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Autoajuda

Auto-ajuda

Vocês devem saber, meus caros leitores, que livros de auto-ajuda são muito populares. Não só livros, mas também tem aqueles trilhares de sites inúteis dando cada conselho mais tosco que o outro pra você ter uma vida feliz. Quem não quer ter um milhão de reais e dar a volta ao mundo? Acho que todo mundo. Em teoria, pelo menos. Caso você não queira ter um milhão de reais, sugiro que jogue Mário ou Bomberman. Ou procure um médico mais próximo de você. Se você não tiver o que fazer, responda à essas duas questões.

1 – O que você considera uma vida perfeita?
a) Ter sorte? – Não, meu caro leitor. Você precisa acreditar no futuro, assim como o Clow! Mas caso você ache isso, assinale aqui, e prove que você acredita em sorteios de loteria.
b) Muito dinheiro, jóias, uma mansão e fama! – Meu caro leitor materialista, já pensou em reality show?
c) Não fazer nada. – Que vidinha entediante e sem emoção!
d) Estudar, depois arrumar um trabalho de político e me candidatar a presidente do Brasil – Assinale aqui caso você já pensou em fazer uma propaganda política pra todos acreditarem em você! (ou o país, como preferir)
e) Viver num mangá/anime!!! – Caro leitor otaku. É impossível, não dá nem pra tentar. Nem pense em assinalar aqui!
f) Ser uma popstar e vestir pink todo o dia!!! – OMG. Não vou comentar sobre essa alternativa.
g) Casar com alguém rico e se apoderar do dinheiro dele(a) – Golpe do báu!! OMG!! Assinale aqui caso você é a favor.
h) Nenhuma das altermativas anteriores. – Então jogue Mário ou bomberman!!!

2– Você acredita na paz mundial?
a) Sim, claro! Pois se todos nós tivermos sorte, seremos um mundo perfeito! – Esse é do tipo de alternativa que considero impossível.
b) Se alguém comprar todo o mal do mundo e queimar numa fogueira!! – Isso é possível?
c) Isso não existe, é tudo paz e amor! – Er, isso parece coisa hippie. o_O
d) Sim, porque todas as pessoas do mundo são esforçadas e no futuro, todos seremos uma grande e unida família que se chama mundo – Que emoção. Assinale aqui caso você acredita nisso. Já pegou o lencinho?
e) Sim, pois até lá, teremos capturado todas as cartas Clows que estavam fazendo maldades no mundo!! – Interessante.
f) Sim, por isso: Votem em mim como miss!! – Da onde eu tiro essas idéias?
g) Sim, pois vou comprar a paz mundial com o dinheiro do meu futuro(a) marido(esposa)!! – Tenho que comentar sobre o meu sentido que as pessoas do mundo são materialistas?
h) Não. Não existe um mundo perfeito, pois se existisse, o mundo não teria graça.

Talvez seja um resumo de todos os tipos de pessoas no mundo? Não. Meu sexto sentido sobre as pessoas é pequeno… mas dá uma idéia estranha sobre o mundo. Seria melhor que fosse dominado por duendes.

Esse post vai para a categoria de rascunhos e desinteressante. Preciso ter mais idéias de categorias. Detestei esse post, se eu estivessse escrevendo numa folha, jogaria ela fora. E isso foi lá um post de auto-ajuda? Prometo fazer um post melhor na próxima vez. A idéia veio na hora.
avatar do post feito por mim, assim como o primeiro.

Outros, Rascunhos

Você perdeu suas meias?

Sim, é hora do chá! Vou fazer uma narração interessante, o qual não vai fazer sentido nenhum pra nenhum de vocês, caros leitores. Talvez seja a união de vários pensamentos meus, mas se vocês pegarem um dicionário, talvez consiga me entender… ou não. Esse é o ponto de partida o qual começo a escrever esse desinteressante post, caros leitores. Divirtam-se lendo essa narrativa sem sentido… caso ao contrário, procure suas meias. (caso vocês se perguntarem, isso é não é baseado em fatos reais)

O começo disso aqui é, simplismente, quando esqueço de alguma coisa. Não há nada de errado se for alguma coisa fútil e sem sentido, claro. Mas e se for aquilo que pode mudar o seu dia? Vou dar um exemplo. Telefonam para a sua casa, as pessoas que podem atender estão ocupadas/tomando banho/dormindo, e você é a única pessoa que pode atendar. Claro, claro. Você tem a opção de gritar por uma delas. Ou não. E se você não gosta de atender telefone? Isso não pode ser um problema! Tu vai ter de atender de qualquer jeito, pois o pessoal ocupado começa a gritar pra você atender. Perfeito! Você atende.

– Alô, quem fala?
– O responsável da sala está?
– Er… responsável da sala?
– Estou perguntando se o presidente está.
– Presidente?
– *tum, tum, tum*

Telefonema muito estranho, sim. Por algum motivo misterioso… ninguém pergunta quem era no telefone. Vamos supor, que antes desse estranho telefonema você entre no seu PC, ou vá assistir televisão. Bom. Isso são meros detalhes… Você liga o PC. Abre seu MSN messenger e vê que seus contatos… sumiram! Sem saber o porquê, você liga pro técnico. Por algum louco motivo você bate na cara antes de dizer alô. “E se foi o técnico de computador que te passou esse telefonema estranho?” pensa você. Sua mãe levanta e te pergunta: “Quem era no telefone?”. Estando de costas, você se vira e responde: “Que telefone?” Aí você grita, entra em pânico. Sua/seu irmã(o) grita: “Fulano de tal me ligou?” Gritando, você diz: “Não sei nada sobre nada!”, terminando de gritar, você corre pro seu quarto. Abre a janela, e respira um pouco de ar. É claro, você está se achando louco. Olha pro céu noturno e vê uma bicicleta voando. Na cesta da bicecleta você vê um alien. “Será que estou sonhando”. Você se vira, olha pro relógio digital do quarto. São dez e 30 da noite. Na certa você pensa que anda assitindo televisão de mais. Sua mãe bate a porta e entra no seu quarto. Começa um estranho diálogo:

– Porque você está tão nervoso(a), filho(a)?
– Eu não estou nervoso(a), mãe.
– O telefonema era pra você?

Você fecha a janela. Pede pra sua mãe sair do quarto. Coloca o pijama, desliga a luz e liga a luminária. Você pega um caderno, vai na mesinha, arruma lápis e canetas e a escrever:

“Em todos os dias do ano, só existe uma época do ano que considero especial: Véspera da primavera. É quando eu penso que tudo vai mudar, tudo vai florescer. Na época de inverno do meu país, aqui é estranho e frio. Tudo fica muito triste, assim como dentro de casa.”

Você desliga a luz, e se deita. Olha em direção da janela, e observa a lua. Outra sombra. Dessa vez, não é uma bicicleta com um etê, e sim um duende batendo em sua janela. Peraí, um duende? Você se levanta.

– *toc, toc.*
– Você é uma ilusão?
– Não, filho. Sou o duende que cuida das pessoas durante o inverno.
– Hã?
– Não sabia? Você me criou faz alguns dias.

Ligando a luz e procurando alguma coisa nas gavetas. Você acha um caderno de desenhos.

– Ah… você é aquele que desenhei na aula de artes?
– Sim. Agora se lembra de tudo?
– Mas só desenhei você. Como pode estar vivo?

A imagem havia sumido. Você se pergunta como aquele duende havia desaparecido, bem na sua frente. Voltando pra sua cama, você adormece.

“Entendo. Aquilo que você queria, se perdeu através dos anos.”
“Sim. Acho que era a única coisa que eu queria pra continuar a viver…”
“Não desanime, meu jovem. Você é único, e vai conseguir recuperar o que perdeu.”

Acabou a hora do chá! Essa narração ficou estranha demais, acho que ninguém vai entendê-la… XD Quem sabe eu continuo essa narração? Talvez eu continue, talvez não.

ela não se deu o trabalho de tentar entender alguma coisa…
avatar do post feito por: laury-kos.

Consequence, Desventuras

Desventuras do dia 11/01/08

Achei que nunca ia dar certo, mas finalmente achamos o macaquinho e resolvemos o erro dos acentos! LOL! Por isso que eu adoro o google. Eu estou aqui, me divertindo com minhas próprias piadas internas… e vocês estão boiando. Adimitam! Tá Moon, evite loucuras. Eu estou sendo do contra, porque eu não estou começando o blog de uma maneira normal (como sobre ele, sabem…) mas existe a seção chamada Consequence pra isso. Então não espere que eu vá explicar sobre o blog nesse post, meu caro leitor. Achei que seria bem mais interessante começar o blog com minhas desventuras de ontem. Não vale rir!

Se tem alguma coisa que odeio, eu particular? Tem. Fazer coisas sem planejamento, quando eu não estou com o saco de planejar. Ou de fazer, sei lá. Mas, como a vida é uma enorme conspiração… a gente acaba tendo de aturar programas da tarde de quem não tem tevê a cabo. Cara, eu devo ser uma pessoa insuportável ou algo do tipo. Mas o fato, foi o seguinte: Graças à uma obra vizinha que é bem do lado do prédio que eu moro, não pude ficar em casa ontem, pra fazer o que eu queria. Motivo? A obra usa bate-estaca, meus caros leitores. Já ouviram o barulho insuportável e já sentiram a vibração? Se não, vocês tem muita sorte. Por esse motivo, o bate-estaca estaria ontem, bem perto do apartamento (e ainda está, mas não batendo) para fazer sua tarefa de fazer não-sei-o-quê pro terreno. Acreditem, o barulho é insuportável mesmo que você tranque as portas, feche as janelas, até fechar as janelas do banheiro, não adianta. Mas como a Yuuko-san é uma pessoa persistente, de tanto falar com um cara da obra, o cara fez o favor de nós falar que o bate-estaca estaria bem aqui, na nossa cara. Ainda foi legal dizendo pra gente sair. Sair! Com três cachorros, dois pequenos e um grande? Pra onde você acha que dá pra ir? Lindo. A gloriosa família se dividiu. Clow ficou com o cachorro maior, Yuuko-san e a Steh mandaram o cachorro médio da casa para tosar e só iam buscar quando acabasse o barulho. As duas se dirigiram pro gonzaga, depois disso. Mas… e eu? Não sei se a minha situação foi a pior do que a dos outros a situação do Clow não conta, pois ficou na casa da mãe e dormiu no sofá de lá. Muito bem. Eu, Shizuka Moon, tive que ficar na casa da avó, a qual apelidei de Raichaku-san. E Haruka-san, meu avô, muito legal e prestativo, meu levou para lá. (apenas uma nota: eu não uso o nome real de nenhum dos meus familiares na internet, pois ficaria comum e desinteressante, com exceção da Steh.) Perfeito. Levei minha pequena cadela, a Có (esse é o apelido), e fiquei lá. Almocei, levei uma bronca que normalmente levo no jantar de natal, tive que ouvir conversas chatas dos dois, a Có ficou filando Bóia… Mas, como já disse, lá não tem tevê a cabo. Então, só restou eu ter que engolir o Haruka-san assistindo Vídeo Show… Tudo certo até aí. Sabem, não me incomodo quando é o meu avô que controla a televisão. Apesar de eu achar Vídeo Show chato, não é pior que os programinhas polêmicos que Raichaku-san adora assistir. Mas aí, meu sossego acabou. Haruka-san precisou sair, pois sempre é muito prestativo com a comunidade, e ajuda com seu modo organizado e prático. Restou-me Raichaku-san e a Có comigo. Só que, infelizmente, cachorros não sabem falar… Para encurtar a história, já que não prestei atenção nem na metade do que ela diz, pois ouvi MP3 e depois sentei na cadeira pra ler. Não me dei ao trabalho de prestar 100% de atenção com o quê ela dizia. Mas parece que ela queria pisar nos meus calos. Começou com um, em que respondi um “E daí?” que não fez muito efeito, começou com o dois… o qual comecei a mudar o meu tom de voz falseta para não interrompa a minha leitura. Acho que ela não parecia satisfeita. Pisou no meu pior calo! Aí já virou caso para eu usar meu raio-laser imaginário. Só que, infelizmente… o Kekekê não me seguiu, e ele tinha ficado com o raio-laser. Em vez de Kekekê, deve ter baixado um bom-duende em mim que não me deixou piorar as coisas… O mais engraçado foi que ela percebeu que eu não estava gostando da conversa, e mudou o assunto para falar das cortinas. Eu mereço. Por acaso, piso no calo de algum dos familiares? Cheguei até a pensar que chutei a pobre canela de Jesus na última ceia. Mas o caso não era este. A minha vida é uma longa conspiração, o qual os duendes estão rindo da minha cara.

Agora você, meu caro leitor, se caso você me conhece desde o AM12 e esperava que minha vida você interessante e divertida como um filme de comédia… enganou-se. Eu não vivo num mar refrescante de suco de uva.
Por motivos maiores, não estou com paciência de escrever mais. Meu único planejamento do primeiro post era escrever sobre essa desinteressante desventura. Só pra completar e não deixar ninguém curioso, o livro que estava lendo ontem era: O Dia do Curinga, de Jostein Gaarder (conhece “O Mundo de Sofia”? Ele é o autor também). A moral da história toda é não me interromper nem pisar nos meus calos enquanto faço uma leitura interessante.

E lá estava eu, pensando em coisas clichês e desinteressantes…