Comédia Aleatória

Author: Moon

No Teatro de Silly Tales

- Silly Tales tem um teatro??!
Moon: Agora tem. :D

Em cima do Palco, Locutor-sama aparece, andando tranquilamente.

Locutor-sama: Hoje, irei apresentar para vocês “Comédia aleatória” com o meu amigo Random, o boneco de palito! Palmas para ele, meus caros palitos de dentes falantes, que são uma platéia bastante simpática.

- Palitos de dentes falantes?!
Moon: Achei que combinaria com o estilo do sem noção do Random.

Locutor-sama sai. As cortinas se abrem, e Random está em cima de uma montanha de livros e um cenário com um belo arco-íris. Passarinhos voando, para deixar o cenário mais realista.

Platéia: (palmas) YAY! YAY! YAY!
Random: Obrigado, obrigado. Esse programa é oferecimento de Pepinos do Tio Nino! Precinho baratinho!
Random: A primeira questão que temos na vida é: Como as pessoas em comercial de margarina são tão contentes?

Repentinamente, aparece Urso Tobi, vestido de palhaço, com cores não combinando.

Platéia: Ha Ha Ha!
Tobi: Elas usam detergente.
Random: Hm, que previsível. E pensei que usassem cordas para pular.
Tobi: O que uma coisa tem a ver com a outra?
Random: Não sei. Os peixes não pulam, nem acertam os resultados de tabuada…
Tobi: Os peixes são seres ignóbios em matérias de seres humanos…
Random: Tobi, não era para você estar rimando?
Tobi: Já saí desse trabalho faz tempo…
Random: Então está querendo um grampo?
Tobi: Essa foi péssima.
Random: Diga uma clássica, meu querido mestre!
Tobi: Uma clássica? O que você quer que eu diga que seja clássico?
Random: Uma piada clássica! Tipo a da galinha que atravessou a rua.
Tobi: Isso não é uma piada clássica. Eu, por exemplo, jamais entendi essa piada. Afinal, para quê é que uma galinha vai querer atravessar a rua? Um mistério.
Random: Sim, um mistério! É tipo você ter vontade de tomar sorvete em um dia frio!
Tobi: Acabo de perceber que não me dou bem com bonecos de palito. (sai andando)
Random: Mas não sou uma boneco de palito qualquer, eu uso calça jeans!

- Como é que um boneco de palito usa calça jeans?!
Moon: É para se diferenciar dos outros bonecos de palito, lógico!

~ Extra: E a continuação da história anterior? ~
Locutor-sama: Tivemos que cancelar, pois a senhorita Hello ficou de cama, gripada.
Matilde: E a Moon esqueceu o final da história?
Locutor-sama: Não creio que ela conseguiria escrever uma história gripada.
Matilde: Mas afinal de contas, quem estava gripada? A Hello ou a Moon?
Locutor-sama: As duas.

No jardim da frente da Casa Verde

Locutor-sama: Depois de alguns dias de bloqueio criativo, e de várias semanas detendo invasões aliens, estamos de volta com nossa programação normal! Se é que vocês chamam de normal, eu estar aqui, jogando cartas com um boneco de palito. Sua vez, Random!
Random: Minhas cartas estão péssimas! (suspira) Isso é muito desanimador.
Locutor-sama: Anime-se, amigo. Onde já se viu, ficar assim? Não irá te levar a nada. Não seja tão aleatório…
Random: Você é bom! Deveria ter comido mais queijo para ganhar essa batalha. E agora, como poderei recuperar meus Health Points? (tom dramático) Eu vou descansar naquela INN e já volto. (desce da mesa)
Wolf: Olá! (saiu da porta da frente da Casa Verde) Como vai, meu caro Locutor-sama? A vida vai bem?
Locutor-sama: Creio que sim, meu amiguinho lobo. Permite  de questioná-lo?
Wolf: (olha para os lados) Você quer me questionar o quê? Alguma coisa super secreta?
Locutor-sama: Nem tanto, é que estou intrigado, apesar de trabalhar tanto quanto narrador personagem e narrador observador, não sei responder um dos maiores mistérios da vida. Não tão grande como o universo, é claro.
Wolf: Tá certo, tá certo! Diga logo, estou ficando muito curioso!
Locutor-sama: Você está pronto para o que eu vou te perguntar, Wolf?
Wolf: É claro que sim! Mas que coisa! (tenso querendo saber o que o Locutor quer falar)
Locutor-sama: A que horas vai sair o chá das cinco? São cinco horas e doze minutos… Estou com sede.
Wolf: Pô, pensei que era alguma coisa importante! (bate com a pata na testa e sai andando)
Locutor-sama: Hm. Estou aqui, refletindo. Será que valeria a pena, afinal de contas, dia 21 de abril está chegando. Sim, sim, podemos tentar fazer isso. Mas não vai ser fácil convencê-lo!
Wolf: Ficou maluco? Pode me explicar o porquê de você estar falando sozinho?
Locutor-sama: De fato, estou falando sozinho. É que o aniversário da senhorita Hello que está chegando, e estou refletindo que poderíamos fazer um festa surpresa para ela. É muito clichê pensar nisso?
Wolf: Não, mas já ouvi falar que normalmente ela esquece de fazer festa de aniversário… Assim como Hello vive dizendo que faz aniversário em várias datas, sendo que na verdade é dia 21. O quê você tem em mente, afinal?
Locutor-sama: Festa surpresa, com música, suco de uva, refrigerante de laranja…
Wolf: Ceeerto, estou entendo onde você quer chegar, mas que tipo de música? Rock, pop, clone-zumbi-dança-doida?
Locutor-sama: Estava pensando em rock, mesmo. Mas da onde veio esse ritmo clone-zumbi-dança-doida?
Wolf: Ah Locutor, sei lá. Mas se você quer mesmo fazer essa festa, eu terei o prazer em ajudá-lo!

Qual será o emocionante desfecho dessa história? Será que vai ser finalizada de maneira decente? Quanto é dois mais dois, mais quatro, dando cambalhota e depois um salto mortal sobre vários dinossauros cibernéticos? Porquê as coisas na vida não podem ser rápidas, tipo o bom e velho macarrão instantâneo? Se refletirmos bem, nem ele é tão fácil assim, de cozinhar! Apesar que eu, particularmente, considero muitíssimo fácil de fazer…

Enquanto isso, no estúdio Happy Green Things

Moon: “Dessa maneira, podemos fazer as coisas de modo simples e rápido. Serás recompensado se fizer as coisas assim, pois queremos apenas ajudá-lo. Talvez também enrolarmos um pouco de macarrão, misturando sardinha de Marte, violão poliglota, mais alguns simpáticos donuts.” O que ser isso, pai amado? Que louco escreveu isso?
Hércules: Não tenho ideia, senhorita Moon. Talvez tenha sido o Biscoito ou o Batata Feliz?
Moon: Talvez você tenha razão, meu amigo e mais nova contra-regra! Cara! Nem acredito que finalmente me livrei da Cola-sama! Agora ela que veja o que é bom para tosse! (risada maligna digna de uma música cômica)
Hércules: Pensei que apenas xarope, servia para acabar com tosse outros problemas de garganta.
Moon: Não se preocupe com detalhes. Agora me diga, qual é a incógnita do número…
Hércules: Estudando matemática enquanto trabalha? Tem certeza que não farás confusão?
Moon: Oras, eu sei o que estou fazendo… Ah. Não, não, nãaaao! Eu errei! (mais dramático do que isso impossível)

Piada Bônus, na casinha do Kekekê

Random: Aquelas pessoas que não acreditam em duende, irão espirrar nesse exato momento!
Kekekê: (atchim) Não vale, eu estou com alergia…
Random: Um duende não acreditar nele mesmo? Isso realmente não faz sentido!
Kekekê: Pombas, já vi que vou ter que sair para comprar um antialérgico. (vai até a porta para sair)
Random: Ah, saúde. (segue o Kekekê) Vamos comprar pipoca no caminho?
Kekekê: Como assim “Vamos”? Pipoca resolve para alergia?
Random: Sei lá. Nunca se sabe, se dois mais dois são quatro…

Olá pessoas! Estavam sentindo falta de mais um post de autoajuda, auto-ajuda, ajuda automática, ou sei lá como se escreve essa palavra nesses dias… Bom, eu estava sentindo falta deles. Sempre é tão divertido em pensar em conselhos estranhos para escrever. Esse post tem uma boa ideia para ser bem maior. Se eu ver que vocês gostarem, continuo do mesmo ponto. Caso contrário, valeu a experiência! Espero que esteja bom. Divirtam-se!

1. Era uma vez a Chapeuzinho Vermelho… ela era uma menina alegre e feliz, que ia levar os doces para a sua tia-avó. Foi cantando alegramente com sua fashion roupa vermelha. Não vestia um capuz, e sim um CHAPÉU. Pouparei em citar aqui o quê estava cantando – de repente, vocês não podem gostar da música. Chegou na casa da simpática senhora.
Infelizmente, ela não chegou a tempo. Não, o lobo mau não a havia devorado a velhinha: Tinha sido convidado por ela, para tomar chá. Porém, o chá acabou, e a tia-avó da chapeuzinho pediu-a para ela sair para comprar.
Que problema, não? O quê você faria no lugar da chapeuzinho?
a) Moon, você sabia que agora autoajuda se escreve tudo junto? – Segundo o que dizem… Essas mudanças ortográficas! É, eu preciso arrumar o nome da categoria. E não vale responder me fazendo outra pergunta!
b) Eu diria, no lugar dela, para que o lobo comprasse o chá, afinal de contas, foi ele que tomou tudo! – Tem razão, leitor. Mas pense bem: Não é perigoso tentar dialogar com um lobo? Ou não vai me dizer que ele está regenerado…
c) Pediria para a minha tia-avó dinheiro para comprar, já quê no cesto só tinha trazido os docinhos. – Chapeuzinho vermelho não é moderna. Não seria mais simples ela usar potes plásticos?
d) Falaria que estou com preguiça de ir, mas deixaria os docinhos, aí iria para casa. – Que falta de educação! Isso não seria uma maldade tão grande quanto a do lobo, de ter tomado todo o chá?
e) Depende. Qual era o sabor do chá? – Falei que não valia responder com uma pergunta!

2. Chapeuzinho Vermelho ia cantando até o supermercado:
“Pela estrada afora eu vou bem sozinha comprar chá para minha avózinha.”
A distância que Chapeuzinho Vermelho tinha que percorrer era de 36 quilômetros. Como Chapeuzinho Vermelho demorou, o gêmeo do lobo mau chegou e havia acabado de comprar os últimos chás do estoque do supermercado.
Que pena! Se Chapeuzinho Vermelho tivesse caminhado com velocidade de 1 km/h a mais, teria demorado menos de três horas para chegar ao supermercado, alcançando o gêmeo do lobo mau.
Qual velocidade média de chapeuzinho vermelho?

a) Ela deveria ter pego um táxi ou um ônibus, ou talvez até aparatando para chegar no supermercado mais rápido que o gêmeo do lobo mau. – Concordo, mas a Chapeuzinho Vermelho gostava de fazer exercícios.
b) Pelo meus cálculos, raios alienígenas fizeram que a Chapeuzinho andasse mais devagar. O lobo mau e seu irmão gêmo devem ter cúmplices etês! – É uma boa teoria. Será? Não confie nos lobos maus! Nem em etês….
c) Teria calculado mentalmente quanto tempo perdi. Depois eu conversaria tranquilamente com o gêmeo do lobo mau. Quem sabe ele na verdade, era bonzinho? – Calcular isso mentalmente? Puxa vida. Não tenho paciência para esse tipo de coisa. Se você iria tentar convencê-lo para compartilhar o chá, boa sorte. É preciso ter muita lábia!
d) Não me importo qual era a velocidade média da Chapeuzinho Vermelho! Isso é problema dela. Eu particularmente voltaria para casa. Ligaria para minha vó e diria que tinha acabado.
e) Se não é hora do almoço, não me preocupo com o tempo. No lugar dela eu iria de volta para a casa da minha avó, bater um milkshake. É muito melhor que chá. – Milkshake é bom mesmo. Faz tempo que não tomo um. Me esqueci até de como é o gosto! Acreditam nisso?

Quais letras você escolheu?
a) Você tem os pés na realidade. Não gosta de fazer as coisas demoradamente. Apesar de ser sério, gosta de fazer algumas piadas. Sem falar que gosta de surpreender as pessoas. É o seu jeito de usar as horas vagas.
b) Você gosta de viver a vida perigosamente. A realidade é comum demais para a sua pessoa.
c) Você é uma pessoa do tipo prático. Faz favor para as pessoas, mas quer sempre uma compensação.
d) Você prefere uma vida tranquila do que algo emocionante. Não te culpo por isso.
e) Você curte comer comidas boas e ter uma boa bebida para acompanhar. É importante, claro!

Lembrando que vocês não devem levar a sério o resultado. Esse post é apenas para entreterimento, eu não sou cientista, pesquisadora, ou coisa do tipo. E lembrem-se, crianças: Não levem a vida tão a sério, muito menos a matemática! Se levar a sério demais, pode-se gahar uma dor de cabeça desnecessária gratuita! Espero que vocês tenham se divertido, lendo mais um post da categoria auto-ajuda! Ah, é autoajuda agora, já tinha me esquecido, esses tempos modernos… nunca poderei entendê-los!

Locutor-sama: Era um dia comum, de muito calor. Os hóspedes da Casa Verde estavam se sentindo péssimos! Todos derretendo como se fossem sorvetes. Felizmente, eles não são tão facéis assim, de se derreter!
Random: Fujam do aquecimento global, amigos sorvetes! Fujam enquanto ainda há tempo!
Locutor-sama: Você está com toda razão, amigo Random. Temos que ajudar os pobres sorvetes. Mas o que nós podemos fazer para ajudá-los, sendo meros mortais? O que você acha, amigo Kekekê? O colocamos para fazer uma viagem para qualquer lugar congelante ou resolvemos o problema do aquecimento global?
Kekekê: Não é mais simples colocá-los no freezer, Locutor?
Locutor-sama: Tão simples mas genial. Não havia pensado nisso. Obrigado, Kekekê! Você salvou o dia!
Random: Espero que o freezer não tenha sido invadido pelo fantasma da pizza de calabresa…
Locutor-sama: Nem me fale disso. Aliás, por onde você esteve, Kekekê?
Kekekê: Bem, é uma história um tanto… engraçada. Quer saber, mesmo assim? (sem jeito)
Locutor-sama: Se não for nada assim, muito da sua vida particular e você não quiser que as outras pessoas saibam, eu posso entender, amigo duende. Essas coisas podem ser sérias, e não são todos que entendem isso.
Kekekê: Não, não é nada da minha vida particular. É só que, fui mordido por uma ideia selvagem!
Random: Minha nossa senhora dos palitos que usam jeans e escutam Beatles! Está falando sério?
Locutor-sama: Pelo visto sim, Random. Mas nos conte, como foi que aconteceu, exatamente?
Kekekê: Eu não sei se vocês sabem, mas sou o responsável pelas ideias da Moon. É bem complicado cuidar delas, pois muitas não querem ser… como direi… disciplinadas. Eu sou contra a violência, prefiro conversar.
Locutor-sama: E então, quando você estava querendo conversar uma ideia…
Kekekê: …avançou e me mordeu. Pois é. Assim é a vida, essas coisas acontecem.
Random: Credo! Tem alguma vacina contra raiva de ideias? Fiquei com um medinho agora…
Locutor-sama: Bem, como você está? Traumatizado?
Kekekê: Confesso que sim. Agora, se vocês me dão licença, eu vou dar uma passada na Casa Verde.
Locutor-sama: Para procurar ideias mais normais ou simplismente visitar?
Kekekê: A Casa Verde é o último lugar que eu iria para procurar ideias normais, amigo. Irei dar uma visitada, e só.
Random: Soube que houve uma chuva de meteoros? Parece que acharam até um super herói!
Locutor-sama: Isso não aconteceu, você apenas sonhou, Random!
Random: Ih, acho que me confundi. Me desculpe, Locutor.
Locutor-sama: Kekekê andou calmamente, até chegar a Casa Verde. Tocou na campainha especial, e que tinha um barulho diferente, que tinha sido feita especialmente para qualquer criatura baixinha que queria visitar o lugar.
Barman: (atende a porta) Sim?
Kekekê: (usando um pula-pula) Oi Barman! Tudo bem com você, amigo?
Barman: Kekekê! Que bom vê-lo depois de tanto tempo!
Kekekê: Também é bom vê-lo, meu caro. Como vão as coisas?
Barman: Entre, para eu te contar. E guarde esse pula-pula. Você pode se machucar.
Kekekê: Ora, você acha que vou me machucar com um simples brinquedo para crianças? (se desiquilibra e quase cai no chão)(ao invés de cair é salvo pelo Locutor-sama)
Locutor-sama: Essa foi por pouco! Primeiro uma ideia selvagem, agora isso? Tome cuidado, Kekekê.
Kekekê: Eu era tão fera em pula-pula. (suspira desanimado) Devo estar ficando velho. Obrigado, Locutor.
Barman: Acalme-se. Você tem que ficar tranquilo, não deve ser mole ser mordido por uma ideia selvagem. Vamos para a sala, o pessoal vai ficar feliz em vê-lo. Muita gente perguntou por onde você esteve.
Locutor-sama: Fomos até a sala de estar, e encontramos Hello e Alice, sua irmã, jogando videogame. Ou melhor, a ruiva estava, e sua irmã com seu cabelo roxo – seria peruca? – estava apenas assistindo!
Hello: Tenha a santa paciência. Quem é que teve uma ideia dessas?
Alice: Alguém muito sem noção, provavelmente. Uma fase um tanto louca.
Hello: Apesar de tudo, ainda prefiro Sunshine. Dou menos game over, pelo menos… Kekekê!
Kekekê: Oi! Tudo bem com vocês?
Hello: (dá pausa no jogo) Muito melhor agora, vendo que você está bem! Ah, essa é minha irmã Alice.
Kekekê: É um prazer em conhecê-la, senhorita Alice. (sorri de maneira simpática)
Alice: Puxa, então esse é o famoso Kekekê! Prazer em conhecê-lo. (animada)
Hello: E então? Foi bom os dias de folga que te deram? Superou o trauma e tomou vacina contra ideias raivosas, espero. Ou vai me dizer que não existe vacina para esse tipo de coisa?
Kekekê: Infelizmente não tem esse tipo de vacina. Apesar de eu ainda estar um pouquinho traumatizado, me sinto bem melhor. Talvez eu estivesse mesmo precisando de um dias de folga.
Alice: É sempre bom dar uma descansada. Meditar e equilibrar lápis ajuda, também.
Kekekê: Pensei que só a Hello fazia isso. Vocês duas são bastante pacientes!
Rosalina: (aparece na sala) Hello, você poderia vir aqui um minuto?
Hello: Eu estou salvando criaturas na ilha golfinho. Existe algo mais importante que isso?
Alice: Hello, por favor. Colabore com a Rosalina e vá ver o quê ela quer.
Hello: Mas eu não sei nem para quê ela quer que eu vá…
Alice: (puxa a Hello pelo braço) Vamos logo, não é você quem manda na Casa Verde?
Locutor-sama: As três garotas saíram da sala. Eu, Random, Kekekê e Barman resolvemos ir para a cozinha. Era um lugar perfeito para uma reunião de cavalheiros.
Kekekê: Então, agora você pode me contar as novidades, suponho. (olha para o Barman)
Barman: Você já sabe? (envergonhado)
Kekekê: Ora, é lógico que sim! Mas não tem o porquê você ficar com essa cara, amigo!
Locutor-sama: Eu tenho que concordar. É melhor aceitar os fatos, não concorda?
Random: Não tem nada do que se preocupar, já que não é pizza estragada…
Kekekê: Você está cismado com pizza hoje, pelo visto!
Barman: É fácil para vocês falarem… Mas me recuso dizer qualquer coisa para a Hello.
Kekekê: Ela não vai usar uma frigideira na sua cara, Barman! A Hello é muito legal e você sabe disso!
Locutor-sama: Bem, ele sabe disso melhor do que ninguém.
Barman: No máximo talvez, ela vá rir da minha cara.
Kekekê: Eu ainda acho melhor uma mulher rir da sua cara do que te bater. Falo isso por experiência!
Barman: De qualquer forma, é melhor eu preparar o almoço. Alli e Oléo não vieram hoje.
Kekekê: Ah! Deixa que eu te ajudo!
Locutor-sama: Eu também. Pode contar com a nossa ajuda!
Random: Se quiser, posso fazer um miojo!

Essa história não teve muita graça. Mas não tem importância. Detalhes!
Curiosidade: No bloco de notas deu o título de “Chapéus 1″, porém a história não tem nada a ver com isso. (o roteiro acabou saindo bem longe do original que eu tinha em mente)

Locutor-sama: Ah! Nada como um dia tranquilo. Estou aqui, na Casa Verde, apreciando o silêncio, a paz e… o tédio. Hello estava entediada, assim como eu, então estava arrumando seus sapatos…
Hello: Locutor? Eu estou arrumando meus sapatos nesse exato momento e estou entediada! Me diga, porquê você está falando no passado? Perdeu a cabeça ou é um hobbie novo, seu? (curiosa)
Locutor-sama: Falar no passado sempre dá um tom mais dramático. Não concorda comigo, senhorita?
Hello: Não havia pensado nisso. Talvez dê mesmo um tom mais dramático mesmo. (reflexiva)
Locutor-sama: Pois pense! Se você falar as coisas no presente, não tem muita graça. É como falar em terceira pessoa. Os outros irão te chamar de maluco, mas é bem divertido. Uma atividade bem excêntrica.
Hello: Realmente, é bem divertido! (começa a rir) As pessoas não entendem diversões excêntricas.
Locutor-sama: Você está organizado seus sapatos em alguma ordem particular? Feng Shui?
Hello: Não exatamente. Só os que parecem ficar bons um do lado do outro. (aponta para os sapatos do alto)
Locutor-sama: Entendo. Até que você tem bastante sapatos. Não imaginei que você gostasse desse tipo de coisa.
Hello: Eu gosto de surpreender as pessoas. Isso nunca fica velho!
Locutor-sama: Mas está um dia lindo, hoje! Você vai sair da Casa Verde, hoje?
Hello: Qual o motivo da sua pergunta, Locutor? Você vai ser minha sombra hoje?
Locutor-sama: Não uma sombra. Apenas ser narrador de suas ações!
Hello: Então se eu fazer uma cambalhota que desrespeite as leis da física você irá narrar?
Locutor-sama: Sou do tipo que gosta de desafios, Senhorita Hello.
Hello: E sobre o que é o título da história? Alguma coisa desafiadora o suficiente para você?
Locutor-sama: “O misterioso caso dos par de chinelos laranja desaparecidos”. Parece uma história de detetive!
Hello: História de detetive? Então tenho que vestir uma roupa apropiada! Mê dê licença um minuto, Locutor! (o empurra para fora e fecha a porta do quarto)
Locutor-sama: Até uma roupa de detetive? A coleção de fantasias da Hello é bem grande.
Random: Será que ela tem uma fantasia de caixa de cereais?
Miss Cupcake: (apareceu de repente) O que é que vocês estão fazendo?
Locutor-sama: Investigando um caso, minha cara Miss Cupcake.
Miss Cupcake: Um caso de detetive? Imagino que a dona Hello vai se vestir de detetive. (desinteressada)
Wolf: Eu quero… uma boa idéia! (aparece do nada no teto)
Miss Cupcake: Que horror! Não faça essa cara de que quer cérebros, Wolf!
Wolf: Qual é o problema de comer cérebros? Eu mesmo já experimentei. É um cereal muito gostoso!
Random: Esse lobo deve ter algum problema. Estou com medo dele!
Miss Cupcake: (dá um tapa no Wolf) Vá procurar idéias em outro lugar, esquisitão!
Hello: (abre a porta do quarto vestida de detetive) Que barraco é esse aqui na minha porta, Kekekê do céu?
Random: O Kekekê morreu? Desde quando?
Locutor-sama: É maneira de dizer, amigo Robert Random.
Wolf: A Miss Cupcake me deu um tapa. (choramingando)
Hello: Que coisa mais feia, Miss Cupcake! E depois você não gosta de ser chamada de amiga ursa.
Miss Cupcake: Mas Hello, o Wolf apareceu do nada, falando que queria cérebros!
Hello: Temos que respeitar o que as pessoas gostam de comer, Miss Cupcake. Não seja preconceituosa!
Locutor-sama: Está preparada para a investigação, senhorita Hello?
Hello: Claro! Mas a questão é… Que par de chinelos laranja que sumiu?
Miss Cupcake: Ué? Você não tem um par de chinelos laranja?
Hello: Eu não tenho um par de chinelos laranja, Miss Cupcake.
Locutor-sama: Que par de chinelos laranja sumiu, então? Também pensei que você tinha.
Wolf: Tenho um suco de laranja. Serve? (tira uma latinha do bolso)
Hello: Não. Prefiro suco de uva! Para a cozinha! (sai correndo como uma louca)
Miss Cupcake: Sua imbecil, você vai cair da escada se continuar correndo assim!
Random: Só espero que ela não caia em bolinhas de gude…
Wolf: Relaxe, Miss Cupcake. Ela sabe o que está fazendo!
Hello: AH! (perde o penúltimo degrau da escada)
Rosalina: Hello, sua louca! Você está bem? (estava passando com um cesto de roupas)
Hello: Oh! Sim, é claro que estou bem. Ah! Sumiu um par de chinelos laranja?
Rosalina: (surpresa) Realmente sumiu, mas já está desaparecido há dias.
Hello: Está? Mas eu irei descobrir para onde ele foi…
Rosalina: Do jeito que você está falando, parace que ele saiu andando.
Hello: Talvez ele tenha saído andando, minha cara Rosalina! Agora, irei para a cozinha, tomar um suco de uva!
Rosalina: Vá em frente e não vá cair outra vez.
Locutor-sama: Na cozinha, Barman está fazendo o almoço. Hello abre a geladeira.
Barman: Hello? O que está procurando? (de costas perto do fogão)
Hello: Suco de uva! Espero que tenha.
Barman: Está atrás dos refrigerantes.
Hello: De fato, está aqui mesmo. (coloca o suco de uva em um copo) Agora, onde será que está o par de chinelos laranja? Ele fugiu com um par de botas? Foi aprender a falar espanhol e já volta?
Barman: Para quê você está procurando isso?
Hello: Eu estou sem o que fazer.
Barman: Tem certeza?
Hello: Absoluta. Espere um momento! Estou tendo uma visão! (olha por uma das janelas)
Barman: E o que é que você está vendo?
Hello: É um par de chinelos laranja em cima da árvore! Caso resolvido!

Mas como é que o par de chinelos laranja foi parar ali em cima, você pergunta para a Moon. E ela responde.
Opção Um: Foram as balinhas malignas, que se uniram com os duenditos malvados e jogaram ali.
Opção Dois: Uma fada estava sem o que fazer e deu vida aqueles chinelos. Eles queriam morar em uma árvore.
Opção Três: Os chinelos vieram de outro planeta, e estavam procurando um adesivo mágico na árvore.
Opção Quatro: Foram os camarões voadores que foram vistos, pela última vez, juntando chinelos da cor laranja, não sei para quê. Muitos dizem que eles tinham um péssimo gosto para moda. Onde já se viu, chinelos laranja?

De quem era aquele par de chinelos laranja, afinal de contas? Para quê escrever uma história sobre um par de chinelos laranja? Que história mais sem pé nem cabeça, dona Moon!