacífica tarde de sábado, e o Kekekê estava entediado. Para passar o tempo – não, ele não estava comendo a bolacha passatempo – ele resolveu fazer palavras cruzadas.
Kekekê: Eu não estou fazendo palavras cruzadas! Isso aqui é um caça-palavras!
Locutor-sama: Para mim, é tudo a mesma coisa…! Bom, continuando… por algum estranho motivo, o Kekekê estava usando uma caneta quatro cores que…
Kekekê: Licencinha, Locutor-sama, mas… o que interessa para as pessoas que eu esteja usando uma caneta quatro cores?
Locutor-sama: Calma, eu ainda não terminei! Então… a cada palavra que ele achava, ele trocava de cor!
Kekekê: Eu não tenho culpa que estou entediado, caramba!
Locutor-sama: Er… é melhor apressarmos um pouco esse roteiro! O Kekekê foi até a cozinha fazer um lanchinho…
Kekekê: Eu tenho fome como todo mundo, sabia?
Locutor-sama: …e quando voltou para fazer o seu caça-palavras…
Kekekê: Uma batata feliz me ataca?
Locutor-sama: Pior…! A caneta quatro cores que ele estava usando… ela criou vida, cresceu e começou a soltar lasers pelos olhos!
Kekekê: Olhos? E desde quando canetas quatro cores tem olhos? o_O
Locutor-sama: E… de repente, quando ele menos esperava… a caneta quatro cores abriu a boca e… sugou o Kekekê para outra dimensão!
Kekekê: Como é…?
Locutor-sama: Quando o Kekekê chegou na “outra dimensão” ele desmaiou…
Kekekê: Mentira! Eu estou bem aqui, acordado!
Locutor-sama: …por favor, macaquinhos…
Kekekê: O que é isso…? Pedrinhas…? AAI! MINHA CABECINHA!
Locutor-sama: Viu? Agora está desmaiado. Esse duende gosta de estragar a graça das narrações dramáticas… Continuando! Kekekê estava desmaiado, e quando abriu os olhos… ele viu os macaquinhos vendendo gelo!
Kekekê: AAAAAAAH! OS MACAQUINHOS QUE VENDEM GELO E NÃO TEM NOME ORIGINAL!
Tá: Olha só quem fala! Quem disse que é original se chamar Kekekê?
Zá: Tecnicamente falando, você não vê gente por aí se chamando Kekekê…
Zé: Bom, isso me parece mais nome de duende do que de humano…
Kekekê: Er… posso fazer uma pergunta?
Tá: A não tão original pergunta mas infelizmente tem que ser perguntada pois está no roteiro, a tradicional “Onde estou?”
Zá: Você está na dimensão dentro da sua caneta quatro cores, conhecida como… “Wonderland”! Não é legal?
Kekekê: Uma dimensão dentro de uma caneta quatro cores? Mas… como…?
Zé: Se você perguntar o “como” vai perder a graça da história!
Kekekê: Tá, tá. E como faço pra sair daqui?
Zá: Simples. Você arranja um mapa e procura a saída!
Kekekê: E aonde eu arranjo um mapa?
Zé: Segundo a lenda, você tem que ir em busca de um baú que contém o mapa. Mas isso é só uma lenda!
Kekekê: Não tem uma maneira mais fácil?
Tá: Ter, tem. Você pode ir na nossa lojinha, lá vende um mapa dessa dimensão por *insira um número cheio de zeros aqui*!
Kekekê: Eu não tenho todo esse dinheiro!
Tá: Então eu acho melhor você sair por aí, se mete na grama, bate nas árvores, quebra uns vasos… Talvez assim você ache dinheiro.
Kekekê: Quebrando vasos? As pessoas não vão ficar aborrecidas se eu quebrar os vasos?
Zé: Lembre-se, duendinho. Vasos existem para serem quebrados!
Zá: Nunca se esqueça dessa revelação!
Kekekê: Er… tudo bem. Eu vou lá quebrar uns vasos, então.
Locutor-sama: Mesmo sendo contra seus princípios, Kekekê vai em busca de vasos para quebar ou vai nas florestas para conseguir dinheiro… Mas aonde achar vasos pra quebrar se ele está no meio do nada…?
Kekekê: Eu não estou no meio do nada! Eu estou na dimensão dentro da minha caneta quatro cores. u__u
Locutor-sama: Hm… suponho que ali está uma floresta? Olha só! Tem até um lago de tinta de caneta!
Kekekê: Er… Locutor-sama… você não tem poder para transceder as dimensões? Não pode me tirar daqui?
Locutor-sama: Desculpe, mudar as pessoas de dimensão não está no meu contrato!
Kekekê: Ah, mas que ótimo… Então, como vou sair daqui? ¬¬
Locutor-sama: Está bem, uma dica. Olha quem vem lá, correndo que nem desesperado!
Kekekê: Mas… é o Random!
Random: Atrasado, estou muito atrasado! Se eu não chegar a tempo não vou ter meu salário de coca-cola!
Kekekê: Ei, Random!
Random: Te conheço? Pra estranhos, sou Sr. Random da Silva Caramelo! Mais respeito! Não é só porque sou um boneco de palito que pode me tratar com um qualquer…
Kekekê: Mas eu só quero saber como encontro um baú que contém um mapa dessa dimensão ou aonde posso conseguir dinheiro fácil!
Random: Não sei de nada. Toma esse cartão, esse cara sabe das coisas!
Kekekê: *lê o cartão* Sábio Pão de forma espirra em mim, atendo 20 horas por dia… tudo o que você quer saber, apenas por 5 centavos!
Random: Boa sorte. E não vá ter esperanças só porque cada pergunta que ele te responde custa cinco centavos. Esse cara não é mole não! Desconfio que na verdade ele seja uma torrada em vez de um pão de forma.
Kekekê: Está bem, obrigado pela… informação. n__n Vamos ver… aqui no cartão diz que ele mora dentro de uma… caixa de panetone? Aonde será que é?
Locutor-sama: Está bem atrás de você!
Kekekê: Puxa, como será que não tinha reparado antes…? Ei! Lá está o Espirra em mim!
Locutor-sama: Kekekê estava em frente a casa de um grande sábio daquela dimensão. Ele o encotra em frente a casa-caixa de panetone… Ele não sabe o que perguntar…!
Kekekê: Que parar de ser dramático?! Eu vou lá perguntar pra ele aonde acho esse tal mapa que tá dentro de um baú segundo a lenda ou se ele sabe uma maneira de sair daqui sem ele!
Locutor-sama: Quer dizer que desistiu da idéia de quebrar vasos pra conseguir dinheiro?
Kekekê: É claro que desisti! Aonde já se viu quebrar vasos pra conseguir dinheiro?
Pão de forma espirra em mim: Você estava me procurando?
Kekekê: Sim! Sabe como posso achar um mapa dessa dimensão ou sair daqui de um jeito fácil?
Pão de forma espirra em mim: Calma… está vindo… um grande e inteligente resposta….
Kekekê: Sim…?
Pão de forma espirra em mim: Para você sair daqui você…
Kekekê: Diga…! O que é…?
Pão de forma espirra em mim: você… ATCHIM!
Kekekê: Quer um lencinho?
Pão de forma espirra em mim: Oh, obrigado. Como eu estava dizendo, para sair daqui de uma maneira mais fácil você pode dançar a macarena enquanto come rosquinhas!
Kekekê: Mas eu não sei dançar a macarena!
Pão de forma espirra em mim: Ah, você é tão sem graça! Está bem. Eu te direi aonde está o baú com o mapa.
Kekekê: Está…?
Pão de forma espirra em mim: Você deve ir ao Castelo da princesa Matilde!
Locutor-sama: Ao dizer isso, Pão de forma espirra em mim desaparece misteriosamente…!
Kekekê: Heeein?
Locutor-sama: Ele esqueceu de te cobrar!
Pão de forma espirra em mim: *volta da sua sumida misteriosa* Oh, é mesmo! Me dá aí os… os… er… Então me dê os meus 15 centavos.
Kekekê: Mas eu só fiz duas perguntas!
Pão de forma espirra em mim: Tá, tá… me dá 10 centavos…
Kekekê: Tá aqui ó. Obrigado pela ajudinha!
Pão de forma espirra em mim: Agora sim vou sumir misteriosamente! Se me dão licença…
Kekekê: Toda!
Locutor-sama: Parece que agora ele sumiu misteriosamente mesmo… Então, você não vai ao castelo da princesa Matilde?
Kekekê: Sim…! Ei. Pensando melhor, ele não me disse aonde está o baú!
Locutor-sama: Hmm. Então foi por isso que ele disse algo sobre o Espirra em mim não ser mole não…
Kekekê: Oh, o comentário dele fez sentido pra você? Eu não entendi…!
Locutor-sama: Então foi pra ele usar a palavra torrada.
Kekekê: Tá certo… vamos ver. Se eu fosse um baú que contêm um mapa, aonde eu estaria?
Locutor-sama: Para o leitor não ficar perdido, vou explicar: Kekekê chegou em frente ao castelo da princesa Matilde, aonde está dando volta e voltas para achar o baú!
Kekekê: Ei, Locutor-sama, eu achei o baú que tem o mapa…! AAAAAAAH!
Locutor-sama: O que foi, duende, porque você gritou…. Oh! Mas é… mas é…
Batata feliz 1: Sim, somos nós… as batatinhas felizes!
Batata feliz 2: Não use diminutivo, seu idiota! Assim nós não vamos parecer assustadoras!
Locutor-sama: Vocês não parecem as mesmas batatas felizes que eu tinha visto na saga “mistério misterioso…”
Batata feliz 1: É que nós evoluímos!
Batata feliz 2: Assim como os pokémons! E prendemos o seu amigo Kekekê! Ele nunca mais irá sair dessa dimensão… e ficará entediado… para sempre!
Kekekê: NÃAAAAAAAAAAO! Eu não quero morrer de tédio! T__T
Locutor-sama: Não se preocupe, duende! Eu irei te salvar!
Batata feliz 1: Você? HAHAHAHAHA euri.
Batata feliz 2: Você não passa de um simples Locutor…!
Locutor-sama: Vocês não deviam zombar de um Locutor… sem saber o meu verdadeiro poder!
As duas batatas felizes: NÃAAAAAAAAAAO!
Notinha da Moon: Caro leitor, por motivos chamados eu-tenho-várias-opções-e-não-sei-qual-escolher, escolha você mesmo o poder do Locutor-sama! Espera, ele disse “verdadeiro poder”? Ele já tem um poder e eu não sabia? Hmm. Já sei! Ele narra dramaticamente. Esse é o poder “disfarçado” dele!
Locutor-sama: Kekekê se viu na cadeira, dormindo em cima das suas palavras cruzadas.
Kekekê: Então… quer dizer que tudo foi um sonho! Que bom… Hmm. Pensando melhor… eu não devia ter comido aquela torrada! Acho que ela não me fez bem, o sonho foi… doido demais…! É melhor eu fazer um simples sanduíche, então!

– Peço desculpas pelo final completamente EM ABERTO, mas é que fiquei preocupada de me estender demais na história. =x É, eu quis dar uma… resumida. (?)
– Essa história foi baseada MUITO MAIS OU MENOS em Alice no país das maravilhas. Ah! Caso você esteja se perguntando o porquê do post ser o número 74 no endereço é porque esse draft é velho, pra ser mais exata eu já tinha começado ele no dia 12 de outubro de 2008. ;] Já faz tempo, né? Tipo… eu tinha ele começado já, mas eu esqueci a minha idéia original. =P
– Enfim, espero que tenham gostado, e peço desculpas por mais uma coisa: a história está com uma narração corrida (pelo menos eu achei XD) espero que tenha dado pra entender. =P

Kekekê Talk Show

Kekekê Talk Show ~ comercial ~ (título é para os fracos!)

Pão de forma espirra em mim: Olá, caros telespectadores do Kekekê Talk Show! Isso aqui é um comercial do programa e…
Kekekê: E porque não sou eu que estou apresentando?! O programa é meu!
Pão de forma espirra em mim: Por que eu estou aqui para apresentar o novo quadro do programa, apresentado por mim!
Kekekê: Tá, tá. Pode continuar.
Pão de forma espirra em mim: Nesse quadro do programa Kekekê Talk Show eu vou responder as perguntas da platéia. E esse vai ser o quadro favorito de todos, então vocês sempre estarão ansiosos para o depois da entrevista, que é aí que entra o meu programa! \o/
Kekekê: Espera! Você só vai fazer um quadro pro programa! Não precisava ficar nesse mimimi de “eu-vou-ser-melhor-que-o-programa-que-tô-participando” Se é assim, porque não faz o seu próprio programa?
Pão de forma espirra em mim: …..*fica uns minutos em silêncio* Er… é que eu não quero competir com você e a Matilde….
Kekekê: Oh! É mesmo? Hmph. Essa coisa da Matilde ter convencido a Moon a fazer um programa pra ela está… me tirando do sério. Ela nem quer cuidar direito do meu programa e já faz outro? ¬¬
Pão de forma espirra em mim: Er… o programa não é seu, tecnicamente falando?
Kekekê: Tecnicamente falando, isso aqui é um comercial do Kekekê Talk Show, e a Moon usa a palavra “comercial” para não dizer que está com preguiça de escrever a 4ª edição e…
Pão de forma espirra em mim: Kekekê de mau humor? BARMAN!
Barman: Tudo bem, tudo bem… Vamos lá, amigo duende.
Kekekê: Vamos? Pra quê? A Moon não quer escrever a 4ª edição mesmo…
Barman: Não se preocupe, amigo. Nós vamos tomar um milkshake e comer donuts. Isso passa. Ah é, me disseram que tem cupcake de grátis!
Kekekê: Você disse… cupcake? *-* CUPCAKES DE GRÁTIS!
Pão de forma espirra em mim: Er… agora que um duende estressadinho que chamam de Kekekê foi embora, vou agora apresentar pra vocês exemplos do meu trabalho! =D

Pergunta: Como faço para alcançar a felicidade?
Pão de forma espirra em mim: Simples. Escove os dentes sempre depois das refeições, e alcançará a felicidade. 🙂

P: É possível fazer uma máquina do tempo? Como posso fazer?
Pão de forma espirra em mim: Sim. Segundo Hello-san, o princípio é um pote de requeijão. O resto figure você mesmo!

P: Eu quero comprar um sapato novo, comofarei?
Pão de forma espirra em mim: Simples. Se você guardar bastante dinheiro dentro de uma ovelhinha-cofre (porquinhos estão fora de moda!) junto com uma sorte vinda dentro de um biscoito, você terá muito dinheiro ao abrí-la no dia seguinte!

P: Como posso ver duendes, pão de forma espirra em mim?
Pão de forma espirra em mim: Oh! Mas isso é tão simples, cara pessoa que me perguntou isso! Coloque biscoitos no jardim/quintal, qualquer lugar que tenha grama…! E verás um duende. É tudo fé e magia!

P: Meu mouse quebrou, comofarei, ó poderoso pão de forma?
Pão de forma espirra em mim: Gire 5 vezes em volta de uma árvore, depois pule com um pé só perto de um gato de pelúcia, após isso beba suco de uva muito rápido. E depois de tudo isso, quando você ir pro seu quarto e abrir o seu armário, colocar uma meia toda colorida, dentro da meia estará… um mouse!

P: Meu amigo pão de forma, estou com fome e não sei o que comer. Vou ao McDonalds ou peço uma pizza?
Pão de forma espirra em mim: Se estiver na dúvida, cara pessoa, faça o seguinte: Vá a padaria, compre um pirulito de framboesa. Se não tiver serve o de limão. Se não tiver, compre o de framboesa. Se não tiver ambos, então não dá pra fazer. Enfim, se quer tanto comer pizza, vá ao McDonalds, peça um sanduíche, depois vá em casa e tome um milkshake! Ou seja: Até eu estou em dúvida.

Atenção: Por favor, não leve a sério o Pão de forma espirra em mim. Todas essas coisas que ele espirrou… quero dizer, explicou para vocês só funciona em outra planeta, em outra galáxia. E é apenas acessível por 10000000000 moedas verdes! Compre hoje!

Pão de forma espirra em mim: Espero que tenham gostado desse não tão pequeno comercial mais interessante do que propaganda de pasta de dente! Espero ver vocês logo após a entrevista na 4ª edição do Kekekê Talk Show!
Kekekê: Isso vai demorar….
Pão de forma espirra em mim: Você não tinha ido?
Kekekê: Sim, mas é que eu estou no celular. n__n

– Sim, eu sei. Eu demoro pra escrever os Kekekês Talk Show, mas acho que esperar valhe a pena. (?) Desculpa, duendinho! ;__; Eu não faço isso de propósito.
– Antes que alguém me pergunte, é tudo culpa do Biscoito (minha criatividade e atualmente querendo trabalhar como a minha preguiça)

Esquecidos

Os problemas na infância do Locutor-sama

Quando eu era criança, eu gostava muito de livros. Sabe aqueles infantis de procura e ache? Então! Eles eram os meus favoritos. Eu passava os dias chuvosos assim… Ah! Também gostava daqueles livros de “para colorir”. Me divertia muito assim! Quando não estava chovendo, eu gostava de ficar no jardim observando e fotografando os pássaros. Mas essa rotina estava para acabar! O meu pai queria que eu fosse locutor… Então, ele me deu livros sobre o assunto “como ser um locutor”. E, é claro: Ele me fez ler! Ele me disse que era para eu aprender e me interessar sobre o assunto.

No começo, até que não era ruim. Mas aí começou o problema:Os livros… eles não tinha figurinha! Ah, e em segundo lugar, eu sempre tinha que usar um dicionário, já que sempre achava palavras difíceis. Pensando bem… se o meu pai via que eu tinha talento, não tinha problema. Valia fazer um esforço. Mas… no meu primeiro dia de tarde chuvosa, não pude fazer a minha tão apreciada rotina costumeira. Eu tinha que estudar como ser um locutor. E, infelizmente, não era para ser um locutor de rádio. Era para ser… um locutor de histórias…!
E assim terminou minha pacata e desinteressante infância. Mas olhando bem, até que tem suas vantagens trabalhar em histórias…

Kekekê: E qual é a vantagem em trabalhar sendo narrador de histórias? Hein? Heiiin?
Biscoito: Pssst! Kekekê! Não é todo dia que achamos um diário interessante dando sopa!
Kekekê: Não vi nada de interessante nisso. E não sei porque o Locutor-sama tem um diário. Quem mais usa diário atualmente? Todo mundo prefere usar um blog!
Biscoito: Hmm. Nem desconfio o porquê. Mas isso… o que lemos agora…
Kekekê: O que é que tem?
Biscoito: Vai servir de material pra alguma coisa no futuro!

– E o que será que o Biscoito vai fazer?  Ele vai querer que o Locutor-sama seja protagonista de uma história? Não… não faço a menor idéia. Tirando isso de lado, a sério “Querido Diário” é bem sem lógica, a primeira foi a Cola-sama, agora o Locutor-sama. O Kekekê…? Até tenho uma ideiazinha pra ele, mas por enquanto não sei se vou usar… Pelo menos por enquanto.
– Heey! E aí, pessoas? Como foi o ano-novo de vocês? O meu foi até bom, mas meio tenso graças a uma cachorrinha com medo… dos fogos. E acabei passando a virada no twitter -estava nos meus planos antes, mas eu tirei dos planos aí eu pude ficar! (?) Tá, ninguém entendeu essa!- Mas tuuudo bem.
– Eu acabei nem usando duas histórias que eu tinha pro natal… É! Talvez fique aí pro ano que vem!